sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Uma informação importante sobre Cap e o Contrato de Ryan Tannehill

Ele não é uma brastemp, mas tem seu valor...
Ontem, ao comentar uma postagem de um outro blog numa página do Facebook, um "bajulador" de Ryan Tannehill veio tirar onda quando eu disse que devemos ao insano contrato dado ao nosso QB a nossa péssima situação no Cap. A resposta dele foi: "alguém avisa o Flávio que o Salário do Tannehill em 2016 será o mesmo de 2015". Eu claro mostrei a ele o quanto ele estava enganado com dados objetivos. Os quais eu trago agora para vocês, direto do Site Over the Cap:

Essa imagem explica tudo e não deixa espaço para contestação...
Comecemos pela informação contida ao lado de Contract Details: 10º QB mais bem pago da NFL. Pois é, o absurdo começa por aqui e só isso já deveria impedir pessoas de falarem a besteira que ousam dizer. Mas tem mais, infelizmente: notem que em 2015 Tannehill recebeu 4,83 milhões. Este era o seu último ano de contrato de rookie, como todos sabemos, contudo o mesmo tinha uma clausula de um quinto ano caso o time quisesse e que poderia ser exercida até antes da abertura do mercado de 2016. Mas o time fez isso em 2015, talvez querendo dar tranquilidade para o QB. Bom, mas o que importa de fato é que em 2016 Tannehill vai receber mais de 11,5 milhões, quase 3 vezes mais. Mas mesmo assim, tem "bajulador" que não sabe disso.

E depois disso ela vai receber sempre perto dos 20 milhões. Sendo que ele JAMAIS será um Quarterback que mereça isso. Contudo, é preciso pontuar, que não é só o contrato dele que é insano, vejam esta imagem aqui:


O quadro mostra os 10 maiores salários do Miami e o seu peso no Cap em 2016. Notem que os 3 primeiros ( Ndamukong Suh, Ryan Tannehill e Branden Albert ) consomem mais de 50 milhões. E nenhum dos 3 vai jogar o suficiente para merecer tanta grana. Nem que Suh consiga 25 sacks ( o que seria mais de 1 milhão por sack ). É muita grana para apenas 3 jogadores. Fosse Tannehill um All-Star e Albert um Tackle sólido e que jogasse sempre, eu até entenderia. Mas nao... Ainda iremos ter quase 3 milhões de Dead Money do contrato de Phillip Wheeler. Errar nunca é o bastante em Miami, como todos estamos cansados de saber.

A situação basicamente é tenebrosa em termos de Cap, o que é o oposto de quando um time entra em rebuild, porque normalmente o time é ruim mas tem grana livre para contratar e contratar... Passados 4 anos desde a off-season de 2011, o Miami está no mesmo lugar ( outro 6-10 e a oitava pick no Draft ) mas com os bolsos vazios... Em suma, andamos para trás em 4 anos. E isso é de matar de raiva. Mas sempre tem um mané para dizer que está tudo bem... aqui não, eu sempre falarei a realidade. Como tenho feito nestes quase 9 anos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Quem será o nosso Head Coach em 2016?

Os nomes são esses... e nenhum deles me anima.
Finda, definitivamente, a era Joe Philbin ( mesmo tendo sido demitido no começo da temporada, este ainda era o time dele, certo? ) é hora de ver quem será a próxima bucha... desculpem, o próximo Head Coach. Claro que todos sempre esperamos que nesse momento de mais um reconstrução finalmente acertemos a mão. Mas foram tantas e tantas as bolas fora que, desta vez, eu irei ficar com os dois pés ( só porque tenho apenas 2, porque se fossem 20 seriam todos eles ) bem atrás.

