sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Até quando ficaremos sem General Manager?

Ross no que ele melhor sabe fazer: NADA!!!
Stephen Ross é um Dono de Time estranho, muito estranho. Ele demora demais para tomar suas decisões ou então toma-as com rapidez exagerada. Até ai tudo bem se ele fosse de outro time que não o meu. Mas ele é dono do Miami Dolphins, do nosso time...

A demissão de Jeff Ireland deveria ter ocorrido ano passado. Mas ao invés disso ele deu a Ireland foi um aumento, como um prêmio pela incompetência. Ireland deveria ter aplicado a famosa frase: Rei morto, Rei posto. Mas estamos de Ross e do Miami, nunca se esqueçam disso...

Alguns dos diversos leitores talvez nem saibam, mas o General Manager é bem mais do que o cara que contrata jogadores, troca-os, corta-os e que gere o Salary Cap. Ele é responsável por coisas do dia-a-dia do time e tem papel fundamental em tomadas de decisões que influenciam o futuro do time. Querem um exemplo? Os times vencedores da Liga ( Patriots, Steelers, Ravens, Packers, Niners e mais uns 2 ou 3 times ) já tem uma clara ideia do que irão fazer no Draft, com seus olheiros já tendo feito relatórios e mais relatórios sobre, pelo menos, uns 100 jogadores, de acordo com o que definira GM e o Coaching Staff.

Vocês sabiam que Joe Philbin nem foi ao Sênior Bowl? E que quase todos os GMs foram? Só que nós não temos um GM!!! Se para mim a temporada de 2014 tem pouquíssimas chances de ser vencedora ( pelos motivos que vocês estão carecas de saber ), imagina quando você nem começou a fazer o planejamento?

Por isso que eu digo que estamos fritos e mal pagos... 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Falta respeito aos treinadores por parte dos jogadores?

Estaríamos piores do que pensávamos?
Barry Jackson, repórter do Miami Herald, fez uma reportagem onde ele indica que o clima no vestiário do Miami Dolphins não seja tão como podíamos pensar. Em um trecho da reportagem ele diz: "não existe um grande respeito pelos treinadores da equipe". Em outra parte ele fala: "a crítica é consistente a todos os treinadores com os jogadores com os quais eu conversei" e emenda logo em seguida "não há muito o que se aprender com o Coaching Staff".

Sinceramente se isso for verdade, poderemos ter total certeza de que o vestiário do time é uma completa zorra. Os Coachs repassam o treinamento e os jogadores fazem de conta que não é com eles. O mais cruel é que fica complicado discordar de Jackson depois do Bullyingate.

Sendo assim, uma simples troca de General Manager e do Coordenador de Ataque não devem resolver, pois o buraco é mais embaixo. A disparada de Tannehill contra Sherman ganha mais destaque agora do que antes. Se o problema realmente for como Jackson relata, estamos fritos. E o óleo nem esquentou direito... para ler a reportagem ( em inglês ), clique aqui.

Mark Duffner é o novo Coach de LBs

Ele estava no Jaguars, mas já tgrabalhou com Philbin...
O Miami Dolphins já contratou o seu Coach de Linebackers: Mark Duffner. Ele estava a 3 temporadas no Jacksonville Jaguars, mas anteriormente ocupara o mesmo posto no Green Bay Packers, onde obviamente fora colega de Joe Philbin.

Um dia desses antes de ser covardemente banido de uma certa comunidade do Facebook, eu ouvi um argumento interessante para a não contratação de Brian Macdoo ( que acabou indo pro Giants ser Coordenador de Ataque ): "chega de amiguinhos do Philbin". E, devo admitir, gostei do argumento, pois ele faz sentido. Ai agora lá vem outro amiguinho dele. Será que não existia opção melhor? Será que ficaremos sempre reféns deste tipo de escolha?

E por fim um esclarecimento: a linha editorial do Blog é essa e vai seguir assim. Quem gostar - e os acessos demonstram que muitos gostam - acessa e se quiser comenta. Quem não gostar, paciência. Não irei mudar por causa de vocês. Ouço as críticas, depuro-as e às vezes altero algo. Mas não será na base da porrada que eu irei fazer isso. Ainda mais quando a pessoa sequer se identifica...

