quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Imagem da Semana

A festa da torcida no Sun Life Stadium. Existe algo melhor do que isso? E claro, como tem gente com a camisa 17 na foto, não?

Dessa eu não sabia... Mr. Saban...

Fala galera, na paz? Aqui é Juba Rivas, colaborador do blog do nosso querido Miami Dolphins, comandado pelo ilustre Flávio Vieira. To postando uma "notícia" que rolou no início dessa semana lás no país da bola oval, referente a Saban, Brees e Dolphins.



Atual técnico da Universidade do Alabama e nosso ex-treinador, Nick Saban (foto) disse que, em 2006, o Miami Dolphins chegou a oferecer um contrato para Drew Brees, antes de mandarem um para Daunte Culpepper, ao contrário do que muita gente pensa. Saban disse isso ontem, no DanLeBatar Show.

"Nós escolhemos o Drew Brees. Eu nunca falei sobre isso publicamente e acho que um monte de jogadores sabem disso. Havia muita lealdade na organização e os jogadores nunca falaram sobre isso. Acho que Drew Brees é um jogador excepcional. Esse é o cara pra quem mandamos a primeira oferta. Francamente, ele não passou no teste físico com a nossa organização, de modo que tínhamos que ir em uma direção diferente e não havia realmente nada que qualquer um de nós pudesse ter feito sobre isso. Se a gente tivesse tido sorte com a posição de QB, devido as circunstancias e a situação, poderíamos ter obtido sucesso com o time. No ano que eu estive lá, em 2006, tínhamos uma ótima defesa, mas nosso ataque não produzia. Joey Harrington, enquanto esteve por lá fez um bom trabalho, quando Culpepper se machucou. E acabamos o ano indo com o Cleo Lemon. Então não tivemos a qualidade de execução necessária e esperada de um QB."

Depois ele ainda desconversou, dizendo que falar sobre isso agora não iria fazer muita diferença mesmo. Eu só acho engraçado Saban falar isso somente 6 anos depois. Nitidamente quer tirar a parcela de culpa dele, sobre o fracasso do time, afinal de contas, Culpepper também voltava de cirurgia, assim como Brees. A diferença é que o QB do NO Saints teve uma lesão, senão me engano, no ombro que efetua o lançamento, enquanto Daunte teve no joelho. Mas, mesmo assim. Foram na onda dos médicos, ok. Porém, se Culpepper tivesse detonado e virado ídolo em Miami o discurso seria bem diferente. Ao meu ver, faltou critério nessa escolha. O tal do football feeling. Depois de vencer o Superbowl, com o Saints, em Miami (que coisa né?), Drew Brees deu uma entrevista e respondeu: "Os Saints salvaram não só minha carreira, como a minha vida.", ao ser perguntado se foi o Saints que o salvou ou se foi ele quem salvou o Saints (todos nos sabemos como era o time de New Orleans antes de Brees chegar, risos)




Números de Brees nos Saints
Jogos como titular: 109
Recorde: 68-41-0
Comp % : 67.0%
Jardas: 32.432
Touchdowns: 232

Números de Culpepper nos Dolphins
Jogos como titular: 4
Recorde: 1-3
Comp % : 60.4%
Jardas: 929
Touchdowns: 2


Isso sempre será uma ferida para os fans do Miami Dolphins. E só será curada quando um QB nos levar e vencer, novamente, um Superbowl.





terça-feira, 18 de dezembro de 2012

First Down: E se Tannehill não for a solução?

Este é um tópico sério, baseado em uma pergunta de um leitor do Blog.

O leitor Celso Pires fez uma pergunta na caixa de comentários do post "Sentimentos estranhos perseguem-me nestes dias". A indagação foi exatamente essa: Flávio, me tire uma dúvida. Você não acredita no Tannehill. O que fazer se a reestrturação do time der razoavelmente certo e simplesmente esbarrar numa suposta falta de talento dele? É possível draftar algum QB na 1ºrodada numa posição entre 18º e 24º, por exemplo? Ou o caminho é buscar em uma eventual FA ?

