segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Chris Grier agora é o Manda Chuva e já temos 3 candidatos a Head Coach

Grier agora é quem manda e desmanda no Miami...
e já pediu autorização para entrevistar o DC dos Patriots...
o DC dos Bears, meu preferido, e...
além do OC dos Chiefs
Além da demissão de Adam Gase, rolou outra grande mudança: Mike Tannenbaum não terá mais qualquer função ligada ao Futebol. Não queria que ele ficasse, mas talvez ele tenha desempenhado algum papel importante internamente ou apenas Ross que não o quis demitir. Com a saída de suas funções, quem assume o papel de manda chuva é Chris Grier. Ele agora mandar prender e soltar. É lago que faz sentido, porque existia uma falta de comando clara em Miami. Ao menos isso agora está resolvido.

Grier tem feitos bons drafts, embora a escolha de Charles Harris pese contra, poucas vezes em nossa história tivemos um índice de acerto como este recente. Segundo analista estas escolhas foram feitas sob o comando de Grier. Sendo assim, talvez tenhamos como esperar coisas boas. Que assim seja.

Outros encaminhamentos foram feitos hoje. O Front Office pediu autorização ao Chicago Bears, ao New England Patriots e ao Kansa City Chiefs para entrevistar membros das Comissões Técnicas destes times. O alvo dos Bears é o DC Vic Fangio. Nos Pats também conversaremos com um DC, Brian Flores. Jà nos Chiefs o "papo" será com o OC Eric Bieniemy. Dos 3 a minha preferência é Fangio, porque a defesa dos Bears é dominante, ao contrário da dos Patriots. Mas qualquer um dos 3 são melhorias quando à Adan Gase e sobretudo do que contratar Rex Ryan, que agora parece bem mais distante.

Com este post eu me despeço de vocês em 2018. Que 2019 seja mais feliz para o Miami Dolphins, mesmo que com uma eventual campanha pior, mas que tenhamos perspectivas melhores do que agora.

Adam Gase é demitido.

A era Agam Gase já era...
E para felicidade geral da nação Phinática, o Miami Dolphins demitiu Adam Gase na black monday. Não tinha espaço para manutenção dele comandando o time para 2019. A partida de ontem foi bisonha, não parecia de um grupo que lutasse pela permanência de seu Coach. E de fato, a melhor decisão foi tomada.

Gase deixa o comando após 3 anos depois de chegar como o "Mago dos Ataques", mas a unidade jamais esteve entre as melhores. Será para sempre lembrado como alguém que decidiu  retirar da aposentadoria Jay Cutler e este ano contratar Brock Osweiller. Adicionalmente fez outras escolhas bem contestáveis, como a de queimar 3 escolhas para selecionar um WR ( Leonte Carroo ), num elenco que não tinha problemas no setor, o time tinha Parker, Stills e Landry. 

Além disso desde o começo ficou claro que seu principal papel era fazer Ryan Tannehill render em alto nível. O que, todos sabemos, jamais aconteceu. Enfim, agora é passado. Ele que siga sua vida e vá atrasar outra franquia. Porque a nossa, ele já ferrou bastante. Não deixará qualquer saudade por aqui.

Pílulas do dia seguinte: O que fica de bom de 2018?

Mais uma temporada repleta de decepções
Tem coisa mais dolorosa do que abrir uma temporada 3-0 e ainda assim ficar fora dos Playoffs pela nona vez em 10 anos? Ver o time conseguir a proeza de vencer apenas 4 jogos em 13 é lamentável, é de deixar todos com raiva. Mas ontem, no Sunday Night vimos algo pior: os Colts se classificarem após abrirem a temporada com 1-5, bater os Titans ( na verdade massacrar ) e chegar à 10 vitórias. Sim, o time de Indianapolis conseguiu vencer 9 partidas seguidas. Pois é...

Na partida de ontem, espero, tenhamos visto a última partida de Ryan Tannehill. Que em 11 partidas em 2018 não chegou nem às 2 mil jardas, ficou com 17 TDs e 9 Int. Mas o Rating foi alto, acima dos 90 pontos. Mas quem o quer em 2019? Acho que ninguém ou quase nenhum torcedor. Corre no Twitter neste momento que Adam Gase foi demitido. O que é o correto... mas os rumores do substituto, são de tremer de medo a espinha: Rex Ryan. Sobre a troca de Head Coach e seus Coordenadores, falo mais tarde quando vier o comunicado oficial do Miami Dolphins.

Mas e a pergunta título do post? De bom mesmo poucas coisas aconteceram. Dentre elas a prova de que escolhemos bem no Draft, com Minkah FitzPatrick se provando, com Jerome Baker conseguindo firmar-se como Starter e ainda arrumando um Kicker seguro em Jason Sanders. Temos Mike Gesicki que ainda pode render e Kalen Ballage que podem evoluir. Além destes Cornel Asmostrong tem rendido bem nos Special Team e Durham Smythe tem sido destaque nos bloqueios. Outro draft com tal boa qualidade de escolhas, quem sabe dê para ser bem competitivo em 2019.

Este não será o post final de 2018. Mas se você ler apenas este antes de cair na farra de final de ano, um Feliz 2019 para todos os leitores do Blog.

E para terminar a temporada mais uma surra






O Miami Dolphins aprontou mais uma: tomou uma sova de 42 pontos do honorável Buffalo Bills. Terminando a temporada com um inútil 7-9. A partida de hoje, retrata muito mais uma temporada horrenda dos Dolphins. Aliás, eu diria que poucas vezes uma partida representou tanto um time na temporada como hoje.

