sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dion Jordan, pode enfim, estrear na temporada

Eu estou também meio assim quanto a volta dele...
Draft, excelente, Miami e ótimas escolhas. Essas 4 palavras não podem ser usadas na mesma frase faz tempo. Se olharmos para os mais recentes drafts então... São raríssimas as primeiras escolhas que rendem algo e quando, eventualmente, rendem não ficam no time. O caso mais marcante é o de Jake Long, que tão logo quando pôde caiu fora do time. Como culpá-lo?

A aposta de 2013 foi altíssima, abrindo mão de picks para pegar um DE/OLB. Seu nome: Dion Jordan. Que praticamente nem jogou na sua temporada de rookie, mas que de certo modo deixou a impressão de que poderia ser útil. Eis que ele foi punido ainda antes da Trainning Camp por violar regras da liga para substâncias proibidas. Teve a pena reduzida após a Liga e a Associação dos Atletas concordarem em mudar determinadas penas, mas eis que ele não passou no teste feito e acabou punido de novo. Ao todo, já perdeu 7 semanas da temporada ( se o time ainda não tivesse folgado, ele teria perdido 7 partidas ).

Qual Dion Jordan estará em campo? Ele está mais pesado ( motivo para suas punições ) e deverá ser fixado como DE. Acontece que com sua contusão Olivier Vernon assumiu a posição de Starter e está detonando. Assim, a menos que faça milagres quando voltar - e eu duvido que consiga - deverá seguir sendo usado na rotação, ou como opção para LB em situações claras de corrida, já que mais pesado seria um alvo fácil para os ágeis TE da atualidade.

Em todo caso é um reforço que poderá ser muito útil, neste momento em que o time pode obter vitórias importantes para arrancar, quem sabe, rumo a post-season. 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Pensamentos após uma grande vitória...

Estamos no mesmo lugar em que estivemos na Semana 1...
Vencer, como sempre digo, é ótimo. Se ela vem com o time jogando bem e dominando a partida, tanto quanto melhor. Mas vitória é vitória, mesmo que venha com o adversário entregando o jogo. Eu quero é vencer. Claro que vencer jogando bem é melhor, mas o importante é vencer. Adiante.

Eu estava revendo minha projeção para a temporada e vou postar aqui de novo o que eu achava que aconteceria até aqui, volto na sequência ( de laranja um comentário atual ):

  • Week 1, 07/09 - vs Patriots. Começar em casa contra o melhor time da divisão? Não vejo vantagem alguma. Sem lesões no time de Tom Brady, é surra a vista; errei feio. Ainda bem, não é mesmo?
  • Week 2, 14/09 - at Bills. O desempenho de Ryan Tannehill jogando contra o Bills na casa do rival é tenebroso. Ele terá que jogar ( o que ainda não fez diante do rival ) para que o time não fique 0-2 ). Chances reais de o time entrar em crise com um derrota. Se vencer, por outro lado, recupera o moral e pode ainda permanecer sonhando; Infelizmente acertei.
  • Week 3, 21/09 - vs Chiefs. O time de Kansas fez 11-5 ano passado. Mas é apontando como candidato a ir mal. Se isso se confirmar, o time poderá vencer e ficar 2-1, mas se viermos de 0-2, a temporada pode morrer aqui; O time vinha de 1-1 e poderia fazer 2-1, mas ficou 1-2. E jogando mal demais...
  • Week 4, 28/09 - at Raiders ( London ). É o Raiders, tanto faz se é em Miami ou na Califórnia, vencemos 9 dos últimos 10 jogos. Vencer é obrigação; Convenhamos: tinha como errar essa?
  • Week 5 - Bye Week.
  • Week 6, 12/10 - vs Packers. Em 2010 vencemos eles no Lambeau Field. No sol da Flórida pode ser que ele preguem no segundo tempo, dando-nos alguma vantagem. No geral, é inegável que o Packers é mais time; Esta última parte ( inegável que o Packers tem mais time ) ficou bem evidente em campo, não?
  • Week 7, 19/10 - at Bears - Poderia ser pior. Poderia ser em Dezembro, com temperatura bem abaixo do zero. Sendo em Outubro o frio não deve atrapalhar. Mas eu tenho medo do que Brandon Marshall poderá fazer conosco. O time terá uma chance de vencer. Pequena, a meu ver; A chance foi maior do que eu previra, mas mandei bem...
Trocando em miúdos: eu contava com um 3-3, mas para isso eram vitórias contra Chiefs, Raiders e Bills. Acontece que destes 3 o time só venceu o pior time, o Oakland. É duro demais ver que, se tivéssemos feito o básico, o time poderia ter 5-1, tendo perdido apenas para o Packers até aqui, que de fato é mais time.

