quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Pic of the Week: Perdendo em horário nobre...

É, perder é ruim... e a cara deles deixa bem claro...
Perder é sempre complicado. Em horário nobre é duro ainda mais. Do jeito como perdemos é terrível... Esta foto retrata isso de forma bem clara.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A melhora de Ryan Tannehill ainda não é o bastante.


"Antes de mais nada, eu estou apenas traduzindo um texto. Apesar de concordar com muita coisa escrita neste artigo, as opiniões não são minhas" (Juba Rivas)



"Com a oitava escolha no Draft de 2012 da NFL, o Miami Dolphins, seleciona ... Ryan Tannehill, quarterback, de Texas A&M University."

Essas foram as palavras que os fans do Miami Dolphins ansiosamente aguardavam ouvir, desde que Dan Marino se aposentou em 1999. A partir desse dia, não houve consistência e competência na posição mais importante do futebol americano em Miami. 
Marino jogou 17 temporadas com os Dolphins, de 1983 até 1999. Desde então, a franquia teve 16 quarterbacks diferentes em um período de 11 anos (2000 a 2011). Apenas dois destes quarterbacks, Jay Fiedler e Chad Pennington, obtiveram algum destaque, inclusive com títulos de divisão e aparição em pós temporada. 

Draftar Tannehill foi um sinal de que o Miami finalmente tinha certeza que a sua procura pelo Quarterback do Futuro tinha terminado. Ele bateu Matt Moore na batalha pela titularidade, começou os 16 jogos, ganhando 7 e perdendo nove (tendo uma performance acima do que se esperavam dele). Anotou uma impressionante virada no jogo contra a feroz defesa do Seattle Seahawks, dentro de casa. 
No fim da temporada, Mike Sherman disse que Ryan Tannehill será o QB que mais evoluirá do 1º pro 2º ano. Até agora, em 2013, o jovem jogador tem dado algumas provas do que o seu coordenador ofensivo estava correto. Duas vitórias seguidas fora de casa, inclusive contra Andrew Luck, QB dos Colts, primeira escolha do mesmo draft que Ryan foi selecionado, e uma grande virada contra o poderoso Atlanta Falcons. 3-0 no início da temporada. A melhor marca desde 2002.

Nesses 3 jogos, ele lançou para 827 jardas, 4 TDs e 2 INTs. Porém, cometeu 5 fumbles e recebeu 14 sacks (liderando a NFL nesse quesito). Tanto sack assim não pode ser creditado apenas na conta da linha ofensiva. Apesar da performance dela não ser das melhores, Tannehill tem a tendência de segurar demais a bola. Apesar de sua presença no pocket ter melhorado, ele ainda precisa melhorar nas leituras e sentir de onde as blitz podem vir. 
Na tentativa de ficar 4-0 na temporada, o Miami viajou até New Orleans para enfrentar, num MNF, um tal de Drew Brees. E o time estava jogando bem, teve sim bons momentos e quem sabe, poderia vencer essa partida também. Antes do fim do primeiro tempo, os Dolphins perdiam de 14 a 10 e tinham a chance de ir para o intervalo ganhando de 17 a 14. Mas, nosso QB fez um passe muito ruim para Brian Hartline, que acabou nas mãos do DB dos Saints. São coisas como essa que um quarterback não deve realizar.

Essa jogada, fez o Saints crescer e começar a castigar. Quando abriram mais de 3 posses de bola de vantagem, dentro de casa e com Bress pegando fogo, o jogo estava acabado para o time da Flórida. Tannehill acabou a partida com 4 turnovers (3 INTs e 1 fumble) e o seu time perdeu de 38 a 17.  
Mas essa derrota não deve desencorajar o jovem QB. Tudo na vida serve de aprendizado e experiência, para aprender com seus erros e manter os seus acertos. Foi o primeiro Monday Night Football da carreira dele. Muitos QBs que são astros em seus times, já tiveram performances parecidas. 

Em 2008, Aaron Rodgers, em seu primeiro ano como QB titular, também teve a chance de enfrentar o Brees fora de casa, num MNF. Como Ryan, Rodgers lançou 3 INTs na partida e os Packers foram amassados pelo Saints. Final: 51 a 29. Desde aquela noite, há quase 5 anos atrás, o QB de Green Bay só teve mais um jogo em que lançou 3 INTs. Ele usou aquela derrota e aquela fraquíssima performance para aprender e melhorar. 
Tannehill tem o braço para fazer qualquer tipo de lançamento e o cérebro para ler as defesas. Não vai demorar muito para que ele coloque tudo isso junto em seu jogo. Mas, para chegar a um nível elite em sua posição, muito trabalho ainda precisa ser feito. A começar por ver novamente a partida contra o Saints e tirar o sorriso sarcástico do rosto ao rever, na sideline, uma jogada errada que cometeu que não deveria ter feito. Garanto que ele deixará esses erros para trás se seguir em frente e trabalhando forte.

