quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dan Marino conta detalhes do melhor Fake Spike que a bola oval conhece

Poucos lances representam melhor a genialidade do Mito...

Quando penso na minha vida num campo de futebol, o Fake Spike é uma das lembranças que me vem à mente em primeiro lugar. É o jogo que me perguntam mais do que qualquer outro, especialmente quando volto a New Jersey. Parece que todos os fãs  dos Jets, que eu encontro querem falar daquele jogo, e eu continuo dizendo a eles que é a hora de seguir em frente. A vida é curta demais para ainda estar pensando sobre esse jogo, 20 anos depois.

É claro que, para mim e para os fãs do Dolphins, o Fake Spike é uma memória maravilhosa que vai viver em nossas mentes para sempre, e isso é uma grande coisa.

Ouvi falar do Fake Spike durante a Training Camp de 1994. Bernie Kosar, que o time assinara para ser meu backup, trouxe a ideia com ele de Cleveland. Eu pensei que era uma ideia interessante, e o treinador Don Shula gostou também. Uma vez que todos nós ouvimos sobre o lance, começamos a praticar algumas vezes por semana durante aquela TC e também durante a temporada. Sabíamos que só poderia usar a jogada uma vez, e nós queríamos ter certeza de usá-la no momento perfeito. O que quase aconteceu na partida anterior, contra o Minnesota Vikings. Estávamos prestes a tentar executá-la durante o final desse jogo, mas um dos nossos Tackles moveu-se antes da hora e cometeu um offside. Não dava mais para usar.

O velho Giants Stadium sempre foi um lugar difícil de jogar quando se é o time visitante. Havia um ambiente hostil lá, e que era um lugar onde os ventos tornavam difícil jogar futebol. Eu participara de vários tiroteios lá, a maioria dos quais contra o ex-quarterback Jets Ken O'Brien. Eu gostava de ir lá porque era muito alto e, geralmente, muito frio. Quando ia a pé para o campo, sentia como se fosse nós contra o mundo, e eu gostava disso.

Cada jogo contra um rival divisão é intenso por causa de toda a história que tinha contra os Jets, o meu desejo de vencê-los se tornou parte de mim. O fato de que precisávamos ganhar esse jogo para ficar no topo da divisão só aumentou a intensidade naquele dia.

[...] Depois de trocar alguns punts, temos a bola em nossa própria linha de 16 jardas com 2:34 restantes no jogo. Enquanto eu caminhava para o campo, lembrei nossos rapazes que tínhamos bastante tempo, e que eu tinha feito isso várias vezes antes.

Passei para Irving Fryar para um ganho de 18 jds. O Jets estava jogando um defesa preventiva ( tentando evitar passes longos e a saída de campo ) e Fryar estava aberto no meio do campo. Depois disso, eu completei um passe curto para Keith Jackson, levando-nos  até a linha de 50jds com 1:50 restando no relógio.

Com o Jets ainda na defesa preventiva, eu encontrei Mike Williams em uma rota post para um ganho de 22jds. Que nos fez chegar na marca de 28 jardas dos Jets com 1:24 esquerda. Depois disso, eu joguei dois passes curtos para Ingram, que segurou o segundo, mas ele foi tackeado dentro de campo na linha 8 jardas, com 35 segundos restantes. Enquanto eu corria até a linha de scrimmage, Bernie Kosar, que eu ouvia no fone de ouvido dentro do meu capacete, estava gritando "clock play, clock pay" ( algo jogada para parar o relógio ). Eu sabia que era o momento perfeito para experimentar, porque se ele não funcionasse, ainda teríamos outras tentativas, seja marcar um touchdown ou para empatar o jogo com um FG.

