domingo, 29 de dezembro de 2019

Miami venceu os Patriots no Gillete Stadium no encerramento da temporada

Olhem a cara de felicidade do Dick Vigarista...
Antes de falar da partida, quero pedir desculpas pela ausência de postagens. É que depois de tantos anos cobrindo as temporadas, eu cansara. Sim, cansei de postar sobre um time que só comete erros e que decidira apenas passar as maiores vergonhas da História da NFL, logo na temporada 100. No meio da temporada em diante, a frustração ficou maior, uma vez que ficar com First Overall Pick parecia um prêmio para uma temporada vergonhosa. Acontece que o time decidiu vencer partidas e chegamos a 4 vitórias até o jogo de hoje. E com a pick 5 no Draft. O que me faz comparar este fim de temporada com o de 2011. A diferença, que vejo é uma só: temos um Coach novato. Só esta é a diferença. Se cometeremos os mesmos erros de 2012, eu não sei, mas a semelhanças são imensas. Adiante...

Ao entrar em campo hoje em Foxborough, ninguém apostaria numa vitória de Miami. Nem o mais convicto torcedor esperaria que saíssemos de campo com a Vitória. Acontece que... foi o que aconteceu. Com uma atuação sólida no ataque e em alguns momentos na defesa, o time venceu por 27x24 marcando o Touchdown da Vitória com poucos segundos para o final da partida, após liderar o placar quase a partida inteira. Destaque para o "barba" Ryan Fitzpatrick com uma atuação segura e distribuindo bem a bola e a protegendo bem. Por falar em proteção, a OL conseguiu segurar a DL rival. 

Destaque também para DeVante Parker que deitou e rolou em cima de Stephon Gilmore, apenas considerado o melhor CB da Liga para muitos. Além dele, foram bem Mike Gesicky e Isaiah Ford. Ponto negativo, a inexistência de jogo corrido. Pela defesa, pressões e marcações precisas foram intercaladas com apagões. Nada de novo, embora tenha louco que diga que a defesa precise de apenas 2 reforços para 2020. E temos que destacar o Pick Six de Eric Rowe, ex-Pats.

Mas o mais importante é a vitória. Quer dizer, acabou sendo porque os Jaguars venceram e com isso ficamos com a mesma escolha N.º 05 que já tínhamos antes de começar a partida. Então, vencer, só trouxe benefícios porque complicamos a vida dos Pats que terão que jogar no Wild Card ( primeira vez desde 2009 ). Se quiserem chegar no Super Bowl novamente, terão que fazê-lo longe de Foxborough. 

Alguns acreditam que temos motivos para empolgação. Eu não compartilho desta parte. Já vi muitas reconstruções para, aos 45 anos, optar pelo comedimento. A prudência, neste caso, é o melhor caminho, porque se vier uma decepção não sofre-se muito e se por acaso vier uma grande surpresa, todos sairemos ganhando. Mas é bom não esperar por uma FA e Draft acima da média histórica do Miami, tende a cair do cavalo.

Este é o último post do ano. E então Feliz Ano Novo para todos. E que nossa FA e o nosso Draft possam nos trazer mais alegrias do que decepções.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Dolphins venceu os Jets.

Tomara que seja a primeira de uma centena...
Ontem, após 7 derrotas, o Miami Dolphins venceu a primeira partida na temporada. Alguns podem achar que isso estraga o Tank, mas é preciso pontuar que temos 3 equipes na nossa frente neste momento: Redskins ( de quem já perdemos ), Jets e Bengals, que se enfrentam nesta semana. Ou seja, perdendo nossa partida um deles será superado e ainda encaramos o Bengals. Enfim, estas contas podem mudar. O que não poderíamos era perder em casa para os Jets e o seu Coach, um tal de Adam Gase.

Não vou falar das atuações isoladamente, mas temos boas notícias recentes, sobretudo na defesa: com rendimento entre as 15 melhores nas últimas 3 semanas. O ataque também se estabilizou um pouco, com atuações interessantes. Não espero que vençamos várias partidas, mas temos uma chance real de terminar bem posicionado no próximo Draft... contudo agora não corremos mais risco de fazer 0-16. O time pode se preparar melhor, dando liga em um elenco que agora parece melhor do que era no começo.

Tivemos também uma baixa: Preston Williams, calouro não draftado, está fora da temporada. Ele ficará de fora por pelo menos uns 9 meses, o que implica perder uma parte da Training Camp.

domingo, 15 de setembro de 2019

E lá vamos nós para Week 2

O que acontecerá amanhã que não aconteceu na Week 1?
Amanhá será a primeira vez em que receberemos os Pats no Hard Rock Stadium, desde o Miami Miracle. Quando conseguimos o impossível naquele final de partida mítico, os Dolphins pareciam fadados ao sucesso. Parecia... pois o que temos agora é um arremedo de um time. Mas a pergunta é: tomamos 59 pontos de um ataque que ficará bem distante dos 10 melhores e agora vamos receber o time que é um dos melhores ataques da NFL.

Os Patriots simplesmente ignoraram a defesa dos Steelers e limitaram o ataque do rival em 03 míseros pontos. Algo simplesmente surreal. E nós fizemos apenas 10 pontos numa defesa que está bem distante do seu auge. Temos então que nossa defesa inexistiu na Week 1 e o ataque foi péssimo. E agora vamos encarar os Patriots. E não me venham apontar que os Pats sempre se dão mal em Miami, porque a situação é bem mais complicada.

Durante a semana, o Miami teve que lidar com a informação de que diversos jogadores teriam solicitado Trades. E, pior, de que o Front Office teria dado autorização para que os agentes destes jogadores buscassem negócios. Um dos jogadores foi identificado: Minkah FitzPatrick, que anda bem chateado em não atuar em sua melhor posição, que é Safety. Até a mãe dele reclamou. O outro jogador seria Kenyan Drake. O mais engraçado é que Miami nega que tenha dado autorização e FitzPatrick nega que tenha pedido.

Além disso, existem problemas adicionais como jogadores machucados e, o que considero o pior: a questão se teremos ou não uma equipe treinada em campo. Eu reforço que na Week 1 Miami foi tudo menos uma equipe que demonstrasse que passara por um treinamento decente. Ai vem a questão: será que Brian Flores e seus Coordenadores conseguirão em poucos dias o que não chegaram nem perto de conseguir em mais de 1 mês de treinos? Duvido...

Sobre o placar, o que esperar? Bom, se não tomarmos mais de 60 pontos, talvez seja um lucro imenso...

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Pilulas do dia seguinte: Alguém anotou a placa?

Flores terá muito o que fazer...
Antes das pílulas em si, uma correção: Preston Williams merece crédito pelo belíssimo TD de ontem, o primeiro dele e único nosso na partida. Adiante.

