sábado, 28 de abril de 2018

Draft 2018 - 4º Round, Pick 131: Kalen Ballage, RB - Arizona State

E eis que enfim apareceu um RB... na pick da doação do Ajayi
Tem coisas que parecem feitas de propósito. Se me falassem que os Dolphins iriam escolher um RB na pick gerada pela doação de Jay Ajayi, eu certamente ficaria puto. E eu fiquei sim puto com a escolha, não pelo jogador, mas por esta infeliz coincidência. Não tem como não lembrar de Jay Ajayi e da sua terrível saída para os Eagles. Mas paremos com os fatos sobre Ajayi por aqui.

Ballage é um bom prospecto. Não pertence a uma grande Universidade, mas joga bem e tem qualidade. Segundo alguns, era talento para o segundo round, mas caiu porque os times deram foco em outras posições. Chega ao time com possibilidades reais de virar Starter. Mas isso pode ser porque eu odeio Kenyan Drake ( kkkkkkkk ).

Dado o potencial do atleta e ter sido um possível grande steal, eu classifico como B.

Draft 2018 - 4º Round, Pick 123 - Durham Smythe, TE - Notre Dame

Mais um TE?? Este, ao menos, bloqueia...
Depois de fazer uma escolha, digamos assim, fora da lógica, no round anterior, os Dolphins seguiram escolhendo sem pensar no BPA. O escolhido da vez foi Durham Smythe de Notre Dame, um Tight End. Sim, outro TE. Enquanto Gesicki não tem qualidade bloqueado, este as tem de sobras.

Um dado nada aleatório: esta pick foi que conseguimos na doação de Jarvis Landry. Chega a ser irônico o time escolher um TE que é melhor bloqueando do que recebendo passes, justamente o que era melhor qualidade de... Landry!!!

Qual a ideia aqui? Podem ser várias coisas: desde que o time quer mudar o padrão do ataque até o fato de que Gase e cia desejarem resolver agora o problema da posição, que perdura a quase uma década. Em todo caso, existiam atletas melhores em outros posições ( WR/DT/RB ) disponíveis. A nota? Fico com um B.

Draft 2018 - 3º Round, Pick 73: Jerome Baker, OLB - Ohio State

Baker tem qualidades, mas é bem pequeno como mostra a foto...
Uma certeza antes do draft existia em Miami: a necessidade um Linebacker. O time passou Tremaine Edmunds - que poderemos, de fato, nos arrepender - para pegar o BPA ( de maneira correta, diga-se de passagem ) em Minkah Fitzpatrick. Pode até dar errado, mas existe um método nisso, escolher sempre o melhor jogador na Board. No segundo round catamos um TE, outra vez acertadamente, mas a necessidade de um Linebacker.

No terceiro round, sem trades, os Dolphins tiveram apenas uma escolha. E com ele escolheram um LB, que... não deve jogar no seu primeiro ano e que é baixo demais. Duvida? Olhe a foto acima, pois uma das criticas que pensam sobre Baker Mayfield é sua altura. Ele não tem força para dobrar Tackles e segundo alguns terá dificuldades de tacklear os TEs atuais. E o mesmo vale para os RBs. Ou seja, ele não é um LB que precisamos. Mas é um LB dirão alguns...

O que acontece é que, aqui, o time esqueceu o BPA. E mais do que isso, não focou nem no BPA da posição, existiam outros LBs na Board, mas o time por algum motivo o quis. Paciência, foi escolhido e ele não é um jogador ruim, apenas não é o melhor que poderia ser escolhido. A nota, neste caso, é a mais baixa de todas até aqui: B-. 

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Draft 2018 - 2º Round, Pick 42: Mike Gesicki, TE - Penn State

Isso é o que esperamos que ele faça várias vezes com nossa camisa...
Miami precisava de um TE. E achou um na 42ª pick, por acaso a mesma em que um tal de Rob Gronkwoski foi escolhido. A comparação para por aqui, mas ele pode representar para os Dolphins o que Gronk representa em NE. Altura para isso e mãos ele tem.

