quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Analisando prospects - Wide Receivers

Irei postar semanalmente os melhores prospects de cada posição, para aqueles que não acompanham a NCAA. Para começar, os recebedores.


Cordarrelle Patterson, Tennessee: Bom jogador, a sua velocidade é de boa para ótima, mas ele não se parece com o jogador mais rápido em campo. Muito bom ao sair da linha dem marcação com movimentos rapidos. Faz um trabalho muito bom ao usar seu corpo para bloquear os defensores e vai usar seus braços para lutar contra os defensores durante a execução de suas rotas. Corredor de rota sólido, que pega a bola bem longe de seu corpo, mas não pegá-a contra seu corpo. Agressivo com a bola e pode obtê-la bem alta. Não é um corredor dinâmico sem a bola, mas ele é mortal com a bola nas mãos. Ele tem a visão que você esperaria de um RB. Ele não é um receptor forte, mas ele não tem medo de contato e pode atacar o interior do campo tão bem quanto o exterior. Virou recentemente o preferido dos Mocks Drafts. Alguns analistas acham até que ele poderá acabar saindo no Top 10. Chances, atualmente, reduzidas de sobrar pra nossa pick.
 
 
DeAndre Hopkins, Clemson: Ele faz um trabalho decente, com uma mistura interessante de velocidade e força. É difícil de ser derrubado. Ele consegue pegar a bola longe de seu corpo, ele faz um trabalho muito bom de atrair a captura e usando seu controle do corpo. Ele tem sido e continuará a ser um WR que vai fazer as capturas difíceis ao longo do campo. Ele me lembra um jovem Terrell Owens, com sua combinação de força e velocidade. Ele não é tão letal quanto Patterson, quando ele tem a bola em suas mãos, mas ele ainda é uma dor de cabeça para as defesas porque ele corre muito e será executado através de um poucos defensores. Potencial pick de segundo round.
 

Quinton Patton, Louisiana Tech: Ele tem boa estatura para a posição e é muito rápido além da linha de scrimmage. Ele não parece ser físico fora da linha de scrimmage, mas ele tem a velocidade suficiente para que se ele fica atrás de um CB jogar perto da linha, ele vai conseguir separação para receber o passe por cima. Patton é capaz de usar seus movimentos duplos para fazer com que o CB fique congelado. Ele tem bom controle de corpo e pode fazer as capturas difíceis, mas ele perde o equilibrio além da conta depois que ele faz a captura. Tem potecial razoável de crescimento. Alguns analistas acham que ele deve acabar saindo no fim do segundo ou começo do terceiro.
 
 
Justin Hunter, Tennessee: Seu tamanho e velocidade destacam-se. Ele tem a capacidade atlética de um Stephen Hill, mas ele não é tão cru e ele tem melhores mãos. Suas mãos eram sólidos em 2011, mas ele teve uma seqüência de passes ruim em 2012. Ele é um bom saltador e recebe a bola alta. Ele não usa os braços bem como Patterson, nem é tão eficiente com a bola em suas mãos, mas ele faz um bom trabalho, ao fazer um único movimento e, em seguida, explodir pela defesa. Ele tem todos os atributos para ser um jogador explosivo na NFL. Muitos não gostam dele por causa de problemas de lesão (não perdeu nenhum jogo em 2012 ) com a sua ACL, mas ele não pareceu perder nenhum dos seus atributos, sobretudo a velocidade explosiva. Poderá cair bastante se for bem no Combine. sobretudo se sua velocidade não for uma das melhores da posição. Não é, por enquanto, Receiver pro primeiro round e deverá sobrar pro segundo round.
 
 
Keenan Allen, Califórnia: Eu acho que ele é o WR mais equilibrada desta safra. Ele tem a altura de Hunter e é rápido, mas não tem a velocidade de elite que Hunter possui. Ele é um sólido corredor de rotas e tem bons movimentos para sair da linha, mas ele tende a usar seu corpo para conseguir muitas recepções, pois não irá conseguir o deslocamento ideal do CB. Ele não é tão astuto como Patterson com a bola em suas mãos, nem é tão físico como Hopkins, mas ele tem uma boa mistura de agilidade e força física para ser uma ameaça com a bola na mãos. Ele pode contribuir imediatamente, mas o seu potencial de crescimento não é tão alto quanto o de Hunter. Provável Top 10, podendo eventualmente estar disponível na nossa pick.
 