Muitas dúvidas surgem depois daquela patética atuação de ontem. Mas uma não me saiu da cabeça durante o dia: quantas pauladas deste nível um Coach consegue suportar? Porque eu vi Coachs caírem porque se perderam no meio do caminho, perderam o vestiário ou porque simplesmente não eram feitos para NFL. Mas iniciar tomando 59 pontos e marcando só 10, eu não lembro. Ah Flávio, mas nós estamos Tankando. E daí? É preciso manter-se vivo nas partidas por pelo menos um quarto. O Miami estava derrotado ao fim do primeiro.

Ontem parecia um time que se reunira na semana anterior. Por  mais que diversos jogadores tenham chegado e 3 Starters saído, os que entraram em campo não pareciam treinados. Não era nem mal treinados e sim como se não tivessem sido treinados. E isso, a mim ao menos, assustou. E muito.

Ontem e hoje Flores deu declarações no mínimo debochadas. Ele falou que o time precisa melhorar no ataque, na defesa e no Special Team. Sério que ele pensa isso mesmo? Além disso, deu a entender que corrigirá os erros durante a semana. Outra vez, é sério isso? Porque ele não fez isso antes da partida contra os Ravens? E lembrando que domingo é contra os Pats, que vão estrear apenas Antonio Brown. Logo, duvido que ele consiga melhorar algo no time.

Falando do time em si, o ataque ser ruim eu fico calado. Era esperado, não temos OL,  não temos RB e não temos QB. O resto não é  bom, mas daria pro caldo. Mas na defesa existia alguma expectativa de atuações ao menos decentes. E não foi o que vimos ontem. E eu vou além: eu não vi nada que sequer arrisque indícios de melhoras para 2020. O fato é que infelizmente não temos qualquer perspectiva positiva para o ano que vem. Teremos que construir praticamente do zero o elenco.

Para finalizar, tem a notícia de que vários jogadores acionaram seus agentes para que os mesmos buscassem Trades. Natural, jogadores com espaço em outros times não aceitarão serem massacrados todas as semanas por uma temporada. Existem jogadores sim com espaço em equipes sérias da NFL e talvez tenhamos mais saídas até a Week 8, quando fecha-se o mercado para trocas. Enfim, nunca a expressão "será uma longa temporada" será tão aplicável quanto agora aos Dolphins.


domingo, 8 de setembro de 2019

Sobre o que falar após a vergonhosa atuação de hoje?

Lamar Jackson ou Peyton Manning??
Nossa secundária foi queimada diversas vezes
FitzPatrick apanhou demais na partida
A moral está bem baixa depois desta partida...
Nem sei por onde começar a falar sobre este massacre que vimos no Hard Rock Stadium. Que o time está Tankando, até minha mãe já sabe e ela nem assiste NFL. Mas sinceramente, tomamos hoje apenas a pior derrota da história da franquia. Nada deu certo e não vimos o mínimo de organização em campo. Eu esperava que a defesa pudesse ser melhor que em 2019. Mas foi pior. Bem pior. Não tivemos nada que passasse perto de um Linha Ofensiva. Nosso jogo corrido, que eu falo a tempos que é fraco, inexistiu. E a defesa nem passou pelo campo. E nem o Special Team disse presente, com erros grotescos.

Brian Flores e sua trupe vinda de Boston nos transformaram numa piada ainda maior do que já éramos. E não venham dizendo que é cedo e que é apenas uma partida. Eu já vi algo parecido em 2007. Aliás, foi na temporada do 1-15 em que tínhamos todos 42 pontos num primeiro antes. E nunca antes daquele ano. Não quero dizer que faremos 1-15 de novo, mas parece curioso as coincidências. Em todo caso, o 1-15 começou com partidas equilibradas, onde o time competiu pelas partidas. Agora começa com humilhação. E nem foi TNF ainda... E semana que vem é contra o Patriots.

Talvez o pior sejam as informações que diversos jogadores pediram a seus Agentes por Trocas após o que se viu no Hard Rock Stadium. Aguardamos por novas informações sobre isso, mas já sabemos que não são boatos e sim é algo confirmado. Não citarei jogadores individualmente pelas suas péssimas atuações, mas eu só me agradei de DeVante Parker. Mas praticamente todos foram um desastre em campo, com vários sendo desastrosos mesmo.

Amanhã, talvez, eu falo mais da partida. Por hora estou apenas tentando decifrar o que aconteceu. Tentando...

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Tankar ou não Tankar???

Coach Flores segue, tentando, a negar o óbvio...
O que pensar dos Dolphins após o fim da pré-temporada que não seja a palavra: TANK? O time livrou-se de 3 jogadores Starters de sábado para o domingo. Foram 3 Starters, o que é muita coisa. Além disso tivemos cortes de jogadores que pareciam consolidados em Miami, como John Denney. Fizemos contratações via trade de 2 Guards Zé das Couves. Já demitimos nosso Coach de OL, gastamos picks para adquirir um QB que agora é reserva.

Nosso Head Coach, Brian Flores não pensa assim. Segundo ele, o time brigará forte para vencer todas as partidas e acredita na qualidade do seu elenco. Me desculpem quem pensar o contrário, mas ele está falando pra fora. O time está num claro Tank, mas claramente não vai assumir, porque fica feio. E sejamos francos: se o time vencer mais de 4 partidas ficaremos todos bem chateados.

E o amigo leitor, o que acha: estamos ou não Tankando??

domingo, 1 de setembro de 2019

Dolphins troca Kiko Alonso com os Saints por outro LB

Alonso agora está nos Saints...
Miami não parou de mexer no elenco e fez outra trade: mandou Kiko Alonso para os Saints e recebeu outro LB, Vince Biegel. Foi uma troca mano a mano, sem nenhuma outra compensação. Em um primeiro momento pode parecer uma troca sem sentido, de fato parece, mas o Miami está limpando de vez o Cap Space para 2020. Quando o time deve entrar com tudo na Free Agency. Alonso jogou bem em suas três temporadas em Miami, mas nunca demonstrou ser o jogador capaz de elevar o nível de seus companheiros.

Agora ele é problema dos Saints. E nós temos mais CAP para o ano que vem. 

Miami tem muitas picks nos próximos Drafts, mas saberemos como usá-las?

Tunsil nos rendeu 3 picks...
Muito tem sido falado sobre a Trade que levou Laremy Tunsil para os Texans por duas escolhas de primeira rodada, uma de segundo e mais dois Zé das Couves ( além de nossa escolha de quarta em 2020 e a sexta em 2021 ). Temos agora 4 escolhas de primeira rodada e 4 de segundo nos próximos drafts. Tudo muito bom na teoria, mas teremos capacidade para aproveitá-las?

Dado o histórico nosso em Drafts, a resposta mais fácil é não. Esta franquia tem uma lista extensa de erros absurdos em Drafts, um deles na equipe ainda: Charles Harris em 2017. E posso lembrar de que DeVante Parter também pode entrar na conta. De acerto recente, além de Tunsil que agora foi embora, temos Minkah Fitzpatrick. E só. Em termos de segunda rodada, os últimos grandes acertos foram Xavien Howard e Jarvis Landry, que está nos Browns.