Existiam outros jogadores disponíveis em posições tão carentes quanto a de TE, mas foi uma boa pick. Uma curiosidade: tanto Gesicki quanto Fitzpatrick fizeram treinos em Pensacola na Flórida e os olheiros dos Dolphins estiveram por lá. 

Outra carência foi encaminhada. Uma nota B+, porque ele não bloqueia. No mais, feliz da vida pela escolha. No terceiro round deve ser a hora de LBs. 

A voz da Torcida sobre a escolha de Minkah Fitzpatrick

O que disseram alguns torcedores sobre esta escolha?

Pedi a alguns membros do nosso grupo de WhatsApp para tecerem comentários sobre a pick de ontem. Eis o que pensam 2 deles:

Felipe FlorindoSentimento de satisfação. É o que este torcedor dos Dolphins sente nesta manhã de sexta feira. Preferiria um dos bons QBs, mas com as manobras de Jets e Cardinals minha esperanças acabaram. Sorte de Ryan Tannehill que seguirá sendo titular no time, pelo menos pelas próximas duas temporadas. Havia um bom jogador para ser escolhido. E como somos torcedores que sofremos, o medo tomou conta. Quando o comissário entrou para falar a escolha, meu coração saltava a boca: "Certeza que escolherão o Vita Vea", pensei. Mas não. A escolha foi excelente. A reação do Paulo Antunes, foi a mesma que a minha. Satisfação e alívio. Go Dolphins!

Victor LimaCara...Fitzpatrick para mim é um jogador muito dinâmico, sua versatilidade é absurda. Um dos principais atributos que tenho visto é como ele pode jogar em múltiplas posições e na minha opinião isso é uma coisa muito boa. Realmente um dos melhores prospectos de sua posição e de todo draft.

Hoje tem 2º e 3º rounds: o que fazer?

Fitzpatrick aparecendo em grandes jogos: exatamente o que queremos...
Passada a euforia - e o alívio - com uma boa/ótima escolha, chega a hora de recuperar as energias porque daqui a pouco, às 20:00hs na ESPN+, tem o 2º e o 3º round do Draft. O Miami tem, por enquanto, apenas 2 escolhas, mas muitas coisas podem acontecer. Vamos, inicialmente, a um ranking dos 12 melhores jogadores disponíveis segundo Matthew Cannata, insider dos Dolphins:
  • DT Maurice Hurst
  • CB Josh Jackson
  • TE Dallas Goedert
  • OT Connor Williams
  • DE Harold Landry
  • OG Will Hernandez
  • RB Ronald Jones II
  • C James Daniels
  • WR Courtland Sutton 
  • WR Anthony Miller 
  • RB Nick Chubb
  • RB Derrius Guice

Nesta lista, curiosamente, não temos nenhum LB. Mas não se preocupem, tem bons prospectos para o terceiro round. Eu trouxe esta lista porque é possível que desta lista saia o nosso escolhido no segundo round, porque nossa pick - inicialmente - é a 10ª. Assim sendo, poderemos ter um destes ou não. Porque eu aceitaria quase toda trade que fosse oferecida. Descer é bom porque o time tem a chance de apostar na quantidade e também na qualidade de jogadores que são desprezados.

Eu desceria também porque o time poderia ter munição para, depois, subir na hora certa se fosse necessário. Precisam de profundidade em quase todas as posições, excelente DE e WR. E depois de ontem, é claro, entre os Safeties. Por isso não se irrite, nem se surpreenda, se o time descer no Draft hoje. Será salutar e fará bem ao time.

Sobre posições, hoje, eu iria no melhor TE disponível no segundo e se não tivesse um que valesse a pena iria de OL. No terceiro, sem trocas, iria no melhor OLB que tivesse sobrado. Se nenhum valer a pena, cataria um RB, talvez Mark Walton de Miami. Ele tem toda cara de ser um Lamar Miller 2.0. Valeria a pena.

Até mais tarde, quando mais uma vez postarei sobre as escolhas, como em todos os anos. E antes de terminar, uma aposta: se fosse escolher um dos 12 citados neste post eu iria de Dallas Goedert.

