terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Esperar pelo Draft vale a pena?

E ele foi o rookie do primeiro round inteiro a ter menos Snaps. Bem menos por sinal...
O pessoal do Palm Beach Post que edita o Blog "The Daily Dolphins" ( o Diário do Golfinho ), fez uma comparação entre todos os rookies escolhidos por todos os times nesta classe de 2013, buscando conseguir saber quantos Snaps cada rookie tomou parte durante a temporada e quantos a classe inteira tomou parte. Sabe o que eles descobriram?

Bom se você é um torcedor fanático já deve saber a resposta. Mas vamos, inicialmente, ao nosso próprio umbigo e listar, em ordem de round onde foram draftados, os rookies escolhidos pelo Dolphins em 2013:
  • Dion Jordan, DE - Primeiro Round ( 3ª geral ): 338 snaps;
  • Jamar Taylor, CB - Segund Round ( 54ª geral ): 45 snaps;
  • Dallas Thomas, OL - Terceiro Round ( 77ª Geral ): 2 snaps!!!;
  • Will Davis, CB - Terceiro Round ( 93ª Geral ): 65 snaps;
  • Jelani Jenkins, OLB - Quarto Round ( 104ª Geral ): 127 snaps;
  • Dion Sims, TE - Quarto Round ( 106ª Geral ): 280 snaps;
  • Mike Gillislee, RB - Quinto Round ( 164ª Geral ): 9 snaps ( alguém viu sequer um destes? );
  • Caleb Sturgis, K - Quinto Round ( 166ª Geral ): 0 snaps ( Kickers não tomam parte de snaps );
  • Don Jone, CB - Sétimo Round ( 250ª Geral ): 0 snas.
Olhando assim parecem dados ruins, não é mesmo? Pois bem, acreditem, pode ficar pior. Afinal isso é o Miami Dolphins. Vamos dar uma olhada em alguns rookies de outras equipes e os seus snaps:

Não me surpreende em nada que times como Buffalo, Jacksonville e Tennessee tenham rookies com mais snaps. Mas ver um jogador de quarto round escolhido por Green Bay ser o terceiro na lista é assustador!!! Vejam que este é o Top Ten dos rookies com mais Snaps. O nosso que mais jogou tem 338!!!

Por ai vocês já podem imaginar em qual posição ficamos dentre as 32 equipes da liga, não é mesmo? Caso você queira ver a lista completa e ratificar o seu pensamento de qual nossa posição é só clicar na imagem abaixo:

Depois disso tudo, você amigo consegue ficar esperançado pro Draft de 2014?

Dá para acreditar neste time melhor em 2014?

Na Black Monday ele ainda não foi demitido. É mole?
A menos que você tenha viajado neste fim de semana e tenha ficado sem internet, já deve saber que o Miami Dolphins conseguiu a proeza de perder a vaga pra Post-Season. É o tipo de resultado que revolta, que angustia, que deixa feridas eternas. Não existe adjetivos para qualificar o que o Miami fez ontem no Sun Life Stadium. Eu mesmo ainda estou "injuriado" com a forma como o time(??) jogou - eles sequer entraram em campo? - ontem.

Dito isto ( e é muito pouco perto do que este time merece ) volto pra pergunta feita na descrição deste post: é possível acreditar que este time vai melhorar na próxima temporada? Alguns podem apontar que existe a Free Agency e o Draft. Mas a quantos anos esperamos pela próxima, pelo próximo draft? Esperando o salvador, aquele jogador que possa ser o condutor da volta aos dias gloriosos? Pois é... faz tempo.

Na Comunidade do Facebook eu tentei encontrar os jogadores All-Stars deste time escolhidos no Draft. Sabem quantos eu consegui encontrar? 3. A saber: Brandon Fields, Mike Pouncey e Paul Soliai. E com vontade no caso de Soliai. Já advindos do FA podemos citar 3 também: Brent Grimes, Cameron Wake e Mike Wallace. Forçando a barra no terceiro nome, ou seja, a rigor, temos 2 All-Star no elenco escolhidos no Draft e dois em Free Agency. É mole ou querem mais?

Fala-se agora da demissão do Mike Sherman, algo que deveria ter sido demitido ao fim de 2012. Ou melhor ainda, nem ter sido contratado. Mas isso também não me anima. Não sei quantos Coordenadores Ofensivos passaram pelo Dolphins desde 1996, mas eu sei quantos coachs: 6. Portanto, infelizmente, trocar nomes na Comissão Técnica não vai resolver nada.

Cobra-se a demissão de Jeff Ireland. Isso iria resolver algo? Talvez não, mas isso é o mínimo que pode ser feito. Por mais que isso não seja garantia de nada, pois Ireland já ficara no lugar de alguém péssimo.

Enfim, voltando ao tema, esta organização merece crédito? Depois de tanta decepção, sinceramente, eu acho que não. A derrota foi dolorosa demais, humilhante sobretudo. Eu irei ficar com os dois pés atrás... e você amigo leitor?

domingo, 29 de dezembro de 2013

Resumo da partida: errar, errar, errar...

O WR mais bem pago da NFL e um QB segundo anista escolhido no Top Ten do Draft e o resultado é esse...
Não vou escrever texto sobre a partida hoje. Talvez nem faça isso durante a semana. Sinto raiva, ódio... sentimentos terríveis neste momento. Portanto, pulemos essa parte...

O Miami colocou seu futuro nas costas de um QB questionável. Trouxe um WR a peso de ouro, Mike Wallace. E o resultado é o da foto: uma total falta de sintonia. Quando o QB manda o passe a frente, o WR corre curto. Ou o contrário. Ou os dois... Enfim, tristeza total.

Eu tenho vergonha de ser Miami Dolphins...

sem mais. precisa?

É pra vencer!!!

O time vem de ser massacrado e pega um adversário que nos massacramos...
É o dia. O dia de vencer. Só isso e mais nada pode acontecer no Sun Life Stadium, que deverá estar lotado ( se não lotar agora, vai lotar quando? ). O Kansas City Chiefs vão com time reserva para encarar o Chargers. Basta uma vitória deles somada a nossa que iremos atuar em Janeiro pela primeira vez desde a temporada 2008.

O rival tem melhorado, feito partidas interessantes, tem um ataque corrido forte mas é mais fraco. Mas o Bills também o era... portanto é entrar como se fosse o Super Bowl. É vencer e vencer. Não existe outro alternativa. Caso o time não vá pros Playoffs, é da vida. Mas que termine com 9-7 é obrigação básica...

sábado, 28 de dezembro de 2013

4 jogadores indicados pro Pro-Bowl

Temos 4 jogadores pro pro-bowl. Apenas um é, de fato, do ataque...

A temporada está chegando ao fim. A regular com certeza amanhã, se iremos jogar em Janeiro ou não é outra história. Mas jogadores do Miami já tem compromisso para, ao menos, uma partida além da temporada regular: Mike Pouncey ( Center ), Brandon Fields ( Punter ), Brent Grimes ( Cornerback ) e Cameron Wake ( Defensive End ). Claro que a esta altura você já sabe quem é o único atleta, que efetivamente, de ataque... 

Wake é monstro, mas vai mais pelo conjunto da obra. Grimes está tendo realmente uma temporada de all-star e o Fields é um dos melhores punters da Liga. Mas é o de Mike Pouncey que é surpreendente, para mim ao menos. Ainda mais com o nosso baixo desempenho da OL. Mesmo que ele tenha jogado bem, a ( péssima ) atuação dos seus colegas deveriam ter destruído qualquer chance de pro-bowl. Mas eis que ele vai...