E como responder a essa questão sem suscitar problemas dos mais diversos? Vamos pelo começo: eu não acredito que Tannehill seja a solução, mas disso todos já sabem creio eu. Mas partindo do presuposto de que eu esteja certo, como e quando o time resolveria o problema? Não é fácil falar nem do próximo draft, quanto mais sobre como arranjar outro QB, se o atual é ainda um rookie? Mas eu não me furto dos temas polêmicos, vocês sabem disso. 

O primeiro a se pensar sobre esse assunto é que Tannehill é o cara do Sistema. E o chefe desse sistema é Joe Philbin que acabou de assumir o posto e não existe nada que aponte que ele vá sair ao fim da temporada seguinte, pois o trabalho dele não está sendo ( de todo ) ruim e nada demonstre que o time vá piorar em 2013 ( ao menos não queremos isso, certo? ). Sendo assim enquanto ele ficar em Miami ele deverá manter o Ryan como QB pelo maior tempo possível e como Starter. E enquanto isso assim mantiver-se, não deveremos investir em QBs em rounds iniciais ou ir atrás de figurões na Free Agency. Claro e evidente que se Ryan mostrar-se ruim e Philbin permanecer por, tipo, uma década, ele vai ter que investir em outro QB. Por isso vamos determinar que por pelo menos 3 anos Philbin e cia devem bancá-lo como Starter. E tentar montar o time no entorno deste.

Segundo existe a questão do desenvolvimento, não apenas de Ryan mas do time. Digamos que o time evolua e Ryan não ( uma das principais perguntas de Celso ), o que pode acontecer? Se ficar claro que o time não consegue ir além por causa de Ryan, a pressão sobre Ryan e cia ficaria grande. E ai podem acontecer duas coisas: vermos a situação patética que acontece nos Jatos ( onde Rex Ryan já deixou claro que insistirá até o fim com o Sanshize ) ou a situação do Niners, onde Jim Jarbaugh aproveitou uma oportunidade e bancou uma troca. O problema é que o Niners tinham ido ao NFCCG em 2011 e draftaram um ótimo prospecto, mas vamos imaginar que façamos isso em 2013 ou 2014. Mas tenham certeza: se ficar claro que o time estiver limitado por causa de Tannehill, mudar será imperioso.

Terceiro temos que analisar o tal breakout year. O que é isso? É o ano em que o cara desponta de vez. E novamente cito o Niners: em 2011 ninguém esperava que Alex Smith jogasse o que jogou. Ele teve o ano do estouro, o ano em que finalmente joga aquilo que dele se esperava. E se Ryan fizer isso em 2014 ou 2015? E se ele for trocado e jogar isso em um rival? Impossível? Não, existem casos a rodo por ai. Brett Favre será pra sempre ligado pelos seus gloriosos anos em Green Bay, mas você sabia que ele fora draftado pelo Atlanta Falcons? Ou que Drew Brees fora draftado pelo Chargers?

Não é fácil prever isso. Eu posso estar errado e não escondo que adoraria poder dizer daqui a 3 ou 4 anos que estava errado. Estarei? Impossível responder isso agora, mas o que sei é que isso é algo paupável. Existem sinais para pensar o contrário, é fato. Mas não podemos fechar os olhos pros sinais ruins também. Portanto, o correto, é bom ficarmos de olhos bem abertos. Mas não teremos, com certeza, um QB escolhido no Draft em rounds iniciais e nem veremos chegar algum Top via Free Agent/Trade. Isso é o que posso afirmar com certeza...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Reggie Bush renovar ou não

Bom esse é meu segundo post no blog. Meu nome é Caique salinas e começo a minha jornada junto com os leitores do blog. Estou aberto a sugestões, criticas e dicas. Espero que gostem do post.
                                                                Fica ou Não ?? 
 
O fim da temporada se aproxima e nossos pensamentos já devem se voltar para próxima off season. E pensando exatamente nisso, resolvi escrever esse post, levantando uma questão: vale a pena ou não renovarmos o vinculo com Reggie Bush?

