sábado, 13 de dezembro de 2014

Derrota amanhã pode definir novo técnico do Miami?





Jim Harbaugh, Técnico do San Francisco 49ers. Ele não está nada firme no posto pelos lados da Califórnia. Segundo eu li, ele inclusive teria perdido o controle do vestiário do time de vermelho e dourado.  

Joe Philbin, Técnico do Miami Dolphins, também balança no cargo a tempos. Segundo alguns nunca esteve 100% seguro. Eu acredito que desde que decidiu draftar Tannehill ele selou seu destino.

Os dois podem perder seus empregos com derrotas amanhã. O Niners encara o atual campeão do Super Bowl ( Seattle Seahawks ) precisando da vitória para seguir vivo na temporada. O Miami Dolphins encara um rival do mesmo naipe o New England Patriots, favorito para chegar ao Super Bowl.

O caminho dos Treinadores vão passar por provação amanhã. Quem vencer, poderá lutar na semana seguinte. Quem for derrotado perderá mais do que uma partida, ficará também sem emprego. Mesmo que ambos percam, Harbaugh tem mercado na NFL, mas Philbin eu acho bem complicado.

E Harbaugh, quem sabe, possa virar nosso Head Coach na temporada que vem. Pior do que Philbin está fazendo, eu duvido que ele faça...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Week 15: Dolphins at Patriots - Quem vai ficar sozinho na Revis Island?

Quem será anulado pela fera acima?
O Patriots é bem mais do que a dupla Brady-Gronkwoski. Tem bons jogadores em quase todas as posições e excelentemente treinados. Em suma, é uma grande equipe. Todos sabem disso. E um dos All-Star que a equipe possui é Darrelle Revis, nosso velho conhecido. Jogou muito no Jets e chama o setor de campo por onde atua como Revis Island. Que segundo ele tem apenas um único morador: ele mesmo. Soberba? Ego exagerado? Bom, o fato é que grandes QBs pensam duas vezes antes de mandar um passe na direção do lado que ele está marcando. Eu reitero: grandes QBs pensam duas vezes. Tannehill que jamais será sequer um QB bom, deveria nem tentar pensar.

Revis deverá marcar o Wide Receiver mais forte do nosso time. A questão é: quem é esse recebedor? Alguns analistas acreditam que ele ira marcar Wallace, por ele ser o de mais nome. Se isso realmente acontecer, será uma vantagem para nós. Sim, vantagem. Porque eu considero que o nosso melhor WR seja Jarvis Landry. Se ele ficar livre da marcação de Revis, será excelente para o Miami e para Ryan Tannehill. Já se Revis grudar em Landry - que é o que eu faria - será um baque e muito para o já capenga ataque do Dolphins...

Seja quem for, eu espero que Lazor e Philbin montem estratégias para tentar contornar esse claro problema. Não que eu espere que o Miami vá vencer o Patriots ( eu acredito que seja 10/90 as nossas chances ), mas esperamos ao menos uma atuação decente. E equacionar a marcação de Revis é um desses caminhos que precisaremos encontrar. Conseguiremos? Não aposto nem 2 reais nisso...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Week 15: Dolphins at Patriots - Surra a vista?

Seria demais pedir que isso acontecesse umas 8 vezes no domingo?

Existe um grande embate entre os fãs do Miami no Brasil. Grande não, desproporcional seria mais acertado. Eu x o resto. Eu critico o ataque por mais uma temporada decepcionante. O resto culpa a defesa. Quem tem razão? Vamos a alguns fatos:
  • A defesa segurou o ataque em 2 partidas, deixando o adversário limitado a poucos pontos ( deixando o rival com pontuação menor do que o comum ), mas ai o ataque não matou a partida. Quais foram estes jogos? Lions e Packers;
  • O ataque segurou a defesa em uma partida na temporada, contra o Broncos. Mas o setor cedeu os pontos e nós perdemos;
  • A defesa nada pôde fazer em partidas que perdemos como diante do Bills e dos Chiefs;
  • A defesa foi a chave para a vitória em duas partidas na temporada: Bears e Jaguars;
  • O ataque não deu chance alguma a Raiders e Chargers. Esta última cada dia mais com cara de ponto fora da curva, ou seja um acaso;
Se formos olhar direito, a defesa foi mais importante até aqui do que o ataque. Que simplesmente não consegue andar na maior parte do tempo. Aliás, o ataque marcou 29 pontos em 2 partidas. E uma delas foi contra o Jets, que anda levando 30 pontos em média.