Logo não é por termos muitas picks que passaremos a ter um equipe forte em 2022. Não temos esta certeza, é claro. Contudo, é preciso pontuar que pela primeira vez desde o fim da era Marino o time realmente assume que fará uma temporada nula em busca de dias melhores. O Miami ficava numa empáfia de nunca fazer isso, sempre era na base do vamos vencer agora. Critico, e o tempo tem me dado razão, a trade por Rosen mas os outros movimentos vão no sentido de ser uma temporada de altos sofrimentos para que em 2 temporadas o time possa viver dias melhores. E é claro, tentando vencer todo ano sem ter condições para isso, o time só aumentava a dor da torcida. Agora, ao menos, sabemos que a temporada será dolorosa.

Mas será que em 2022 o time estará mais forte? Porque as chances são grandes de aparecerem mais Harris ou mais Fitzpatricks?? O histórico recente não nos permite ficar animados em excesso. Mas ao menos existe uma mudança de rumos clara aqui. Se não der certo, vai doer demais, mas doeria do mesmo jeito se seguíssemos o rumo tomado nos últimos 20 anos.

sábado, 31 de agosto de 2019

Rosen será reserva no começo da temporada

Rosen começa a temporada no banco...
Eu não tenho postado muito, como vocês com certeza perceberam. E isso deve-se ao fato do jogador acima ter sido adquirido no segundo dia do Draft deste ano. Fiquei muito desapontado e terminei apenas as postagens sobre o Draft e só. Não mencionei nem os 12 anos do Blog no fim de Julho e nem postei nada sobre a Training Camp, porque estava ( ainda estou ) irritado com tamanha falta de noção no movimento feito.

Eis que o time estreará em casa no domingo que vem contra os Ravens em casa e o QB será... Ryan Fitzpatrick, não Josh Rosen. E isso, se querem saber, eu já antecipara. E nem era tão complicado assim. Mas porque Brian Flores e Chris Grier queimaram picks para pegar Rosen e ele ficar no banco? Eu tenho uma teoria, mas antes, leiam o que eu postei no dia: Miami faz forca para ser criticado.

Quando se pega um QB como Rosen, é de se esperar que no mínimo ele seja o Starter. E não é como se ele tivesse perdido o posto de titular para um Veterano com carreira sólida na Liga, com prêmios individuais e respeito da Liga. O cara que será o signal caller será Ryan FitzPatrick que nunca, repito NUNCA, foi isso na NFL. Ou seja, não é um jogador que se sonhasse sendo Starter do seu time. Isso é um fato inquestionável. Ele agora só falta jogar pelos Pats, porque nos outros 3 times da AFC Leste ele já foi titular.

E Rosen, ficará no banco a temporada inteira? Brian Flores disse que Fitzpatrick será o Starter nas 4 primeiras partidas e fez elogios a Rosen, falando que ele evoluirá durante a temporada. Mas o que pesa é que ele está na reserva. E ele não poderia sê-lo. O jogador que o Miami adquiriu segundo muitos é alguém com extremo potencial. Mas como assim o cara tem potencial alto de crescimento e ele fica no banco para um QB de 36 que nunca foi nada na NFL?

Para protegê-lo, dizem alguns. Proteger do quê? Alguns dizem que você muda de Fitz para Rosen e não o contrário, dando a entender que Rosen é a opção para Starter, mas que o contrário não daria certo. Não vejo assim, Starter precisa ser o melhor. E é por isso que Rosen não ser o Stater comprova minha críticas ao negócio feito. Sou praticamente o único a fazer isso entre os torcedores.

E para piorar, a trade feita hoje por Tunsil torna a presença de Rosen ainda mais sem sentido. Afinal, trocamos o nosso único OL bom. E agora temos uma OL formada só por Zé das Couves, inclusive com 2 adquiridos ontem. Se a ideia era melhorar a OL para proteção dos QBs, porque trocar o OL com potencial para Top 5? E se a ideia é jogar sem OL forte, porque trocar por um QB jovem? E não custa nada lembrar que a OL não é só para o QB, serve também aos RBs. Quem abrirá espaços para as corridas de Ballage, Drake e cia? Os Zé das Couves contratados ontem? Duvido...

Rosen foi um erro. Que ficou claro com ele na reserva. E que ficou ainda pior com a trade de Tunsil para os Texans. E isso, meus leitores, é triste. 

Miami troca Laremy Tunsil e Kenny Stills com os Texans

Eles agora jogam pelos Texans...

Miami é uma franquia, no geral, ainda vencedora. Tem penado desde 2002, mas de uma coisa jamais poderemos reclamar: sempre tem surpresa durante toda a temporada. Na maioria das vezes péssimas, desastrosas e/ou vexaminosas. Mas vez por outra, muito raramente, temos boas surpresas. Hoje foi um destes raríssimos dias.

Depois de tentar por vários adquirir dos Texans o DE Jadeveon Clowney, quando o time Texano queria o OT Laremy Tunsil no negócio, eis que de fato o time de Houston conseguiu. E levou ainda o WR Kenny Stills, que possivelmente seria cortado, e uma escolha de quarta rodada. Em troca disso tudo, Texans nos enviará duas escolhas de primeira rodada ( sim, isso mesmo que você leu ) e uma escolha de segunda rodada de 2021. E ainda recebemos 2 jogadores: o Tackle Julien Davenport e o CB Johnson Bademosi.

O valor é altíssimo pelos 2 jogadores e isso é facilmente provado: os Bears pagaram menos para ter Kalil Mack, que é um jogador consolidado como All-Star na Liga. Tunsil é um jogador jovem com potencial para isso, mas Stills é um WR comum e nada mais do que isso. Texans estão dando um all-in e não me parece que sairão vencedores, porque Chiefs e Pats seguem bem a frente deles.

Agora uma informação e uma constatação: a temporada passa a ser de Tank real e a trade por Josh Rosen ficou ainda mais sem sentido. Porque se você pega um QB num comércio sem sentido e troca seu único OL que prestava qual o sentido? Ontem o Miami ainda fez duas trades ontem por Guards, que agora perderam totalmente o sentido.

domingo, 14 de julho de 2019

Jim Caldwell tira licença de Saúde e não será mais um Coach Assistente

Caldwell se ausentará por um tempo
Faltam 11 dias para o início da Trainning Camp, que alguns colocam como uma temporada que pode ser de grande sucesso. Eu não faço parte destes, mas isso não importa agora. O fato é que Jim Caldwell requisitou uma licença médica e ficará fora da temporada. Os motivos não foram informados, mas desde já torcemos que ele possa ter uma rápida recuperação em sua saúde.

Ele ainda ajudará como um Consultor, mas isso também não ficou claro como dar-se-á. O time não anunciou ninguém para o lugar e talvez nem anuncie.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Retomando: Howard renova, OTAs e outras coisitas mais

Howard é o Corner mais bem pago da NFL
Poucos são jogadores que conseguem me desmentir na história deste Blog. A lista é pequena e menor ainda são os que conseguiram mudar minha opinião inicial para melhor. Xavien Howard é um destes raríssimos casos. Ele assinou recentemente uma extensão contratual com o Miami Dolphins, tornando-se assim o CB mais nem pago da NFL. 