Miami conseguiu uma proeza este ano: ser ruim tanto no ataque quanto na defesa. Tirante as muitas interceptações e turnovers forçados, nada se salvou na Defesa. E no ataque, quase nada merece destaque. Hoje o time, mais uma vez na temporada, marcou apenas 10 pontos via ataque, pois os outros 7 pontos foram de um pick six de Reshad Jones. E isso empatava a partida no primeiro tempo. Após tomarmos 14-0, com duas interceptações de Tannehill nas duas primeiras posses.

Agora termina a temporada e ficamos com a posição 13 no Draft. Pior do que a do ano passado, quando fizemos 6-10. Nada como ser ruim até para ser ruim. E algo terrível pode acontecer amanhã: rumos apontam que Rex Ryan poderá ser nosso novo Head Coach. Nada seria mais apropriada do que isso.

Afinal em Miami, não me canso de falar: errar nunca tem limites em Miami. Aguardemos.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Pílulas ( do fiasco ) do dia seguinte: Apenas salvem meu Miami, por favor!!!

A cara de Dan Marino diz tudo sobre este Miami
Quando Ryan Tannehill lançou um pato morto e este virou um TD de defesa dos Jaguars, a imagem acima foi tirada. O grande Dan Marino, o melhor jogador da outrora grandiosa história da franquia, parece não acreditar no que via. Ele, que segue pra mim, o melhor QB da História da NFL deve ter soltado um "putz". Ele, ninguém duvida, entende do assunto.

Os outros na foto são pessoas que tem poder de comando, mas são totalmente incompetentes nisso. Um não sabe nada do esporte e delega a um bando de incapazes as decisões dentro da franquia. Assim, desta maneira, o time não tem uma linha de comando clara. Tratarei disso depois, mas é um dos motivos da mesmice recente em Miami. Mas existem outros.

Eu disse neste espaço a algum tempo que quando contrataram Adam Gase não pediram a ele um ataque eficiente, mas sim que consertasse o QB torto que o time escolhera em 2012. Sim, Adam Gase veio para tornar Ryan Tannehil numa estrela. Contratações assim não podem dar certo. E não deu. Depois Gase, ao lado de Tannenbaum, acumularam erros e mais erros nestes 3 anos. Todos bem conhecidos, mas posso citar alguns piores: não melhora da OL, troca dos WRs, doação de estrelas ( Ajayi e Landry ), não draftar bons LBs, péssima gestão de CAP e, uma péssima primeira impressão ao gastar 3 picks para draftar Leonte Carroo. Dentre outros.

No domingo a equipe desnudou que é extremamente mal treinada, ao ser engolida aos poucos pelo limitado Jaguars, que alternou entre 2 QBs horríveis e mesmo assim parecia uma grande unidade. A defesa deles simplesmente trucidou o nosso ataque, que só foi capaz de marcar 7 pontos. Apenas SETE. Se lembrarmos que foram apenas 10 contra os Vikings... é surreal a mediocridade nesta franquia. E não vemos ninguém  chutar o pau da barraca.  Vemos é Coach e QB rirem após derrotas assim. Falta vontade de vencer!!!! 

O que fazer? Renovação total. Do zero. Poucos podem ficar além dos rookies e que ainda estejam em contrato de novato. Dos que não se enquadram nesta lista, corte em quase todos. E tentar, mais uma vez, encontrar alguém que salve a franquia. Quem? Talvez ele esteja na foto. Sim, Dan Marino. Eu colocaria ele pra ser qualquer coisa dentro da franquia. Talvez seja a última esperança.

Sobre a partida, o que dizer? No fim, vencer não serviria de nada. Mas era obrigação vencer. Mas é o Miami, que não - reitero - é uma franquia da NFL. Sorte nossa que não tem rebaixamento. Porque se tivesse...

domingo, 23 de dezembro de 2018

Que Miami é esse, meu irmão(2)??

Ah como eu adoraria que Marino fosse eterno...
Serei curto e grosso: Miami não é um time de Futebol Americano. Miami joga em outro esporte, porque tudo que fazem é errado e/ou ao contrário. Times precisam de bons jogadores. Miami quase não os tem. Times precisam ser bem treinados. Miami não o é. Times precisam de um Front Office eficiente. O do Miami é um dos piores.

Porque só isso explica o que time fez nas últimas duas partidas: tomar 58 pontos de dois péssimos ataques e marcar apenas 17 pontos. Sim, apenas 17 porque os outros sete foram conseguidos por uma pick six de Minkah Fitzpatrick. Em suma, coisa pra lá de patética. E isso porque uns cegos/doidos falaram que éramos favoritos na partida de hoje. Este Miami não é favorito contra ninguém. Não tem time não merece esta condição.

Sobre a partida, o que dizer? Sinceramente, nada. Tomar 17x07 de um time que teve uma quarta para 46!!!! é o fim da picada. Espero, de coração, que tudo se refeito a partir de 2019: corte de Tannehill, demissão de Gase e de Tannenbaum. Só não peço outro dono porque isso não vai rolar. Enfim, estou bem puto com esta franquia. Mas faz tempo que estou assim e não tenho a menor esperança de que mude no curto prazo.

Mas existem os cegos que acham que está tudo bem. A estes, eu apenas deixo uma sonora gargalhada.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Que Miami é esse, meu irmão???