Bush veio a Miami depois de uma passagem não muito boa nos Saints, devido a isso chegou aos dolphins quase de graça, por apenas uma inversão de pick no Sexto round, com um salario de um RB mediano. Devido a tudo isso Bush começou a temporada passada cercado de desconfiança. Mas se tornou uma das maiores surpresas, correndo para mais de 1000 jardas e se tornando talvez o único ponto positivo do nosso ataque na ultima temporada.

Essa temporada começou diferente para Bush, pois agora ele tinha o status de principal arma de um ataque que tinha um QB rookie e um grupo de WR no mínimo fraco. Infelizmente para Miami, nosso RB não conseguiu manter o mesmo nível da ultima temporada. Jogou até bem em algumas partidas mais não foi o "cara" do nosso ataque, como se esperava no inicio da temporada. Deixando um grande ponto de interrogação acerca de seu futuro no time.

Com seu contrato vencendo no fim dessa temporada a renovação de contrato de Bush se torna um ponto polemico, pois o jogador provavelmente pedirá um grande aumento de salario e isso poderia afetar nosso CAP. Além disso, ele vai fazer 29 anos idade perigosa para um RB. Não podemos esquecer que que teremos na free agent nomes como Felix Jones, Danny Woodhead, Rashard Mendenhall e Steven Jackson que poderiam substituir Bush em nível igual ou até mesmo superior.

Devido a tudo isso acho que o melhor para os Dolphins  é não renovar o vinculo com Reggie Bush, e ir  buscar um outro RB no período de free agency. E vocês concordam ou não? Sintam-se a vontade para deixar sua opinião na caixa de comentários.

Sentimentos entranhos perseguem-me nesses dias...

A atuação foi boa, o adversário é fraco, a foto é ótima, mas falto algo ainda...

Sabem o que é mais inacreditável nesta ( mais uma ) temporada de reconstrução? O fato de ainda termos chance de post-season. Mas eu acho que existe algo ainda mais inacreditável: é que muitos acreditam nisso. E posso ir além no inacreditável: muitos creditam isso a Ryan Tannehill. Antes de prosseguir uma informação que acho valiosa: não irei tornar este post uma discussão sem fim se Tannehill é ou não a solução. Eu tenho certeza que não é, muitos acham que é. Então cada um que fique com as suas convicções, certo?

Porque é inacreditável atribuir a Ryan Tannehill o feito de o time ainda estar brigando pela post-season? Pelo simples fato de que se formos, iremos APESAR DE e não POR CAUSA DE. Quando a temporada começou ninguém em sã consciência apontaria o Miami como candidato a post-season. Eu por exemplo sequer cogitei tal possibilidade e o arquivo do Blog está ai para não me deixar mentir. E não se cogitava isso simplesmente porque era utópico pensar nisso antes da temporada. Mas eis que, mesmo com um rookie de QB, o time chegou a partida que marca o meio da temporada com recorde de 4-3 ( com duas derrotas que com um pouco mais de qualidade teriam virado vitórias ) e sendo, naquele momento, o Seed 5 da AFC. Santo Deus, o time totalmente desacreditado era, surpreendentemente, um candidato a post-season. Era a realidade do momento. E era um 4-3 que poderia, e deveria, ser um 6-1. Aqui as opiniões dividem-se sobre porque o time não vencera Jets e Cards, mas uma certeza une a todos: estas duas partidas o time perdeu pra si mesmo, não pro rival.

Mas voltemos ao momento da Semana 8: o time era o Seed 5 da AFC e ia enfrentar, o na época, Seed 6. Jogo entre dois dos QBs Rookies do Top Ten do Draft ( o outro é o RGIII ), dos que até então, segundo alguns, eram os mais promissores advindos da NCAA. Era a partida da afirmação. Eis que perdemos o jogo, mais um, tomando uma virada. Um rookie, de fato, brilhou naquele dia no Lucas Oil, mas ele vestia azul, não branco. Aqui a temporada do Dolphins, de fato, dividiu-se em duas.

