quinta-feira, 20 de novembro de 2014

First Down: Titulares


Errata: Cometi um erro imperdoável, citei que Mike Pouncey perdeu jogos por causa de uma suspensão, o que claramente está errado. Ele perdeu as partidas porque fizera uma Cirurgia e o tempo de recuperação foi maior do que o inicialmente previsto. Os suspensos foram Reshad Jones ( SS ) e Dion Jordan ( DE ), sendo que este último foi suspenso outra vez. Errei, e está aqui corrigido. Obrigado ao Thiago Torres.

Vez por outra nos esquecemos que novos torcedores aparecem, pessoas que não estão afeitas às coisas mais básicas do esporte. Como por exemplo quem são os titulares, de onde vieram, quem são os seus reservas e etc... claro que é função deste Blog fazer isso, mas eu vinha sendo relapso neste assunto. Vou começar a me corrigir agora, atendendo um pedido do membro da Comunidade do Blog, Vinicius Garcia.

O ataque é, basicamente formado por 1 Quarterback, 1 Runningback, 1 Tight End, 2 Tackles, 2 Guards, 1 Center e 3 Wide Receivers. Existem formações de corrida que usam desde Full backs - coisa que atualmente o Miami não tem - até 3 RBs. A chamada shotgun coloca até 5 WR's, geralmente os mais rápidos. Mas no geral, o ataque tem a formação citada acima. Abaixo, os jogadores que aparecem na imagem acima, retirada do site do Miami:
  • Quarterbacks: Ryan Tannehill e Matt Moore. Todos sabem como o nosso starter veio para em Miami: pelo draft. Mas Moore veio como Free Agent um ano antes e foi Starter em quase toda a temporada de 2011, quando Chad Henne se machucou na terceira partida daquela temporada. Ele aliás, será outra vez Free Agent no ano que vem;
  • Runningbacks: Lamar Miller, Damien Williams, Daniel Thomas e LaMichael James. Os 3 primeiros vieram do Draft, com Miller sendo o atual Starter. Knowshom Moreno era o Starter, mas está fora da temporada. Williams sobreviveu ao corte da temporada, depois de integrar o elenco como UDFA ( Rookies não draftados ). Daniel Thomas foi adquirido no Draft de 2011, ao custo de perda de 3 picks para que o time subisse pro segundo round. Uma lástima de trade. Foi cortado e trazido de volta apenas por causa da contusão de Moreno. James foi adquirido este ano no mercado de Free Agents, já durante a temporada. É um veterano, por assim dizer;
  • Wide Receivers: Mike Wallace, Jarvis Landry, Brian Hartline, Brandon Gibson e Rishard Matthews. Os 3 primeiros são Starters, todos sabem, mas apenas Wallace não foi escolhido no Draft, o que é até estranho. Landry vem chamando a atenção e justificando a sua escolha. Ninguém - talvez nem mesmo os Coachs de Miami - esperavam tanto dele como Rookie. Hartline é veterano do draft de 2009, quando muitos nem mais estão nem na NFL ( Pat White e Patrick Turner são os mais conhecidos ), mas ele está tendo sua pior temporada com Miami até aqui na sua carreira. E Wallace... bom, Wallace é o WR mais bem pago da NFL para não produzir... muito porque sua maior característica ( velocidade ) não é aproveitada porque o QB não consegue acertar os passes. Os outros 2 do elenco temos um vindo do Draft ( Matthews ) e outro da FA ( Gibson ). Que vão sendo úteis, cada um a sua maneira, é claro;
  • Tight Ends: Charles Clay, Dion Sims, Harold Hoskins. 3 jogadores que vieram via draft. Temos outro, Arthur Lynch, que está fora da temporada. É o único setor do time com 100% de jogadores vindos do recrutamento. Algo tão raro que parece até mentira. Clay é o alvo preferido de Tannehill, mesmo que não esteja jogando tão bem em 2014 quanto fora em 2013, talvez porque deixou de ser surpresa. Já Sims vai se mantendo no elenco e tem ajudado demais nos bloqueios. Sua contribuição nos passes segue sendo quase inexistente, o que é uma pena, pois ele parece ter qualidades. Já Hoskins ( UDFA ) é apenas um complemento de elenco, entra para dar descanso aos outros dois e quando precisa-se de mais proteção;
  • Tackles: Ja"Wuan James, Dallas Thomas, Nate Garner e Jason Fox. Pela primeira vez na história dois Tackles da Universidade do Tennessee tem dois Starters no mesmo time. Se James está tendo uma temporada acima do que eu esperava, Thomas... bom, ele segue sendo uma decepção. Claro que temos que lembrar que Branden Albert era Starter inconteste, até se machucar contra o Lions e perder a temporada. Os reservas ( Garner e Fox ) obviamente são ruins, mas é o que temos. O primeiro veio via draft ( UDFA ) e o segundo chegou este ano, via Free Agency;
  • Guards: Daren Colledge, Mike Pouncey, Billy Turner e Shelley Smith. Não se assuste ao ver Pouncey ( um dos melhores jogadores da Liga como Center ): ele atuara como Guard pelos Gators também. E tem qualidade de sobra para jogar nas duas. Ficou de fora das primeiras partidas por ter usado substâncias proibidas ( drogas ) e quando voltou Satele estava muito bem atuando como Center e o time precisava de ajuda no Guards. Por isso ele está aqui. Ele foi a primeira escolha do Draft de 2011. E é, deste então, um dos melhores da Liga. Colledge foi adquirido este ano, após a suspensão de Pouncey, enquanto que Smith fora adquirido na abertura do mercado, em Março. Já Turner foi escolhido este ano no Draft. E até aqui, não mostrou nada que possa justificar a sua escolha, já que nem é Starter como Tackle e nem como Guard, e olha que temos contusões demais;
  • Center: Samson Satele. É duro de acreditar, mas Satele foi escolhido no segundo round de 2007, talvez o pior draft já feito em Miami. Apenas ele, Satele e Fields bem pro time. Satele ficou no time até 2009, quando foi trocado com o Raiders por Joe Berger. Quem? Pois é... melhor nem lembrar. Ficou em Oakland por um tempo, depois foi pro Colts proteger Andrew Luck em suas duas primeiras temporada. Foi cortado e com a suspensão de Pouncey, o Miami teve a brilhante ideia de contratá-lo, inicialmente para apenas as 4 primeiras partidas. Mas dada a suas boas atuações ( figura entre os 10 melhores da Liga em algumas listas ), o time decidiu mantê-lo, no que fez muito bem.
Esses são os, atuais, Starters do ataque. Na próxima edição da coluna, os homens da segunda melhor Defesa da Liga. E sem LBs de elite...