O até então apático ataque dos Vikings deitou e rolou ...
em cima de nossa defesa, abrindo 21x0, nas três primeiras posses
Que de bom para nós só teve a 1ª Pick Six da carreira de Fitzpatrick
E na volta do 2º tempo, vimos um TD gradioso de Ballage. Mas...
a nossa OL e a defesa dos Vikings nos limitaram a apenas 17 pontos
O melhor QB em campo venceu, comandado o ataque a marcar 41 pontos

O título deste post é uma citação ao grande Durval Lelis, vocalista do Asa de Águia, grupo de Axé Baiano e que usa quase esta frase quando quer levantar a "galera". Uso-a num sentido diferente, de interjeição na forma de pergunta mesmo, numa busca de entender como um time que impõe uma derrota como fizemos nos Patriots pode tomar 41 pontos dos Vikings. E se querem saber, inexiste uma resposta única.

Irei, mais tarde ou na terça, aprofundar o que faz com o que o time seja um leão em casa ( 6-1 ) e um gatinho bem manso fora ( 1-6 ). Como pode marcar 34 pontos num dos melhores da Liga e fazer apenas 10 ( 7 foram da pick six de Minkah Fitzpatrick ). Sem falar em tomar 41 de um dos piores ataques da temporada que tinha apenas, atenção para isso, dispensado o Coordenador Ofensivo durante a semana.

No mais, o time agora está 7-7 e caminha para - no máximo - fazer 9-7 na temporada ( isso se conseguir bater Jaguars e Bills ) e as chances de post-season agora são meramente fictícias. Mas elas já o eram antes do começo da temporada, então está tudo dentro do planejado(!!!).

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Pílulas ( do quase infarto ) do dia seguinte: #MiamiMiracle

Jamais cansarei-me de ver esta obra prima!!!!
O tempo está mais escasso do que nunca, por isso transcreverei aqui texto de minha autoria no Site Sports da Massa, onde edito coluna semanal sobre o nosso querido Dolphins. Espero que gostem e entendam. E tirem onde dos Pats!!!!

Emoção não faltou no Hard Rock Stadium

Imaginem uma cena perfeita. Pode ser qualquer uma, de uma praia paradisíaca, uma cena nas montanhas ou um vale com um belo rio. Lugares onde você adoraria morar para sempre. A jogada final da partida de domingo no Hard Rock Stadium é como uma cena assim, onde eu quero morar pra sempre. Todos os torcedores do Miami adorariam. Não é complicado entender o porque. Anos e mais anos de fiascos, de decepções, de humilhações ficaram em segundo plano. E como num passe de mágica o velho e famoso Miami Dolphins estava de volta. E a cena acima retrata isso como se fosse uma paisagem inesquecível. A cena está na história como “Miami Miracle”.
Nem tudo foram flores na tarde de epopeia em Miami: a defesa cedeu mais uma vez trocentas jardas, o ataque vez por outra empacava, tivemos 2 punts bloqueados.  A equipe teve menos tempo de posse de bola, pressionou pouco Tom Brady, não forçou turnovers… mas mesmo assim conseguiu vencer. De alguma forma o time conseguiu vencer. É uma equipe com imensos problemas, com um ataque e defesa entre os piores na maior parte das estatísticas… mas mesmo assim o time está vencendo.  São 7 vitórias, mais do que qualquer torcedor otimista poderia pensar neste momento da temporada. Imaginem eu, que não sou exatamente o super otimista.
Mas podemos pensar que muita coisa deu certo. E não é só a jogada miraculosa no final do jogo. Um gameplan agressivo, sem os irritantes screen pass em profusão, com um bom jogo corrido, com passes em profundidade. E até mesmo a defesa sendo dominante, porque no segundo tempo só cedemos 2 Field Goals aos Patriots. Até mesmo em momento cruciais a defesa apareceu, como o Sack de Robert Quinn para negar pontuação ao rival no fim do segundo quarto. A OL protegeu melhor nosso QB e permitiu mais uma grande atuação do vovô Frank Gore. Também o algo diferente, com Brandon Bolden correndo apenas 2 vezes e… marcando TDs em ambas. E ainda tivemos Kenny Stills com 135 jardas.

Do caos ao êxtase supremo em apenas 7 segundos

Quando Stephen Gotskwoski acertou o FG deixando o placar em 33 a 28 não teve torcedor do Miami que tenha pensado que tudo tinha acabado. Era natural pensar assim. E até mesmo não seria uma derrota vergonhosa, como costumamos perder várias vezes por ano. Seria uma derrota honrosa, mas com o gosto de que com melhor sorte seria vitória. Fim de temporada, time com 6-7. O time teria direito a uma posse de bola, restando míseros 7 segundos. O que fazer? Tentar uma Hail Mary ou ir para o Rugby? Os Patriots foram no basicão e colocaram em campo os jogadores mais altos, dentre eles Rob Gronkwoski. Seria uma decisão desastrosa.
Adam Gase optou pelo rugby. Ninguém sabia, mas o time já treinara a jogada. Mas quem apostaria que finalmente daria certo? Pouquíssimos. Eu mesmo não acreditava. Sobre a jogada em si o que dizer de diferente? Citar que Ted Larsen conseguiu um bloqueio impressionante para salvar a corrida do Drake? Que Amendola conseguiu empurrar um defensor abrindo espaço para o Drake? O Gronk de Safety ser uma piada tentando dar um tackle? São vários pontos, mas eu prefiro apenas deliciar-me com a vitória. 
Agora com 7-6 o time pode seguir sonhando com post-season. Precisa vencer as 3 partidas, o que não é nada fácil. Mas só tem chances por causa do Milagre de Domingo. Estaremos na post-season? Quem se importa com isso depois da vitória maravilhosa contra os Patriots? Vamos semana a semana.
#MiamiMiracle #PhinsUp

domingo, 9 de dezembro de 2018

Miami Miracle

Esta foto já é histórica!!!
O que aconteceu hoje a tarde, no final da partida, no Hard Rock Stadium é impossível de ser definido por meio de palavras. Depois de uma grande atuação, o time perdia por 33x28, faltando míseros 7 segundos, as opções eram: rugby ou uma Hail Mary. Mas a segunda opção exigiria um passe de mais de 70 jardas, portanto não foi tentado.

