quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Qual caminho seguir já que a temnteaporada está perdida?

Esses dois merecem ficar em Miami para 2017?
Por onde começar o planejamento para 2017? Essa é a pergunta que irá martelar nossas cabeças até o fim da temporada 2016. Antes de mais nada, faço outra pergunta: seria o correto manter Adam Gase após um começo tão tenebroso? Se sim, deixaremos com ele o poder decisório como foi até aqui?

Eu, e não escondo isso, demitiria ele ao fim da temporada. Ele nada trouxe de melhor para a equipe. Absolutamente nada. Apenas piorou o que já era bem ruim. O nosso ataque está bem pior e a defesa está uma peneira. Quem, sei lá porque, esperava uma mudança da água para o vinho, está por demais desanimado. Tem até Blog ai parado no tempo. Resumindo: Gase provou não saber NADA de ataques e está provando que com Peyton Manning é fácil montar ataques, assim como ter um Matt Forte, Brandon Marshall, Alshon Jeferry e Martelus Bennett. Mas que quando precisa criar um ataque do zero ele não é ninguém.

Trocando de Coach - e eu iria de uma mente brilhante na defesa - o próximo passo é: Tannehill merece mais uma temporada? Não, é claro dirá a maioria. Mas, e eu não fiquei maluco, eu o manteria para 2017. Eu explico: traria um veterano na Free Agency e um QB no Draft, não necessariamente na primeira rodada. Em suma, ele ficaria mas sem o posto de Starter, trazendo concorrência. E foi a falta dela que nos trouxe a este ponto atual, com um reserva que não acrescenta nada a ele. Faria assim para que o time tivesse uma transição entre a era dele para uma outra era. 

Trocar ou não trocar as poucas estrelas que o time ainda possui é uma outra pergunta pertinente. Quem, realmente, vale algo no mercado? Cameron Wake, Reshad Jones e, vá lá, Matt Moore. Na boa, não vejo times oferecendo grandes coisas por eles, exceto por Jones. Se trocar, temos que focar no draft e escolher um setor apenas para reforçar. E qual seria?

O Vikings, única equipe invicta da temporada, está sem seu QB Starter e sem AP2K e está sendo carregado pela defesa, fortíssima. Portanto, uma defesa fora de série ainda tem seu grande peso. Neste meio tempo ( estou falando de ao menos 3 temporadas ), tentaríamos achar um RB poderoso, capaz de correr umas 1,5mil jardas, deixando o QB que estiver no time ( e não mais seria Tannehill com certeza ) sem ter que passar para 300 jardas em mais de 40 tentativas. É o que o Vikings tem feito e tem dado certo.

Se acertamos no Coach, se focarmos na defesa, se arrumarmos um jogo corrido, o QB poderá aparecer naturalmente. O que, com certeza, não podemos fazer é errar de novo como fizemos com Tannehill. Temos que tentar fazer como Seahawks e Cowboys, que acharam excelentes talentos no meio do draft. Ficar escolhendo QB atrás de QB como faz o Browns... vai dar no que o Browns é. Não posso nem mais dizer que o Raiders é piada, porque pelo andar da carruagem o time voltará aos Playoffs.

Dará certo o que disse acima? Não sei, inexiste formula certa. Mas é mais provável sairmos do fundo do poço assim do que insistindo em Tannehill. Disso eu tenho 100% de certeza...

domingo, 9 de outubro de 2016

Week 5 - Dolphins 17 x Titans 30: Eu avisei. Eu avisei. Eu avisei. Eu avisei. Eu avisei.

O Titans teve atuação destacada. Mas também, contra nós quem não consegue?
19 de Fevereiro de 2012. Neste dia, pela primeira vez, aparecia um rumor sobre um Quarterback. Neste dia eu dizia o seguinte sobre ele: "E não foi apenas um analista que cravou isso nesse final de semana, para meu espanto total. Um é reconhecido ( National Football Post ) e o segundo não ( nem irei citar o nome ), mas só o fato de alguém cogitar essa possibilidade me deixa maluco". Eu ainda mencionava que ele estaria mais para TGJ do que qualquer outra coisa. E eis que passados 4 temporadas e um terço ( 30 vitórias e 39 derrotas ). Teria eu bola de cristal? Que nada, apenas juntei os elementos da equação e cheguei ao resultado mais óbvio possível. E quais seriam estes elementos? a) A história recente dos Dolphins; b) Quarterback inexperiente e com diversos buracos; c) péssimos Drafts; d) Péssimos negócios. O resultado está ai, com o time 1-4 e um dos piores desempenhos como mandante, se não o pior.

Alguns, talvez por birra, ainda insistem que ele não é o problema central do Miami. E eu seguirei dizendo que ele é sim o principal problema, porque praticamente tudo de errado que foi feito desde 2012 foi feito por causa dele, seja para não o prejudicar ( doação de Brandon Marshall sendo o maior - e pior - exemplo ) ou para tentar "melhorá-lo" ( troca de WRs, de OLs, de TEs, de OCs... ). E nada. Nada de melhora. Só cegos ( ou coisa pior ) é que enxergam alguma melhora dele, porque inexiste.

Na partida de hoje, o time só conseguiu - mais ou menos - equilibrar o jogo no segundo quarto, quando o mesmo terminou em 14x14, mas Mariota já tinha feito um TD no primeiro quarto. E mesmo assim porque Jakeem Grant fez um retorno espetacular de Punt para Touchdown, porque se dependesse do ataque. E nem a defesa fez muita coisa decente, porque Marcus Mariota pareceu um QB All-Star... nossos Cornebacks(??) nada fazem, não interceptam ninguém e ainda tomam baile de qualquer zé ruela... e o que da atuação de DeMarco Murray? 121 jardas, além das 114 de Marcus Mariota e Derrick Henry? Por falar em Mariota ele passou para 3 Tds.

Agora o time está com 1-4 e a temporada está definitivamente perdida. Não existe nada neste mundo - de forma material - que possa fazer este time salvar o ano. Aliás, agora o negócio seria perder todas até o fim do ano, mas infelizmente iremos vencer mais umas 3 ou 4 só para não ficarmos bem posicionados no Draft... se bem que isso de nada serve, pois sempre escolhemos errado. Afinal não temos um único draftado fazendo algo sequer decente na temporada.

Alguém pode perguntar porque a mesma frase cinco vezes no título do post... é uma alusão as cinco temporadas perdidas com a escolha de Ryan Tannehill. E sim, eu avisei!!!