Análise da Pick: Minkah Fitzpatrick

Por essa escolha ninguém esperava...
Apontei em alguns textos, e por alguns anos, que o Miami Dolphins não tinha um plano no Draft. Pra mim segue sem um, mas ao menos agora criou uma tendência: escolher o BPA ( best player avaliable ou em bom português o melhor jogador disponível ). Minkah Fitzpatrick era, contestavelmente, o melhor prospecto na boar na 11ª escolha. Por mais que você geste Tremaine Edmunds, ele não é BPA mais valioso sobre Fitzpatrick. O que não quer dizer que se o time o tivesse escolhido seria um erro e eu aqui estaria criticando a pick, pelo contrário. Mas existe uma clara sinalização dada pelos Dolphins desde 2016: é BPA e o resto se resolve depois.

Falarei ainda hoje sobre este possível depois, mas agora é hora de tecer alguns comentários sobre a escolha. O principal deles é que Fitzpatrick tem capacidade para elevar o nível do setor. E quando você atua duas vezes contra Tom Brady por ano isso tem seu valor. Nossa DL perdeu força, mas ainda é boa o suficiente para pressionar o QB. Faltam LBs, mas ainda temos mais 7 picks neste draft, isso sem Trades. Fitzpatrick é cara que chega e os OCs terão alterar seus planos, porque ele tem instintos e capacidade suficientes para negar recepções, corridas e - sobretudo - TDs aos adversários.

Ele e Jones formam, desde já, uma dupla de sonhos. Juventude e experiência que se completam num segundo nível da defesa que pode virar mítico. Teremos 2 ou 3 anos de alto/bom nível de Jones, com ele ensinando muito ao agora companheiro. Isso é vita e é o que queremos/desejamos que acontecesse com Charles Harris. Foi uma baita escolha e ainda existem LBs que podem ajudar bastante o setor, disponíveis na board. Um deles, com certeza, será escolhido.

O primeiro round foi louco, com uma corrida desenfreada por Centers ( !!! ), Defensive Tackles e Linebackers. Mas o caminho para um ótimo draft foi pavimentado com a escolha de Fitzpatrick. Se ele irá ou não ser um líder em campo, como em todo rookie, só o tempo dirá. Mas como análises são prévias, eu estou feliz com a escolha. Pena que as inúteis vitórias de sempre nos fizeram perder um QB promissor e que Cardinals e Bills venderam quase a alma para nos impedir de conseguir isso.

Mas Fitzpatrick é um Dolphins agora. E isso é uma boa notícia...

quinta-feira, 26 de abril de 2018

E com a 11ª escolha do NFL Draft de 2018...

Minkah Fitzpatrick  Alabama
Habemus Safety!!! Num draft com algumas surpresas, quando Josh Allen e Josh Rosen sobraram na board, eu cheguei a sonhar com um QB, mas Bills e Cardinals subiram e cataram os 2. Ai os Dolphins ficaram sem opções para QB, mas com várias opções, como Tremiane Edmunds, Vita Vea, Derwin James e... Minkah Fitzpatrick.

O Safety de Alabama é capaz de jogar praticamente em todas as posições da Secundária e assim vira uma opção incrível para um time que tem buracos no fundo do campo. Ele chega para formar uma dupla de Safeties dos sonhos com Reshad Jones. 

Gostei da pick, o time foi de BPA não de necessidade. Tremaine Edmunds era a maior necessidade, porém escolher pelo BPA costuma dar bons resultados. Depois, talvez amanhá, eu poste o perfil dele. Mas por hora, a escolha é A.

É Hoje!!!

Desta sala sairão grandes... busts!!!!
Hoje é o dia. Hoje começamos a definir quem serão os próximos jogadores a se destacarem conosco e em 4 anos serem ignorados pelo comando da franquia. Hoje é o dia de saber quem serão as perebas que serão idolatrados pelo comando da franquia. E talvez, apenas talvez, hoje é o dia em que começaremos a ter novos horizontes na franquia, com a chegada de um all-star que mude os rumos do time.