Em qualquer área, precisamos nos espelhar nos melhores. Ao fim da temporada, ele precisa sentar e estudar TODOS OS SNAPS feitos por Brees, Rodgers, Brady e Manning. Observar todos os movimentos, as leituras, as decisões e os passes que esses excepcionais QBs fizeram no ano, para que ele possa aplicar, com sucesso, em seu jogo.

Ryan Tannehill tem apenas 25 anos e um grande futuro. As pessoas esquecem que ele foi recrutado por Texas A&M para ser Wide Receiver. Sua capacidade atlética é impressionante e existem várias opções nele para poder bater as defesas na NFL. Ontem, ele realizou a partida de número 20 como QB na liga profissional. A mesma quantidade de jogos como QB titular na universidade.

O céu pode ser o limite para este jovem QB. Basta apenas trabalhar, trabalhar e trabalhar que certamente seu futuro em Miami será brilhante.

Week 4 MNF: Dolphins 17 x 38 Saints - Alguém anotou a placa?

Uma noia pra ser esquecida, com certeza...
Eu avisara que seria difícil, mas que pra vencer precisaríamos atuar no máximo, ou em certo jargão do futebol brasileiro no "fio da navalha". Pois é, estivemos longe disso e perdemos a invencibilidade. Mas eu mesmo imaginava como cenário provável chegarmos em Outubro com 1-3 e portanto estar o contrário é espetacular. Mas a atuação de ontem...

É melhor esquecer rapidinho e pensar logo no Ravens. Quase nada deu certo: a defesa não suportou ficar tanto tempo em campo, cometemos erros primários e o ataque... bom, o ataque ( o setor inteiro ) foi mal. O primeiro drive foi animador até uma terceira pra polegada. Ai, ao invés de fazer o básico de sempre ( o QB se jogar com a bola e conseguir o first down ), Sherman resolve fazer um corrida com Thomas ( que praticamente nem jogara ainda ) passando em frente da DL do Saints. Resultado? Quarto down e um FG.

A defesa até que conseguiu realizar dois 3 and out em Brees  cia, mas ai nosso QB comete um fumble tosco ( pra dizer o mínimo ) e a bola volta pro Saints... e, bom ele é Drew Brees e fez o que de melhor sabe: um touchdown e o placar ficou em 14x10 ( Miller fizera um TD corrido ). Faltando pouco mais de 2min outro ataque e... Interceptação  E claro que Drew Brees estava on the fire e veio mais um TD. Um adendo: enquanto o DB do Saints foi perfeito pra realizar a ints em Tannehill, Carroll foi afoito na bola que era pra Sproles ( o nome da partida pra mim ) e a deixou livre para ele marcar o TD.

No segundo tempo, um 3 and out na primeira campanha e TD do Saints... 28x10, na casa deles... ok, o jogo terminara. Tannehill ainda lançaria um TD e duas interceptações. Brees ainda lançaria outro TD.

Não vou aqui aproveitar para, porque não gosto de Tannehill, colocar a culpa toda nele. Afinal ontem vimos um passe curto salvar uma terceira descida para 20 jardas(!!). O ataque esteve mal, muito mal mesmo. A culpa é só dele? Não, é claro que não. A culpa é só de Sherman ( OC )? Não, também não, mas eu vinha cantando a bola da inconstância do ataque ( lembram?? ) e que isso seria problema mais dia menos dia. Ontem foi.

Semana que vem tem o Ravens em casa e ele tem um tal de Ray Rice que pode ser o Sproles da vez ( RB que recebe passes e faz, às vezes, milagres ). Em todo caso, o 3-1 está além da conta. Mas que ontem ganhamos motivos para preocupação, não temos como negar. Agora é ver como o time reage. E ver, claro, se alguém anotou a placa...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Monday Night Football: Dolphins at Saints

Após superar um possível bust, um provável all-star e um QB que foi cotado pra ser MVP, chega a hora de encarar um Hall of Fame em atividade...
Pode-se dizer que o grau de dificuldade tem só aumentado: após encararmos um time pior na semana 1 ( Browns ), um emergente com um provável all-star na segunda ( Colts ) e vencer o time que fizera a melhor campanha em 2012 e seu QB que fora cotado pra MVP ( Falcons ), chega a hora de medir forças contra o time que tem, pra mim ao menos, o quarto melhor QB da NFL atual ( Brees ) e uma defesa que é a quarta melhor da temporada. Combinação pesada, certo? Sim, claro que é...

A dificuldade é maior, mas a qualidade das atuações de nosso time tem melhorado. Continua inconstante, mas temos vencido. Limitamos todos os rivais a 20 pontos ou menos e somos um dos melhores times recentemente neste quesito. Mas o rival não costuma perder jogando em casa em prime-time. Não perde nesta situação desde 2008. São muitos jogos de invencibilidade, enquanto que nós conseguimos proezas como a do ano passado: perder pro Bills.

Vencer é difícil e é claro que o time do Saints tem vantagem clara pro confronto de hoje ( na história 6-4 pra nós ), mas vencer é possível sim, mas para isso teremos que jogar no limite máximo de nossas possibilidades. Se isso acontecer, teremos uma chance real de vitória...