A imagem que ilustra este post ( e está será a quarta vez em que este Blog cobrirá a troca de Coach em 8 anos!!! ) a lista dos candidatos a HC e o dia em que serão entrevistados. Comecemos pelo fim: se eu sou Dan Campbell eu estaria procurando emprego agora mesmo, porque está mais do que claro que ele só será o Coach em 2016 se TODOS os outros recusarem o Miami Dolphins. A confiança nele é inferior a zero. Melhor buscar um local enquanto eles existem... Vou falar, o que sei, sobre cada um dos outros, pela ordem de entrevista:
  • Mike Smith: Foi o Coach os the Year em 2008, batendo Tony Sparano. Pois é, quem diria né? Ele fez um Falcons arrasado pela prisão de Michael Vick ( rinha de cachorro ) que deixará a franquia a pé em 2007. Selecionou Matt Ryan após nos decidirmos ficar com Jake Long e foi a post-season naquela temporada. Depois disso seu trabalho teve altos e baixos, como ir até uma final de NFC e ficar temporadas sem ir a post-season. Ele venceu 66 partidas e perdeu 46 em sete temporadas com o Falcons, com 4 idas a post-season. Contudo, suas duas últimas temporada ele venceu apenas 10 partidas, motivo pelo qual foi demitido. Mesmo assim é, para mim, o melhor dos nomes que estão sendo entrevistados. O que não quer dizer que eu o acho o salvador, pelo contrário até;
  • Mike Shanahan: Este tem anéis de Super Bowl, conquistados pelos Broncos de John Elway e cia no fim dos anos 90. É um dos produtos de Bill Walsh, mítico Coach dos Niners nos anos 70 e 80. Contudo, parece que parou no tempo desde o começo dos anos 2000. Comandou times medíocres no Broncos, fez escolhas e trades contestáveis ( algumas horrorosas mesmo ) até ser demitido. Em 2010 assumiu o Washington Redskins, e nos seus dois primeiros anos a campanha foi de 11-21. Em 2012 ele, que dividia as funçoes de GM mas tendo a palavra sinal sobre os assuntos, o time foi atrás de RGIII ( QB scrambler de Baylor ) e fez uma Trade agressiva com os Rams, subindo para a posição 2 do Draft. Essa trade custou o desenvolvimento da equipe nos anos seguintes, porque foram 2 escolhas de primeiro round e 1 de segundo. Contudo, com RGIII o time venceu a divisao depois de vários anos, mas Shanahan foi acusado de acabar com a carreira do novato, ao faze-lo jogar no limite de suas condições físicas. Foi tao exagerado que a NFL mudou as regras foi causa disso. Foi demitido ao fim de 2013 com uma campanha de 3-13. E isso não me parece nada interessante quando olhamos a nossa situação atual... Gostaria vê-lo bem longe de Miami;
  • Adam Gase: Este é bem jovem ( nasceu 1978 ) e passou 5 anos no Broncos até 2014, este último como Coordenador Ofensivo. Transferiu-se este anos para o Bears, ocupando a mesma função. Poderia ser uma escolha interessante para um equipe que tivesse estabilidade e pudesse aguardar o desenvolvimento de um Coordenador em um Treinador, mas para nós? Pode lhe faltar liderança, mas ainda parece algo melhor do que Shanahan;
  • Teryl Austin: Atual Coordenador Defensivo do Lions, desde 2014. Ficou 2 anos no Ravens como Coach da Secundária. É o único ligado diretamente a defesa na lista de nossos candidatos. Apesar de duas temporadas ruins do Lions, a defesa foi um setor sólido. Passou também pelo Seahawks ( entre 2003 e 2006 ) e o Cardinals ( 2007/2009 ). Para mim é um nome que corre por fora, mas que talvez seja, por isso mesmo, o que venha a assinar. Acredito ser o melhor dos nomes. Ou melhorando: o menos pior;
  • Dan Campbell: Parece-me carta fora do baralho, apenas se todos recusarem o Miami. E isso não pode ser descartado, sabemos bem. Ele me parece fraco para Head Coach e duvido que aceite seguir como Coordenador Ofensivo ( e eu nem queria ele fazendo isso ).
De um modo geral, eu não gosto dos nomes. E vou tratar com uma escolha comum, sem grandes esperanças, até porque ao contrário de 2008 e 2012 não temos Cap sobrando para manter nosso Free Agents e contratar outros, portanto a margem de manobra é reduzida. E só isso, num elenco cheio de buracos, já é uma má notícia.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Habemus General Manager: Chris Grier