O que será feito? Bom, erros e mais erros é praticamente uma certeza. Mas sempre existirá a esperança de que errem acertando ( kkkkkkkk ). Que consigam escolher alguém que nos faça sentir orgulho de sermos torcedores. Algo que a tempos não acontece e quando acontece, fazem como fizeram com Jay Ajayi e Jarvis Landry.

Não deu, por conta do tempo, de fazer perfis de todos. Mas de uma coisa eu tenho certeza: a escolha não deve fugir muito de Baker Mayfield ( ou um outro QB que desça no Draft ), Roquan Smith, Tremaine Edwards, Dervin James, Denzel Ward ou Minkah Fitzpatrick. Quenton Nelson não deve sobrar, mas se sobrar é uma escolha segura.

Talvez eu poste algo mais tarde, mas estou envolvido com o Sports da Massa e por isso eu não devo postar muito a noite, mas prometo fazer um esforço concentrado. Vocês merecem isso. 

terça-feira, 24 de abril de 2018

Um Plano para o Daft ( e o futuro dos Dolphins )

Estes três aqui farão alguma merda a partir de quinta...

A vida nos traz poucas certezas além da morte. Mas pra nós, torcedores do Miami Dolphins existe outra: a de que será feita merda no Draft. Seja no antes, no início, no meio ou no fim. Em todo recrutamento da NFL o time fez, ao menos, uma escolha ou movimento muito errado  do qual nos arrependemos, ou na hora ou n:o máximo até o fim da temporada. Existem tantos exemplos que eu nem vou perder tempos elencando-os. Vamos adiante...

A questão centram aqui é: existe um plano? Não. Porque não é possível que possa existir planejamento que comporte a doação de Jarvis Landry e Jay Ajayi e possa dar certo. Enfim... eu irei expor o que eu faria a partir de quinta-feira. É um pensamento meu esquecendo os erros gravíssimos cometidos nesta ( e nas outras também ) Free Agency. Colocarei um linhas claras um plano, como se eu fosse o GM com total poderes para decidir ( vide Kevin Costner no filme Draft Day ). Portanto, não levarei em conta contratos assinados e estendidos recentemente. Também não levarei em conta o pensamento de Adam Gase e nem farei de conta que, se eu fosse o GM, ele teria sido sumariamente demitido por mim ao fim da temporada anterior. Ele é o Coach e assim faz parte do Plano. Vamos a ele:
  • O time precisa de um novo QB. Adam Gase é considerado, sabe-se lá porque, um Mago dos QBs. Assim sendo, ele precisa de um que possa, do começo, ser lapidado. Ryan Tannehill já tem seus defeitos bem enraizados e não tem minha confiança ( lembrem-se, eu sou o GM ). Assim sendo, na Pick 11 o time vai de QB se um decente estiver disponível;
  • O time precisa de Picks. Pois é, para remontar o time faz-se necessário ter talento em várias posições. E como o Cap quase estourado, o time precisa de alívio para as próximas temporadas, conseguindo assim atletas no Draft. O que isso quer dizer? Se um time louco ( Cardinals por exemplo ) quiser pagar o preço certo pelo Mayfield, que o leve. Aceitaria na hora ter duas escolhas de segundo e de terceiro para melhorar a profundidade do elenco. QBs aparecem no meio do draft e um Mason Rudolph poderia sobrar ainda no primeiro round. Ou um Lamar Jackson. Lembrem-se: é um plano para o futuro, não para esta temporada apenas.
  • Não tendo QB bom no primeiro round, o que fazer? Aqui eu tenho uma clara ideia: tanto na 11ª ou na escolha obtida com uma Trade, a escolha tem que ser um LB ou um DT. Existem grandes talentos como Roquan Smith, Tremaine Edwards ou Vita Vea e outros bons DTs. Se não tiver nenhum grande valor, se aparecer Trade, eu a faria na hora.
  • Reforçar a defesa ou o ataque? Bom, depois do primeiro escolhido, tudo seria definido em função dele. Se um QB for o escolhido, precisará de um TE e um OG. Posições carentes no elenco. Existem nomes para isso no segundo round ( simulação feita por mim ao final deste posto mostra como seriam as escolhas subsequentes à uma escolha de Baker Mayfield ). Se não fosse um QB, eu buscaria os mesmo atletas para TE/OG, mas de olho nos QBs que sobrassem. Uma certeza eu tenho: iria escolher, com certeza ao menos 1 TE, 1 OG, 1 LB e 1DT nas primeiras 5 escolhas. E se desse, 1 QB tb.
  • No final do draft, ai passa-se a olhar o BPA e jogadores que tenham caído no Draft ( Ajayi foi escolhido assim no draft de 2015, assim com Reshad Jones no de 2010 ). E é mais complexo analisar. 
  • No Draft ano seguinte as escolhas seriam complementadas levando em conta quem se destacou da Classe de 2018 e dos buracos que tivesse sido abertas ou não fechadas por contusões e/ou saídas de atletas pela Free Agency. Focando no Draft a escolha dos titulares e buscando no mercado as boas barganhas ao invés de torrar milhões e milhões em atletas que não querem nada mais do que nosso dinheiro.
Enfim, isto é o que eu faria. Nada de Trade Up, afinal não temos como queimar mais picks. E se tivesse oferta boa, eu trocaria para baixo. Aqui a simulação que fiz com a escolha de Baker Mayfield ( e sem Trades ), uma com a escolha de Edmunds ( sem trades e sem QB ) e uma simulação com Trade ( Lamar Jackson como QB:



domingo, 22 de abril de 2018

Estrelas do Draft: Baker Mayfield, QB - Oklahoma

Os Dolphuns tem olhado com atenção incomum para Mayfield.
Desde que eu criei o Blog ( quase 11 anos atrás ), o Miami Dolphins nunca demonstrou tanto interesse num QB como tem feito com Baker Mayfield. Tudo o que um time pode fazer para cercar um jogador, o time já fez. E parece existir, de fato, uma chance real de que ele seja escolhido na primeira rodada, caso esteja disponível. Com Ryan Tannehill não aconteceu nada disso, porque ou o time já o tinha escolhido antes de contratar Mike Sherman como Coordenador Ofensivo ou depois de contratá-lo.

O fato é um só: o time parece ter finalmente acordado. Estava claro a muito tempo que com Ryan Tannehill este time não vai longe, precisa de um algo a mais. Será que Mayfield representa este algo a mais? Para alguns sim, mas para outros não. O fato é que já passou da hora de arriscar em outro QB. E Mayfield parece a opção adequada para isso.

Nome: Baker Mayfield - Universidade: Oklahoma - Posição: QB - Classe: Sênior
Altura: 1,85m - Peso: 98kg - Idade: 23 anos

Pontos Positivos:
  • Resistente e competitivo.
  • Líder nato.
  • Tem melhorado ano após ano.
  • Tem bom trabalho pre-snap, com uma boa leitura de jogo.
  • Preciso em todos os três níveis
  • Completou 53% de seus passes para mais de 21 jardas nos últimos dois anos
  • Tem talento de improvisação
  • Usa mobilidade para ganhar tempo para fazer jogadas
  • Taxa de 67% de acerto quando em movimento
  • Produtividade e eficiência de elite na zona vermelha
Pontos Negativos
  • Preferência por passes curtos pode facilitar que os defensores o bloqueiem na NFL
  • Atuou em um esquema que espalha diversos recebedores, abrindo assim boas janelas para a transmissão
  • Precisa melhorar a leitura do fundo do campo
  • Tem problemas em identificar blitz atrasadas
  • Footwork não é bom e é um ponto crucial a ser melhorado
  • Quando o pocket entra em colapso ele rende menos
  • As vezes suas bolas profundas ficam penduradas
  • Por vezes ele insiste na jogada quando não tem mais o que fazer, o que pode acarretar em sacks desnecessários
Porque Draftar? O time precisa de um QB para seguir em frente. Ryan Tannehill não nos levará à um Super Bowl, é fato. E volta de uma séria contusão, o que pode torná-lo inferior ao seu teto apresentado até agora, o que já era insuficiente. Mayfield é um líder e nos permitiria montar um time no seu entorno. Ele serviria, já agora em 2018, como um seguro para uma volta inconstante de Tannehill e para os próximos anos ser o comandante de um time vencedor.