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal a todos os phináticos

É Natal... bom, disso todos sabem e o Blog deseja a todos ótimas festas. Tá certo que com a cabeça bem inchada ainda pelo surra sofrida no Domingo, mas com o time na Zona de Classificação pros Playoffs mesmo assim!!!

O Blog entra de recesso, possivelmente, até o sábado. Portanto este é um dos últimos posts de 2014. Não devo fazer mais do que 5 até o fim do ano. Um ano cheio de emoções, algumas boas e outros nem tanto... mas enfim, já temos algo pra comemorar: não teremos mais derrotas do que vitórias. Algo raro em nossa recente história... Mas enfim, Feliz Natal pra todos.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Week 16: Dolphins 0 x 19 Bills - O que dizer?

Foram 7 sacks na partida, mas o ataque foi patético apesar disso...
Existem diversas maneiras de se perder na NFL: sendo surrado, dando a vitória pro rival, cometendo mais erros que o adversário... mas a mais humilhante com certeza é não marcar pontos. E foi o que aconteceu hoje...

Não vou me alongar acercar desta partida, pois tudo foi terrível. Tudo mesmo. Quando você chega como senhor do seu destino para se classificar pros playoffs e toma de 19x0 palavras não bastam pra exprimir a vergonha que passamos hoje. Ser varrido pelo pior time da divisão doeu demais. Me desculpem quem gostar do time do Bills, mas o time é fraco demais. E só venceu porque o time do Miami - todo ele - não entrou em campo. O melhor jogador do time em campo foi... o Punter!!!

Mas apesar de tudo o que aconteceu, ou não aconteceu, em campo ainda temos chances de post-season. Claro que agora não dependemos apenas de nosso próprio esforço, mas basicamente podemos com derrota do Ravens ou com vitórias destes e do Chargers. É que em campo de empate triplo some o confronto direto e temos mais vitória dentro da conferencia do que os outros 2.

Mas que ficou mais complicado confiar no time depois da partida de hoje, isso é inegável... 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Tannehill seria o Mr. December?

3 dos seus 5 melhores jogos no ano foram em Dezembro...
Ryan Tannehil é o tipo de jogador que não consegue gerar meio termo no seu entorno: ou você o ama ou o odeia. E cá pra nós ser o QB Starter do Miami Dolphins é uma parada indigesta. Mas, também cá entre nós, ele tem sido frio ao extremo nas 3 últimas partidas. Agora é hora de mostrar que ele pode fazer o diferente, o algo a mais que caracteriza os grandes QBs dos comuns. Ele fará isso? Ai eu não sei. Mas que dezembro tem sido o mês dele, isso é negável. Os erros ainda existem, falta a deep ball e uma melhor presença de pocket, mas em suma ele está passando mais confiança. Abaixo segue texto do Miami Dolphins.com adaptado e ligeiramente alterado por mim. Espero que gostem...

Existem algumas razões pelas quais os Dolphins ganharam seus três primeiros jogos em dezembro e colocar-se na posição em que eles controlam seu destino quando se trata dos playoffs, e o jogo do quarterback Ryan Tannehill  é um dos principais motivos. Tannehill tem jogado o seu melhor neste mês, com 73 passes completados em 113 tentativas para 843 jardas, com oito touchdowns e apenas duas interceptações e um rating de 103,2, de longe o melhor para qualquer mês desta temporada. Como comparação, em Setembro o rating foi de 85.3, em Outubro caiu para 76.4 e 85.0 em Novembro. Três dos cinco melhores jogos de Tannehill nesta temporada em termos de classificação aconteceram em dezembro, com destaque especial para os 120.6 no domingo passado.

Os oito passes para touchdown já é a maior marca para qualquer mês em sua carreira. O recorde anterior eram os seis TDs em quatro jogos, conseguidos em outubro deste ano. Oito TDs Tannehill é a terceira marca entre os QBs da NFL, a trás apenas de Peyton Manning ( 11 ) e Alex Smith ( 9, sendo 5 na partida anterior ). Os 843 jardas o colocam em sexto lugar, a apenas 1 jarda atrás de Nick Foles.  E ele é um dos 7 QBs a ter um ratinga acima de 100 ( Alex Smith, Peyton Manning, Nick Foles, Philip Rivers, Ben Roethlisberger, Russell Wilson e Carson Palmer ). Forte presença de Tannehill até agora não é apenas um dos melhores da Liga, é um dos melhores nós já tivemos. Apenas um tal de Dan Marino teve Dezembros melhores: 12 em 1984, 11 em 1985 e 1986, e 10 em 1991. Claro que a longevidade de Bob Griese e Dan Marino e a baixíssima qualidade dos QBs pós Marino não ajudam, mas é um feito e tanto. E ainda teremos outras duas partidas em Dezembro. Detalhe a favor de Marino: em 84 foram 4 jogos apenas.

As 843 jardas de Tannehill também representa o segundo maior total para os três primeiros jogos de dezembro nos últimos 15 anos. A única marca maior aconteceu em 2009, quando Chad Henne passou para 904. Com base no rating, Tannehill está a caminho de ter o segundo melhor dezembro para um quarterback dos Dolphins, atrás apenas dos tremenda corrida de Chad Pennington em 2008. Mas deve-se salientar que Pennington não teve tantas jardas, foram apenas 772 jardas nos quatro jogos em dezembro naquela temporada.

Os principais ratings dos QBS do Dolphins para o mês de Dezembro:

  1. Chad Pennington (2008) 112,6
  2. Don Strock (1983) 106,5
  3. Dan Marino (1984) 105,2
  4. Dan Marino (1991) 104,1
  5. Dan Marino (1086) 103,6
  6. Ryan Tannehill (2013) 103,2
  7. Dan Marino (1985) 97,9
  8. Matt Moore (2011) 93,9
  9. Sage Rosenfels (2005) 91,3
  10. Bob Griese (1968) 90,0

Tannehill também contribui – ao contrário dos outros da lista - com jardas corridas, tanto que as 48 jardas em Pittsburgh é um novo recorde da Franquia. E é dele o recorde jardas para o mês de dezembro, com 148 em 2012. Ele tem 77 até agora, ou seja, ele precisa de 72 jardas nos dois jogos finais para bater a sua própria marca. Mas o bom é que o momento é ótimo.  A este respeito, Tannehill tem três performances para mais de  300 jardas nos últimos quatro jogos e cinco na temporada. Esse último número já igualou maior total da equipe desde 1989. O desafio para Tannehill agora é terminar o que começou como um dezembro para se lembrar.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Adivinhem só quem foi eleito o jogador de defesa da semana na AFC?

Do nada para o estrelato...
Poucas histórias podem ser tão impactantes quanto a de Michael Thomas. Ele nem draftado foi, vindo da Universidade Stanford - talvez explicando porque foi parar em San Francisco onde o ex-Coach agora é o HC. Entrou com mais um entre muitos para participar da Training Camp do Niners. Lá conseguiu algum destaque, pois ficou na Pratice Squad. Até chegar na terça-feira em Miami. Fez dois treinos e sem saber os sinais defensivos teve que entrar em campo no lugar do melhor jogador da secundária: Brent Grimes.

Pois é, parece coisa de Hollywood. Talvez até seja um dia, quem sabe. Mas é espetacular o que aconteceu no domingo a tarde. E ele venceu o prêmio de jogador de defesa da semana da AFC. O conto de fadas de Thomas segue. E que o nosso também...