Os valores foram de 76,5 milhões ( com 46 milhões garantidos ) em 5 anos de contrato. É alto, mas ele fez por merecer. E assim evitamos passar pelo mesmo embrolho que foi a não renovação de contrato de Jarvis Landry, que faz - e muita - falta ao time. Evitando uma novela, o Fromt Office passa um sinal de tranquilidade aos jovens jogadores: de que se desenvolverem, serão recompensados. Justamente o oposto do que sinalizamos quando deixamos o melhor jogador do elenco sair atirando ano passado. 

Sobre as OTAs - treinos iniciais de temporada, mas sem usar full-pads - algumas observações: Ryan Fitzpatrick foi melhor que Josh Rosen. Sei que os defensores dirão que ele estava aprendendo tudo novo, mas o veterano também. E convenhamos: ele deveria chegar e mostrar que o posto é dele. E não o fez. Aguardemos, mas ao que parece... 

Neste tempo sem postagens, também tivemos a informação de que o Miami usará um uniforme branco retrô ( falarei dele no sábado ) e o calendário está definido ( falo sobre no domingo ). Agora é esperar pela Trainning Camp que será bacana de se ver. Afinal, não teremos nenhuma expectativa positiva sobre o time e vamos pra Temporada na base do que vier é lucro. E assim é a melhor maneira de olharmos para a temporada: ZERO de esperanças. Se pintar algo bacana, comemoraremos. Se não, a decepção será pequena.

sábado, 18 de maio de 2019

NFL Draft - 7º Round (B): Miles Gaskins, RB - Washington

Mais um corredor? Sei não...
Nome: Miles Gaskins - Posição: Runningback - Universidade: Washington
Altura: 1,78m - Peso: 93kg - Idade: 22 anos

Pontos Positivos: Tronco mais comprido com pernas mais curtas proporciona ótimo centro de gravidade. Apesar da falta de tamanho adequado para a posição, foi capaz de levar uma carga de trabalho mais pesada. Explosão adequada nas corridas e consegue dobrar a linha em corridas laterais. Extremamente consistente e produtivo ao longo de seus quatro anos em Washington. Tem boa qualidade recebendo passes.

Pontos Negativos: Muitas vezes busca algo além do que a jogada oferece e perde jardas com isso. Leitura  das oportunidades é um ponto negativo. Inconsistente como corredor pelo meio da Linha. Antecipa o contato e diminui a velocidade dos pés em vez de acelerar. Seu biotipo pode ser um problema diante da agressividade consistente dos defensores após contato em nível profissional.

Nota: Não era uma necessidade ( o time tem corredores adequados ), mas por algum motivo Brian Flores e Chris Grier quiseram gastar uma pick nele. Não e nem nunca será um power back, esta sim uma carência no elenco. Assim sendo, dada o momento em que foi escolhido, a escolha é outro B-. Por não ser, outra vez, uma necessidade.

NFL Draft - 7º Round (A): Chandler Cox, FB - Auburn

O que pensou o Front Office ao escolher um FB...
Nome: Chandler Cox - Posição: Fullback/Runningback - Universidade: Auburn
Altura: 1,85m - Peso: 110kg

Pontos Positivos: Foi Starter as as quatro temporadas, é implacável e destemido. Versátil Runningback com força de Fullback. Leituras instintivas para encontrar buracos na Linha. Recebe bem passes e tem mãos consistentes.

Pontos Negativos: Mãos pequenas e braços curtos. A falta de comprimento aparece às vezes como bloqueador, mais tenaz do que poderoso como bloqueador.

Nota: Não era uma necessidade mas tem versatilidade correndo e recebendo. Fullbacks são artigo em extinção, mas este parece ter um "algo a mais". Sétimo round é quase impossível encontrar Starters e por isso eu classifico a escolha como um B-, por não ser uma necessidade.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

NFL Draft - 6º Round: Isaiah Prince, OT - Ohio State

Temos um Tackle. Ele é bom?

Nome: Isaiah Prince - Posição: Ofensive Tackle - Universidade: Ohio State
Altura: 2,01m - Peso: 141kg

Pontos Positivos: A técnica de proteção no passe vem melhorando ao lado da carreira. Alto e forte, tem biotipo adequado para a posição. Tem alguma contração nos movimentos iniciais e mostra alguma capacidade de alterar e ajustar-se a alvos em campo aberto.

Pontos Negativos: Ângulos inconsistentes ao segundo nível, pés instáveis, precisa melhorar o jogo de pés e os quadris nos ataques contra Defensores mais ágeis.

Avaliação: Fim de feira, sexto round. Talento bem raro e uma carência latente na OL. Prince pode ser o nosso Tackle nesta temporada, é claro. Mas provavelmente por falta de concorrência do que por talento cru. Até porque, se ele o tivesse... dado tudo isso, a escolha é B+.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

NFL Draft - 5º Round: Andrew Van Ginkel, LB - Wisconsin

Era uma carência do elenco e ele parece promissor
Nome: Andrew Van Ginkel - Posição: Linebacker - Universidade: Wisconsin
Altura: 1,93m - Peso: 107kg


Perfil: Van Ginkel ganhou fama em 2017, atacando quarterbacks e fazendo jogadas de cobertura. Ele começou 11 jogos como um Sênior (faltando dois com uma lesão no tornozelo) e foi nomeado o 3º time da All-Big Ten, colecionando 46 tackles,7 para perda, 4,5 sacks e um chute bloqueado. Van Ginkel iniciou sua carreira em South Dakota.

Análise: 3-4 outside linebacker com capacidade atlética decente, mas uma relativa falta de agressividade bloqueando corrida e consistência como um pass-rusher. Van Ginkel tem condições de gerar bons números graças ao esforço, mas carece de desenvolvimento adequado em sua técnica. Ele precisará de muito mais força e resistência para render em alto nível. Adicionalmente sua produção em equipes especiais podem dar a ele um papel importante desde o começo da temporada.

Pontos Positivos: Ativo e consistente, doa-se em campo atuando as vezes até com dor. Tem capacidade atlética adequada e consegue mudar de direção. Tem capacidade de iludir os Tackles com um movimento sutil da parte superior do corpo.
Pontos Fracos: Precisa ganhar massa corporal para ser uma ameaça no pass-rusher, mas isso pode tirar-lhe mobilidade.Uso de mão abaixo da média.

Nota: Num quinto round, o talento rareia-se. Claro e evidente que não podemos reclamar do fato dele ser muito cru e tem inúmeras lacunas. Mas era uma necessidade e o Front Office não fechou os olhos para isso. A escolha, dada as circunstâncias, é B+

NFL Draft - 3º Round: Michael Deiter, OG - Wisconsin

Nossa OL também recebeu reforço

Nome: Michael Deiter - Posição: Ofensive Guard - Universidade: Wisconsin
Altura: 1,98m - Peso: 149kg - Idade: 22 anos

Perfil: Deiter é um jogador com bons números e prêmios na NCAA. Em 2015 começou todos os 13 jogos, sete como Guard Esquerda e seis como Center. Os treinadores da Big Ten votaram nele para menção honrosa all-conferência em 2016, depois que ele dividiu 14 partidas entre Center (10) e Left Guard (4). Em 2017, ele foi escolhido pela primeira vez como All Conference iniciando 14 jogos como Left Guard. Ano passado ele foi indicado para o All American da Associated Press, depois de sua temporada sênior, e retornou para a equipe principal All Big Ten, devido a sua atuação nos 13 partidas como Left Tackle.