 
Tavon Austin, West Virginia: Velocidade muito boa e chega até a velocidade máxima rapidamente. Sua inconstância faz com ele pareça mais adequado para o slot. Não consegue vencer CBs mais físicos, mas consegue bons resultados perto da linha de scrimmage. Ele pode ter um tempo difícil trabalhar na NFL com seu pequeno tamanho e falta de força, especialmente se ele não conseguir bater as coberturas da secundárias. Deverá cair para o fim do terceiro round ou começo do quarto. E só de me lembrar que ele é de West Virginia me dá calafrios...
 
 
Terrence Williams, Baylor: Como Patterson, ele usa suas mãos muito bem para combater os CB. Não é um dos corredores mais fortes de rota, mas ele tem uma mistura muito boa de tamanho, velocidade e capacidade de captura. Ele é similar a Allen em que ele tem uma variedade de habilidades que fazem dele um WR sólido, mas ele não é tão adepto de suas rotas. Está subindo na cotação e pode acabar saindo no primeiro round.
 
 
Robert Woods, USC: Ele pode ser o segundo melhor corredor de rota na classe. Ele tem velocidade adequada e rapidez, mas não estão perto de ser elite neste quesito. Quando você combina a velocidade e a rota correta, ele ainda faz um bom trabalho de separação do CB. Faz um bom trabalho de encontrar os pontos fracos na zona e facilitando a vida do QB. Suas mãos podem ser boas, mas elas parecem inconsistentes. Semelhante a suas mãos, ele mostra a capacidade de usar as mãos para lutar contra a marcação, mas não é suficientemente consistente. Ele também parece que não vai pegar a bola no alto, mas ele consegue fazer as recepções. Seu status atual é pra sair no meio do terceiro round.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Greg Jennings pôs sua casa a venda em Green Bay...

Ele, ao que parece, realmente vai sair de Green Bay. Mas será que o seu destino será o Sul da Flórida?
 
Isso por enquanto é uma mera especulação, mas o primeiro passo foi dado: de que Jennings não vai permanecer no estado do Wisconsin. Para onde ele irá dependerá de vários fatores e o financeiro deverá ser o mais complicado de equacionar. Ele deverá querer ir para um time competitivo e com possibilidade de crescimento. Se ele achar que o Dolphins possui isso, é claro que as praias devem finalizar o processo. Por enquanto, segue sendo um sonho. Mas podemos passar para o próximo passo...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Jake Long espera um contrato na casa dos US$ 10mi por temporada

Enquanto as especulações sobre quem vem não passam disso, segue a novela sobre nosso Left Tackle...

Jake Long foi nossa aposta em 2008. Naquele draft 3 jogadores eram merecedores de nossa escolha, a primeira de todo o draft: Matt Ryan ( QB, Boston College ), Jake Long ( OT, Michigan ) e Chris Long ( DE, LSU ). A escolha estava entre apostar em um possível FQB, um dos melhores prospects de OL ou um monstro na DL. Todas as posições eram carentes e tinhamos outras além dessas. E o recém chegado General Manager, a época apenas um pau-mandado de Bill Parcells, optou pelo BPA - best player avaliable - e draftamos Jake Long. A escolha fazia sentido, pois residiam dúvidas sobre o futuro de Ryan e a defesa do Miami não era ruim a ponto de queirmarmos uma pick no setor. E passados 5 anos eu digo: foi o melhor a ser feito. Acontece que o plano foi modificado pelo caminho...