Cenários dos Playoffs: Week 15

Independente do que acontecer, se vencermos as duas iremos aos playoffs...
A menos que você tenha passado os últimos dias em um UTI ou em um retiro espiritual em um local sem qualquer tipo de comunicação, já está sabendo que o Miami Dolphins é dono do seu destino nesta temporada: vencendo Bills fora e o Jets em casa o time irá aos tãos sonhados Playoffs após 5 anos.

Então é fácil chegar lá? Pelo contrário, vencer rivais de divisão sempre possuem obstáculos adicionais, naturais da rivalidade exagerada. E claro e evidente que seria um troféu para os rivais impedirem nossa ida a post-season. Depender apenas de si já é um fato imenso, cheio de significados. Alguém pode perguntar: mas o Ravens está na nossa frente e vence o desempate? Sim, é fato. Mas se o Baltimore vencer as duas terá vencido também o Bengals, que ficaria com 10-6 igual a nós... e nós os vencemos no dia das Bruxas, lembram-se? Portanto, um entre Ravens e Bengals vai ficar atrás de nós. Basta vencer as duas.

Ainda temos chances, estas bem mais remotas, de vencer a divisão. Mas para isso precismos que o Pats perca duas partidas. Até posso esperar que o New England seja derrotado pros Ravens, mas perder em casa pro Bills beira a loucura. Mas é aquela coisa, vai que... 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Pick of The Week: uma jogada pro futuro!!!

E um total desconhecido agora é ídolo de uma nação em festa...
O Miami venceu o New England Patriots após sete derrotas seguidas. Venceu em uma partida emocionante, épica e inesquecível. Venceu, assim como na semana passada, na última bola. Venceu com grandes atuações de diferentes jogadores ( Tannehill em modo all-star, Wallace monstro, Clay salvando o time em uma quarta descida que parecia perdida... ), mas coube a um desconhecido os dois últimos lances mais emocionantes da partida. Seu nome? Michael Thomas. 

Quem? Pois é, ninguém sequer sabia que ele estava no elenco. Foi contratado na quinta-feira quando o time colocou Dimitri Patterson na Injured Reserve ( lista daqueles que não mais vão atuar na temporada ). De onde ele veio? Nem sei direito... mas o fato é que ele apareceu como um, desculpem-me o exagero, anjo. Sim, como um anjo. O time perdera, durante a partida, os dois Corners Starters ( Carroll e depois Grimes ) e a secundária passou a ser uma peneira. Ai Thomas chegou do nada e deu tackles seguros, impediu um TD certo tirando a bola das mãos do recebedor e depois fez o que está na foto acima. Epopeia, delírio coletivo, euforia... são tantos os adjetivos possíveis para o que aconteceu nesta tarde no Sun Life que nem sei qual usar...

Só sei que Michael Thomas hoje é nosso héroi. Se ele vai jogar outra partida assim ou se será queimado seguidamente em campo pelos Recebedores rivais pouco importa. Hoje ele é o cara da imagem da semana...

E o milagre aconteceu...

Estes gifs demonstram como a fé é interessante: a velhinha ai ora aos céus por uma interceptação ou para a defesa segurar o último lance. E o milagre veio, pois um total desconhecido chamado Michael Thomas fez o impossível: interceptou o Tom Brady. Não tem como não se emocionar vendo estes dois Gifs. A menos que você esteja na página do time errado...




Ryan Tannehill brilha na maravilhosa vitória contra o poderoso Patriots

Tannehill cresceu bastante na segunda metade da temporada.

Ryan Tannehill sobre o último drive dos Patriots na partida: "Foram os 75 segundos mais longos da minha vida".  Já Mike Wallace disse: "Honestamente? Eu vou morrer dois anos mais cedo. Esse último drive tirou dois anos de minha vida." Com essas frases, podemos resumir qual o sentimento de todo torcedor e jogador do Miami Dolphins, na vitória incrível de 24 a 20 contra o Patriots.  O adversário, com um dos melhores QBs de todos os tempos, é uma equipe perigosa. 

Thomas Edward Patrick Brady Jr, ou simplesmente Tom Brady, é a razão por esse jogo ter sido tão difícil mesmo com seu time devastado por contusões de jogadores chave como Gronkowsky no ataque, e Wilfork na defesa. Tais contusões estão custando caro ao time de New England: US$ 25 milhões de dólares para atletas que estão fora de combate.

Grande jogo de Wallace:  6 REC, 105 Jardas e 1 TD de 39 jardas.
Mas, nossa equipe não tem nada com isso e tinha que ir pra cima mesmo, sonhar com a vitória e acreditar, cada dia mais, na pós-temporada. Algo que não acontece desde 2008. E o Miami Dolphins, que também conta com os seus problemas durante essa temporada, lutou muito e mereceu ganhar a partida. O feito foi atingido através da interceptação de #31 Michael Thomas. Um DB que chegou na terça-feira ao Miami, devido a lesão de Patterson. O mesmo disse que sabia as chamadas, mas não sabia os sinais. Reshad Jones falava pra ele verbalmente. Incrível.

Nosso QB, tão contestado (apenas aqui, entre os fans brasileiros, pois os americanos sempre depositaram muita confiança no garoto), agora mostra o seu valor. Completou 25 passes de 37 tentados, ganhou 312 jardas e anotou 3 TDs e ZERO Ints. Agora, ele tem, na temporada 23 touchdowns e 14 interceptações. O nível do jogo dele melhorou e muito e os resultados começaram a aparecer. Já é a quinta vitória nos últimos 7 jogos e falta apenas uma vitória para Tannehill terminar dezembro de forma invicta.

Mostrou evolução e o time também, principalmente a linha ofensiva, o jogo corrido e o playcalling. Só temos que concordar que a defesa precisa ser mais regular. Tem que acompanhar a evolução do ataque. Mas, graças aos Deuses do FA, na hora agá, ela aparece.

Espero que as coisas só melhorem. Será um belo início de uma nova era no Sul da Flórida.

Dia de celebrar?

Não sei... mas temos uma chance...
Na foto acima os jogadores celebram com Cameron Wake ( sumido no meio do bola ), o Safety que nos deu a vitória diante do Bengals. Desde então nos recuperamos no campeonato e estamos na briga pela post-season. Se vamos chegar nela, é outra coisa.

A partida contra o Patriots, como dito no post anterior a este, é mais do que uma simples vitória. Vale uma senha para uma nova era. Tomara que ele aconteça.. mas se tivermos que perder, que ao menos o Patriots tenha que suar sangue para consegui-la...

sábado, 14 de dezembro de 2013

First Down: O que estará em jogo amanhã?

Mais um embate entre Dolphins x Pats. Mais um? Será mais do que isso...
O Sun Life Stadium receberá mais um Patriots x Dolphins. Mas este não será um jogo comum. Os olhos da AFC estarão focados nesta partida, pelos mais diferentes motivos. Vamos, inicialmente, ver quem estará de olho bem focado na partida:
  • Com a derrota sofrida dentro de casa na Quinta, o Broncos torcem - mais do que nunca - por uma vitória nossa. Além deles, os outros times que estão bem encaminhados também. Afinal o time de New England, um dia, deixará de perder idas ao Super Bowl, atuando em casa, certo? Se o time de Tom Brady e cia vencer, eles passam a ter a vantagem no desempate contra o Broncos e, portanto, a Home Field Advantage;
  • Ravens adoraria uma vitória do Patriots. Mas porque exatamente? Primeiro porque somos o calo no sapato deles, quem mais ameaça agora a ida a post-season do atual campeão do Super Bowl. Além disso, o Patriots já estaria com a divisão no bolso e poderia - apenas poderia - entrar mais descansado diante dos corvos;
  • Chargers e Steelers também querem uma vitória do Pats. Afinal uma vitória nossa deixaria praticamente impossível uma classificação destas duas equipes, pois nós vencemos as duas equipes no confronto direto, e faltando duas partidas, teríamos que perder as duas e eles vencerem as duas;
  • Bengals. Sério? Sim, os Bengals adorariam uma vitória dos Patriots. Mas porquê? Simplesmente porque isso praticamente os garantiria na post-season. Mas como? Expliquei já esta semana que caso os Bengals percam pros Steelers e depois pros Ravens na partida final, o time poderia ser eliminado por nós. Sendo assim, uma derrota nossa, praticamente afasta esta possibilidade.
Mas isso é o que os outros, não envolvidos na partida, querem que aconteça. Mas é os protagonistas? Bom, isso pode ser dividido entre obrigação ( Pats ) e a honra ( Dolphins ).