Análise

Sua durabilidade é uma grande vantagem, pois passou sua carreira sem contusões. Versatilidade também salta aos olhos, uma vez que pode atuar como Center e Guard. Sua experiência em uma variedade de esquemas e seu trabalho técnico geral estão a seu favor, enquanto sua experiência em toda a linha oferece flexibilidade interessante. Uma opinião adicional é de que ele talvez não possua capacidade atlética para atuar em alto nível.

Pontos Positivos: Durável e com boa estrutura corporal. Rapidez inicial adequada. Boa movimentação de pernas. Termina com vigor uma vez que ele consiga vantagem. Técnica adequada tanto no jogo corrido quanto no passe.

Pontos Negativos: Baixa porcentagem de vitórias contra oponentes maiores e mais fortes. Precisa melhorar o footwork e os tackles no segundo nível. Sua leitura das blitz tem que melhorar. Quando batido demora muito a se recuperar. Agilidade em movimentos laterais também é abaixo da média.

Nota: Era uma necessidade e com ele melhorar as opções em nossa OL. O fato dele atuar como Center é a melhor notícia da Pick, porque não é possível contar com a mula do Kilgore como Center por mais uma temporada. Ele pode atuar no meio e em qualquer um dos pontos do interior da OL. Versátil e durável são suas duas melhores qualidades. A parte técnica tem que ser melhorada em vários pontos, mas ele foi escolhido num terceiro round, logo não existem atletas prontos neste ponto do Draft. Uma ótima pick e eu classifico com A-.

sábado, 27 de abril de 2019

Miami faz força para ser criticado...

Rosen é o que conseguimos no segundo round...
Em uma reconstrução, tudo o que não pode ser feito é repetir ações que praticamente nunca dão certo.  Elas passam por não queimar picks, não dar contratos grandes para jogadores contestáveis, por não tentar all-in no primeiro ano e, sobretudo, não cair em desespero.

Até aqui nestes primeiros meses da Gestão de Chris Grier ( General Manager ) e Brian Flores ( Head Coach ), tudo parecia diferente. Sólidas contratações de Staff - embora eu questione o excesso de ex-Pats - e boas ações no mercado, isso se desconsiderarmos assinar com 2 TEs. Mas era um período de movimentos com um sentido, ou com uma ideia por trás. Tirando os TEs, é claro. Até que na noite de sexta, o velho modo Miami Dolphins de cometer erros tenha ressurgido com força, fazendo 2 Trades: uma excelente e outra desastrosa.

A primeira trade, a excelente, foi feita com os Saints: descemos 14 posições, cedemos nossa pick de 4º Round e recebemos uma valiosíssima pick de 2º Round de 2020. Um negócio raras vezes visto em Miami. Ao menos com o time estando no lado vencedor. Saímos da posição 48 e fomos para a de 62 e, ao custo de uma escolha de meio de draft, pegamos uma no segundo round ano que vem. Excelente. Mas...

O Miami estava - sabe-se lá porque raios - em negociações com o Arizona Cardinals para adquirir Josh Rosen, Por hora, esqueçam o jogador e pensem apenas no que está envolvido na troca. E vou além: não misturem as duas Trades para justificar que a segunda é boa, poque isso é idiotice. Cada Trade tem seu valor e não podem ser misturadas. Simples assim. Adiante...

Então, quando era nossa vez para escolher no segundo round, o Miami deu nossa pick 68 e uma de quinto round de 2020 para adquirir Rosen. O Miami abriu mão de pegar um jogador neste draft para selecionar um QB que teve números pífios em 2018 e que o time dele o considera tão bom, mas tão bom, que escolheu outro QB na primeira escolha geral deste ano. E que, obviamente, estava atrás de um GM trouxa para meter a faca. E ai sabem como é, Miami sempre se candidata a ser este time.

Porque a Trade por Rosen é horrorosa? Bom, eu posso começar falando que ele não tem potencial para ser um QB Top Ten. Este é o valor dele hoje, mas o Miami pagou um preço caro. Segundo que o mais provável é que ele faça o mesmo que Tannehill fazia todo ano: ganhar jogos inúteis. Menos do que é preciso para irmos a post-season e mais do que necessário pra ficar no Top Five. Ou seja, seguimos - com ele - sendo uma equipe 6-10. Ele não muda em nada nisso. Absolutamente, nada. E se ele for um desastre, e ficarmos entre os 3 no próximos Draft, de que terá valido queimar uma pick nele?

Repito algo que digo aqui a mais de uma década: análise é prévia. Esperar - como alguns já estão dizendo - para ver como ele vai jogar para só ai avaliar a Trade beira o mau caratismo. Ou se avalia bem ou mal, mas esperar para dar opinião é uma coisa que vocês nunca viram ou verão aqui. A Trade por Rosen é horrorosa e só será boa se ele virar um QB Top Ten. Excelente só se ele virar um Top 5. E eu falei nos grupos de WhatsApp que só a mãe dele, ele e o agente dele acreditam nisso.

E agora, claro, o Miami Dolphins.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Miami Dolphins escolhe Christian Wilkins

Ele é um monstro e vai ajudar bastante na Defesa.
Miami, ao que parece, não conseguiu descer no Draft para angariar picks. E com isso resolver ir do melhor jogador que estava disponível na Board da Equipe. O time escolheu de forma sólida e pensou que primeiro monta-se a defesa e depois o ataque. Ele era o meu favorito desde o começo e isso se confirmou. 

A equipe ignorou Dwayne Haskins que caiu no Draft e ainda está disponível ( enquanto escrevo o Redskins é quem está no relógio ). Resolveram focar na defesa e ignorar um QB. Agora resta torcer para que Haskins não seja um All-Pro. Porque se for, irá doer.

E se formos de QB?

Será que escolheremos um QB hoje?
O Draft começa hoje. E um certo consenso existe sobre nossa escolha: será alguém de Defesa. Mas em se tratando de Miami, nada nunca é tão fácil assim. Então, existem alguns analistas colocando que poderemos ir de QB em nossa primeira escolha hoje a Noite. Eu tenho calafrios de pensar nisso, mas não duvido. E nem aposto que não possa acontecer. A questão é: quem seria?

Eu descarto Kyler Murray. Ele não passa da escolha dos Giants. Sobrariam então 3 opções apenas: Daniel Jones ( Duke ), Dwayne Haskins ( Ohio State ) e Drew Lock ( Missouri ). Descartemos o último, que parece ter taxado o nome bust, e fiquemos com os outros 2.