Depois vieram mais duas derrotas. Mas não foram derrotas simples contra times fortes ( coisa que o Colts transformou-se naquele dia no Lucas Oil na Week 8 ), foram para times que são, hoje, piores do que nós. E pior: uma delas foi a pior surra em casa desde 1968!!! A outra foi uma derrota pro Bills. Esse mesmo Bills que ontem tomou 50 pontos do Seahawks. Mas ai veio a partida contra este mesmo Seahawks, e eis que Ryan Tannehill e cia ( é bom dar méritos pra todos ) resolveram conseguir uma virada na temporada ( e até agora única ) e com dois Tds no quarto período vimos nosso Rookie colocar em sua estatísticas uma virada, esta aplicada. Porém a seguência era ingrata e perdemos pra Pats e Niners. Derrotas esperadas, mas que vendemos caro. Mas até isso é engraçado: em ambas, com mais talento, poderiam ter virado vitórias. Ambas as equipes, em certo momento da partida, pediram pra perder. Mas não conseguimos.

Ai, ontem, recembemos o Jaguars. A equipe que consegue ser pior do que nós desde Janeiro de 2000, quando nos aplicou um sonoro 62x7(!!!) na despedida de Dan Marino. Os Jaguars, pra quem não sabe, está pior do que nós em vitórias desde 2001. É, isso mesmo, existe time pior do que nós. E o time deles faz uma temporada tão ruim que um refugo nosso ( Henne ) é considerado melhora significativa por lá. Mas ontem e hoje, diversos torcedores do Miami estão - como direi - mais esperançados pela vitória e pela ( de fato, boa ) atuação de Ryan Tannehill ontem: 22/28 mais de 200 jardas, 2 Tds sem interceptação. Boa atuação repito e trago outro dado: a última interceptação dele já está longe, foi no primeiro quarto diante do Seahawks. Isso mesmo, a quase 4 jogos que ele não lança uma interceptação e isso tendo enfrentado Niners e Pats ( que ontem fizeram o melhor jogo em anos, que eu tenha visto ). É animador? Sim, é. Mas nem tanto. Devagar com andor, diria minha mãe.

Podemos sonhar com post-season? A Matemática fria diz que sim, mas alguém realmente vê este time vencendo o Pats em Foxborough? Tudo bem que se for o Pats do primeiro tempo de ontem daria, mas eles são na verdade o time do segundo tempo, que consegue empatar um jogo após estar perdendo por 28 pontos!!! Sabem qual foi a última vez em que fizemos isso? Eu não sei...

Prefiro, e digo isso de coração, não ir pra post-season e vencer o Bills ( obrigação ) e desperdi-me de 2012 com dignidade no Gillete Stadim, até porque assim teremos uma melhor posição no Draft. E pensar em 2013. Na verdade, nem em 2013 em si, mas em dias melhores, que tenham certeza ainda não devem aparecer em 2013, não porque eu não acredite em Ryan, mas porque times vencedores não são montados do dia pra noite e é preciso entrosar as peças. E a nossa, talvez, maior necessidade leva tempo pra render: WR talvez seja a posição onde a transição da NCAA pra NFL é mais complexa, pois os playbooks da Universidades costumam ser mais simples e porque os DBs da NFL são bem melhores do que os da NCAA.

Tenho sido perseguido por estes sentimentos estranhos, de não querer que o time vá pra post-season, de querer estar errado quanto ao Ryan ( e quero estar ), de estar sendo chato ao insistir com meu pensamento, que já é tachado de chato normalmente, de estar remando contra a maré... 

Mas eu me sentia assim com relação a TGJ, e deu no que ( não ) deu. E fiquei esperançoso demais com a era Sparano, e igualmente deu no que ( não ) deu . E me dei muito mal isso. Tinha dias em que eu nem queria abrir a internet, acessar um fórum, quanto mais fazer um post. Talvez por isso eu tenha ficado ressentido e com medo de criar uma falsa expectativa e que o tempo e a realidade se mostrassem tenebrosas, terríveis.  Totalmente o oposto do sonho, da esperança, da vontade de ver o time vencedor novamente. Talvez seja isso, medo de me machucar outra vez, de ver mais uma reconstrução dando em nada, de ver mais picks perdidas, de permanecer sendo por mais anos ( e quanto tempo mais ) uma piada para outros torcedores. 