O Pats é o dono da divisão a mais de uma década. Vence quando, como e do jeito que bem quis nos anos recentes. Portanto tenho certeza que Belichik e seus comandados imaginam, antes do começo de cada temporada, que o mínimo para eles é vencer a divisão, ou seja, isso é uma obrigação. O time do New England tem 10-3 e vencer amanhã os contempla com o cumprimento desta obrigação. Claro que vencendo, eles também assumem a liderança pela conquista da importante Home Field nos Playoffs ( decidir em casa, todos os confrontos ). Além de assegurar, por tabela, a folga na primeira semana de post-season.

Do nosso lado, vem a honra. Vencer é mais do que apenas ganhar uma partida. É marcar território. Demonstrar que em 2014 não será óbvio pro Patriots marcar duas vitórias contra nós. É complicar a vida do rival e deixá-los - ao menos por mais uma semana, sem vencerem a divisão. É preciso ser claro: eles vão vencer a divisão, mesmo que percam amanhã em Miami e no domingo seguinte contra o Ravens, eles decidem em casa contra o Bills. E só precisam vencer uma partida para consumar a tal "obrigação".

Vencer, portanto, é mais do que importante é, isso sim, crucial. Uma vitória pode embalar este time pra terminar com 10-6, mesmo que fique fora da post-season é importante ter temporadas com mais vitórias do que derrotas. Com 10-6 e post-season ganhamos o direito de sonhar com algo a mais. E como dizem os especialistas: indo a post-season todos os anos você acaba conseguindo ir a um Super Bowl. Portanto uma vitória amanhã pode significar uma virada de mentalidade. Pode ser o fim dos péssimos tempos. Pode ser , enfim, uma virada de página. De um tempo do qual nós não sentiremos falta alguma.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Mike Pouncey perdeu treino para ir ao Julgamento de Hernandez

Nosso Center faltou a um treino...
Mike Pouncey e Aaron Hernanez ( ex-TE do NE Patriots ) são amigos e disso todos sabem. Todos igualmente sabem que o segundo está preso sob acusação de assassinato. Pois bem, ontem o nosso Center perdeu os treinamentos para cumprir uma determinação judicial da Corte do estado de Massachusetts. Ele foi elencado como testemunha de defesa do amigo, não só no caso de assassinato, mas também em um de Tráfico de Armas.

Ele treinará normalmente hoje e entrará em campo no Domingo. E será, claro, vital para que nosso ataque possa render. E possivelmente poderá ajudar, ou não, o amigo Hernandez.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pick of The Week: Dolphins 34 x 28 - Quem é Charles Clay?

Clay deixa pra trás a marcação dupla, entre eles um tal de Troy Polamalu....
No começo da temporada, ainda nos jogos da pré-temporada, todos pensavam que Dustin Keller seria o alvo de confiança de Tannehill. E era a lógica, diga-se. Um tackle criminoso de um jogador do Texans pôs fim a temporada de Keller antes de começar a temporada.

Nas últimas 4 ou 5 partidas Clay começou a comandar as ações de forma contundente e, porque não, surpreendente. Ele que começara como FB foi escolhido no sexto round do draft de 2011, virou TE e está se saindo muito bem. Aliás, alguém está com saudades do Anthony Fasano?

Por tudo isso, pelos 2 Tds e as quase 100 jardas, ele foi o destaque da partida. Um dos, pois podemos citar Daniel Thomas ( que parecia ser ausência pro resto da temporada ), Tannehill ( com outro jogo com 3 Tds!!! ) e Cameron Wake que chegou nos 50 sacks ontem. Mas a jogada de Clay, retratada na foto acima, é o emblema ideal para a imagem da semana. Notem a cara de Polamalu ( camisa 43 ) um dos melhores Safeties da história do esporte... Ele agora sabe quem é Charles Clay. Toda a NFL sabe...

Corrida dos Playoff Week 14

Nenhuma alteração com o cenário da semana passada...
Vencer era crucial. E nós os fizemos. Na neve, com alta pontuação de nosso ataque diante de uma grande defesa. Foi gratificante, mas angustiante quando o Steelers fez o Touchdown no final da partida. Ainda bem que Anthonio Brown pisou fora de campo, porque caso contrário...

Agora estamos na briga. O que precisamos para ir aos playoffs?
  • Vencer as três partidas e o Patriots perder as outras 2 ( pois os enfrentamos na semana que vem em Miami ). Assim venceríamos a divisão. Claro que isso é praticamente impossível;
  • Vencer as três partidas e o Patriots vencer os Ravens. Entraríamos como Wild Card na posição 6;
  • Vencer 3 jogos e o Bengals perderem pros Steelers e Ravens. Neste caso entramos na post-season porque Ravens venceria a divisão e levamos vantagem no desempate contra os Bengals ( vitória no confronto direto );
  • Vencendo 2 jogos. Ai precisaremos que o Ravens perca dois jogos ou que os Bengals percam 3. Mas a derrota desta conta não poderia ser pro Jets, pois eles poderiam empatar conosco ( 9-7 ) e levariam vantagem dentro da divisão.
Existem outras combinações, porém as mais improváveis possíveis e portanto não convém nelas pensar ( por exemplo o Ravens perder 3 jogos e nós vencemos apenas os Jets ). O que é importante é que temos uma chance real de conseguirmos ficar, ao menos, com mais vitórias do que derrotas. E isso já é muito, acreditem...

Dolphins bate Steelers e segue na briga

Charles deixando Polamalu na saudade e marcou um TD vital...
E ainda marcaria outro...
Vencer é bom, e todos gostamos. Se é no frio, na casa do adversário com uma das melhores defesas da Liga ai é euforia. Estamos agora com 7-6 e com 3 partidas para podermos ir a post-season. Existem diversos cenários, mas em todos eles precisamos de ajuda de outros times. Mas uma vitória do Steelers diante do Bengals pode facilitar as coisas: o Cincy vai encarar os Ravens na última partida e quem vencer pode levar a divisão, deixando o outro pra brigar pelo Wild Card. Se os Ravens vencerem e o Bengals tenha perdido pro Steelers, nós é que iremos a post-season.

Claro e evidente que o Miami vai precisar vencer 3 jogos, ou ao menos derrotas Bills e Jets. Em todo caso o time tem uma chance de real de post-season faltando 3 jogos pela primeira vez desde 2008. E isso está longe de ser pouco...