Haskins parece melhor cotado do que Jones, embora ninguém menos que Peyton Manning esteja fazendo lobby por ele. Eu não vejo grande sentido em escolher qualquer um dos dois e seguir sem LB/DE/DT. Ainda mais num draft com tantos valores nestas posições. Mas os 2 são, com certeza, melhores opções do que ter um Ryan Fitzpatrick como signal caller. Mas não seria cortar etapas?

Eu não perfilarei nenhum dos 2, mas gosto mais de Haskins. Me parece com teto maior do que Jones. Mas eu seguirei preferindo um jogador de Defesa.

quarta-feira, 24 de abril de 2019

NFL Draft Prospects: Clelin Ferrel, D Clemson

Seria o substituto do Wakezilla??
Nome: Clelin Ferrel - Posição: EDGE ( DE 4-3 - LB 3-4 ) - Universidade: Clemson
Altura: 1,93m - Peso: 120kg - Idade: 21 anos.

Perfil: Jogador altamente produtivo, com tamanho e força propícios para oferecer ajuda contra a corrida e o passe. Ferrell é um defensor completo e um talento constante que pode começar  desde o primeiro dia num esquema 4-3, mas tende a ter render muito bem no 3-4 também.

Pontos Positivos: Excelente porte atlético com ombros largos e braços longos. Excelente reação instantânea, escorregadio e mãos habilidosas. Rusher com talento e que possui boa leitura dos movimentos.

Pontos Negativos: Precisa melhorar o footwork. Um pouco deficiente contra as corridas em campo aberto. Adicionalmente poderia dobrar mais o joelho o que facilitaria suas ações. Mas no geral, nada que não possa ser corrigido com treino duro.

Resumo: Está cotado para sair após a nossa escolha, mas se não tivermos boas opções e quisermos apostar em pass-rush e não num DT/NT, ele seria uma ótima opção. Além disso, caso optemos por Trade Down para angariar picks, ai seria o casamento ideal.

NFL Draft Prospects: Christian Wilkins, DT Clemson

Wilkins seria uma adição formidável à nossa DL
Nome: Christian Wilkins - Posição: DT - Universidade: Clemson
Altura: 1,93m - Peso: 143kg - Idade: 23 anos.

Perfil: Wilkins não é  apenas um DT estrela para os Tigres, mas também foi o primeiro jogador com bolsa a se formar em apenas dois anos e meio. Seu trabalho na sala de aula, na comunidade e no campo lhe rendeu o prestigiado William V. Campbell Trophy depois de sua temporada sênior. Wilkins também foi eleito para o All-American e All-ACC pela Associated Press (57 tackles, 15 para perda de jardas, seis sacks, dois fumbles forçados), o que ajudou os Tigers a conquistar seu segundo título nacional desde que ele chegou no campus. 



Pontos Positivos: É um líder nato e possui personalidade forte. Reação instantânea com as mãos rápidas em contato, sendo altamente eficiente em seu movimento. Tem rapidez lateral para identificar as lacunas na DL e reage para fechá-las.

Pontos Negativos: A rapidez inicial nos movimentos pode levar a uma fadiga se não descansar em alguns snaps. Tackles mais altos podem trazer-lhe problemas na NFL. Sua força pode ser melhorada.
Resumo: Seria ótimo tê-lo em nossa DL. Ele tem atleticismo ótimo e tem até como melhorá-lo na Liga. O Draft sempre é cheio de surpresas e muitas coisas podem acontecer. Mas se ele estiver disponível na nossa escolha, em tese, seria lógico o Miami escolhê-lo.

domingo, 21 de abril de 2019

Draft é na quinta. Quem pode pintar em nossa pick?

Wilkins, DT de Clemson...
ou Gary, DE de Michigan.
Miami em draft normalmente de deixa muito apreensivo na semana do Draft. É sempre um medo de que a equipe escolha alguém que não faça o menor sentido, que não seja uma necessidade e nem o BPA. São tantos os exemplos no passado que eu nem me darei o trabalho em listá-los. Recorram ao farto material do Blog, que tem quase 12 anos. Tudo o que possa ser feito de errado já foi feito desde 2007. E antes de 2007 também. E isso também está bem documentado no Blog. Se quiserem reviver estas verdadeiras desgraças pelas quais passamos ano sim - e às vezes ano não também - ano não é longa. Adiante...

Eu costumo buscar informações de jogadores e ler mocks de vários lugares. Mas eu confio mais em dois deles: Walterfootball.com e NFLDraftCountdown.com. Existem vários outros e eu os leio, tanto quanto os este dois. Mas confiar, mesmo, eu confio nestes 2. Segundo o mais recente mock do site Walter Football, a nossa escolha será a de Christian Wilkins, DT de Clemson. Uma escolha sólida que preenche uma necessidade do setor desde a saída de Ndamukong Suh. Já o NFL Draft Countdown aposta em DE Rashaam Gary de Michigan, como nossa escolha. 

Ambos são grandes jogadores, mas seriam boas escolhas. Contudo, com riscos diferentes. Wilkins parece mais pronto e tem um teto de crescimento ( teoricamente ) menor. Já Gary foi um fenômeno no High School e discreto no College, mas tem potencial de crescimento, outra vez teoricamente, maior. A conferir.

Durante a Semana eu ( talvez ) farei perfil de 2 ou mais jogadores, não necessariamente, estes 2. 

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Liberado o Calendário 2019

Estes são os 16 jogos da temporada 2019...

Ontem a NFL divulgou o calendário da Temporada 2019. Na imagem acima temos os nossos adversários ( já conhecidos ) e onde os enfrentaremos. Depois eu posto horários, mas temos um Monday Night contra os Steelers, fora de casa.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Durval Queiroz, o Duzão, assina contrato com os Dolphins




Passou batido a inclusão de Durval Queiroz, o Duzão, no Programa NFL Undiscovered, para desenvolvimento de jovens talentos fora dos EUA. Passou desapercebido - um erro cruel, admito - que um brasileiro tenha sido escolhido pelo Miami. Mas a assinatura do contrato, ai já seria demais.  Estão ai as fotos oficiais do momento em que ele assinou contrato de 3 anos no valor de 1,775 milhões de dólares, o maior valor dentre os que participaram do Programa.