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Domingo será dureza, mas o time pode vencer.

Ele é o melhor jogador da NFL atual. Mas, é claro isso não é certeza de derrota...

Domingo, segundo horário, na altitude de Denver ( mais de mil metro acima do nível do mar ), tempo estará frio... e o adversário tem o melhor jogador da NFL - ao menos na minha singela opinião. Jamais saberemos o que este time seria com ele de QB - sobretudo lançando para Brandon Marshall - mas depois de o encararmos diversas vezes contra o Colts, agora é a primeira - e talvez a última - vez de encará-lo como jogador dos Broncos. E todos sabemos que será uma pedreira.

O nosso time está 6-4 e neste momento fica de fora da post-season por causa do empate que o Bengals possui. Para entender melhor, veja a imagem abaixo:


Somos a 7ª equipe da AFC neste momento. E o Broncos é a segunda, mas a campanha do time do Colorado é 7-3. Isso mesmo, uma vitória apenas a mais. E eles sofreram uma dura derrota pro Rams fora de casa, com Peyton Manning sendo interceptado duas vezes. Um alento, dado que nossa secundária está conseguindo pegar pacotes. Claro que estamos falando de uma lenda, mas já detonamos uma este ano ( Tom Brady ). Vencer o Broncos não é tão mais complicado do que fazer isso contra o Patriots, mas tem um dado: vencemos os Pats no calor de Setembro da Flórida. Tá, é quente o ano inteiro em Miami, mas no início da temporada é muito mais. Agora iremos atuar na casa do adversário, com altitude... 