Agora é preciso que o time fique ligado e que pare de querer matar seu torcedores do coração a cada final de partida...

sábado, 7 de dezembro de 2013

Pouncey Bowl

Digam ai, sem buscar no Google, quem é quem...
Poucos irmãos conseguem progredir nos esportes. Raros são os casos em que dois ( ou até mais ) conseguem destaca num mesmo esporte. Existe o caso dos Coimbras ( Edu, Antunes e tal de Zico ), mas via de regra quando tentam carreira, o mais comum é que um brilhe e outro apenas seja o irmão. Existem casos como o do Zoca. Não conhece? Pois é, ele é o irmão mais novo de um tal de Pelé... Mas podemos citar, ainda no futebol, Socrátes e o seu irmão mais Raí...

Bom no Futebol Americano existe o exemplo famoso dos Mannings, que ainda contam com o pai Archie. Temos os primos Vernon e Vontae Davis. E por ai vai... mas ei que, amanhã essa relação fraternal e familiar ligará Dolphins e Steelers. Maurkice Pouncey, dos Steelers, é o irmão mais novo do nosso Center Mike Pouncey. Segundo buscar será a primeira vez que isso acontecer com um jogador vestindo a camisa dos dois times. É algo raro, sem dúvida. E valerá a pena ver o encontro dos dois.

Quem vencerá? Ai já é uma parada bem dura. Ambos tem a mesma função, protegerem seus QBs. Quem se sair melhor nesta tarefa terá uma chance maior de vencer. Mas eu projeto que serão as defesas quem vão decidir o jogo. E neste quesito, os dois times tem talentos natos para tanto...

Pra quem por ventura não conseguiu distinguir quem é o nosso Pouncey, ele é o da esquerda.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pick of the Week: Dolphins 23 x 3 Jets - Sai da minha frente!!!

O jogo estava encardido, mas ele fez este stiff arm e correu pro TD...
Falar que vencer o rival é bom não é nada de novo. Massacrá-lo é sensacional. Se for pela segunda vez seguida na nova casa deles então é loucura total... Mas alheio aos números de primeiras descidas, jardas conquistadas e o próprio placar final ( 23x3 ), até pouco mais de 9:00 restantes pro fim do terceiro quarto, o placar era de um perigoso 6x0. Some-se a isso que o time é o pior na NFL em pontos marcados no segundo tempo e tinha-se um cenário bem preocupante.

Ai veio uma jogada que parecia comum: Hartline correndo uma rota pelo meio, marcado em cima e precisando de um passe perfeito do QB. Eis que o passe acontece, no alvo, e Hartline recebe o passe com perfeição. A marcação, que estava em cima pressiona e ai acontece a imagem acima... o que parecia uma passe curto, para talvez uma primeira descida, virou o TD que desafogou o jogo, ao deixar o placar 13x0. Por isso a imagem acima é a pick of the Week.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Miami bate Jets e está na briga pela post-season...

As derrota pra Bills e Buccs estão custando caro, bem caro...
O Miami aplicou uma verdadeira surra ontem no nosso odiado rival do NY Jets, por 23x3. O resultado final contudo foi melhor que a atuação do primeiro tempo, quando o time fez apenas 6x0 diante de um rival perdido no ataque. Tivemos 3 chances de pontuar no primeiro quarto e desperdiçamos todas: uma quarta pra 1 errada, um FG perdido ( mais um ) e uma Interceptação. Fosse contra um time forte e ao invés de estarmos comemorando uma vitória por 20 pontos de diferença estariamos lamentando mais uma surra sofrida. Enfim, isso é com o Jets...

Vencer é ótimo, se é diante do maior rival... Bom, este post não tem como objetivo falar do jogo de ontem. E sim sobre como ficamos na briga pela post-season depois de ontem. Estamos com 6-6 e empatados com o Ravens. Como perdemos para eles ficamos em sétimo, e por tabela, fora dos playoffs. As derrotas diante de Bills e Buccs irão nos atormentar mais do que a derrota pro próprio Ravens ( se tivéssemos vencido aquela partida o time seria o Seed 6 da AFC ). É que com aquelas, que eram jogos vitais, derrotas o time agora está muito perto dos outros rivais. Com 8-4 o Dolphins estaria mais perto do Chiefs ( 9-3 ) na briga por uma melhor posição pela vaga de Wild Card. Sem falar que o Patriots está 9-3 e uma vitória diante deles em Miami... bom, enfim, o time está 6-6.

Por isso a partida seguinte decide tudo. Ou como como alguém disse na Comunidade do Facebook ( se manifeste que eu dou o crédito depois ): os playoffs em Miami começaram na semana 13 da NFL. Vencer e vencer esse é o lema de agora em diante e uma derrota pro Steelers nos elimina. Mas dá pra vencer o time de Pittsburgh fora de casa? Sim e não. Precisaremos atuar como no segundo tempo de ontem no ataque e ter uma super atuação defensiva. Fácil? Não é. Mas é do que precisaremos para vencer os Steelers. Ou alguém aposta que o ataque consiga outra vez ( exceção a partida diante do Jets em Miami ) 453 jardas totais? Ou ceder apenas 177 ( sendo a metade no Garbage Time )? Claro que não...

Alguns falam em secar o Ravens, que por causa da vitória em Miami vence o desempate, mas eu prefiro pensar apenas no Miami. Vencer os Steelers é o primeiro passo. De nada vai adiantar o Baltimore levar 60 pontos e nós perdemos por um FG pro Pittsburgh. Portanto, agora já é Playoffs em Miami. E domingo tem jogo fora de casa...

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Um plano louco, mas que poderia dar certo... Parte 2

Reformulando o elenco, como ficaria o nosso QB?
No post anterior ( clique aqui para ler ) eu detalhei que eu faria caso fosse Stephen Ross, o dono do time. Uma vez re-estruturados o Front Office e o Coach Staff, vem a hora do que fazer com os jogadores atualmente no elenco. Alguns merecem ficar, outros nem deveriam estar e existe um pequeno grupo daqueles que não podem sair de jeito nenhum. Vamos ao passos a seres percorridos antes da Free Agency:
  • Quarterbacks: Matt Moore é um backup com nível parecido com Tannehill, mas que jamais vai ser Starter com esta equipe técnica. Ele está lá apenas como um seguro caso Ryan se machuque. Portanto, é inútil pro futuro do time, mas algum General Manager pode oferecer alguma pick por ele. E eu trocaria na hora. Ai fica a pergunta: e Ryan Tannehill? Bom, ele é segundo anista e embora não seja uma brastemp eu o manteria. Mas traria dois outros QBs pro elenco: um vindo do Draft ( talvez no meio dele ) e um no FA. Para deixar os 3 competindo;
  • Runningbacks: Daniel Thomas é bananeira que já deu coco... ou, se preferirem, ele já deu o que tinha que dar. Lamar Miller é um bom segundo RB, capaz de receber passes e conseguir boas jogadas... vindo do banco. Portanto este time precisa de um Power Back. Os outros, que eu nem falei, não servem pra nada;
  • Wide Receivers: Sem mudança. Seja porque os contratos são longos e/ou gordos ou porque os coadjuvantes fazem bem o seu papel. Tentaria, contudo, trazer um Recebedor alto, lá pela casa do 1,96 ou mais;
  • Tight Ends: Dustin Keller merece uma outra chance. Mesmo que porventura ele não possa render em alto nível. Clay é obrigatório receber uma extensão contratual. Já Michael Egnew... deixa pra lá. Dion Sims pode ainda fazer alguma coisa e ficaria;
  • Ofensive Line: Partindo do princípio de que Jonathan Martin e Ritchie Incognito são cartas fora do baralho, eu iria atrás do melhor Guard disponível, escolhendo um LT no Draft. E vamos pra temporada;
  • Defensive Line: Que duvida cruel renovar com Randy Starks ou com Paul Soliai? Apenas um deles cabem no Salary Cap. Pelo desempenho até agora eu ficaria com Soliai. Odrick segue jogando, Vernon tem potencial, Jordan parece ser o que dele se esperava. No mais, sem grandes mudanças;
  • Linebackers: praticamente nada a alterar. Até porque se formos demitir Wheeler iremos pagar caro, bem caro. Eu tentaria contratar um OLB pra backup ou que pudesse desafiar Misi ou o próprio Wheeler;
  • Cornerbacks: Renovar com Grimes é obrigatório. Carroll e Patterson passaram a serem úteis. E tem os que não jogam: Taylor e Davis. Poucas mudanças aqui, com certeza;
  • Safeties: Jones está de contrato renovado, mas Clemons não. Eu traria um FS na FA e tentaria melhorar o setor via draft;
  • Especialistas: Temos um Kicker sophomore e um Punter que é apenas o melhor jogador de ataque. Precisa de mais alguma coisa?