E ai agora é hora de duas partidas que podem determinar o nosso futuro na temporada: Jaguars e Chargers. Vamos ao que eu postei antes:
  • Week 8, 26/10 - at Jaguars. É o Jaguars. Vencer é obrigação; Continua sendo.
  • Week 9, 02/11 - vs Chagers. Bom, é aquela coisa... o time que nos colocamos na post-season. Não é um grande time... será em Miami... acho que podemos ser considerados favoritos... ou não; Errei sobre o fato do Chargers não ser um grande time. Rivers está jogando bem mais e por isso merece mais respeito do que tinha antes. Jogo fundamental porque se fizermos a obrigação contra o Jaguars, poderemos fazer 5-3 contra um rival direto por uma vaga no Wild Card ( já que os Broncos vencerão a divisão sem grandes sustos, outra vez ). 
Portanto, antes de pensar no Chargers, é prudente e vital vencer os Jaguars e emplacar 3 vitórias seguidas. Conseguindo, ficaremos em ótima situação para tentar uma vaga na post-season pois os dois próximos adversários seriam Lions e Bills, duas equipes acessíveis. Já imaginou este time com 7-3 faltando 6 partidas? Sonho? Talvez, até porque o time consegue a proeza para perder partidas onde, teoricamente, é mais forte. E o Bills... bom, o Bills é o calo na vida de Tannehill...

Dá para ficar mais animado, é claro. Mas é o Dolphins gente, o time que sempre arruma um meio de se auto-destruir. Que isso, quem sabe, tenha ficado para trás...

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Pílulas do dia seguinte: Vencer jogando bem. Algo raríssimo, mas bem vindo

Eu admito: estava com medo de uma atuação monstruosa dele. Mas quem assustou mesmo foi a nossa secundária

Vencer. Este é o objetivo central de todos os esportes. Que me desculpe o Barão de Coubertain, mas competir não é o objetivo. São raras as grandes histórias de perdedores, talvez a corredora Suíça das Olimpíadas de 1984 seja a maior delas. Adiante.

Vencer é o que traz torcida. Seja no futebol da bola redonda, da laranja, da branca ou da oval. Reparem melhor na foto acima: o Soldier Field estava praticamente vazio no momento em que Cortland Finnegan consegue atrapalhar Brandon Marshall no último lance da partida. Neste momento era uma quarta para o Touchdown e o drope foi o ponto final da jogo. Muitos já tinham desistido da partida, que terminaria como estava neste momento ( 27x14 ). E mesmo que Marshall segurasse essa bola, ainda teriam que chutar um on-side kick, recuperar e marcar outro TD. Convenhamos que era quase impossível, ainda mais com a soberba atuação de nossa defesa.

Começo por destacar o final da partida para ser justo com quem vem mantendo este time vivo na temporada: a defesa. Não, hoje vocês não leram uma crítica que seja a atuação de Ryan Tannehill, mas é a nossa Defesa o motor deste time. Ela está entre os 4 melhores da temporada, tem engolido ataques poderosos, humilhado QBs de elite e mantido nossas chances de post-season. Foi ela quem nos garantiu vencer o Pats e nos deu a chance de matar o confronto ontem em duas situações: a interceptação de Reshad Jones ( que voltou a jogar muito bem ) e no fumble forçado e recuperado por Cameron Wake, a Besta. O time marcou 10 pontos nestes lances. Tire-os do placar e ainda assim teríamos vencido pode dizer o amigo. É uma meia verdade, porque se assim fosse, o Bears não precisariam de desespero no Drive final, apenas de um Field Goal para a prorrogação.

Eu disse na véspera que o Bears tinha um ataque poderoso. E de fato tem, ou não é ver que de o quinteto formado por Jay Cutler, Matt Fortte, Alshon Jeffery, Martelus Bennett e Brandon Marshall é de impressionar? Claro que é... mas quem tem Cameron Wake e cia tem defesa forte. Cutler não teve sossego e por mais que tenha tentado, não encontrava sucesso. A defesa segue sendo o que de melhor temos, mas...