O Broncos tem problemas: Emanuel Sanders não deve jogar, assim como Juluis Thomas. Isso torna o ataque menos letal, mas Manning é o cara... mesmo que não vençamos a partida, o time ainda terá boas chances de post-season. Vejam a tabela:


O time teria ainda 5 jogos para vencer, ao menos, 4. Com 10-6 é possível pensar em post-season. O Patriots para muito distante com 8-2, mas eles vão pegar Packers e Lions e caso percam as duas, poderíamos sonhar até com a divisão. Ainda mais se passarmos pelo Broncos. O mais sensato é pensar em um Wild Card com 10-6 vencendo Jets duas vezes, Vikings e Ravens. Sejamos bem francos: vencer o Pats em Foxborogh não é o mais previsto. Mesmo que 10-6 não nos dê uma vaga, ao menos o time chegaria na marca de 10 vitória, o que só aconteceu uma vez nas últimas 12 temporadas. Foi em 2008...

domingo, 16 de novembro de 2014

Ja'Wuan James: A hora da verdade

Será que ele dá conta? Logo saberemos...
O Futebol Americano sem particularidades tão únicas que tornam a mudança de função de um jogador algo bem complexo. Para os leigos, um Right Tackle ir jogar como Left Tackle pode parecer algo simples, fácil. Mas não é, pelo contrário é algo essencialmente complexo. Fosse fácil assim, os RTs não ganhariam menos da metade dos que recebem os companheiros do lado esquerdo. Left Tackles de elite estão entre os jogadores mais bem pagos da Liga, enquanto que os companheiros do lado direito estão entre os mais mau pagos. Fácil explicar o motivo: não existe QB de elite sem um LT de elite. Simples assim... vá lá que alguns QBs podem ter a melhor OL da Liga a sua frente, que mesmo assim não serão melhores do que são. Mas uma OL ruim não permite nem ao melhor QB da Liga ser nada além de normal...

James jogou de LT pela última vez no High School. Na Universidade de Tennesse ele era apenas um RT, tendo jogado algumas partidas como RG. Ou seja, ele tem experiência larga atuando do lado direito e isso torna a sua mudança possivelmente traumática. Não vou aqui ousar criticar sua atuação na quinta, pois ele entrou na fogueira no domingo e teve apenas 2 treinos antes de encarar Mario Williams e cia. Foi mal? Sim, mas isso era esperado. Como eu disse, o surpreendente seria ele detonar um dos melhor pass-rush da Liga em sua primeira partida como LT. Sejamos justos...

Agora contudo, ele terá tempo para se preparar. E a tarefa é ingrata: Von Miller e Demarcus Ware são os nomes que deverão atuar pelo seu lado contra o Broncos. É mole? Não espero que seja o que Branden Albert estava sendo, porque isso é injusto com o rookie. Mas ele pode melhorar um pouco. E é ai que entra o título do post: essa e´a hora da verdade para James.

A sua escolha foi criticado por todos os analistas, citando o inegável REACH ocorrido. Além disso como não lembrar que ele era um RT forte na NCAA, mas que igual a ele outros poderiam ser encontrados no mesmo draft? Tudo isso fica agora mais evidente e resta uma pergunta: se o time não o tivesse draftado, o que faríamos? Pois é, prefiro nem pensar...

Ele estava jogando bem pelo lado direito. Esperar o mesmo nível de atuação pela esquerda é desumano. A prova de fogo vem pela frente. E iremos precisar que ele vá bem. O quanto pode ser a diferença entre jogar em janeiro ou não...

Pilulas do dia seguinte: Deu pro gasto, mas para ir mais longe é preciso mais, muito mais

Sorria, este ano não fomos varridos pelos Bills!!!

Eu não gosto de Galvão Bueno, mas uma frase dele eu adoro: "ganhar é bom... mas ganhar da Argentina é bom demais!!!". Adaptando o final ficaria pra nós: "mas ganhar do Bills é bom demais". Joe Philbin e seus bluecaps estavam com o time do norte do estado de New York entalados na garganta, pois quinta era o sexto confronto desse era Philbin e nos cinco anteriores o time só tinha vencido apenas um. E ano passado fomos varridos pelo time de Buffalo, o que nos custou a post-season ( uma vitória teria sido o suficiente para ficarmos com a vaga que caiu no colo dos Chargers. Pior: as duas últimas partidas o time rival tinha feito 48 pontos e nós... bom, apenas 10. Acho que nem preciso dizer que vencer valia mais do que apenas se manter com chances de post-season. Era a honra do time que esteve em cheque...

Vencemos, beleza isso é excelente. A defesa deu show, mesmo envergando segue sem quebrar. E quando o ataque ao menos é mediano, o time vence. E sim, o ataque foi apensa mediano não mais do que isso com certeza. A defesa rival é forte, sobretudo na DL? Sim, mas para vencer e ir para a post-season você precisa jogar contra grandes defesas. Nenhum time que vença apenas "galinhas mortas" tem futuro em Playoffs. Sendo assim é preciso que este ataque melhore. E muito, diga-se.