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Um plano louco, mas que poderia dar certo...

Os dois são cunhados, são ídolos nossos e duvido que fizessem pior do que os outros GMs recentes...
É quase uma unanimidade que Jeff Ireland deve ser demitido. Qualquer plano de reconstrução que não inclua isso e eu suspendo o Blog por um mês. A demissão do responsável direto pela mediocridade do Miami desde 2009, não merece ser responsável por preparar mais uma temporada. Ele já demonstrou não ter capacidade para tanto. E todos concordam com isso.

Sendo assim eu, se fosse Stephen Ross chamaria os dois da foto para conversar. E proporia uma parceria entre eles na gestão do time. Thomas ficaria como Vice-Presidente de Operações, onde se preocuparia com os detalhes mais burocráticos do time. Taylor seria o General Manager e dividiria com o amigo e cunhado a gestão do time. Os dois, ídolos natos deste time, chegariam sem qualquer tipo de pressão contra e com o apoio de todos os fãs. Caso os dois não aceitassem - e isso é uma possibilidade real, eu iria atrás de outras pessoas com identificação conosco tais: Sam Madison, Patrick Surtain... até achar alguém que aceitasse. Marino eu não procuraria por dois motivos: a) ele é comentarista e; b) já está fora a muito tempo da NFL.

Com eles no comando, creio eu, recuperaríamos a credibilidade perdida, ou parte dela ao menos. Ai passaríamos para o passo crucial: decidir se demite-se ou não Joe Philbin. Conta pra sua demissão as viradas diante de Patriots e Panthers sem conseguir marcar ao menos um Field Goal. Conta igualmente pela demissão os dois drafts apagados, onde os melhores valores são jogadores de terceiro ou quarto rounds, sem falar de picks com total cara de busts ( Egnew ), que nem entram em campo direito ( Thomas, Gillislee, Jenkins... ) ou que já estão fora dos planos ( Martin ). Também conta contra ele ter escolhido o Coordenador Ofensivo na base da amizade e não da competência ( Sherman ). E existe algo que conta a seu favor? Sim, tem algo: ele era o Coordenador de Aaron Rodgers no Super Bowl. Pois é, parece que fica claro que eu demitiria ele ao fim da temporada...

Se ele fosse demitido, quem contratar? Nenhum Coach da NFL aceitaria trocar de time pra assumir o Miami, ao menos os que eu gostaria de contratar. Além do que seria necessário contratar outro Coordenador Ofensivo, embora isso nem fosse preciso citar. Eu buscaria alguém na NCAA, alguém ousado e com experiência no ataque. Não vou arriscar um nome, mas seria alguém este perfil acima. Para OC eu também iria buscar na NCAA ou então alguém que esteja em algum time com bom ataque, tipo o Broncos.

Kevin Coyle, por mim, ficaria no time. A menos que pedisse para sair. Neste caso eu tentaria contratar alguém no Ravens, Bears ou Hawks. Se não conseguisse nestes times, iria buscar na NCAA em times com grandes defesas, como Alabama e LSU. Iria remontar todo o Staff a partir destas peças, trazendo pessoas de times e franquias vencedoras. Pessoas com experiência no que fazem ( tentando nunca mais repetir o que fizemos com Sparano que de Treinador de OL passou para Head Coach sem estágio ).

Refeito todo o Staff, ou parte dele, ai seria a hora de repensar jogador por jogador que fosse Free Agent e jogadores com mercado para ser trocado. Tudo isso antes de pensar no Draft. Que eu deixarei para outro texto...

O Time que parou no tempo...

Quase que Wallace conseguia salvar o time... mas não deu.
Antes de mais nada: eu estou puto, muito puto com tudo o que aconteceu ontem em Miami. Mas foi apenas ontem? Será que não vem acontecendo a mais tempo? Paulo Antunes falou de 1995 para cá. Mas será que não é de antes? Será que a era Marino apenas mascarou erros absurdos cometidos desde o fim dos anos 70? Bom, isso ainda não é o texto, é apenas - digamos assim - um preâmbulo...

"O MIAMI JOGA PRA NÃO PERDER, OS OUTROS TIMES JOGAM PARA VENCER".

A frase acima resume bem o que é o Miami Dolphins atual. Pode ser usado outro ditado praticamente igual: "o medo de perder, tira a vontade de vencer". O Miami parece a Ponte Preta quando vai jogar na Vila Belmiro ( a analogia pode ser com qualquer time pequeno diante de um time grande, de qualquer estado ): o técnico pensa logo em se fechar, apostando na defesa e esperando que alguém acerte um chute salvador. Em suma, entra pensando em não perder. É o que o Miami faz atualmente. E faz isso a muito tempos. E deverá seguir fazendo, infelizmente, por muito tempo ainda...

Querem um prova? Após a 11ª partida da temporada 2012 o time estava 5-6, igual agora. A última vez que vencemos alguém com mais de 20 pontos em casa foi o Raiders na segunda semana do ano passado. Mas eram os Raiders, certo? Depois disso, teve o Jets, mas foi fora de casa, mas com uma super atuação da defesa, que fez 14 dos 30 pontos. E sabem qual foi a última vez em que marcamos ao menos 40 pontos? Foi diante do Cowboys no dia 27/11/2003. Isso mesmo, depois de amanhã iremos completar 10 anos sem marcar 40 pontos em uma partida. E naquele dia foram apenas 40...

Em 2011, como dito acima. o time estava também com 5-6. Terminaria com 7-9. Que é o mais provável para esta temporada. Se o time tivesse vencido ontem, estaria na zona de classificação pra post-season, como Seed 6 da AFC. Mas isso é pedir demais deste time...

Quem culpar? Adianta culpar alguém? Afinal em 2011 era Chad Henne. Em 2007 fora Ted Ginn. Em 2004 era Ricky Williams e sua suspensão... Sempre tem um culpado. Mas sempre, passado dois ou três anos depois de identificar o problema ( e nem digo que façamos isso ), o time está sempre na mesma. Sempre jogando pra não perder, nunca pra vencer.

Agora em 2013 podemos apontar para o General Manager, Jeff Ireland, que nos deixou sem OL ( para não falar em outras coisas ). Ou para o Coach Joe Philbin, que escolheu um Coordenador Ofensivo ( outro sério candidato para culpado ) por amizade e não por competência. Podemos também culpar o dono do time, Stephen Ross pelas inúmeras trapalhadas cometidas. Talvez seja injusto culpar os jogadores. Eu mesmo sempre critiquei Ryan Tannehill, mas ele não é o problema, apenas parte dele. Ele era FRACO antes do Draft e seguirá sendo FRACO, mas qual a culpa dele nisso? A culpa é das bestas acima que o draftaram sabendo que ele tinha problemas sérios que possivelmente não seriam resolvidos na NFL. Talvez se ele fosse draftado por um Seahawks da vida ( duvido que Pete Carroll fizesse isso ) ele pudesse ser um pouco melhor, mas é certo que escolher um QB que precisa de 100% de desenvolvimento certo pra ser alguma na NFL não combina com Miami Dolphins.