Ontem o ataque disse presente. Aliás, Ryan Tannehill parecia o QB que tanto precisamos. Jogou como se fosse um Top 5, como se fosse uma estrela. Acertou os 14 primeiros passes que tentou e teve a sua melhor atuação na carreira. Ele lançou mais TDs em outras partidas, teve mais jardas em outras, conduziu drives vencedores em um algumas poucas na carreira, mas ontem ele foi o cara e o rating dele confirma isso: 123,6, o maior em quase 40 jogos. Claro que é o que queremos e, sobretudo, precisamos que ele faça. Terá outra oportunidade domingo, diante de uma equipe fraca que o Jaguars. Chance real de melhorar os números, mesmo que o rival tenha engolido o Browns, o que convenhamos nem é tão complicado assim.

Mas o ataque como um todo foi. Eu não vi nenhum drop, tivemos chamadas boas ( algo raro ) e o jogo corrido funcionou, com Lamar Miller correndo para 61 jardas e marcando um fundamental TD no terceiro quarto. Enfim, um ataque que fez mais de 20 pontos. Wallace fez uma recepção com um certo grau de complexidade, Charles Clay acordou pra vida e a OL teve um bom desempenho para um time que tem Jared Allen na Linha Defensiva.

O ponto negativo segue sendo nosso Kicker e o time de especialistas, ao menos quando é para chutar Field Goals. Errar dois na mesma partida e, de distâncias consideradas boas, é uma piada. Pode fazer falta em outras partidas, como será diante do Broncos em duas semanas. Aliás, Parabéns para Peyton Manning o novo recordista de Touchdowns passados na Liga. Aqui uma singela homenagem do dia em que ele conseguiu o seu primeiro contra o time do então líder:


Week 7: Dolphins 27 x 14 Bears - Uma inesperada vitória. Mas sempre é bom vencer!!!

Wake Time!!! Cameron Wake deu show, mais um...
Este post é um pelo menos: pelo menos não fica sem nada até o meio-dia de segunda. O fato é que o time jogou muito bem. Hoje é quase impossível destacar um atleta que tenha jogado muito mal. De um modo bem genérico: foi a melhor atuação até aqui. Sim, foi a melhor. Alguém pode arguir que contra o Pats foi melhor e eu responderei: no segundo tempo. Nesta tarde no Soldier Field como um todo a atuação foi a melhor da temporada, até pela qualidade do adversário.

Claro que não dá para não destacar alguns jogadores por suas atuações individuais. Vamos a eles:
  • Ryan Tannehill. A melhor atuação dele na NFL, com certeza. Se fizesse umas 6 dessas por ano - e ele não é capaz disso - o time teria ido a post-season nas duas temporadas passadas e estaria bem encaminhado para ir nesta também. Por hora, comemoremos que ele conseguiu uma grande atuação;
  • Cameron Wake. Este é, não me canso de dizer, o melhor jogador do elenco. E disparado, por muito, na frente dos outros. É espetacular vê-lo em ação, com dedicação de 110% em qualquer situação, entregando-se ao máximo em cada snap. Conseguiu sack, fumble e ainda recuperou a bola;
  • Charles Clay. Ele resolveu aparecer pra jogar. Já não era sem tempo, não é mesmo?
  • Lamar Miller. Outra boa partida dele. Nada de espetacular, mas um jogo sólido.
  • Reshad Jones, Brent Grimes e Cortland Finnegan. Os 3 tiveram seus grandes momentos e conseguiram praticamente anular o trio formado por Bennett, Jeffrey e Marshall. Tomar 14 pontos de um ataque com essas peças, foi um feito e tanto.
Por hora é isso. Durante a segunda eu faço um post, digamos assim, com mais conteúdo.

domingo, 19 de outubro de 2014

Week 7: Dolphins at Bears - Sova a vista?

O adversário é melhor e estamos vindo de uma terrível derrota. O que mais esperar do que outra?

A última vez em que encaramos o time do Bears tomamos um coco: 19x0. Eram tempos de Tony Sparano e Chad Henne, tão ruins quanto Joe Philbin e Ryan Tannehill agora, talvez até piores, vá saber. O fato é que iremos encarar uma equipe mais forte e com um ataque capaz de surrar nossa defesa, marcando bem mais do que 20 pontos. E ai iremos precisar... do nosso ataque. E ai é o problema... como todos bem sabemos.