E domingo? Bom, como também vimos nem só a defesa ou o ataque vencem uma partida é preciso uma atuação em conjunto. Acontece que elas não vem acontecendo na mesma partida. Sendo assim, seria necessário que todos tivessem uma boa atuação. Mas não é o que eu espero que aconteça...

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pílulas do dia seguinte: Nada como ser Miami Dolphins...

Num vou nem comentar esta imagem...

Eu e muitos outros torcedores jogamos a toalha. O que difere-nos é de quem seja a culpa ou o fator preponderante para mais uma temporada frustante. Eu credito isso ao nosso QB, incapaz de realizar partidas no nível que a NFL atual exige. Dois amigos com quem até sai do sério no domingo, acreditam que a culpa é da defesa. Talvez os dois lados estejam certos. Talvez até estejamos todos errados. Só existe uma certeza: o time mais uma vez vai fazer mais raiva do que dar alegria.

Em tese, nesta temporada louca, só falta o time vencer o Patriots fora de casa para perder em casa pro Jets. Seria a cara do Miami pós-Dan Marino. Além do mais só o Miami Dolphins pode ser Miami Dolphins e irritar seus torcedores ano após ano. Não sendo terrível como Raiders, Jaguars ou Browns, mas dando-nos falsas esperanças de que somos uma equipe forte. Só para, em Dezembro, desmentir tudo. E perder partidas e mais partidas que poderia vencer, como foi no domingo. Afinal, o time fez 10x0 para depois tomar 28x3 em três quartos da partida... Isso é Miami Dolphins na sua mais pura essência.

Abaixo 8 pontos sobre ( mais uma ) a derrota de domingo, adaptado do Phinsider:


1 - Derrota deu-se nas trincheiras? Existe uma máxima que diz que o time que domina das trincheiras vence a partida. É no confronto das duas linhas que ganha-se ou perde-se. Se sua OL domina a DL rival, seu QB tem tempo e seu jogo corrido tende a funcionar. Do mesmo modo, se ocorrer o contrário, tudo poderá ruir. Domingo o Dolphins permitiu seis sacks e 183 jardas para o Ravensm um desempenho pior do que na temporada passada quando permitimos seis sacks e 133 jardas.

Nossa DL é forte, todos sabemos. Mas os OC adversários também sabem disso e portanto nosso Coordenador Defensivo precisa criar alterações para não ficar previsível, como tem ficado. Todo mundo respeita Wake, Mitchell, Starks, Odrick, Vernon e Jordan. Mas os treinadores adversários não são burros e criam armadilhas e o Kevin Coyle tem caído feito um patinho. É preciso treinar variações. Acontece que não existe mais tempo para isso... Ao menos existe tempo para procurar outro DC...

2. O "apenas vencer" é o suficiente? Eu fui tachado de pessimista ao afirmar que se o time atuasse diante do Ravens como tinha feito contra o Jets seria surrado. Apanhei feio, mas no fim eu estava certo. O ataque teve apenas um quarto de setor decente e olhe lá. Marcou 10 pontos, mas poderia ter feito 21 naquele quarto inicial. Mas ao menos marcou.

A defesa teve quase dois quartos daquele defesa que nos enchia de orgulho. Forçou por 3 vezes o tree and out do ataque do Ravens. Foram três drives em que o ataque rival nada fez. Só que na terceira vez o nosso ataque já não fez nada e a defesa voltou a campo. Flacco percorreu mais de 70 jardas e parecia que ia marcar o TD... só que RJ Stanford fez o impensável: interceptou o passe. Era hora do ataque marcar... mas o nosso ataque é péssimo, como bem sabemos. Nada de pontos. Ai Flacco percorreu 97 jardas e marcou um TD faltando 2 minutos. E no segundo tempo... bom, foi o que se viu.