Só eu achei ele um, tipo assim, Stephen Ross negro?
Chris Grier. Guardem este nome, pois ele é o nosso novo General Manager. Ele substituirá Dennis Hickey que foi demitido no sábado após dois anos desastrosos, onde ele ferrou nosso CAP com contratos insanos, como os de Suh, Albert e Tannehill. Sobretudo o último era totalmente desnecessário, que irá consumir mais de 13 milhões em 2016. Obviamente Hickey não deixará saudades, mas os erros de sua gestão nos perseguirão por muito tempo...

Grier está com a organização há 16 anos, tendo ficado os últimos 9 como Chefe dos Olheiros. Dado o nosso péssimo aproveitamento no recrutamento, acho que... bom, todos entenderam, creio eu. Ele foi entrevistado para ser General Manager do NY Jets na temporada passada. Ele conhece bem o time e, outra vez, não sei se isso realmente conta a seu favor. 

Claramente eu preferiria uma pessoa que viesse de um time de sucesso ( alguém do Ravens, Packers, Patriots, Broncos... ). Lembrando que Hickey viera do Tampa Bay Buccaneers, que é longe de ser uma franquia vencedora recentemente... O próximo passo será definir quem será o Head Coach, mas isso não caberá a Grier, e sim ao Vice-Presidente de Operações, Mike Tannenbaum.

Week 17: Patriots 10x20 Dolphins - Só o Miami para vencer quando deveria perder...

A boa notícia de ontem foi que Parker poderá ser um grande recebedor...
Eu estava realmente sentindo o cheiro no ar. O Miami Dolphins sempre consegue se complicar quando deve simplificar. O Miami conseguiu vencer o Ravens quando perder era o correto, assim como venceu o Eagles quando já não importava mais. E ontem o Patriots, já classificado, só tinha a perder se entrasse num jogo "a vera". Anos atrás em um extra point Rob Gronkowski quebrou o braço e o time ficou de fora do Super Bowl. Acho que Bill Bellichik resolveu que não valia a pena correr o risco outra vez. Tom Brady deu apenas 5 passes no primeiro tempo. Sinal de que o time do Patriots estava com o freio de mão puxado.

Bom, o fato é que no primeiro tempo o time do Miami parecia outro até chegar perto da Red Zone, como sempre falhando.  Passes errados, OL falhando e até dropes. Além de um FG errado, deu saudades de Dan Canpenter. Isso até eu ver o que ele fez contra os Jets, é claro.


Miami agora será o oitavo a escolher ( poderia ter sido o quinto se perdesse ) mas assim é o Dolphins: perde quando é necessário vencer e vencer quando deveria perder... se querem saber chega a ser irônico que passados 4 anos com Ryan Tannehill de Quarterback o time volte a escolher na oitava posição, a mesma que desperdiçamos quando o escolhemos. E nem sequer fomos uma vez na post-season. O Redskins vendeu a alma para ter RGIII mas resolveu buscar um seguro com Kirk Cousins e foram a post-season duas vezes. O Lions foi, o Cardinals quase ficou em primeiro na NFC... e nós, nada.

Alguns, é claro, verão pontos de evolução no time. Esse tipo de pessoas procuram chifre em cabeça de cavalo e portanto eles dirão ( na verdade já disseram ) que Tannehill jogou bem e tals e que isso é um alento para 2016. Que nada, essas mesmas pessoas viram isso em 2014 e disseram que em 2015 seria diferente. Apenas incautos ( o nome é outro, mas eu não vou usá-lo em respeito a quem não é ) podem ainda acreditar que Ryan Tannehill seja solução para este time. Ele é o problema, já expliquei demais o motivo.