Não irei explicar, porque não sou capaz. Deixarei o vídeo para que vcs se deleitem. E hoje não existem críticas a ninguém. Em dias assim, só celebração é permitida. 


quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Pílulas do dia seguinte: Perdemos e estamos fora da post-season como de costume

Carroo apareceu em campo...
Tannehill não jogou mal...
Luck foi pressionado...
e até sofreu fumble...
Mas adivinha quem venceu a partida?
Existem, como de costume, duas formas de se ver a partida de domingo. E eu farei o post exatamente assim, dividido um cada uma destas facetas da partida.

Uma derrota animadora?

Tudo estava contra o time no Lucas Oil. Do momento do time, passando pelo excesso das lesões. Nenhum analista decente ( se é que existe isso de fato ) apostaria no Miami. Eu mesmo não apostei, mas isso não quer dizer lá grandes coisas. Enfim, éramos azarões por motivos mais do que justificados e vencer era quase impossível.

Mas o time entrou com aquela gana que poderia ter em todas as partidas e pela primeira vez na temporada marcou um TD no drive de abertura. O que já diz muito sobre a partida. A defesa esteve bem, pressionou Luck, causou trabalho para o adversário e marcou 24 pontos em três quartos e meio de uma partida equilibrada. E abriu 10 pontos no começo do segundo tempo, ao fazer 24x14. Ai vieram 13 pontos seguidos dos Colts, com direito ao FG da vitória no estouro do cronometro.  

Ai vem a parte ruim: achamos uma forma de perder, Ou se preferirem, Adam Gase arrumou uma maneira de perder, com suas escolhas horrorosas de chamadas e optando por passar quando deveria correr para queimar tempo. Por isso a chamada para esta matéria: foi uma derrota animadora? Depende, se trocarmos de Coachs e com alguns reforços em setores bem cruciais. Vamos conseguir isso? Pois é, por isso eu fiz uma pergunta, não uma afirmação. Mas o pior é que perdemos da mesma maneira.

Como conseguimos perder?

150 segundos. Foi tudo o que o ataque do Miami conseguiu ficar em campo depois marcar 24 pontos em 47 minutos. Isso é surreal, é assustador, é revoltante. Adam Gase conseguiu mostrar um dos piores controle de jogo de todos os tempos, se não o pior. Foram apenas 2 posses no quarto final da partida. 2 drives que tiveram apenas 3 jogadas. Se o time tivesse apenas corrido com a bola nestas 6 tentativas, teria conseguido gastar o triplo do tempo.

Colocar a culpa só em Tannehill ou na defesa poder ser e é Cruel!!! Eles tem sua parcela de culpa pelo o que aconteceu no restante da partida? Talvez, mas o que poderiam ter feito diferente mesmo? Tannehill não é um QB capaz de comandar ataques mais do que ele fez. E a defesa sem LBs e com uma DL fora do Top das que existem na Liga limitar um time embalado apenas 14 pontos é algo bom. Marcar 24 para o nosso padrão, também é. Acontece que por outro lado, com um QB top, o time teria marcado 40 pontos. E com a defesa mais forte, os Colts não teria passado dos 14. Mas...

O que Adam Gase fez... não queimar tempo explica uma parte do problema. Claro que a defesa tem seus problemas, o ataque não é só as chamadas, mas doeu perder tomando 13 pontos seguidos. E ai vem a dura constatação de que estamos fora da post-season, que poderia ficar mais perto com a vitória que esteve nas nossas mãos. Mas que, como de costume, ficaremos fora.

Ou alguém ai acredita que o time vá vencer mais do que 3 partidas depois de domingo?

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Ryan Tannehill volta no Domingo...

Mas será isso uma boa notícia?
Goste-se ou não de Ryan Tannehill - e eu jamais gostei - ele sempre será assunto. Raramente por ter grandes atuações ( até hoje não teve mais do que um par em sua carreira ), mas não tem como falar do time desde 2012 sem falar dele. Normalmente com ele jogando mal. 

Ele entrou em campo 5 vezes este ano: 3 vitórias apertadíssimas com atuações medianas e duas derrotas massacrantes com atuações pavorosas. Este é o saldo dele em 2018. Não se iludam, o QB que vai voltar contra os Colts no Lucas Oil não é um A-Rod ou um "deus" Brees. É Ryan Tannehill. Melhora a posição com relação à Brock Osweiller? Claro que melhora, porque se não melhorasse ele não estaria ainda num contrato de 100mi. Mas quem achar que só pela volta dele o time vai vencer no Lucas Oil domingo, vai se decepcionar e muito.

Ele não atua, em bom nível desde algum momento da temporada 2016. Se ele voltasse no ritmo de 2016 - a melhor temporada dele na carreira - ele ainda não serviria para ser nosso QB. Mas ele não jogará no domingo neste "nível bom". E, sendo justo, é cruel cobrar isso dele. Ele passou 16 jogos de 2017 fora, mais 5 agora. E apenas entrou em campo contra Pats e Bengals, quando já estava com problemas no ombro, causado na partida contra os Raiders.