A ideia básica era draftar Long em 2008 e em 2009 - basendo-se que o time deveria fazer no máximo 5-11, draftar um QB e usar as outras picks pra reforçar a defesa e em 2010 dotar o time de alvos no ataque. E porque o plano parou no meio do caminho? Por causa da famigerada Wild Cat e a ida do time  post-season ainda em 2008. Diante do sucesso os homens do front-office modificaram suas metas, com o intuito de que o correto seria potencializar a jogada, a famigerada Wild Cat. E foi por isso que veio Pat "The Bust" White. Não vieram os WRs, os defensores, os Tight Ends e sobretudo o FQB. Alguns dirão que agora o temos, mas eu tenho certeza de que não. Mas pulemos essa novela sem fim...

Eis que Long cumpriu muito bem o seu papel, tanto é verdade que foi nomeado para o Pro-Bowl em suas primeiras 4 temporadas e ainda foi eleito pro primeiro time da NFL em 2010. Rendeu o que dele se esperava e valeu cada centavo nele investido. Até que ao fim de 2011, em uma partida diante do Bears ( onde levamos de 0-16 ), ele se machucou gravemente. Fez duas cirurgias na off-season e em 2012 ficou claro que ele não era mais o mesmo. Machucou-se novamente e perdeu mais partidas. E agora já fez outra cirurgia. E está sem contrato. E temos um sério problema. Do tamanho de Jake Long.

Ele agora é um UFA - Free Agent Unrestricted ou Agente Livre - e o Front Office está tentando renovar com ele. Ao que consta - pois essas informações são mantidas em sigilo - o time está oferecendo algo na casa do US$ 6mi básicos, com diversas bonificações a somar-se ao contrato podendo atingir até a marca dos 10mi. Acontece que o atual contrato de Long é de quase 14mi e ele não deverá aceitar tal redução. Se as negociações não progedirem - ao que parece não vai - Tagar seria uma opção cara demais e nos custaria 15,5mi.

Pelo valor que ele quer, eu não renovaria. E também não ocuparia um terço do cap disponível em um único jogador, que tem sobre si inúmeras dúvidas. E assim poderá ter chegado ao fim a era Jake Long em Miami. Sem que ele tenha tido um FQB para proteger. E isso, acreditem, prova o quão pessimamente administrado o Dolphins é...

domingo, 27 de janeiro de 2013

Dan Marino não vê problemas em draftar outro QB neste Draft...

Está foto está perto de completar 30 anos ( faltam só 2 ) e o camisa 13 ai falou sobre a possibilidade de o time escolher outro QB neste Draft...
 
Antes de entrar no texto em si, quero reiterar que isso não é uma estocada em Tannehill. É apenas algo que me chamaria a atenção fosse quem quer fosse o nosso QB atual. Vamos ao post...
 
Dan Marino, maior atleta de nossa rica história, estava em sua fundação de caridade e foi perguntado sobre uma ideia que vem ganhando forma entre os analistas que cobrem o Dolphins: se é ou não necessário o time gastar uma das picks iniciais em outro QB. A resposta dele foi essa: "não sei se o Dolphins irão fazer isso, mas você tem que olhar o modo como o campeonato é jogado atualmente".
 
Depois ele foi questionado se a presença de outro QB jovem no elenco poderia trazer pressão desnecessária em cima de Tannehill e ele disse: "Eu acho que se você é um QB e você tem que jogar a um nível elevado e você está jogando na NFL, você não se importa com a competição".
 
E prosseguiu: "eu estando lá, e sendo um novato, se houver outro zagueiro e querem trazê-lo, tudo bem. Eu acho que você tem que ter essa atitude mental e se você estiver jogando nessa posição, e isso deve funcionar como força e motivação para você dizer  'Eu vou trabalhar duro, treinar mais ainda e eu não vou me importar com a competição', isso é parte da vida de um QB". 
 
Isso não quer dizer que Marino apóie a ideia de se usar uma pick alta do Draft, apenas que se isso for feito não deve ser um problema para Tannehill. Ele também disse acreditar que o Dolphins não vá fazer isso. Mas também é bom ver que para ele isso não seria um absurdo. Eu particularmente escolheria o BPA na posição a partir da quarta rodada, pois quem sabe dê certo, não é mesmo?