Mas é como me sinto. E se querem saber, eu não me sinto nada bem com isso...

domingo, 16 de dezembro de 2012

Um plano para o sucesso na próxima off-season - Parte II

A ideia é essa mesmo: dar um salto de qualidade para 2013...
 
No post anterior eu trouxe pro Blog o plano traçado na Off-Season de 2013 que pudesse levar-nos ao Sucesso na próxima temporada, plano este bem feito e rico em detalhes. Reitero que não estou escrevendo nada e que apenas traduzo e adequo para os leitores do Blog.
 
O post terminou antes da Free Agency e no plano o Dolphins tinha uma sobra de 28m milhões de dólares. O que não é muita coisa, mas dá pra fazer uns estragos. Um detalhe bem observado pelo autor é: Philbin e cia deixaram claro a preferência por jovens valores, sendo assim ele descartou do plano jogadores acima dos 30 ( Greg Jennings e Wes Welker ). Vamos ao que pode vir a ser a diferença entre outra temporada medíocre ou uma temporada vitoriosa.
  •  Mike Wallace WR. Possivelmente a jóia mais interessante dentre os FA do ano que vem. Rápido, atlético, ágil e excelente recebedor. Tudo o que um QB ( rookie ou não ) precisa ter em um Receiver. Com ele abrindo as defesas, os DBs não poderáo ficar tão próximos da DL. É um perigo na End Zone e comete poucos drops. Tudo muito bem, mas ele não vai querer ganhar pouco, é claro. Jogadores assim querem assinar o contrato de suas vidas. Como comparativo o Steelers assinou com Antonio Brown um contrato de 6 anos no total de 43mi. Um contrato de 5 anos e 45mi ( com 20mi garantidos ) deve ser suficiente para seduzi-lo a assinar conosco. E em 2013 o peso do seu salário seria de 6mi. Cap restante 22mi;
  • Mike Jenkins CB. Miami vai precisar de mais talento na secundária e isso é algo que todos concordam. Mas se mantivermos Smith e trouxermos outro no draft, isso não resolveria o problema? Não, pois talento nunca é demais. Jenkins está hoje em um time que tem um rookie talentoso ( Claiborne ) e dois jogadores com tempo de Cowboys que receberam extensões recentemente ( Carr e Scandrick ). Portanto não faz lá muito sentido gastar mais cap pra renovar com Jenkins, que seria o terceiro na lineup. Jenkins tem talento suficiente para chegar e ser titular. Mas quanto isso custaria? Ele vai custar mais do que Marshall mas é ele também é melhor, portanto vale a pena. 24 milhões para 4 anos, com 8 milhões garantidos parece-me algo capaz de seduzir ele e isso contaria 5mi contra o Cap em 2013. Cap restante 17mi;
  • Michael Johnson DE. Existem 3 motivos básicos para irmos atrás dele na off-season: ele trabalhou com o nosso Coordenador de Defesa Mike Coyle; ele é extremamente produtivo em campo; e por fim precisamos de ajuda real no pass-rush, pois o time fica previsível tendo apenas Cameron Wake, que vai fazer 31 anos em janeiro. Precisa de mais? Creio que não. Um contrato de 24mi por 4 anos ( com 9mi de garantia ) deve resolver o problema, ficando 6mi contando no espaço salarial. Cap restante 11mi;
  • Evan Dietrich-Smith Guard. Outra coisa consensual em Miami é que o interior ee nossa OL precisa de melhores jogadores. Smith é melhor do que Jerry e do que Incognito e não seria tão caro assim. Além disso joga no Packers onde Philbin era OC até a temporada passada. Está acostumado com sistema de bloqueios por zona ( ZBS ) e seria uma aquisição válida. 9 milhões por 3 anos, com 2 contando no espaço. Cap restante 9mi.
Não é possível cobrir todos os buracos em uma Free Agency, além do que times vencedores são formados a partir do Draft, mas a FA pode ajudar bastante nisso. Com essas 4 aquisições acrescentamos talento em posições cruciais e melhoramos o time. O draft, e nossas 10 picks, deve tentar cobrir o resto. Vamos ao plano agora ( tomando como base a posição ao fim da rodada 14 da NFL, onde a nossa pick seria a 11ª no round 1:
  • Round 1: Keenan Allen WR, Califórnia. Talento nunca é demais, lembram? Pois é, Allen é o que pode-se dizer chamar de negócio perfeito. Pode jogar de Slot ou como WR1. É alto e tem velocidade, predicados básicos para os Receivers atuais. Com ele, Wallace e Bess, Ryan não teria do que reclamar, não é mesmo?
  • Round 2, Pick 1: Lane Johnson OT, Oklahoma. Jogador alto e forte parece ser o valor ideal neste momento do draft para substituirmos Jake Long. Precisará de desenvolvimento é claro, mas ele tem o básico para ser, trocadalho do carilho, grande;
  • Round 2, Pick 2: Desmond Trufant CB, Washington. Com a possível vinda de Mike Jenkins, draftar outro CB faz sentido? Claro que faz, pois talento nunca é demais e existe a possibilidade do time não renovar com Sean Smith. Trufant tanto pode jogar por fora ou como Nickel. Teve boas atuações na NCAA e os times evitavam lançar do seu lado. Seria uma boa aquisição;
  • Round 3, Pick 1: Joseph Fauria TE, UCLA. Que tal um TE que conseguiu 11 Tds em 2012? Que foi o segundo em jardas na sua universidade? Tudo muito bom, né? Problema dele é que não bloquia bem, mas é algo que poderá ser corrigido com treinos. Tudo bem que gastamos uma pck neste mesmo round em 2012 com Michael Egnew. Mas vejam como Brady usa e abusa dos seus TEs. Por isso a escolha faz sentido;
  • Round 3, Pick 2: Baccari Rambo S, Georgia. Mesmo renovando com Chris Clemons, iremos precisar de talento no setor. E existe algo melhor do que ter Rambo como Safety? Falando sério, ele é bom e tem espaço pra crescimento. Problemas extra-campo é que o fizeram cair pro segundo dia do Draft;
  • Round 4: Omeregie Uzi Guard, Geogia Tech. Para mim John Jerry é bananeira que já deu coco e como o plano prevê o corte de Incognito, teremos que adicionar mais talento. E Uzi é um talento decente para se adquirir no quarto round. Poderá sair mais cedo, mas se o conseguirmos aqui seria fantástico;
  • Round 5: Zaviar Gooden OLB, Missouri. Precisamos de profundidade na posição de LB, onde Misi não mostrou, ainda, todo o seu potencial e Burnett é muito meia boca. Gooden poderia até virar Starter, mas o correto é esperar que ele vire um backup decente;
  • Round 6: Aaron Mellette WR, Elon. Ele vem de uma obscura universidade ( lembram da ACU e o grande Clyde Gates? ), mas se tivesse tais números em uma USC ou Ohio State seria first rounder com certeza. Vale a aposta pois neste momento se der errado, ninguém reclama, mas se vingar só teremos a ganhar com isso;
  • Round 7, Pick 1: Mychal Rivera TE, Tennessee. Outro TE? Pois é, eu também achei estranho, mas ele é um talento que poderia sair no segundo round, não fossem contusões recentes. Em todo caso, com 4 TEs no elenco, não deve ser impossível arrumar um que preste, não é mesmo?
  • Round 7, Pick 2: Armonty Bryant DE, East Central Oklahoma. Fim de feira é assim mesmo e os coachs devem buscar talentos com problemas extra-campo que caíram no draft ou apostas em obscurar universidades. Bryant se enquadra nas duas opções. Era de North Carolina e saiu de lá por problemas diversos e foi parar na altamente desconhecida ECO. Talento? Ele tem, mas não é um absurdo. Se viesse e virasse um back-up confiável já teria feito mais do que o esperado.
É um plano minuscioso, rico em detalhes e que poderia dar certo. Vai dar? Vai ser posto em prática? Não sei, mas acho que é o caso de torcermos que algo neste sentido seja feito.