E justamente aquele jogo contra os Raiders o melhor dele na temporada, onde lançou para 3 TDs, sendo que 2 deles foram passes de 1 jardas que Jakeem Grant e Albert Wilson transformaram em TDs de longas distâncias. Aquele QB já não seria o que precisamos na franquia, mas nem este entrará em campo no domingo. Esperem por algo com o que ele fez contra os Bengals. É o mais indicado...

Sobre o futuro da franquia, existe um risco adicional: ele jogar "bem" - no seu baixíssimo patamar de bem - e o Front Office estender o contrato dele até 2021, completando assim 10 anos dele em Miami. E sinceramente, só loucos podem querer isso...

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Pílulas do dia seguinte. Quer dizer, da semana seguinte

Resumo da partida...
Eu adoraria postar que o time foi até um dos templos do FA e conseguiu vencer o outrora temível Green Bay Packers. Mas não foi o que aconteceu. Mesmo que em um determinado momento do segundo tempo o placar tenha estado em 14x12, a real é que nunca tivemos uma chance verdadeira de vitória. Sempre ficava a impressão que era só Aaron Rodgers querer que o placar se dilataria. E de fato, ele se dilatou no meio do terceiro quarto com 2 TDs dos cabeças de queijo.

A real é que todos sabíamos que a derrota era mais que provável no Lambeau Field. Isso é um fato inexorável. e apontá-lo não tem nada de pessimista. Acontece que existem maneiras de perder uma partida, e a "escolhida" foi humilhante: erros e mais erros ( a imensa maioria no ataque e com Osweiller ), com o time só conseguindo chutar Fields Goals. Aliás, faz tempo que o Miami fez um TD e nem foi o QB do time: Amendola acertou passes para Grant na end zone contra os Texans!!!! Isso diz muito sobre o time. Ou especificadamente sobre o ataque.

Ontem não perdemos. Porque não jogamos... kkkkkkkkkkkk. Piadinhas a parte, o time enfim teve sua merecida bye week, e Adam Gase decidiu dar folga mesmo para os jogadores. Podem criticar, mas eu consigo entender o intuito da ideia: refrescar os ânimos e fazer com que voltem com as bateria recarregadas. E iremos precisar.

Faltam seis partidas e com 5-5 empatado com outras 4 equipes, existem chances de post-season. E o calendário não é inviável neste quesito, embora tenhamos ainda pela frente duas pedreiras ( Pats e Vikings ). Mas não falarei destas partidas, nem da último contra os Bills fora ( ainda encaramos os Jaguars e sua fortíssima defesa ). Aterei-me as duas próximas partidas: Colts ( fora ) e os Bills ( casa ). A ida no Lucas Oil Stadium tende a ser o divisor de águas, por vários motivos.

Primeiro porque o time adversário vem subindo rapidamente na tabela e é uma das equipes 5-5. Segundo que uma derrota nos deixaria atrás deles, e já estamos atrás dos Bengals no confronto direto. Terceiro que, com 5-6 o time teria que vencer 5 partidas em 5. E quem em sã consciência acredita nisso? Acho que ninguém...

É possível vencer os Colts? Na teoria sim, mas na prática. A equipe arrumou, enfim, uma OL graças a Quentin Nelson draftado este ano. E protegido, o velho Andrew Luck parece ter ressurgido. Se nossa DL não pressiona QBs com OLs ruins ( Texans e Packers ) imagina contra uma das melhores da temporada? Se vencermos, ai voltaremos com moral para encarar os Bills, um time que vive de altos e baixos e que se estiver em baixa temos tudo para vencer, mas se estiver em alta...

O segredo passa por vencer Colts e Bills. Ganhar moral para encarar o trio Patriots ( casa ), Vikings ( fora ) e Jaguars ( casa ). De nada adiantará fazer 2-1 nestas partidas, duras, tendo perdido para os Colts e/ou para os Bills. Chance ainda existe, time para vencer é que não temos. Ah, sim, talvez Ryan Tannehill volte contra os Colts. E isso não é uma boa notícia, apenas uma informação.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Pílulas do dia seguinte: A defesa deu as caras, mas o ataque...

Darnold sofreu a partida inteira, com pressão e interceptações
como nesta de Kiko Alonso, a primeira do dia
Nosso QB não lançou nenhuma interceptação e nenhum TD também
Velhinho Frank Gore segue sendo utilizado demais, com 20 corridas para 53 jardas
E Jerome Baker fez o TD da partida, em retorno de interceptação

O que acontece quando um time vence 5 jogos em 9 partidas e é o primeiro time fora dos classificados para a post-season e ninguém acredita no time? Se esta equipe for o Miami Dolphins, é apenas o curso natural das coisas. Somos uma equipe 5-4 que poderia perfeitamente estar 2-7. Ou com um QB excelente, um 7-2. Mas não temos um e por isso ano após ano o time é o que é: um time 7-9. Adiante...