Alguns fãs apontam para Mike Wallace, mas depois de ontem isso é justo? Ele conseguiu corrigir ( duas vezes ) a rota para conseguir recepções para muitas jardas e até um TD. No lance final, ele corre sozinho, mas a bola vai pro outro lado, e mesmo assim ele quase consegue a recepção ( fato bem apontado por Paulo Antunes no Semana NFL ). Ele tem qualidades, mas precisa de uma plano de jogo que use o que tem de melhor. Nem vou dizer que o QB não tem capacidade, porque isso é irrelevante com um gameplan como o nosso.

A única certeza é que o time está na mesma após 2 anos. E eu diria que até pior, porque parece tudo bagunçado ainda mais e o Salary Cap agora está bem cheio. Demos grandes contratos para diversos jogadores e temos peças importantes para re-assinar. E não adianta apostar no Draft, pois o histórico é terrível... enfim, nem sei mais o que pensar. Ou melhor até sei, mas não o farei: entregar os pontos e fechar o blog. Mas que dá vontade, isso eu tenho que admitir...

domingo, 24 de novembro de 2013

Gratas Surpresas: Charles Clay - TE

E quem diria que o Clay seria o melhor recebedor do Miami...
A coluna após falar de Olivier Vernon, jogador draftado no terceiro round em 2012, agora vamos falar do TE que está, com 100% de certeza, surpreendendo a todos: Charles Clay.

O plano para fazer de Ryan Tannehill um QB menos ruim fora traçado em Fevereiro: trazer um TE dominante e um WR para as bolas longas. O Recebedor escolhido foi Mike Wallace, que até aqui coleciona drops mas sofre, é preciso dizer, com a falta de pontaria do QB na deep ball. Já o TE era o ex-Jets Dustin Keller, excelente diga-se. O plano, é verdade, era bom e parecia bem feito. Faltou ter uma OL e combinar com um Defensor FDP do Texans, que tirou Keller da temporada.

Todos logo pensaram: que m... aconteceu. Mas a vida segue. Se seria melhor ou não a temporada com Keller em campo, isso agora é irrelevante. Mas o fato é que um nome apareceu, praticamente, do nada: Charles Clay. Ele, que originalmente era FB, foi adquirido na sexta rodada do Draft de 2011. No seu ano de estreia apareceu bem, conseguindo impressionantes 3 TDs, misturando atuações já atuando exclusivamente como TE. Em 2012 diminuiu bem sua produção, algo natural com um QB instável. Mas ele ainda assim conseguiu 2 TDs.

E veio a temporada atual. E tudo mudou. Sem Keller, ele virou o alvo de segurança de Tannehill e até antes da partida de hoje diante do Panthers, ele já tem 5 Tds ( um deles correndo ) e 473 jardas. Nada mal para alguém escolhido no fim de feira e que, em condições normais, já deveria estar fora do time e da NFL. E que deixa no banco TEs recentemente escolhidos no Draft, como Egnew ( 3º round 2012 ) e Sims ( 4ª round 2013 ).


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

E os rookies, como vão?

é, o nosso melhor rookie da classe desse ano é o Kicker...
O Site The Phinsider faz um acompanhamento semanal dos rookies. Eu fazia isso quando ainda acreditava que o Miami sabia escolher jogadores... perdi esta crença em 2010. Mas é bom analisarmos melhor o que cada um dos 9 escolhidos fizeram em campo ( ou não ) na partida diante do Chargers. Vamos adiante:
  • Dion Jordan – DE: 1º round, 3 ª pick no geral. Grau: B. Vinte e dois snaps é um número muito melhor do que os nove da partida diante dos Buccs, mas o uso estritamente ocasional é uma preocupação real. Um pouco encorajador é o fato de que Miami agora está usando-o para marcar tight ends, que mostra a sua capacidade em cobrir alguns dos alvos que recebem melhor da liga. Domingo, Jordan um tackle e pressionou duas vezes o quarterback Philip Rivers, um dos quais ele foi forçado a se livrar da bola pelo risco de safety. 
  • Jamar Taylor – CB: 2º round, 54ª pick no geral 54). Grade: D. O segundo jogador escolhido no draft simplesmente não entra em campo. Diante dos Chargers apareceu nos registros apenas porque conseguiu um tackle num. Muito pouco para um escolhido tão alto no draft, não é mesmo?
  • Dallas Thomas – OL: 3º round, 77ª pick no geral. Grau: C. Thomas estava ativo! Thomas jogou um snap! É um milagre! Ele entrou em campo como um sexto atacante elegível no segundo quarto. O que aconteceu neste lance? Touchdown de Daniel Thomas. E ele não mais voltou pra campo! Dallas Thomas: um jogo, um touchdown. Eu acho que o time encontrou o jogador para mudar o jogo quando as coisas não vão bem. Impressionante não?.
  • Will Davis – CB: 3º round pick, 93ª pick no geral. Grade: I (incompleto). Se pudemos ver Thomas pela primeira vez ( e única ) em campo, este prazer ainda não vivenciamos com Davis. Nem ativo para uma partida sequer ele ainda esteve.
  • Jelani Jenkins – LB: 4º round, 104ª pick no geral 104). Grade: C-. Além de seu papel normal de equipes especiais, ele teve um único snap: tentar parar o RB Danny Woodhead. Não foi bem sucedido, mas o esforço demonstrou que ele está bem.
  • Dion Sims – TE: 4º round, 106ª pick no geral. Grade: C-. Sims jogou apenas oito snaps, sinalizando que ele não pode ser uma grande parte dos planos de ataque dos Golfinhos 'se dirigem para o trecho da temporada. Ele não foi alvo e como de costume, foi convidado a bloquear durante a maior parte de seu tempo no campo.
  • Mike Gillislee – RB: 5º round, 164ª pick no geral. Grade: I (incompleto). Alguém sabe dele?
  • Caleb Sturgis – K: 5º round, 166ª pick no geral. Grade: A. Sturgis faz o seu trabalho. E 60% de seus kickoffs foi para touchbacks. Mas quando o melhor rookie de uma safra é um Kicker escolhido no quinto round é que algo está muito errado?
  • Don Jones – CB: 7ª round, 250ª pick no geral. Grade: D. Ele tem contribuído apenas no Special Team. Mas participou de apenas um Snap no domingo. Motivo? Ele errou um tackle fácil que poderia resultar em uma perda de jardas no retorno de punt e que acabou virando um ganho de 25 jardas. Não mais retornou ao campo. Tá bom ou querem mais? Ao menos ele foi escolhido no fim de feira.

Mike Pouncey assistiu o jogo de domingo ao lado de Incognito

Pouncey, o líder da OL mantém amizade com Incognito...
Certas coisas parecem acontecer só por aqui. Nosso Center Mike Pouncey, de longe, o melhor jogador da OL ficou de fora da partida diante do Chargers. Agora rumores, não confirmados, falam que ele pode fazer uma cirurgia, embora o próprio Pouncey disse que foi apenas uma intoxicação alimentar que o tirou da partida. De todo jeito ele ainda não treinou com o elenco e tem boas chances de não jogar diante do Panthers.