Quando cheguei à linha, eu estava gritando "clock", que é a sinalização de vamos fazer um spike. Mas nós tínhamos algo planejado, e os meus rapazes sabiam o que estava acontecendo. Eu iria executar o Fake Spike, e eu pude ver imediatamente que os jogadores dos Jets pensaram que eu realmente iria cravar a bola e parar o relógio. Eu poderia dizer que eles não tinham a menor ideia do que iríamos fazer enquanto eu esperava o Snap. Eles olharam diferente para mim do que em qualquer outro jogo. Ingram olhou para mim e eu balancei a cabeça para ele. Eu recebi a bola, fiz o Fake Spike e joguei um passe rápido para Ingram perto da linha lateral. Ironicamente Aaron Glenn ( o CB que marcava Ingram )foi o único que percebeu o que estávamos fazendo, mas ele percebeu isso tarde demais.

Ingram pegou a bola na end zone, com 22 segundos restantes, e eu comecei a saltar no campo. Esse foi um momento de emoção por causa da desvantagem que tínhamos virado. Quando cheguei para na linha lateral, eu percebi que estava em completo silêncio o Giants Stadium e que todos os fãs estavam saindo. Isso foi muito gratificante. Depois desse jogo, o Jets só venceu quatro de seus próximos 36 jogos, e desde que eu estou aposentado agora, vou tirar um pouco do crédito por isso.

Estar de volta em New Jersey e apenas a poucos quilômetros de onde Giants Stadium ficava traz de volta um monte de ótimas lembranças daquele dia. O Fake Spike é tão famoso porque nós fizemos isso contra os Jets e por que vencemos depois estar tão atrás naquele dia. Se não estivéssemos jogando com nossos rivais de divisão, na casa deles ou se não tivéssemos recuperado um déficit 24-6, o Jogo do Fake Spike teria sido muito menos especial.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pílulas do dia seguinte: Jogamos como nunca, perdemos como quase sempre...



"Não, outra vez não!!"

Assim como na partida diante do Packers e do Lions, domingo à noite eu sabia que o Broncos iria virar a partida. Certo como dois e dois são 4, que eu sabia de antemão que o time tomaria a virada. Acontece que desta vez a culpa não foi do ataque, que teve uma boa atuação ( acima do esperado por todos ) e não deixou a defesa morrendo em campo. Então o que aconteceu que, mesmo marcando muitos pontos, o time ainda assim perdeu? 

Difícil dizer. Parece loucura mas o time fez quase todo o necessário para vencer um grande. Não foi como diante dos Packers, quando o ataque começou se arrastando para morrer no fim da partida ou a atuação tenebrosa que tivemos contra o Lions, onde o ataque só conseguiu marcar um TD porque os especialistas deixaram a bola pro time na marca das 5 jardas. Contra o Broncos, a coisa foi diferente. 

Agora o time tem 6-5 e jogará 4 partidas onde não poderá perder nem a primeira ( Ravens, Jets, Vikings e Jets ). Descarto o jogo contra o Patriots porque eles tem amassado os adversários e não vejo como não fazer o mesmo conosco. Abaixo, 6 pensamentos adaptados por mim de um texto do Phinsider:


1 - O ataque fez a sua parte: Para surpresa de muitos, o ataque do Dolphins fez sua quarta partida acima dos 30 pontos na temporada. E fez iss contra uma defesa grande Bronco, repleta de talento. O time conseguiu superar inclusive a lesão Ja'Wuan James, que tinha substituído Brande Albert como Left Tackle e terminou a partida com uma Linha Ofensiva remendada como Tenaz ( poucos dos que me leem devem ter usado esta marca, praticamente extinta creio eu ). O setor terminou com Dallas Thomas de LT e Jason Fox de RT. E cedeu apenas um sack para uma defesa que tem Von Miller e Demarcus Ware entre os melhores da Liga!!!

O ataque comandado por Tannehill marcou 36 pontos. Duvido que alguém esperasse tal marca, sem ajuda da defesa retornando algum fumble ou interceptação. A interceptação nem foi exatamente culpa direta de Tannehill, mas isso tem a ver com uma mudança feita a partir da terceira semana, quando a Deep Ball simplesmente sumiu do playbook. Vejam que ele tem acertado mais passes, mas não passa - muitas vezes - sequer das 250 jardas. O motivo? Ele tem acertado muitos passes para ganhos de até 6 jardas. Domingo foram 26 para 228 jardas, sendo o mais longo deles para 21 jardas, para um sumidaço da temporada Brian Hartline. Jarvis Landry recebeu um passe de 20. Os outros eram passes para 17, 16, 14... e diversos passes para 4, 3 e até 2 jardas.