E isso leva-nos ao próximo ponto...

3 - Dolphins precisa lembrar-se que a partida tem 60 minutos: A rigor, este time só teve duas grandes atuações, onde em momento alguma da partida correu risco de perder: Raiders ( o leitor Fabiano Aleixo me corrigiu, erro terrível esse meu ter escrito Ravens ) e Chargers. E a cada dia aquele massacre diante dos Bolts parece mais um ponto fora da curva. Mas enfim, nestas duas partidas o time se comportou bem em campo nos 60 minutos. Nos outros 11 jogos da temporada, o time sofreu de apagões impressionantes. Não é o caso de cobrar 16 partidas em alto nível, nem Packers e Patriots conseguem fazer isso. Mas que o time seja mais consistente e consiga atuar em bom nível por mais tempo.

Contra o Patriots mesmo, o time fez um péssimo primeiro tempo. Ninguém - reitero ninguém - poderia esperar pelo o que veio no segundo tempo. Contra Bills e Chiefs o time foi mal o tempo inteiro, assim como em quase toda a partida contra o Jets. Em partidas em que a defesa foi monstruosa ( Packers e Lions ), o ataque foi de matar de raiva... e quando o ataque apareceu ( Broncos ) foi a vez da defesa desaparecer...

Até aqui só um setor tem se mantido bem: os especialistas. O que é muito, mas muito pouco.

4 - Perdendo para si mesmo? Faltas e dropes matam campanhas. Mike Pouncey parecia uma rookie ao cometer duas faltas absurdas, que ele não cometeu nem quando era rookie!!! E nas duas situações o time tinha boas posições de marcar. Nas duas o time poderia ter marcado. Não evitaria a derrota, é certo, mas poderia dar mais descanso para a defesa. Sem falar que era vital para dar moral ao time.

Brandon Gibson deixou cair um passe crucial na última posse do primeiro tempo. Era uma terceira para 12 jardas e Tannehill, mais uma vez demorando demais para soltar a bola, soltou a bola para um passe que seria de 14 jardas. Mas ele deixou uma bola até fácil cair... Assim fica mesmo complicado vencer...

A defesa também deu suas contribuições: Delmas e Jones perderam ao menos uma interceptação cada. Nas duas campanhas o time sofreu pontos. 10 ao todo. Poderiam ser 10 a favor, ao menos. Façam as contas...


5 - Chamadas de ataque vão do "besta ao bestial" muito rapidamente: Até quem defende Ryan Tannehil sabe que ele não está entre os 10 melhores QBs da NFL. Eu não o coloca nem entre os 15 ( amanhã provarei o porque ). Mas todos concordam que os dois primeiros drives foram bons, até para o padrão Miami Dolphins de ser... acontece que as chamadas foram boas, inteligentes e que causaram problemas para a defesa dos Corvos. Mas...

Lazor deixou de usar os screens passes e read option para usar um estilo mais conservador. Acontece que se faz isso quando o placar está 30x10, não quando está 10x0. Ele, mais do que ninguém, sabe bem o que tem. E por saber, jamais poderia colocar Tannehill como se fosse um Bradt, um Manning ou um Rodgers... coisa que ele JAMAIS será...

Neste tocante, Lazor parecia Sherman. Aliás, alguém consegue ver diferença no trabalho dos dois nas duas últimas partidas? Eu não... e ai vem a próxima questão, que é...

6 - Apenas três corridas no segundo tempo? Sim, você leu corretamente. Três corridas no segundo tempo inteiro. Algo impressionante, sem dúvida. Se, e apenas se, a partida já estivesse perdida - e não estava, pois o time fez 13x7 na primeira posse de bola - e você tivesse um Super QB faria até sentido... mas vencendo e com Tannehill, não faz.

Ainda mais porque Lamar Miller estava tendo uma boa partida. Segundo Omar Kelly, a Comissão Técnica tem preservado Miller para que ele não estoure e está limitando as carregadas dele. Ok, pode ser... mas com o time vencendo por pouco e em vias de tomar a virada? Além do mais, do que vai servir ele não se machucar se o time ficar de fora da pós-temporada?