Não vi a partida de ontem, mas algumas coisas precisam ser ditas:
  • Porque Kenyan Drake não corre? Olhando as corridas do Miami existem uma desproporção terrível entre as corridas, com Frank Gore correndo 20 vezes e Drake apenas 3. E Ballage apenas 1, para -2 jardas. No total foram 61 jardas conquistadas em 24 corridas. E se levarmos em conta que Gore tem 35 anos... correr 20 vezes é capaz de estoura-lo em algum momento da temporada. E precisaremos dele correndo bem, mas com poucas carregadas. E Drake apenas com apenas 3 corridas é surreal.
  • Brock não errou. Isso é o suficiente? Partidas sem grandes erros, com alguns acertos. Assim tem sido o já até longo período de Brock Osweiller no comando do ataque de Miami. Mas não é, claro, o suficiente. Precisamos de mais do que isso, mas será que ele pode dar mais do que tem feito? Creio que não. Ele é isso e exigir mais não é uma tática, porque ele não poderá entregar. E com ele provavelmente não iremos a post-season, mas também não estamos passando grandes vergonhas.
  • Só a defesa salva. Olhando para os Stats da partida fica evidente que só um setor esteve em campo. O ataque foi inoperante, como todos sabemos, mas a defesa... pressionou de todas as formas possíveis e imagináveis o rookie Sam Darnold. Que tirante as 4 interceptações até que foi bem... kkkkkk. Falando sério, foi um massacre. Teve de tudo: além das interceptações, teve 4 sacks e 6 Tackles para perda. Uma atuação de gala, é claro. Mas enfim quanto disso foi fruto de uma grande atuação ou fragilidade do rival? Não me entendam mal, eu não estou minimizando ou desfazendo da atuação que foi boa, mas sim apenas buscando manter os pés nos chão. Até porque contra os Texans e Lions o setor não foi tão bem assim.
  • Porque Jones saiu de campo ontem? Existem algumas versões e nenhuma delas é boa para o Miami. Elas vão de uma simples insatisfação momentânea até uma briga feia com Matt Burke, devido as insistentes substituições em Snaps. Cameron Wake foi questionado sobre um abraço mais "apertado" no amigo e disse apenas que "é uma coisa entre ele e eu". Quando o repórter repetiu a pergunta, a resposta foi a mesma. Enfim, existe algo errado no setor e não é apenas um piti. Estamos falando de um All-Star que sempre deu tudo o que tinha em campo. Espero que não seja nada demais, mas em se tratando de Miami...
No domingo temos uma viagem complicada para Green Bay. Onde iremos encarar uma equipe que ontem quase vencia os Pats em Foxborough. O que não conseguimos nem passar perto de fazer desde... o Wild Cat de 2008. Em tese, é uma derrota mais que certa. Mas este Miami é expert em vencer partidas complicadas assim para perder para times meia boca. Algo bem comum, como todos estamos carecas de saber.


terça-feira, 30 de outubro de 2018

Pílulas do dia ( ou do vexame ) seguinte

Deshaun Watson parecia um All-Star na quinta...
O que dizer sobre o vexame de quinta-feira que ainda não tenha sido falado? Pouca coisa, mas existem pontos a serem apontados. E claro que eu não os deixariam passar. Vou um a um:
  • Apertem os cintos, a defesa sumiu - Como um setor que foi tão bom no começo da temporada simplesmente virou água? O setor não entrou em campo, para ser bem sincero. Mais do que falta de qualidade, falta é treino mesmo. Por muitas vezes enxergamos verdadeiras crateras no setor. Matt Burke nem deveria ter voltado para Miami, na boa.
  • Tannehill faz falta? - Pode parecer bem estranho, mas não. Brock Osweiller conseguiu em 3 partidas números melhores do que Tannehill nas 5 em que foi titular. Isso nos remete a outro ponto: ele tem que ser cortado ao fim da temporada, porque não existe mais espaço para sua continuidade. Não que eu queira Osweiller, mas a temporada passada com Jay Cutler já mostrara isso. Agora ficou mais do que evidente. 
  • Adam Gase: cadê um time forte? - Terceiro ano da gestão Gase e... onde está o time forte? Outra vez numa quinta fomos surrados. E ele não esboça nenhuma reação. Ele veio como o guru dos ataques e até agora não mostrou NADA de decente. Enfim, Gase é uma grande decepção.
  • DeVante Parker: porque não joga sempre assim? - Na partida de quinta, um nome chamou atenção: o sumido DeVante Parker. Ele esteve envolvido no plano de jogo, recebeu bons passes e parecia um verdadeiro WR#1. Tudo isso depois de quase ser chutado fora, ao ser colocado no trade block. E só ficara devido as contusões de Albert Wilson e Kenny Stills.
  • E o futuro dentro da temporada? - Depois de fazer 3-0, uma temporada vencedora parecia ter sido aberta para os Dolphins. Parecia... porque agora o time está 1-4 e não vejo sinalização alguma de que possamos fazer 6-2 para irmos a post-season. Em condições normais, iremos fazer outro 4-4 e ficar mais uma vez fora dos playoffs e mal posicionados no Draft. Ou seja, tudo normal em Miami...
A partida de domingo é contra os Jets, que tem mostrado evolução. E que costuma vencer em Miami. Diante da atual situação, acho que não precisa de nada mais para mostrar que não estou nada animado para a partida. Que será, por causa do duplo horário de verão ( aqui e nos EUA ), às 16:00hs.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Um domingo normal em Miami...

Defesa e ataque fazendo a festa dos rivais... nenhuma surpresa.
No começo da temporada eu acreditava que seria complicado vencer as duas partidas em casa seguidas contra os times da NFC Norte. Por vários motivos: não somos confiáveis é a maior delas, mas também porque os 2 times tem grandes valores. Bom, trocando em miúdos eu apostava em 1-1 contra eles. O que, de fato, aconteceu. Mas, como sempre, o problema não está apenas em perder e sim como se perde.