Ele, assim, participará de todas as atividades do time. Que tenha toda sorte do mundo e que possamos contar com ele na nossa DL. Para os que não sabem, ele é DT.

domingo, 14 de abril de 2019

Mock Draft 1.0 ( via Whatsapp )

Faltam 11 dias para o grande dia

Participei de um Mock Draft em um grupo de whatszapp ( NFL Prospects ), onde escolhi - além do Miami, é claro - jogadores para os Ravens e os Colts. É um mock, que ficará com o único feito pelo Blog, porque o tempo anda curtíssimo. Vamos as picks:

  • Arizona Cardinals: Quinnen Williams, DT - Alabama;
  • SF Niners: Nick Bosa, DE - Ohio State;
  • NY Jets: Josh Allen, DE/OLB - Kentucky;
  • Oakland Raiders: Kyler Murray, QB - Oklahoma;
  • Tampa Bay Buccs: Devin White, LB - LSU; 
  • NY Giants: Dwayne Haskins, QB - Ohio State;
  • Jacksonville Jaguars: Johan Williams, OT - Alabama;
  • Detroit Lions: Montez Sweat, DE/OLB - Mississipi State
  • Bufallo Bills: D. K. Metcalf, WR - Ole Miss;
  • Denver Broncos: Devin Bush, LB - Michigan;
  • Cincinnati Bengals: Ed Oliver, DT - Houston;
  • Green Bay Packers: T.J Hockenson, TE - Iowa;
  • Miami Dolphins: Rashan Gary, DE/DT - Michigan;
  • Atlanta Falcons: Byron Murphy, CB - Washington;
  • Washington Redskins: Clelin Ferrell, DE/DT - Clemson;
  • Carolina Panthers: Brian Burns, DE/OLB - Florida State;
  • NY Giants: Greedy Williams, CB - LSU;
  • Minessota Vikings: Jawaan Taylor, OT - Florida;
  • Tennessee Titans : Noah Fant, TE - Iowa;
  • Pittsburgh Steelers: Chase Winovich, DE - Michigan; 
  • Seattle Seahawks: Jeffery Simmons, DE/DT - Mississipi State;
  • Baltimore Ravens: Parris Campbell, WR - Ohio State;
  • Houston Texans: Yodny Cajuste, OT - West Virginia;
  • Oakland Raiders: Andre Dillard, OT - Washington State;
  • Philadelphia Eagles: Josh Jacobs, RB - Alabama;
  • Indianopolis Colts: Christian Wilkins, DT - Clemson;
  • Oakland Raiders: Marquisa "Hollywood" Brown, WR - Oklahoma;
  • LA Chargers: Dalton Risner, OT - Kansas State;
  • Kansas City Chiefs: Dexter Lawrence, DT - Clemson;
  • Green Bay Packers: Jerry Tillery, OG - Notre Dame;
  • LA Rams: Chris Lindstrom, OG - Boston College;
  • NE Patriots: A.J Brown, WR - Ole Miss.

sábado, 16 de março de 2019

Fim de uma era: Ryan Tannehill é trocado para os Titans

Ele se foi... e em mim não restará nenhuma saudade...
Quem acompanha o Blog de perto sabe bem que eu jamais teria draftado Ryan Tannehill. Além disso, eu jamais teria dado a ele o contrato de 100mi - que ele nunca deu um único sinal de merecer - que o Front Office lhe deu em 2005. Mas, após sete pífios anos, ele agora se foi. Foram anos de muito mais atuações patéticas e reações como a foto que ilustra este post. Agora que os torcedores do Titans sofram com a sua ruindade.

O negócio foi bom em todos os aspectos. Primeiro não temos mais Tannehill. Segundo que não tem Dead Money para o ano que vem. Terceiro que tem uma valiosa pick de quarto round em 2020, embora neste ano tenhamos mandado a nossa de sexto e recebido a de sétimo dos Titans. E por fim, nunca mais teremos este cara instável e sem qualidade lançando passes. Adicionalmente, conseguimos algo por um jogador que seria cortado.

Agora que ele se foi, uma outra pergunta fica: iremos draftar QB este ano? Eu só concordo se for no meio do draft. Não faz sentido algum queimar a primeira pick em um QB. Basta lembrar do erro cometido no QB trocado esta semana para não cair nesta armadilha.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Miami contrata ex-General Manager dos Raiders Reggie Mckenzie

Mckenzie é uma boa adição. Se tiver liberdade, é claro...
Miami segue fazendo mudanças. Estamos em mudança. todos sabem. Ainda não tive tempo para um texto daqueles longo, pontuados, incisivos dos quais tanto gosto de fazer e, mais ainda, vocês de ler. Mas não tem como negar que estão buscando acertar. Se no final dará certo ou não, é preciso esperar. Mas os nomes, em alguns setores, animam.

Agora um nome que vem com bons resultados: Reggie Mackenzie. Não sabe quem é? Ele é o ex-manda chuva nos Raiders antes da chegada de Jon Gruden, que agora manda em tudo. Ele assumiu as funções de Mike Tannenbaum nos Raiders em 2012. Aquela época o time da Oakland era uma piada. Ele, aos poucos, foi reconstruindo o time. E tirou a franquia do posto de pior da liga. Até fez post-season com campanha 12-4.

Ele foi demitido ao fim de 2018 e agora une-se ao Miami. Em 2016 ele ganhou o prêmio de Executivo do Ano, mas ainda não está claro o que ele fará. Mas com certeza pode ajudar Chris Grier na reconstrução do time.

Anteriormente o time contrata o ex-Bills Marvin Allen, chefe dos Olheiros de Draft do rival. São adições que apontam num bom sentido. Falta dar química.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Comissão Técnica definida

Ross, Flores e Grier. Será se agora vai?
Como dito no texto anterior, temos agora o 13º Coach de sua história: Brian Flores ex-Patriots. Alguns dados vão aparecendo, mas o meu tempo é escasso e só agora pude escrever. O principal ponto divulgado é que o Contrato de Flores é de 5 anos e ele é 100% garantido. Isso traz uma sinalização de que, realmente, teremos mais paciência nesta reconstrução. Isso é importante porque os contratos anteriormente eram de 4 anos, sem garantia total. Um avanço...

Acontece que Ross pode demitir Flores antes dos 5 anos, porque grana não é problema para ele e isso não conta no Cap, então não é certeza de que Flores fique até 2023. Pode ser que fique até lá. Mas não terá uma espada no pescoço para vencer na base do all-in. Um problema com os Coachs anteriores da gestão de Ross. Então, já é um avanço. Flores na sua apresentação falou o básico e disse que um plano já está traçado. Obviamente ele não disse qual é. Mas é claro que teremos mudanças consideráveis. Se elas serão boas ou não, ai eu não tenho como prever.