Sem a deep ball a defesa adversária aproxima a marcação para evitar ganhos pós-recepção nos passes curtos. E no passe que Landry não segurou e gerou a interceptação foi exatamente isso que aconteceu. Sem a ameaça de um "fogo na bomba", o DC dos Broncos mandou todos para a linha de scrimmage. Em resumo: a interceptação diretamente não foi culpa de Tannehill, mas a sua capacidade de lançar passes longos com precisão é uma causa secundária. Isso apaga a boa atuação dele e do ataque? Bom, não. Mas fica o gosto amargo de ter feito apenas 7 pontos e mais de 28 minutos do segundo tempo. Isso não tem como negar...

Outra coisa a se lamentar foi a reduzida utilização de Lamar Miller na partida. Apesar de conseguir 4,9 jardas por corrida ( média ótima ), ele só correu 12 vezes. Ok, ele está voltando de contusão e talvez não quiseram forçá-lo demais, mas será que 3 ou 4 carregadas a mais seriam assim tão prejudiciais? Em todo caso, pela primeira vez na temporada, a derrota não pode ser creditada ao ataque. O que é, digamos assim, um avanço. E dos grande.

2 - O que houve com a defesa?: Quando seu ataque joga bem e seu time tem uma ótima defesa, tudo o que se espera é a vitória. Nossa defesa vinha tomando poucos pontos e em apenas 3 partidas tinha sofrido 20 ou mais pontos: Chiefs 34, Packers 27 e Lions 20. Como a partida contra o Packers fora na semana 6, tinham 5 jogos que o time não tomava mais de 20 pontos e só uma vez tomara 30. Tomar 39, mesmo para um dos melhores ataque, foi duro de assistir. Ainda mais quando o time ficou com 11 pontos de vantagem no começo do quarto final.

Vá lá que a ausência de Cortland Finnegan fosse sentida, mas tanto assim? Além do mais o time tomou ( outra vez ) uma baile de um RB ramdon ( um zé das couves por assim dizer). Knile Davis - desconhecido até nos encarar - já fizera um estrago grande ao correr para 3 Touchdowns e mais de 100 jardas. Agora o que o CJ Anderson fez foi vergonhoso. Nossa defesa era a segunda melhor contra a corrida. Era... Voltando aos Cornerbacks, Finnegan tem atuado em um patamar inferior ao seu colega Grimes, mas deixou claro o abismo com relação a Jamar Taylor ( que já pode ser considerado um bust ). A idiotice que ele em uma terceira para 20 jardas é coisa para "apanhar de cinta" como diz o André Henning. Deu vontade... além dele, teve a péssima atuação - para dizer o mínimo - de Jimmy Wilson. Que coisa mais patética. E ele é o nosso Nickleback ( que entra em situação clara de passe ). Estamos fritos... Ah sim, pela primeira vez em vi em campo Walt Aikens... era melhor não ter visto.

Só me passa uma opção: o trabalho foi focado exclusivamente em como neutralizar os passes de Manning ( o que de certa forma foi alcançado, pois ele passou para meras 257 jardas ) e como os RBs Starters estavam fora do jogo, subestimaram o setor dos Broncos. Deu no que não deu... derrotados por um RB ramdon... Fosse só isso, ainda ai... mas teve mais...

3 - Errar tackles é uma coisa, mas o que fizeram no domingo é outra bem diferente: De acordo com ProFootballFocus.com, o Dolphins perdeu 14 tackles. 87 das 201 jardas corridas vieram após o contato. É assim que se perdem jogos. E nós perdemos. Ao menos duas conversões de terceira descida para 10 jardas poderiam ter sido facilmente evitadas com um tackle perto da linha de scrimmage. Facilmente... mas os tackles eram errados de forma bisonha. Vá lá que a Linha Ofensiva fizesse alguns bons bloqueios, mas tantos assim? Foi duro de ver... e contra Peyton Manning isso vai significar derrota. Não fosse a atuação excelente do ataque, poderia ter sido uma surra daquelas...

