quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Darren Rizzi na briga para ser nosso Head Coach

Rizzi tem condições de comandar uma reconstrução?
Uma notícia saiu na segunda, mas só se tornou oficial ontem: Darren Rizzi está na lista dos que podem ser o nosso Head Coach em 2019. Ele está no time faz tempo, da época do Philbin e temos poucas coisas para reclamar do seu trabalho, que recentemente é Coach dos Special Teams e Treinador Assistente. 

Promover alguém de dento da organização pode ser uma boa, de fato. Eu não me arrisco a dizer é ser ele tem capacidades para comandar a reconstrução pensada por Stephen Ross. Até porque diante das dificuldades que se avizinham, ele teria o tamanho certo para o papel? E se não tiver, como reagiria Ross e cia? 

É uma coisa a se observar com muito carinho e cuidado. Ele é um ótimo Coach de ST e nada impede que o seja também como Head Coach. Mas e se vierem Coordenadores com mais, digamos assim, fama que ele? Será que não ficaria algo estranho? Como seria a ordem de comando, seria plenamente respeitada? Além disso, é preciso investir em grandes Coordenadores, pessoas que possam fazer o diferente no ataque e na defesa. 

Não critico e nem aplaudo a decisão. Existem pontos positivos e negativos bem fortes a serem observados. Mas que ele tem fibra, disso não podemos reclamar. Aguardemos e se for ele mesmo, tenhamos a certeza de que serão tempos mais difíceis do que os recentes. Mas que visarão dar-nos - enfim - dias de glórias.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Temos um Novo ( nem tanto ) General Manager, mas o que esperar dele?

Será se agora vai?
Serei mais franco com todos vocês: eu não estou animado com esta nova reconstrução. Todas as outras deram errado, então porque esta em especial dará certo? Não consigo apostar minhas fichas nesta reconstrução em especial. Por mais que Chris Grier virando o manda-chuva faça sentido, são as ações a partir de agora é que complica. E elas passam muito além de contratar um bom Coach e ter bons Coordenadores. Envolve outras nuanças além de escolher bem no draft ou não realizar "deslizes" na Free Agency.

Criar uma mentalidade vencedora numa franquia acostumada a fazer 8-8 em quase todos os anos desde 1994 ( a franquia está 199-201 desde então ) é muito mais complicado do que num time que vivia dias de glórias em 2012 e passou 5 anos patinando. Estamos a mais de duas décadas perdidos no tempo. Sem ir sequer a uma final de AFC. Neste tempos os Jaguars, sim o Jacksonville, foi a duas. Os Raiders jogaram Super Bowl. Ou se preferir, os Cardinals quase venceram um. De 2000 para cá vencemos uma partida de post-season e só estivemos lá 4 vezes. E nada, absolutamente nada, aponta que estaremos no Hard Rock Stadium jogando o Super Bowl 54.

Temos talentos no elenco, mas o melhor setor talvez seja a Secundária. E mesmo ele tem buracos, onde falta um CB#2. A DL, que a três anos era motivo de extremo orgulho, hoje é um dos maiores problemas. Uma surpresa é que, passados 7 anos desde 2012, a OL segue sendo um problema. O time precisa de um QB. Falta um LB dominante, um TE também. Como resolver estes problemas em um Draft? Não tem como. Por isso a fala de Ross que o time agora não terá pressa. Resta ver o quanto isso é verdade mesmo ou apenas palavras para cativar bons candidatos para Head Coach e Coordenadores. 

Hoje, primeiro dia de 2019, o pensamento é: o time precisa de defesa. Um DT/DE/OLB é prioridade zero. A classe do ano que vem é ruim de QBs e eu só arriscaria em um no meio do draft. Ah, e Tannehill? Na entrevista de ontem ele foi citado como homem do elenco, não com esteio da reconstrução. O que isso quer dizer? Que não querem avisar que ele será cortado, porque creio que queiram trocá-lo conseguindo assim alguma pick. 

E essa já é uma grande notícia. Porque eu me orgulho demais de NUNCA ter-me enganado com ele. Fui contra antes dele sequer ser draftado. E o tempo deu-me razão. Infelizmente, diga-se de passagem.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Chris Grier agora é o Manda Chuva e já temos 3 candidatos a Head Coach

Grier agora é quem manda e desmanda no Miami...
e já pediu autorização para entrevistar o DC dos Patriots...
o DC dos Bears, meu preferido, e...
além do OC dos Chiefs
Além da demissão de Adam Gase, rolou outra grande mudança: Mike Tannenbaum não terá mais qualquer função ligada ao Futebol. Não queria que ele ficasse, mas talvez ele tenha desempenhado algum papel importante internamente ou apenas Ross que não o quis demitir. Com a saída de suas funções, quem assume o papel de manda chuva é Chris Grier. Ele agora mandar prender e soltar. É lago que faz sentido, porque existia uma falta de comando clara em Miami. Ao menos isso agora está resolvido.

Grier tem feitos bons drafts, embora a escolha de Charles Harris pese contra, poucas vezes em nossa história tivemos um índice de acerto como este recente. Segundo analista estas escolhas foram feitas sob o comando de Grier. Sendo assim, talvez tenhamos como esperar coisas boas. Que assim seja.