Vencer é bom e eu gosto, mas quando o time luta para conseguir vaga na post-season. Lembram de 2013? Quando uma vitória em duas partidas teria nos dado a post-season? Pois é, perdemos. Mas agora que não serviu para nada, vencemos.

A única coisa boa de ontem foi ver que DeVante Parker é grande. Um recebedor capaz de, com o QB certo, fazer estragos nas defesas adversárias. Ele salvou Tannehill de duas Interceptações certas e em uma delas transformou isso em uma recepção fantástica. Parker, ao lado de Landry, dá-nos um lastro para as próximas temporadas. E isso é - acreditem a única boa notícia de 2015. A única.

Durante a semana falo mais sobre a temporada, até com uma revisão partida a partida e notas para os setores, os destaques e bolas foras do ano. Mais um. E perdido, é claro.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Week 17: Patriots at Dolphins - Finalmente acaba mais uma péssima temporada

Que o Pats cumpra o seu favoritismo...
Em outra circunstancias eu diria que vencer era obrigação, mas eu passei dessa fase. E irei ficar muito chateado se o time inventar de vencer agora que não serve para nada a não ser nos tirar de uma ótima posição no Draft. 

O time do Pats precisa da vitória para garantir mando de campo na post-season na tentativa de ir ao ( meu Deus ) sétimo Super Bowl em 15 temporadas da dupla Tom Brady e Bill Bellichick, algo absurdo. Infelizmente eles são os que eu gostaria que o Miami fosse, mas talvez nunca mais seremos.

Nós não precisamos da vitória para nada. Estamos, como disse após a derrota para o Colts, na sexta posição do Draft de 2016 e podemos até conseguir ficar em 3º ( precisamos de vitórias de Niners, Cowboys e Chargers ). Acho bem complicado acontecer tudo isso, mas ao menos um destes, eu espero, vai vencer e isso vai nos deixar na posição 5 do próximo Draft.

No mais eu quero que Jarvis Landry consiga mais 100 jardas de recepção, com um TD e mais unas 10 recepções. Só para chegar nas 200 em 2 anos. E que nossa DL sirva duas ou três vezes a grama do Sun Life a Tom Brady...

Stephen Ross escreveu uma carta para os fás e eu tive vontade de chorar... de raiva.

E o Pateta pensa que somos... idiotas!!!
Eu acompanho o Miami Dolphins a muito tempo. E quando eu digo muito tempo, realmente é muito tempo mesmo. Pelas minhas contas desde 1985, quando o time foi ao seu último Super Bowl. O dono ainda era o nosso fundador Joe Robbie. Na época eu nem soube da morte dele em 1987 e nem da mudança de proprietário quando Wayne Huizenga comprou o espólio dele. Com transmissões ao vivo pela ESPN em 1996 ficou mais fácil, mas o time já não era mais contender. Ao menos pude ver as últimas atuações de Dan Marino e surgir um quarteto mítico na defesa ( Thomas, Taylor, Surtain e Maddison. Depois vieram os anos tenebrosos, de derrotas, derrotas e mais derrotas... 

Desde 2002 só tivemos uma temporada com mais vitórias do que derrotas, a de 2008. Aquele 11-5 parece, a cada dia, mais um ponto fora da curva. Aquela foi, também, a última em que Huizenga foi acionista Majoritário. Ele vendeu 50% ao magnata do ramo imobiliário Stephen Ross. Parecia uma mudanças de ares, temporada de playoffs e novo dono. Em suma eu pensei que teriamos uma nova mentalidade. Parecia... pois é, parecia.