Isso sem falar que o ataque fica desequilibrado. E obviamente fica ainda mais fácil marcar um QB que já não consegue acertar um passe para mais de 20 jardas. Até os times mais fracos vão conseguir fazer isso, quanto mais uma equipe como o Ravens é... patético.

7 - A falta que Branden Albert faz: A contusão de um dos 10 melhores LT da temporada é um duro baque, sem dúvida. Mas quando você tem dois calouros que foram escolhidos para melhorar o setor, é de se esperar que eles, ao menos, possam segurar por mais de 2 segundos os grandes pass rush da Liga. Não é o caso de Dallas Thomas, escolha de terceiro round do draft passado ( na segunda escolha obtida na troca com o Bears por Marshall ) e Billy Turner escolha do mesmo round neste ano. Aliás, alguém ai sabe por anda Turner? Eu não sei...

Saber que as escolhas conseguidas por Marshall foram gastar em Michael Egnew e Dallas Thomas é de chorar de raiva... Thomas foi tão mal, sobretudo no segundo tempo, que até um CONE seria mais eficiente. 

Só que, se o jogador está sendo batido tão facilmente, fica uma pergunta básica: porque não colocar um Tight End por ali? Ou dobrar a marcação? Nenhuma correção foi feita. Surpreendente? Nem um pouco. Surpreendente seria terem feito algo...

Para quem não tiver entendido, sem Albert o time teve que deslocar James de RT para LT. Se Albert estivesse em campo, quem estaria por ali seria James.

8 - O que esperar do Dolphins agora? Bom, ainda temos 3 partidas. Uma fora e duas em casa. A fora é domingo que vem em Foxborough. As outras duas serão contra Vikings e Jets. Matematicamente vencendo as 3 o time pode ir para a post-season. Só que alguém acredita que o time vá vencer o Patriots? Acho que nem o mais fanático acredite nisso...

Além do mais, a derrota nos deixou atrás do Ravens e precisamos chegar na frente deles. E o Chargers, contra quem levamos vantagem, esta nossa frente. A temporada foi perdida no domingo, só por esta derrota? Claro que não... perder para o Bills foi mais crucial neste sentido. Perder para Packers e Lions também. O fato é que o time teve todas as chances de estar agora com 10-3. Mas foi INCAPAZ de fazê-lo. Porque? Diversos são os fatores. Mas eu prefiro falar deles depois...

É possível acreditar em Post-Season?

Complicou bem... mas ainda dá. Você acredita?
Normalmente eu teria torcido por uma vitória do Chargers, simplesmente porque sempre torço contra o Patriots. Acontece que no Sunday Night eu não queria ver os Bolts vencendo. Alguém pode pensar que o motivo era porque eu estaria pensando no Miami. Nada disso...

Uma vitória do Chargers realmente seria muito mais danosa para o Miami numa briga por uma vaga na post-season. Mas o motivo era bem diferente: se o nosso time tivesse conseguido vencer o Ravens, uma derrota do Patriots deixaria o Miamo dono do seu destino para vencer a divisão. Claro que seria mais isso era pouco provável ( o Pats perder ), mas caso acontecesse o time teria uma pálida esperança da conquistar a divisão. Como perdemos, era melhor o Pats vencer para a raiva ser menor...

Eu não acredito que este time vá para a post-season. Aliás, eu nem quero. Não terá utilidade alguma, apenas serviria para que os inúmeros problemas do time ( que todos sabem quais são ), ao invés de buscarmos as soluções para 2015. Mas a chance ainda existe. Mas para isso...

O time que não consegue ganhar de time, digamos assim, comum terá que vencer o melhor time da AFC, quiçá de toda a NFL: o Patriots. E fora de casa, onde o rival não perde desde... bom, faz muito, mas muito tempo mesmo. Se vencer, ai o time terá que vencer as outras duas partidas para chegar a 10-6. Alguém acredita que este time consiga derrotar o Pats? Não, eu não acredito...