Semana passada estivemos 3 vezes no inferno e conseguir encontrar forças para vencer. Agora, digamos assim, foi tudo ao contrário porque nunca tivemos o controle da partida. Sempre atrás, sempre tomando corridas e mais corridas e com Stafford metendo bala nos passes. De um modo geral, a defesa ficou devendo. Mas colocar a culpa nele exclusivamente é exagerado.

O ataque, todos sabemos não anda. E aqui também não sabe culpar apenas Brock Osweiller, porque Ryan Tannehill também não estava bem na temporada a ponto de conseguir vencer ontem. Ademais, Adam Gase e seu playbook pra lá de simples mata qualquer um de raiva. E ajustes é tudo o que não tem acontecido. Quinta tem uma parada indigesta no Texas, contra o Houston, de que perdemos por 1-7 na história. E ao que me parece, esta será a oitava derrota para os rivais. 

Além da derrota tudo indica que perdemos Albert Wilson para o resto da temporada. Tannehill, se voltar, só na semana 10, mas seu ombro precisa de cirurgia. Se as coisas não estão boas, tendem a piorar. Ou seja, tudo dentro do normal para um domingo em Miami das últimas 2 décadas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Como ir ao fundo do poço 3 vezes e ainda assim conseguir vencer

Tannehill não jogou. Fez falta?
O'Leary abriu o placar em bom drive no 1º quarto, que parecia indicar uma boa tarde...
TJ McDonald evitou TD com esta interceptação...
e forçou este fumble recuperado por Kiko Alonso, em um momento crucial...
porque estava 21x13, mas ai Albert Wilson fez um TD de 42 jardas para empatar a partida.
Lance crucial 1 no OT: Drake, sozinho, comete fumble na linha 1 jarda!!!
Lance crucial 2 no OT: Corey Parker erra FG de 53 jardas!!!
Lance crucial 3 no OT: após boas corridas de Drake, Sanders chuta FG de 48 jardas e...
Acerta para definir a vitória de 31x28!!!
Esta partida esteve para ser perdida em 3 oportunidades. Mas antes de falar delas, uma informação para quem não assistiu a partida: Ryan Tannehill não jogou. Mas sinceramente, hoje, não fez falta alguma. Ele estava atuando com dores no ombro desde a partida contra os Raiders e ai no fumble sofrido contra os Bengals no domingo passado, ela se agravou. Durante a semana, ele será avaliado dia-a-dia. Vamos aos momentos em que a derrota bateu em nossa porta:

3º Quarto, 2:39. Bola na linha de 13. 1ª para o TD. Placar 21x13. Se o Touchdown dos Bears saísse seria o fim da partida, pois com 28x13 as chances de vencer seriam perto de zero. TJ McDonald fez a interceptação e deu uma nova vida para o time. Ai, o time cortou o campo e com um screen pass ( mais um de 500 ) Albert Wilson marcou um TD, já no quarto final. E com a conversão de 2 pontos, o time empatou a partida. 

4º Quarto, 3:23, Bola na linha de 29, 3º pra 9, Placar 21x21. Trubisky acerta um passe para Miller e saí o TD e o placar vai para 28x21. E agora? Pois é, parecia perdido, mas quem tem Albert Wilson em dia inspiradíssimo tem tudo. Brock Osweiller dá um passe "comum", que seria para 4 ou 5 jardas e Wilson consegue transformar num TD de 75 jardas. 28x28. Cheiro de prorrogação, confirmado com um fumble forçado por Kiko Alonso no drive seguinte, recuperado por Xavien Howard. Importante porque os Bears poderiam chegar na FG range.

Overtime, 5:06, bola na linha de 1 jarda, 3º para o TD, Placar 28x28. Miami recebeu a bola primeiro e com chamadas interessantes e excelentes corridas de Frank Gore o Dolphins chega na porta da End Zone e ai... bom, Kenyan Drake - sumido na partida - comete fumble sozinho quando tinha tudo para marcar o TD. Os Bears recuperam a bola, cortam o campo e vão chutar o FG da vitória. Tudo conspira para uma derrota massacrante para todos e sobretudo para Kenyan Drake, que chora na sideline coberto por uma toalha. Eis que Cody Parker erra o FG de 53 jardas. E o time volta ao ataque, com boas corridas de Drake - renovado e em busca de redenção - o time chega na FG range. E o nosso Kicker Jason Sanders tem um chute de 48 jardas para vencer ou deixar empatada a partida. E ele acerta!!!

Foram 3 vezes em que fomos do inferno ao céu. E foi extasiante, uma grande vitória. Não importam os erros, por enquanto. Não importam os Screen Pass irritantes. Importa é termos salvo a temporada quando ela parecia perdida. Com uma vitória que pareceu nos escapar 3 vezes.

Antes de terminar, preciso mencionar a atuação assustadora - no bom sentido - de Frank Gore com 101 jardas em 15 corridas ( 6,7 por tentativa ), muito bom de Albert Wilson com 2 TDs e 155 jardas, Kiko Alonso com fumble forçado e recuperado, TJ McDonald com uma interceptação da hora e Xavien Howard por ter coberto com perfeição seu lado e ainda recuperado um fumble.  E citar que um tal de Brock Osweiller conseguiu seus melhores números hoje, mesmo com 2 interceptações toscas.

