segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Week 6 - Rams 14 x 17 Dolphins - Taylor e Thomas no HOF Dolphins

Antes de fazer o post da partida ( prometo fazê-lo sem falta, ainda hoje ), vai uma justa homenagem que a direção do Miami fez durante o intervalo da partida, colocando os dois maiores jogadores de nossa recente ( e infelizmente sofrida ) história entre aqueles que são considerados imortais: o MLB Zach Thomas e o DE/OLB Jason Taylor.

Para mim é um prazer poder dizer que acompanhei de perto a carreira dos dois. Thomas foi draftado em 1996 no quinto ( isso mesmo, acredite se puder ) round daquele draft. Não por acaso é o nosso maior achado de nossa história em Drafts ( e recentemente foi listado como o 4º maior achado em toda a história da Liga!!! ). Era considerado pequeno, mas sua vitalidade e entrega dentro de campo compensavam qualquer problema de estatura. Melhor ILB que eu vi jogar na Liga. Em seu período de auge ( 1999-2003 ) não tinha pra ninguém. Thomas era o tipo de jogador que dava 110% em qualquer momento do jogo, pouco importando o placar. Ressalte-se que era mais dedicado ainda ( se é que isso fosse possível ) quando estava perdendo. E fazia seus companheiros renderem mais do que sem ele em campo. A partir de 2005 uma série de contusões o minaram e ( graças a Deus ) ficou de fora do sofrimento da temporada de 2007. De fato ele não merecia viver aquilo. 

Já Jason Taylor é o meu ídolo. Sua técnica, força e inteligência complementavam a abnegação e astúcia de Thomas. Taylor foi draftado em 1997 no terceiro round ( outro achado, não é mesmo? ) e logo viraria o melhor DE de sua era. Respeitado pelos companheiros e temido pelos rivais ( adivinhem só de quem um tal de Tom Brady mais apanhou na carreira? ), Taylor é uma sumidade em termos de ser um dos melhores DE de todos os tempos. Certeza ser eleito pro HOF quando puder concorrer ( o que acontece 5 anos após a aposentadoria ). Foi eleito MVP Defensivo em 2006, foi o Homem do ano da NFL em 2007, conseguiu mais de 120 sacks e é dono da maiores dos recordes da franquia para um defensor. Outro que sempre deu a alma em campo. E que nem mesmo uma passagem pelo Jets  fez com que perdesse sequer um fã em Miami. Todos nós entedemos que ele buscava aquilo que infelizmente não poderiamos dar-lhe: um anel de campeão. Mas Taylor é daquele jogadores que a falta de um Super Bowl não o diminuem em nada. Como diria certo narrador, pior do Vince Lombardi.

Eles agora estão entre os imortais do Dolphins. Lugar onde, aliás, sempre estiveram.

 

Um comentário:

Pedro Braga disse...

Sem brincadeira, por causa da defesa de 2003, que tinha Sam Madison, Patrick Surtain, Zach Thomas, Jayson Taylor, Junior Seau, Adewale Ongunlaye, entre outros, comecei a torcer para os Dolphins. E desde então, virei fã numero 1 da dupla Thomas e Taylor. Principalmente de Thomas, que foi o jogador mais intenso que vi jogar nos Dolphins. Quando comecei a jogar futebol americano aqui em Brasilia, pelo Tubarões do Cerrado, minha camisa era #54 em homenagem a ele. Então, fico muito feliz e emocionado em ver essa homenagem a eles, que sem dúvida, me ajudaram a torcer pelo nosso Dolphins. Agora não sei se isso doi bom ou ruim. Hahahahha...brincadeira.

Parabéns a Ross e Ireland por ter proporcinado aos dois essa grande homenagem.