Durante a semana foram confirmados os outros membros da Comissão, que são:

Ataque
  • Jim Cadwell, Treinador Assistente. Ex-Head Coach dos Lions tem larga experiência na NFL e é considerado uma mente ofensiva;
  • Chad O'Shea, Coordenador Ofensivo. Era o treinador de Receivers dos Patriots;
  • Karl Dorrell, Treinador de Recebedores;
  • Pat Flaherty, Treinador de Linha Ofensiva;
  • George Godsey, Treinador de Tight Ends;
  • Jerry Schuplinky, Treinador de Quarterbacks;
  • Eric Studesville, Treinador de Runningbacks.
Defesa
  • Patrick Graham, Coodenador Defensivo. Ex-Patriots ( 2009/2015 ) onde foi assistente de Cornebacks, depois assistente de LBs e Treinador de LBs e da DL. Passou como treinador de LBs nos Giants ( 2016/2017 ) e nos Packers;
  • Josh Boyer, Treinador de Conerbacks;
  • Marion Hobby, Treinador da Linha Defensiva;
  • Rob Leonard, Treinador de Linebackers;
  • Tony Oden, Treinador de Safeties.
Especialistas e Controle de Qualidade
  • Danny Crossman, Treinador do Special Team;
  • Josh Grizzard, Matt Lombardi e Tiquan Underwood serão os responsáveis pelo controle de qualidade.
Este é o grupo. Agora é esperar para ver o que conseguirão fazer. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Habemus Head Coach: Brian Flores já está em Miami

Brian Flores é o nosso Head Coach
Enquanto escrevo, Brian Flores já concede entrevista como novo Head Coach dos Dolphins, o décimo desde 2004 e o 13º em nossa História. Será o primeiro com ascendência latina ( o que surpreende demais ) e o primeiro negro que será Head Coach ( Pat Bowles foi interino e por isso não o conto como Head Coach. Antes de prosseguir, os nomes, temporadas e recorde de todos os antecessores em ordem cronológica;
  • George Wilson ( 66-69 ) teve como recorde 15-39-2. Jamais esteve na post-season, mas sob seu comando, vários dos jogadores que chocariam a NFL em 1972 foram draftados ou adquiridos;
  • Don Shula ( 70/94 ) o melhor de todos os Head Coachs da História já era um dos melhores quando foi contratado por Joe Robbie em 1970, num assédio que a Liga puniu com a perde de uma escolha de draft e que, desde então, norteia as conversas para contratação. Vencer 2 Super Bowls, perdeu outros 3. É até hoje o recordista de vitórias. Ao todo conseguiu 274 conosco, perdendo 147 e empatando 2. Desde que ele parou ( ou foi parado ) em 1994, o time venceu - atenção - a divisão apenas 3 vezes, venceu 4 partidas de post-season e não tem recorde desde a sua saída até os dias atuais. Na era dele, apenas 2 vezes - sim 2 míseras vezes - tivemos mais derrotas do que vitórias e em nenhuma delas vencemos menos de 5 partidas;
  • Jimmy Johnson ( 96/99 ) foi contratado tentando seguir o que dera certo com Shula, uma que Jimmy comandara os Cowboys na conquista de 3 Super Bowls. Pois é, sem Aykman ( embora tivesse Marino ), Smith e Irving tudo deu errado e ele terminou sua conturbada passagem com saldo de 38/31. Ficou marcado pelo desastre em Jacksonville na despedida de Marino: 62x7;
  • Dave Wannstetd ( 2000-2004 ) foi o último Coach com saldo positivo a frente do Miami Dolphins. Pegou o time no pós-Marino e se querem saber, foi bem. Com ele o time venceu a divisão 2 vezes, foi a post-season 2 vezes e embora tenha tomado porrada na post-season, não fosse a falta de paciência da Diretoria, talvez tivesse dado certo. Em quase 4 temporadas venceu 43 partidas e perdeu 33. Também ficou conhecido por perder um Monday Night contra os Jets de forma extremamente humilhante, em 2001;
  • Jim Bates ( 2004 ) o primeiro interino da história de Miami. Assumiu o time que estava 1-8 e fez 3-4. Foi muito bem, se querem saber;
  • Nick Saban ( 2005/2006 ) tinha tudo para dar certo. Uma lenda ( já naquela época ) em Luisiania State University ( ou apenas LSU ), ele veio para ser o novo Don Shula. O problema é que só existiu e só existirá um Don Shula. E Saban, a despeito do sucesso atual em Alabama, foi péssimo em Miami. Separou os vestiário do ataque e defesa, fez diversos ( acredite, alguns parecem coisa de imbecil mesmo ) negócios horrorosos e não fez nada de bom. Pediu o boné em 2006 e foi embora pra Alabama. O resto é história. Ah, ele passou A-Rod e escolheu Daunte Culpeppe ao invés de Drew Brees. Venceu 15 partidas e perdeu 17;
  • Cam Cameron ( 2007 ). O que dizer deste cara? Recorram ao histórico do Blog e vocês verão. Não sugiro fazer isso. É o Coach da pior temporada do Miami Dolphins. E draftou Ted Ginn. Precisa de mais? Doou um tal de Wes Welker para os Pats. Se não souberem em 2007 fizemos 1-15;
  • Tony Sparano ( 2008/2011 ) último Coach a vencer a Divisão. Foi sem Tom Brady, é fato, mas venceu quebrando a sequência dos Pats na post-season. Já é muito, certo? Não exatamente. Depois de 2008 tudo deu errado, vieram Pat White (  quem lembra dele? ), Jared Odrick e cia. Foi humilhado ao ficar como Head Coach depois de Stephen Ross se reunir com Jim Harbaugh e não o contratar, e nem dispensar Sparano. conseguiu 29-32 como recorde. Ele morreu de infarto no ano passado;
  • Todd Bowles ( 2011 ) é o segundo interino do Miami e tem mais vitórias que derrotas ( 2-1 ), mas quem liga para isso mesmo? Com elas ficamos em oitavo no Draft e com a escolha draftamos um QB pra lá de meia-boca;
  • Joe Philbin ( 2012/2015 ) parecia uma boa. Fez 7-9 em sua primeira temporada, dando alguns sinais de que poderia melhorar o time nos anos seguintes. Mas não foi o que aconteceu. Também, com Tannehill de QB não tinha como ser vencedor mesmo e ele tentou mudar os rumos tentando draftar Derek Carr ( hoje nos Raiders ), mas não deixaram. Foi demitido durante a temporada de 2015, após o time ficar 1-3 e no geral com 24-28;
  • Dan Campbell ( 2015 ) terceiro interino dos Dolphins. Fez até que bonito, ao conseguir 5-7, mas não conseguiu o cargo de Head Coach para 2016. Uma pena;
  • Adam Gase ( 2016/2018 ) primeiro Coach a nos recolocar na post-season desde 2008, mas... depois tudo deu errado. Não fez seguro ( draftar um QB ) para a contusão de Tannehill e ai começou a trazer QBs seus para Miami: primeiro o aposentado Jay Cutler depois o grande Brock Osweiller. Desandou tudo e ainda fez doações de duas estrelas ( Jay Ajayi e Jarvis Landry ) porque eles não cabiam no seu esquema. Não vai deixar qualquer saudade. No geral ficou com 23-25, mas que é bem pior do que parece, dadas as traumáticas derrotas por falta de treino. Isso mesmo, falta de treino!!!!
Flores chega para se juntar a esta turma ai. Tomara que com ele, tenhamos uma Florida bem mais florida. É, eu sei, um trocadilho ruim... mas ele ao menos mostrou muita coisa ontem - infelizmente, é claro - para nos animar. E sem - digamos assim - grandes "estrelas" da NFL para isso. Que repita isso em Miami.

Uptade: ele já foi apresentado e uma das suas frase foi "Ser um treinador nesta liga é um sonho tornado realidade, ser treinador principal do Miami Dolphins é um sonho tornado realidade. Esta é uma grande organização com uma grande história, com uma grande base de fãs e estou animado para estar aqui. "