4 - A jogada da partida: Não pode ser outra se não a interceptação. Segundo alguns analistas teve contato exagerado na jogada, com alguns cobrando até uma PI. Eu não vi assim. Os juízes são muito exigentes nestes casos e se eles não marcaram é porque não foi. Em todo caso ele é um novato e erros acontecem. 

Mas o que aconteceria se ele recebesse o passe? Bom, eficiente como estava o ataque ( mesmo que mais fraco no segundo tempo ), o time poderia conseguir o TD. Faria-o? Ai é mera especulação... mas essa jogada, definiu a partida, sem dúvida...

5 - Mas e chute(??) do Onside Kick, o que foi aquilo? Claro que tivesse dado certo, a conversa seria outra. É verdade isso, mas deu errado. Aliás, muito errado. Serve em defesa da mente que pensou isso que raramente se recupera a bola. Eu mesmo acho que o time que recebe o chute recupera - ao menos - em 90% das vezes. Portanto, em tese, valeria a pena arriscar. Valeria mesmo? Pelo visto aquilo não foi treinado e se foi, Sturgis faltou ao treino.

6 - Outra virada no drive final: Com dito diversas vezes, foi a terceira vez em que tomamos uma virada em drive final. A segundo em 3 jogos. O time que tem 6-5 ( e voltou a ficar distante da post-season neste momento ) poderia estar com - que coisa - 8 vitórias e 3 derrotas. Se colocarmos na conta a derrota pro Packers, poderia ser 9-2. Sabem quem também tem 9-2? Patriots. E nós seríamos o time a liderar a divisão...

Contudo, temos que lembrar que o Broncos tem 19-2 em casa com Manning e que a equipe foi ao último Super Bowl. E mesmo assim jogamos de igual para igual com eles durante a partida inteira, ficando na liderança quase até o final da partida. Não é pouca coisa, sem dúvida. Mas quando você encara times melhores e lidera por boa parte de partida e perde, você se lembra que não é mais grande. E isso dói, mas dói muito. Talvez até menos do que perder por 20 pontos, que era o esperado. Eu disse, talvez...

A equipe vai entrar em Dezembro com viés de alta após a partida. Vai encarar uma decisão no Monday Night contra o time do Jets, nosso odiado rival, no Metlife Stadium. Vencer, ainda mais diante da situação das duas equipes, é mais do que obrigação, é vital. Perder significa dar adeus ao sonho da post-season. Porque convenhamos: quem perde pro Jets pode querer playoofs para quê?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Week 12 - Dolphins 36 x 39 Broncos: Foi por pouco...

Ele é o gênio que todos bem sabemos, mas demos sopa e ai ele castigou...
Seguir vivo até o fim da partida, não era o esperado...
Existem duas formas de ver a derrota que sofremos hoje no calendário:
  1. Jogamos bem demais contra um Super Bowl Contender, na casa deles, com frio, com nosso ataque fluindo melhor do que o esperado; e
  2. Perdemos a chance de obter uma vitória crucial para a sequência da temporada porque fomos mal na defesa ( sobretudo contra corrida ) e o ataque deu uma pane no segundo tempo ( quando marcou apenas 15 pontos ).
A escolha da forma determina como se sentir sobre a partida. Sendo assim, farei duas análises dentro do mesmo post, até porque foram duas partidas dentro de uma mesma:

Habemus ataque?

Jogar contra Peyton Manning é muito complicado. É praticamente começar perdendo por 14x0, dado que ele irá lançar - ao menos - 2 Touchdowns. Sendo assim o time adversário terá que pontuar muito. Quando o jogo é em Mile High então... poucos times conseguem chegar na casa dos Broncos e sair com a vitória. O Miami quase fez isso hoje. Com fluência no ataque, conseguiu ao todo 25 first down ( 17 por passes ). Conseguimos 313 jardas, o que está longe de ser ruim. Nosso QB lançou 3 TDs, o que torna a interceptação como uma mera estatística. Jogamos de igual para igual com o time de Peyton Manning. 