Se vencer apenas Vikings e Jets, o time chegaria a 9-7. E ai, basta dar uma olhada na imagem acima para ver que é quase impossível conseguir a vaga com esse recorde. Em todo caso, mesmo que não consigamos a vaga, o time ao menos terminaria com mais vitórias do que derrotas apenas pela segunda vez em 10 anos. O que é quase nada... seria como um time que só toma derrotas de 4x0 passar a perder por 2x0. Segue sendo derrota, mas dói menos...

Louis Delmas fora da temporada

Desgraça pouca é bobagem...
Eu já vi o Miami vencer e praticamente sofrer uma derrota, por perder jogador(es) importante(s) por contusão para o resto da temporada. Mas ao menos o time venceu a partida. Só que neste ano, os atletas importantes se machucam e ficam de fora em derrotas, como foi o caso de Branden Albert ( derrota pro Lions ). Agora foi a vez de Louis Delmas, colocado hoje na IR ( injured reserve ou lista de machucados em português ).

Perder a partida e ainda assim perder mais um jogador vital. O que poderia ser pior?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Um time parado no tempo... e faz tempo!!!

A última vitória em playoffs aconteceu contra Peyton MAnning... quem diria.
Nem faço ideia porque existam tantos torcedores jovens do Dolphins. Pessoas com menos de 20 anos não deveria ter o menos motivo para escolher esta franquia. Mas, sabe-se lá como, eles escolhem o Miami. Talvez seja o passado glorioso, talvez seja vontade de sofrer... sei lá, eles aparecem. Adiante.

O Miami Dolphins é um time parado no tempo. E faz tempo que assim o está. Entre 1970 e 1999 o time venceu 293 partidas ( mais do que qualquer outro time da NFL ), foi a 5 Super Bowls e venceu 2 ( somente o Steelers, na AFC, supera esta marca, com o Raiders tendo jogado 4 e vencido 3 ).

A partir de 2000, primeiro ano sem o mito Dan Marino, o time foi aos playoffs apenas 3 vezes. E pior, só venceu uma única partida, contra o Colts da estrela emergente Peyton Manning no dia 30 de Dezembro. O placar foi 23-17, com um TD corrido na prorrogação ( sim, foi na prorrogação ) por Lamar Smith. Aliás, o RB conseguiu mais de 200 jardas, recorde da história da franquia numa partida de post-season. Inacreditável imaginar que o time sem Marino tenha conseguido vencer em post-season. Todos pensamos que daria para viver sem ele. Ledo engano...

Em 2001 o time voltaria a vencer a divisão, com uma campanha de 11-5. Realmente um sucesso. Acontece que o time perdeu em casa para o Ravens ( então campeão do Super Bowl ) por 20x3. E, ironia tremenda, só voltaria em 2008 para novamente perder para o Ravens, dessa vez por 27x09. Nas outras 11 temporadas, frustrações acumuladas, ano após ano. Uma atrás da outra. O ponto alto ( ou seria melhor dizer baixo? ) foi 2007, onde tudo o que poderia dar errado deu e o time fez 1-15. Por essas coincidências da vida, a única vitória foi diante do Ravens.

Neste período de vacas mais de magras, diversos times se reinventaram, venceram, caíram, voltaram a vencer e voltaram a perder. Apenas Bills e Browns fizeram companhia ao Miami em todos estes anos de seca. Alguém pode citar o Raiders, mas eles foram a um Super Bowl neste nosso período de seca. Mesmo que estejam piores do que nós a muito tempo, mas só ter ido ao grande jogo já está melhor do que nós. Até o Cardinals e Lions, arremedos de times nos tempos de glória do Miami, hoje são melhores. Até em Super Bowl o Cards já esteve!!! o Lions vem jogando bem melhor desde 2008, quando fez 0-16. Já o Miami...