Porque eu desconfio da escolha de Bill Lazor

A escolha dele não me agrada...
Para quem porventura não saiba eu tomei uma decisão sobre o Miami Dolphins: não esperar nada do time. Assim não corro risco algum de me decepcionar, como no final da temporada 2013 quando o time precisou de apenas uma vitória para ir a post-season diante das porcarias de Buffalo e do NY. E também não irei mais mudar, mesmo que momentaneamente de opinião sobre o novo "super" QB, como também fiz quando ele parou de jogar mal. E adoto este expediente sobre o nosso novo Coordenador Ofensivo, Bill Lazor.

E motivos não faltam, pra ser bem sincero. Ele tem pouca experiência e para ser bem sincero poucos resultados práticos. Ele pode ter sido alçado a condição de guru porque era o Treinador de QB do Eagles e por Nick Foles ter sido uma grata surpresa. Foles, convém ressaltar, é mais um QB da classe de 2012 e que agora tem mais destaque, quanto surpresa, do que Ryan Tannehill.

Lazor, de 41 anos, começou sua carreira no Bills em 2000, como QB Coach ( após ser Assistente de Ataque da Universidade Cornell entre 94 e 2000 ), depois assistente do Coordenador Ofensivo nos Falcons e nos Redkins, até chegar no Seahawks e voltar a ser QB Coach, função que exercia no Eagles. A experiência dele como Coordenador Ofensivo é pequena e trabalhou em apenas um grande ataque com papel mais destacado. No Eagles, seu último time, ele não tinha papel de destaque pois o fast atack é coisa do Chip Kelly junto com o Coordenador Ofensivo. Mas porque é que ele foi escolhido? E é daí onde vem minha maior preocupação...

Eu tenho a percepção, clara diga-se de passagem, que todas as ações tomadas pelo Miami Dolphins após a contratação de Joe Philbin levaram em conta criar o melhor clima possível para Ryan Tannehill. Por isso pegamos Mike Sherman, claramente alguém rejeitado pela NFL ou nao seria Coach da NCAA, para ser Coordenador Ofensivo, para adaptar da melhor forma possível Tannehill. Daí, também, explica-se doar Brandon Marshall pro Bears, tirando-o do vestiário e livrando nosso futuro QB da sua "influência" negativa. E todas as outras ações, também foram neste sentido, tudo para fazer com que ele, rende-se bem. E deu errado, é claro. Mas tem uma coisa que só agora passou pela minha cabeça: porque raios não fomos o primeiro time a conversar com Peyton Manning? Com o que postei acima, fica claro o porque: Ryan Tannehill.

Eu, caso fosse Ross, teria viajado para Indianapolis quando ficasse sabendo do corte dele. Já o traria contratado para ser QB do Miami. Mas Ross nem mesmo o procurou quando ele chegou em Miami, onde os Mannings tem residência fixa. Nada, nem mesmo um comunicado. Revisitei os arquivos dos Blogs e vi que em momento algum Ross, Ireland e/ou Philbin dizem: nós vamos fazer uma oferta. Por fim, humilhado, Ross para fazer jogo de cena pega a Marino - amigo pessoal de Manning, para ter uma reunião. Para apenas poder dizer: fizemos uma oferta. Mas será que fizeram mesmo? Será que tentaram ou apenas perguntaram se ele queria atuar pelo Miami? Bom, pra mim a resposta é óbvia: já tinham decidido draftar a bosta do Ryan Tannehill, futuro jogador melhor que Brady e Manning ( os dois ) somados. Pra quê contratar um QB decadente? Pois é, este QB decadente vai jogar o Super Bowl no dia 02 e o Miami... bom, o Miami não consegue vencer nem a porcaria do Bills!!!

Mas o que isso tem a ver com Lazor? Tudo, é claro. Ele, creio eu, foi escolhido para tentar levar Tannehill ao próximo nível. E é aqui onde está o erro, e gravíssimo: a escolha de um Coordenador Ofensivo deve levar em consideração diversos aspectos, mas dois são cruciais: montagem do playbook e mentalidade ofensiva. Se a escolha se deu pensando em Tannehill - e tenho certeza de que foi - ela nasce errada porque o QB é um dos itens do ataque ( vá lá que seja o mais importante ), e Lazor fracassou como OC do Bills, tanto que nunca mais trabalhou como Coordenador Ofensivo. Nasce errada a contratação. 

E, em se tratando de Miami, quando as contratações parecem boas já dão erradas, imaginem quando elas parte de uma ideia bem errada. Pode dar certo e eu ter que fazer um texto assumindo o erro? Pode, é claro. Mas eu prefiro pagar pra ver do que dizer: "excelente contratação". Porque, pra mim, ela foi péssima...