O adversário vem caindo de produção e o fato de ter 20 posses seguidas sem entrar na Red Zone é um sintoma disso. O Bills não é um time ótimo e mesmo assim nos venceu no primeiro tempo e deu trabalho, mesmo com Kyle Orton de QB e sem os dois melhores RBs do time em campo. Isso é pra se pensar, pois semana passada perdemos uma partida que esteve em nossas mãos. Em todo caso, seguimos como o time da NFL com mais pontos no segundo tempo. Só que isso significa que levamos muitos no primeiro e temos que correr atrás no segundo. Ontem deu, mas não dera em Buffalo, assim como não dera diante de Packers e Lions. Dai o título do post: "deu pro gasto, mas para ir mais longe é preciso mais, muito mais". Disso todos sabemos. Ou devemos estar bem cientes a respeito.

Abaixo, 5 pensamentos sobre a vitória de quinta:

1 - Uma vitória para desatar o nó na garganta: Na semana 2, esta equipe foi massacrada pelos Bills, tomando 19 pontos de diferença ( a mesma desvantagem da derrota sofrida no mesmo estádio na Semana 16 da temporada passada ). Nesta quinta  parecia um time completamente diferente. O ataque foi capaz de mover a bola com alguma consistência contra o rival. Embora a OL tenha permitido 5 sacks e algumas pressões, isso pode ser considerado um bom desempenho, dada a improvisação ocorrida com a contusão de Branden Albert. Além disso o Miami só chutou 3 punts na partida. Nas duas últimas partidas contra o Bills, nós tínhamos dado 16 punts. Só para se ter uma ideia.

Superamos os erros iniciais ( o fumble de Tannehill como destaque ), para infringir aos Bills uma derrota da qual eles lamentarão por muito tempo...

3 - Um time diferente em cada metade da partida? E o que parece. Este time - exceção feita às partidas contra o Chargers, Bears e ( talvez ) Raiders - vive numa gangorra permanente em termos de atuação. O primeiro tempo o ataque conseguiu mover-se, mas Touchdown que é bom, nada. Ainda bem que a defesa é da hora e conseguiu limitar o time do Bills a 2 FGs, mantendo o time vivo na partida.

Isso tem um dado interessante: ano passado em 5 partidas o time foi pro intervalo na vantagem e terminou perdendo no segundo tempo. Agora, ao menos, o time melhora após a parada do intervalo. Mas nem por isso está vencendo mais, pois entra dormindo na maioria das partidas. Quinta-feira a defesa amassou o ataque do Bills. Brent Grimes foi primoroso na marcação de Sammy Watkins, mas tomar tantas jardas corridas do terceiro running back foi osso. Mas enfim, vencemos por causa do segundo tempo ao fazer 19x3.

3 - A distância nos terceiros downs decidiu a partida: No primeiro tempo, o Bills converteu 6/8 terceiras descidas, todas para menos de 3 jardas. Isso deveu-se ao fato que o jogo corrido do time adversário ter funcionado bem, com a maior distância ter sido de 6 jardas. E o time converteu. Por isso que perdemos no primeiro tempo. No segundo tempo... 

O Bills ficou 0/7 em terceiras descidas, com a maioria delas para 4 ou mais jardas. Nestas situações claras de passe, fez-se sentir a péssima qualidade Kyle Orton e a nossa espetacular secundária. Louis Delmas quase conseguia uma interceptação em uma dessas situações. Some-se a isso a inoperância do Bills na Red Zone e fica fácil ler o que aconteceu na partida.

4 - O momento que decidiu a partida: Bills falharam na Red Zone pela terceira vez na partida, e chutam um Field Goal, ficando com 9x3 no placar, faltando 6:31 para o fim do terceira quarto. Era a hora de reagir. E o Miami conseguiu...

O time estava ainda no campo de defesa. Segunda para 10 jardas. Passe de Tannehill para Brian Hartline para um ganho de 31 jardas, sendo mais de 25 após a recepção. Aqui o jogo inverteu-se. O drive continuou e Tannehill acertou um lindo passe para Brandon Gibson para colocar o time de volta à liderança desde o começo do segundo quarto. E a defesa se encarregou de sacramentar a vitória esmagando o ataque do Bills.