Nestes 14 anos desde aquela última vitória em Playoffs, o Steelers ( que tivera uma temporada de 9-7 e ficara de fora dos playoffs naquele ano ), venceu 2 Super Bowls, tendo e perdido outro. O Seattle era da AFC e um freguês do Dolphins foi a 2 SBs, vencendo o último. O Denver - já sem Elway, patinou e caiu muito. Mas agora está dando novamente às cartas na AFC. O Patriots era um time sem expressão, mesmo que tivesse ido ao Super Bowl em 1995. A lista é imensa, mas o fato é que diversos times foram e voltaram ao topo. Nós só conseguimos ficar na mesmice, perdendo.

Ao fim da temporada 2007, um pensamento nos animava: a first pick. Ou seja, o sofrimento teria recompensa. Que nada. Fizeram tudo errado e só acertaram numa pick, justamente a primeira com Jake Long. Que nunca teria um QB Top para proteger. Veio 2009, a escolha de um tal de Pat White, que seria dispensado de 2 esportes ( FA e Baseball ). Depois tantas outras escolhas perdidas.

Mas enfim, o que dá errado? Ou o que deu errado? Onde está o erro? Eu tenho opinião particular, mas este tópico não é para isso. Alguns falam que a mentalidade vencedora se perdeu. Como recuperá-la? Não sei, mas é preciso encontrar uma forma de achá-la.

Pelo bem dos torcedores. Pelo bem da história. 

domingo, 7 de dezembro de 2014

Week 14: Dolphins 13 x 28 Ravens - O que dizer?

Mais uma vez quem comemorou foi o Ravens no Sun Life...

Ai, Ai, Ai... fiquei pensando o que escrever. Aliás, eu fiquei pensando até se deveria escrever alguma coisa após esta partida. Fiquei pensando até se o time merece que eu fique escrevendo após tantas e tantas decepções, ano após ano. Entre tantos pensamentos ( quase todos ruins ), pensei que essa derrota possa ser a senha para o futuro. Sim, o futuro.

Este time ainda é o time de Jeff Ireland. Pòr mais que Dennis Hickey tenha - de fato - acertado em algumas aquisições na Free Agency e no Draft, este time ainda tem diversos defeitos da era Ireland. Do Quarterback, passando pelos Linebackers e desaguando nos membros da secundária. Hickey precisará começar, de fato, o seu trabalho. Que seria tremendamente mascarado com uma ida a post-season.

Não quero dizer que estou feliz com a derrota. Pelo contrário, estou irritadíssimo com o time por ter conseguido perder uma partida que dominou demais no primeiro tempo, para ser dominado no segundo tempo. Claro que para mim a culpa é maior do QB, mas não tratarei disso agora. O time simplesmente não PRESTA. Esse é o ponto. Ou uma equipe que marca 10 pontos no primeiro e apenas 3 no segundo é uma equipe boa? E tomar 7 em um tempo e 21 no outro? Não, isso não é coisa de equipe boa.

Ainda existe, teoricamente, chances de post-season... mas alguém ai acredita que este time vá vencer o Patriots na semana que vem? Eu não acredito. E quem acreditar é, ao menos, cego. Dentre outras coisas... o time pode até vencer? Pode, mas seria uma zebra sem medidas...

Portanto, esta derrota pode servir para que um novo time seja montado, mantendo algumas peças ( depois citarei quem eu manteria ), mas com certeza Joe Philbin e cia precisam vazar do Miami. Nem que seja para colocar outro Coach medíocre no seu lugar... mas um dia iremos acertar em uma escolha.

Week 14: Dolphins 10 x 07 Ravens - Dominação em campo, mas não no placar

Hartline ainda está jogando!!!
Passados 6 dias o sentimento é o mesmo, só que invertidos os papeis. O Miami doutrinou o Ravens em quase todo o primeiro tempo, teve chances reais de matar a partida, mas... todos sabemos como o time é incompetente em fazer isso...

Fizemos 10x0 com os já tradicionais passes curtos ( de no máximo 15 jardas ), foram a tônica outra vez, RJ Stanford conseguiu uma improvável interceptação na End Zone, mas o ataque travou no segundo quarto e o no drive final Flacco conseguiu comandar com eficácia e marcou um TD, deixando o placar em 10x7, quando poderia ter sido facilmente uns 21 x 03.

Coisas de Miami. Como um Touchdown de Brian Hartline...