Outros encaminhamentos foram feitos hoje. O Front Office pediu autorização ao Chicago Bears, ao New England Patriots e ao Kansa City Chiefs para entrevistar membros das Comissões Técnicas destes times. O alvo dos Bears é o DC Vic Fangio. Nos Pats também conversaremos com um DC, Brian Flores. Jà nos Chiefs o "papo" será com o OC Eric Bieniemy. Dos 3 a minha preferência é Fangio, porque a defesa dos Bears é dominante, ao contrário da dos Patriots. Mas qualquer um dos 3 são melhorias quando à Adan Gase e sobretudo do que contratar Rex Ryan, que agora parece bem mais distante.

Com este post eu me despeço de vocês em 2018. Que 2019 seja mais feliz para o Miami Dolphins, mesmo que com uma eventual campanha pior, mas que tenhamos perspectivas melhores do que agora.

Adam Gase é demitido.

A era Agam Gase já era...
E para felicidade geral da nação Phinática, o Miami Dolphins demitiu Adam Gase na black monday. Não tinha espaço para manutenção dele comandando o time para 2019. A partida de ontem foi bisonha, não parecia de um grupo que lutasse pela permanência de seu Coach. E de fato, a melhor decisão foi tomada.

Gase deixa o comando após 3 anos depois de chegar como o "Mago dos Ataques", mas a unidade jamais esteve entre as melhores. Será para sempre lembrado como alguém que decidiu  retirar da aposentadoria Jay Cutler e este ano contratar Brock Osweiller. Adicionalmente fez outras escolhas bem contestáveis, como a de queimar 3 escolhas para selecionar um WR ( Leonte Carroo ), num elenco que não tinha problemas no setor, o time tinha Parker, Stills e Landry. 

Além disso desde o começo ficou claro que seu principal papel era fazer Ryan Tannehill render em alto nível. O que, todos sabemos, jamais aconteceu. Enfim, agora é passado. Ele que siga sua vida e vá atrasar outra franquia. Porque a nossa, ele já ferrou bastante. Não deixará qualquer saudade por aqui.

Pílulas do dia seguinte: O que fica de bom de 2018?

Mais uma temporada repleta de decepções
Tem coisa mais dolorosa do que abrir uma temporada 3-0 e ainda assim ficar fora dos Playoffs pela nona vez em 10 anos? Ver o time conseguir a proeza de vencer apenas 4 jogos em 13 é lamentável, é de deixar todos com raiva. Mas ontem, no Sunday Night vimos algo pior: os Colts se classificarem após abrirem a temporada com 1-5, bater os Titans ( na verdade massacrar ) e chegar à 10 vitórias. Sim, o time de Indianapolis conseguiu vencer 9 partidas seguidas. Pois é...

Na partida de ontem, espero, tenhamos visto a última partida de Ryan Tannehill. Que em 11 partidas em 2018 não chegou nem às 2 mil jardas, ficou com 17 TDs e 9 Int. Mas o Rating foi alto, acima dos 90 pontos. Mas quem o quer em 2019? Acho que ninguém ou quase nenhum torcedor. Corre no Twitter neste momento que Adam Gase foi demitido. O que é o correto... mas os rumores do substituto, são de tremer de medo a espinha: Rex Ryan. Sobre a troca de Head Coach e seus Coordenadores, falo mais tarde quando vier o comunicado oficial do Miami Dolphins.

Mas e a pergunta título do post? De bom mesmo poucas coisas aconteceram. Dentre elas a prova de que escolhemos bem no Draft, com Minkah FitzPatrick se provando, com Jerome Baker conseguindo firmar-se como Starter e ainda arrumando um Kicker seguro em Jason Sanders. Temos Mike Gesicki que ainda pode render e Kalen Ballage que podem evoluir. Além destes Cornel Asmostrong tem rendido bem nos Special Team e Durham Smythe tem sido destaque nos bloqueios. Outro draft com tal boa qualidade de escolhas, quem sabe dê para ser bem competitivo em 2019.

Este não será o post final de 2018. Mas se você ler apenas este antes de cair na farra de final de ano, um Feliz 2019 para todos os leitores do Blog.

E para terminar a temporada mais uma surra






O Miami Dolphins aprontou mais uma: tomou uma sova de 42 pontos do honorável Buffalo Bills. Terminando a temporada com um inútil 7-9. A partida de hoje, retrata muito mais uma temporada horrenda dos Dolphins. Aliás, eu diria que poucas vezes uma partida representou tanto um time na temporada como hoje.

Miami conseguiu uma proeza este ano: ser ruim tanto no ataque quanto na defesa. Tirante as muitas interceptações e turnovers forçados, nada se salvou na Defesa. E no ataque, quase nada merece destaque. Hoje o time, mais uma vez na temporada, marcou apenas 10 pontos via ataque, pois os outros 7 pontos foram de um pick six de Reshad Jones. E isso empatava a partida no primeiro tempo. Após tomarmos 14-0, com duas interceptações de Tannehill nas duas primeiras posses.

Agora termina a temporada e ficamos com a posição 13 no Draft. Pior do que a do ano passado, quando fizemos 6-10. Nada como ser ruim até para ser ruim. E algo terrível pode acontecer amanhã: rumos apontam que Rex Ryan poderá ser nosso novo Head Coach. Nada seria mais apropriada do que isso.

Afinal em Miami, não me canso de falar: errar nunca tem limites em Miami. Aguardemos.