Numa terceira para 14 jardas, Kyle Orton teve que tentar o passe de dentro da End Zone e pressionado lançou a bola para a esquerda do campo, longe de qualquer receiver. E isso é um intencional ground, que quando acontece dentro da End Zone vira Safety. 2 pontos a mais pro Miami, que ainda receberia a bola. Ai veio o fumble de Jarvis Landry no retorno e o Bills poderia voltar para a partida... mas eis que o Bills manteve-se fiel ao que tem feito na temporada: não fez o Touchdown. Só que desta vez Dan Carpenter ( ex-Miami e nunca errara um Field Goal contra nós ) não marcou. E isso matou a partida.

5 - Grande vitória, mas a tarefa segue difícil pela frente: Vencemos um rival de divisão e pela vaga na post-season. E teremos uma folga adicional ( que não tivemos pra esta partida ) antes de encarar - talvez - o melhor time da AFC: Denver Broncos, na altitude do Colorado, um dado extra como se encarar Peyton Manning e cia já não fosse difícil o bastante. Claro que a confiança readquirida com a vitória pode dar um gás extra, mas o rival é mais forte.

Vencer o Broncos poderia dar a esta equipe um respeito que ela ainda não tem. Além disso, caso o Patriots perca para o Colts no Sunday Night, nós poderíamos sonhar até com a conquista da divisão. Sonho? Possivelmente sim, mas quem apostaria seco que o time estaria 6-4 neste momento? Poucos, quase ninguém... eu mesmo contava com o inverso...

Notas e Citações:

  • Propaganda enganosa nas estatísticas: Bills ganhou a batalha dos Turnvers: 2-0. Bills teve cinco sacks, Miami dois;
  • Torcedores dos Bills não vão concordar, mas o passe que originou o intencional ground  e gerou o Safety foi a decisão certa. Orton não tinha qualquer chance de conectar o passe;
  • A defesa do Miami detonou e ai é que começa a diversão. Nosso setor esmagou Orton e cia no segundo tempo. E isso foi altamente divertido;
  • Tannehill foi extremamente eficiente neste jogo, mas o seu melhor lance foi o passe curto para Hartline, que gerou um ganho de 31 jardas. Tannehill jogou;
  • Lamar Miller balançou tanto o Cornerback Leodis McKelvin que ele saiu de campo com uma lesão no tornozelo. McKelvin garantira a vitória contra os Dolphins e afirmado que seria arrancada rumo a post-season, onde o Bills não botam os pés desde 1999. Acho que vão continuar sem jogar em Janeiro por mais um ano;
  • Parece que finalmente o time aprendeu como queimar o relógio. Faltando 02:33 para terminar a partida, o time foi pro jogo corrido, com Daniel Thomas conseguindo o First Down da vitória. Em tese, a partida já estava ganha ( 22 x 09 ), mas terminar com a posse após duas derrotas doloridas no final, foi um avanço e tanto;
  • A eficiência na redzone foi determinante. Bills chutam 3 FGs, Miami 2. Mas os dois TDs de passes nos deram a vitória. Simples assim;
  • Miami correu 125 jardas. Outra chave para a vitória;
  • "Acho que isso diz muito sobre esta equipa. Estivemos em momentos ruins, negativo com certeza. Mas lutamos e saímos de campo com a vitória, que é o que importa." Jarvis Landry;
  • Nós tivemos muitos problemas, mas ir para o intervalo perdendo por apenas 3 pontos foi bom, nos deu chances de recuperar no segundo tempo. E foi o que fizemos. Temos que fazer isso mais vezes. Obviamente houve algumas coisas ditas na mídia. nesta semana, que nós não gostamos. Por isso todos nós queríamos  entrar em campo e vencer e doar-se totalmente durante os 60 minutos". Cameron Wake;
  • "Eu tenho que fazer muito melhor. Não pudemos treinar direito nesta semana por causa do jogo logo na quinta, mas iremos treinar com afinco e agradeço por termos mais tempo até a próxima partida". - Ja'Wuan James em seu primeiro jogo como Left Tackle desde o High School.
  • "Grande, acho que foi o ponto de virada no jogo". Jared Odrick sobre o Safety forçado por Olivier Vernon, seguido de duas pontuações dos Dolphins.
  • "Vamos lá e iremos bater na bunda branca deles...". Leodis McKelvin garantira antes do jogo. Será que ele gostou do espancamento que levou?