Mas se ele não viu a partida, o que ele fez no domingo? Bom, ele assistiu a partida de casa ao lado de... Ritchie Incgnito!!! E ainda falou que Incognito é um grande amigo. Cada dia que passa fica mais complicado acreditar na história de Jonathan Martin.

Além disso hoje era esperado que Incognito entrasse com uma ação contra o Miami, por causa de sua suspensão que acarreta em ficar sem receber salários ( algo como 1 milhão ), mas essa decisão foi adiada até o dia 02, quando o Miami é obrigado a tomar uma decisão: cortá-lo ou reintegrá-lo ao elenco. 

Ao que parece, existe clima pra volta de Incognito. Ou você levaria pra assistir um jogo do seu time um companheiro que tivesse feito bullying?

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Gratas Surpresas: Olivier Vernon DE

Ele foi escolhido no terceiro round de 2012...
Começo hoje uma nova linha de leituras dos Drafts passados e mostrando alguns jogadores que fogem a dura realidade péssimas escolhas. Não são craques, possivelmente nunca serão all-stars, mas que dada a nossa desastrosa capacidade de escolher jogadores, parecem até sensacionais. Abaixo o perfil e o rendimento até aqui de Olivier Vernon:

  • Nome: Olivier Vernon;
  • Idade: 23 anos ( 07/10/1993 );
  • Local de Nascimento: Miami - Florida;
  • Universidade: Miami ( Hurricanes );
  • Posição: DE em 4-3, OLB em 3-4;
  • Draft: 3º Round, Pick 72.
Me lembro bem de quando ele foi draftado ter lido alguns analistas falarem que ele poderia vir a ser a grande escolha da turma, indo disputar tal posto com o colega de Canes Lamar Miller. Ao ver o desempenho dos escolhidos antes dele ( Tannehill, Martin e Egnew - nesta ordem ) fica claro que ele está rendendo bem mais que eles. Miller ainda poderá vir a ser mais importante na NFL, mas dependerá de uma OL para isso. Já Vernon rende agora e produz bem pra defesa. Duvida? Que tal dizer que ele só tem menos sacks que Cameron Wake? Ou que ele é o defensor que mais pressiona o QB adversário? Ou que do lado dele o time cede menos jardas corridas?

Vernon chegou ao Miami cheio de dúvidas, primeiro porque fora considerado um reach ( quando um time seleciona um jogador bem antes do projetado ), mas o seu desempenho em campo tem demonstrado que o risco de o perder seria maior do que tê-lo draftado.  Em sua primeira temporada ele ficou revezando-se no oposto a Cameron Wake com Jared Odrick. Teve seus bons momentos, com um TD defensivo diante dos Jets e alguns sacks ( 3,5 ). Pois nesta temporada ele assumiu a posição de Starter, uma vez que Odrick foi deslocado pro meio da DL. E ele está rendendo...

Até agora ele conseguiu 5,5 sacks, marca como dito antes só é menor do que a estrela Wake. Nada mal para um jogador escolhido no fim do terceiro round, não é mesmo? Ainda mais se o time em questão for o nosso...

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Investigador da NFL está conversando com jogadores

Ritchie Incognito está querendo voltar...
Um investigador da NFL, Ted Wells, está conversando com os jogadores do Miami, para poder produzir um relatório sobre as denúncias feitas por Jonathan Martin, que acusou Ritchie Incognito de fazer bullying. Ele deve ficar nas instalações até na quinta pela manhã. Isso em uma semana crucial onde iremos enfrentar o Carolina Panthers num jogo que pode ser decisivo. Passar tempo respondendo as questões sobre um caso desses, que pode nem ter acontecido.

Além disso, Guard Incognito está requerendo nas formas das regras da Liga, o seu reintegramento ao elenco e por tabela receber seus salários. Pelas regras da CBA ( acordo coletivo entre NFLPA e a NFL ) um time pode punir atleta por violar regras internas e deixá-lo punido por 4 semanas e mais uma semana extra sem pagamento, mas treinando e jogando. Após este prazo ( que no caso de Incognito vence no dia 02 de Dezembro ) o time tem que voltar o atleta pro elenco ou liberá-lo. Acontece que Incognito alega que nunca foi alertado que sua conduta, que ele julga legal, poderia causar-lhe uma suspensão e por isso cogita acionar a justiça para buscar o que, ele considera, lhe é devido.

Mike Pouncey realizou exames médicos ontem e não existe uma posição oficial a respeito dele. Hoje ele não treinou. A partida diante do Panthers pode ser a virada rumo a post-season ou enterrar de vez a temporada. Portanto é bom ficarmos longe de problemas o mais rápido possível...

Pilulas do dia seguinte: post-season é uma realidade?

A jogada de decidiu...
Vencer é um verbo que perdemos o hábito de conjugar em Miami. Enquanto os Pats tem 14 temporadas seguidas com mais vitórias do que derrotas, nós tem quase o contrário no mesmo período. E nas últimas 7 partidas o time venceu apenas 2. E vivemos uma gangorra, pois conseguimos perder pro Buccs ( até então zerados na temporada ) e vencemos times como Bengals e Chargers. Pois é, mas sabem o que é mais interessante nisto tudo: ainda temos chances reais de post-season.

Estamos empatados com o NY Jets pelo posto de sexto time classificado a post-season. Hoje perdemos porque estamos 0-2 dentro da divisão ( derrota pro Bills pode custar caríssimo demais ) e eles tem 2-2. Existe contudo uma boa notícia: eles só encaram a gente agora dentro da divisão, não pegam mais Pats e Bills. Portanto se nós conseguirmos bate-los duas vezes, temos tudo para ficarmos bem na fita.

Claro que vencer duas vezes os Jets é só uma parte do que temos que fazer. Pois ainda iremos encarar o Steelers, que vem crescendo na temporada e que hoje está com 4-6. Outro problema é o atual campeão do Super Bowl Ravens: primeiro porque perdemos para eles no desempate e segundo porque o resto do calendário deles é mais acessível que o nosso. Por falar em resto de calendário... contra quem e onde iremos jogar? Veja abaixo, com os meus comentários sobre cada um deles:
  • Carolina Panthers ( Sun Life ). Pelo o que estou vendo agora no Monday Nigth e pelo o que o Pats está sofrendo para segurar Cam Newton eu prevejo problemas nesta partida. Como o jogo será em Miami, temos uma chance, pequena é verdade;
  • NY Jets ( Metlife ). Jogo crucial. Vencer é necessário. Perder, pode esquecer post-season;
  • Pittsburgh Steelers ( Heinz Field ). Confronto direto. Matar ou morrer. E o rival vem crescendo e com o ataque fazendo muitos pontos. Como temos um ataque limitado...;
  • NE Patriots ( Sun Life ). Em condições normais, caso o time tenha conseguido a, improvável, proeza de vir de 4-0 na corrida, vencer seria possível. Acho isso pouco realista, por isso creio que iremos perder aqui e ficar com 7-7;
  • Buffalo Bills ( Ralph Wilson ). Eles estão engrenando e podem até estarem vivos na corrida pela post-season. O Miami tem perdido mais do que vencido jogando no frio do norte do estado de NY. Sem prognóstico;
  • NY Jets ( Sun Life ). Se ainda tivermos chances de post-season até aqui ( e isso já será espetacular ) o time terá que terminar a varrida diante do rival. Mesmo que não peguemos uma vaga na post-season fica o consolo de não perder pro mais odiado rival...
Mas antes de pensar nos próximos 6 rivais, é preciso pensar: este time é capaz de vencer, ao menos, mais 4 partidas? Sim, creio que seja. Problema é saber se eles sabem disso...