Temos 5 partidas para vencer ao menos 4. Atuando assim, temos chances reais de chegar às 10 vitórias. E 10 vitórias podem nos dar a tão sonhada post-season. Pela qual brigamos desde 2008, e onde só estivemos uma vez em 12 anos. Estamos no caminho certo.

Não somos grandes... ainda

Times grandes dariam um jeito de vencer hoje. Arrumariam uma forma. O Miami não foi capaz de fazê-lo. O time marcou 17 pontos no primeiro tempo. E apenas 15 no segundo, sendo 8 deles no último drive. Perdemos jogadores vitais durante a partida ( Odrick, Taylor e James ), não pressionamos Manning ( apenas um sack ), permitimos que um desconhecido corresse mais de 160 jardas ( nossa defesa era a terceira melhor contra as corridas. Mas mesmo assim, o time poderia ter vencido. Nossos Coordenadores, ficou claro isso, tem problemas na hora decisiva. Além disso, tivemos faltas e falhas indivduais que selaram nosso destino na partida: Jimmy Wilson foi uma mãe e Jamar Taylor cedeu uma recepção em uma 3ª para 20 jardas onde só teria que fazer o básico... mas... nem vou criticar o terceiro CB que entrou em campo, porque seria pedir demais dele. Por fim, teve a interceptação que selou a partida. E o que dizer do chute de letra na tentativa de On Side-Kick? Desse certo, seria espetacular... mas não deu... alguém imagina Patriots. Packers e cia tentando aqui?


Pois é... essas são as duas visões. A do copo meio cheio ou meio vazio. Em todo caso, é uma derrota que deixa mais esperanças do que incertezas. Claro que temos que ver como ficará James ( embora Dallas Thomas e Jason Fox tenho ido muitíssimo bem, por sinal ) e Taylor ( embora eu prefira que Finnegan volte o quanto antes ). Mas não tem como não pensar que uma vitória teria mudado esta equipe de nível... assim como foi contra Packers e Lions, o time perdeu a oportunidade. Daquelas que não devem se perder. E pela terceira vez na temporada...

domingo, 23 de novembro de 2014

Intervalo: Week 12 - Dolphins 21 x 17 Broncos - Dava para ser mais

Eles se acharam, mesmo que não da maneira esperada...
Pode parecer estranho, mas jogar como o time jogou até aqui e sair de campo vencendo por apenas 4 pontos é duro de aceitar. O ataque teve a posse 4 vezes e marcou 3 Touchdowns: dois corridos ( Daniel Thomas e Ryan Tannehill ) e um de passe ( Mike Wallace ). A defesa permitiu 17 pontos, mas a crítica toda vai para Jamar Taylor com a idiotice da rodada, quiçá da temporada: em uma terceira pra 20 ele foi pro Tackle em cima de Emanuel Sanders, levou a finda e permitiu que o Broncos completasse a jogada. 5 jogadas depois o Peyton Manning aproveitando de uma falha de marcação, deu números finais ao primeiro tempo: 21x17.

Um bom primeiro tempo, sem dúvidas. Só que o Denver é quem começará com a bola no segundo tempo. Bom Philbin e Coyle ( Coordenador Defensivo ) procederem ajustes o mais rápido possível. Porque Manning não é o melhor QB da história a toa...

Week 12 - Dolphins at Broncos: Hora de vencer um grande?

Para mim, dois dos 5 melhores QBs da história da Liga

Miami Dolphins vs Denver Broncos. Este confronto tem história e apesar de duas derrotas em post-season o Miami lidera com folgas o confronto. Será a partida entre a segunda melhor defesa da Liga contra o segundo melhor ataque. Quem vai levar a melhor? Não sei, mas se o nosso ataque conseguir algo contra a ( boa ) defesa dos Broncos, podemos vencer...

Charles Clay e Cortland Finnegann estão de fora.