Nas 7 temporadas nas quais Ross foi proprietário ( comprou mais 45% antes do começo da temporada de 2009 ), a campanha é de pífias 48 vitórias e 63 derrotas. Um aproveitamento de 43,24%, que pode ( e eu espero que ) piorar amanha com uma derrota para o Patriots ( cairia para 42,85% ou subir para 43,75% se vencermos ). Ross, portanto, manteve o ritmo desastroso que já imperava em Miami desde 2002, a primeira temporada sem post-season da sequencia, mesmo que o time tenha feito 10-6. 

Ele tentou contratar Treinador sem demitir o atual ocupante do cargo, manteve Jeff Ireland e Joe Philbin porque teve pena de demiti-los... enfim, a lista de erros é tao grande que eu nem quero lembrar de tudo. Pois bem, ele lançou uma carta aos fás nesta virada de ano. Ela vai abaixo, com adaptações para o português, feitas por mim:

À medida em que nosso final de temporada se aproxima, eu quero simplesmente dizer, obrigado. Eu tinha grandes expectativas para este ano e os resultados em campo foram decepcionantes... para você, nosso pessoal, nossos treinadores, jogadores e ex-jogadores, e certamente para mim. Através de tudo isso, seu apoio tem sido inabalável. Tivemos verdadeiras  multidões em cada jogo em casa e muitos iguais a você se juntaram a nós nas viagens. Todos no Dolphins apreciam- sua lealdade e apoio consistentes.

Esta equipa pertence a você. Ela pertence a cada um de vocês que tem estado aqui por tudo isso: as nossas celebrações e os nossos desafios. Não há atalhos nem fórmulas mágicas para ganhar. Eu sei que vai ter muito trabalho para chegarmos onde queremos ir e posso assegurar-lhes que todos nos Dolphins está trabalhando duro para honrar a tradição vencedora de nossa grande franquia.

Nós iremos conduzir um minucioso processo, conduzido por Mike Tannenbaum para selecionar o nosso Head Coach,  que não sofrerá de minha parte qualquer intervenção. Esta pesquisa será aprofundada e vamos levá-la onde precisamos ir. Agradeço tudo que Dan Campbell tem feito nesta temporada e ele ganhou a oportunidade de ser considerado para nosso Head Coach. Também identificamos vários candidatos promissores e vamos começar a trabalhar imediatamente. Teremos mais a dizer sobre o assunto após a temporada. O seu apoio é um elemento crítico para nossos esforços de construir uma equipe vencedora e todos nós apreciamos você. Eu olho para a frente com otimismo para mais celebrações no futuro juntos.

Stephen Ross - Miami Dolphins

Eu, tenho que admitir, sinceramente estou cansando dessas palavras, de falar que "estamos fazendo tudo para tornar o time vencedor". O Cardinals era uma piada até 2007. O Lions fez 0-16 um ano após nós fazermos 1-15 e já conseguiu temporadas com mais vitórias do que derrotas. O time do Seahawks se reconstruiu e venceu um Super Bowl ( e perdeu outro na sequencia ). Até o Raiders dá sinais de melhora, o que parece piada...

O que eu quero é que erros como estender o contrato de Tannehill sem qualquer necessidade nunca mais sejam feitas, assim como doações de Brandon Marshall ou as trades com Cap Hit monstruoso de Mike Wallace e Danell Ellerbe. Isso sem falar nos cortes de Phillip Wheeler e Brandon Gibson. Que ainda seguirão pesando em nossa folha salarial. Que aliás só com o contrato de 3 jogadores ( Suh, Tannehill e Albert ) vai consumir quase 50 milhões.

Escolher um ótimo Head Coach é o primeiro passo, como ele diz. Eu só não acredito é que ele seja capaz de conseguir isso, com os homens que ele contratou ( Mike Tannenbaum e Dennis Hickey ). Mas é o que nos resta esperar... e torcer contra 3 times amanha para conseguirmos uma escolha dentro do Top Five no Draft, talvez até mesmo a terceira.