Estamos 4-2. E enquanto escrevo está acontecendo um jogaço entre Pats e Chiefs ( 37x33 ). Se o Pats não vencer, voltaremos ao topo da AFC Leste. Querer demais? Depois de hoje, eu já não acho. 


segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Simplesmente não dá para perder assim

Tannehill no chão e os Bengals indo para a virada...
Existem derrotas e derrotas. A de domingo, como bem explicitado, é terrível porque o time não fez nada. E a de hoje também é uma forma de perder que deve ser evitada: quando você tem a chance de matar uma partida e simplesmente deixa o adversário vencer.

No primeiro tempo, apesar da manutenção dos irritantes screen pass, o time foi bem. E fez 17x0, algo incomum em Miami. Mas... o segundo tempo o time não fez NADA, absolutamente, nada. Foram diversos tree and outs e a defesa, claro, cansou. O time de Cincy fez 10 pontos, e até ai, tudo bem, ainda estava 17x10. Mas ai...

Nosso QB(!!??) resolveu antecipar o Natal ( ou o dia das Crianças ) e distribuir 2 presentes à defesa dos Bengals. Um deles, foi coisa de imbecil mesmo: sem opção de passe, ele não quis aceitar o sack e nem quis lançar um intecional ground e jogou a bola nas costas de um colega de time... e a bola sobrou nas mãos de um defensor que fez 17x17. 2 posses depois ele fez a mesma coisa, não aceitar sack e nem fazer uma falta, e sofreu um fumble que foi retornado para TD. 

A culpa é só dele? Não, mas 80% é. Ele deu 14 pontos aos Bengals. Podemos lembrar que a OL foi mal no segundo tempo, Gase não melhora o nível no intervalo, que o jogo corrido é um desastre ( exceto Frank Gore ). Mas enfim, não dá para perder assim. Mas o time acha uma maneira de perder, quase sempre.

Os defeitos do time nas 3 primeiras partidas ficaram piores e as virtudes sumiram. Ao menos no ataque. Lastimável o que se viu hoje. E eu tenho a impressão de que veremos mais vezes até o fim da temporada. Infelizmente.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Pilulas ( da vergonha ) do dia seguinte

É... ele ainda é o número 1 da Divisão. Por muito até...
A defesa tentou, mas não resistiu aos desfalques e a inconsistência do ataque...
Ryan Tannehill foi tenebroso ontem. Culpa só da OL instável?
Os recebedores sofreram com a defesa dos Pats...
E a secundária foi tostada pelos Pats. Deu pena até.
O que pode ser dito do que aconteceu ontem em Foxborough que ainda não tenha sido postado? Eu pensei em "volta a dura realidade". Porque eu estava apontando que existiam certos problemas no time e colegas dos grupos de WhatsApp diziam que eu era pessimista e etc. Mas ontem, o clima foi de velório durante a pífia atuação demonstrada no Gillete Stadium. Enfim, duvido que exista torcedor dos Dolphins que tenha gostado da atuação.

Eu não virei aqui e falar o "eu avisei", porque não adianta e só serve para deixar pessoas ainda mais chateadas. Então, eu farei algo que vai no sentido contrário: analisar de forma propositiva sobre os erros de ontem. Não sei se gostarão, mas vamos lá:
  • Precisamos encontrar um meio de parar o jogo corrido sem William Hayes. O time estava bem neste quesito, mas ontem foi um Deus nos acuda, com Sonny Michel e James White, que somaram 156 jardas e outras 68 de passe, todas de White. Obviamente, este é um ajuste que não foi feito ontem, mas precisará ser feito para o resto da temporada. O lado bom disso? Vimos tudo o que não deve ser feito. É analisar o tape e trabalhar duro;
  • E a secundária Top? Bom, todos sabiam que era cedo para super elogios mas ontem Brady tostou todos, até mesmo Xavien Howard. É momento para críticas? Claro que não, até porque um tal de Reshad Jones está fora e ainda foram 2 interceptações ontem, uma delas com a partida ainda ao alcance. Portanto, nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno: nem era espetacular nas 3 primeiras partidas e agora também não é um lixo, como pareceu ontem. Mas é bom Howard ficar mais ligado, porque ele vai enfrentar bons QBs ainda nesta temporada, tipo um tal de A-Rod;
  • Chega de Screen pass Gase!!!! Pois é, não tem quem aguente mais isso. Em uma 2ª para 22 Gase chama um screen para Drake... assim não dá. O time abriu bem a partida com um passe longo para Kenny Stills. mas depois não tentou-se mais isso. É preciso ampliar o playbook, tendo mais trick play, play actions e - claro - os passes mais longos. Treino e mais treino nesta semana;
  • Run Dolphins, Run. Sem jogo corrido, não tem como se vencer na NFL. Eu cantei a pedra, de que até aqui o jogo corrido, apesar do que diziam os números, estava devendo. E ontem foi uma desgraça. Como resolver isso? Envolvendo mais Kenyan Drake no plano do jogo, até porque Adam Gase o escolheu e abriu mão de Jay Ajayi para manter seu queridinho como Starter. E até aqui ele tem sido engolido por um QB de 35 anos!!! Gase é considerado um guro dos ataques, então ele que mostre do que é capaz. Porque até aqui...
  • Porque os WRs recém contratados não apareceram ontem? Por algum motivo desconhecido, Danny Amedondola e Albert Wilson receberam apenas 6 passes para 40 jardas de ganho total. Semana passada, eles foram mais usados e produziram bem mais. Esta é a dupla que veio pro lugar de Jarvis Landry e... ontem não participaram da partida. Precisamos deles rendendo bem para termos boas opções em campo. E mai treino é a resposta;
  • No mais, tenho um pensamento: Ryan Tannehill mostrou-se na sua totalidade ontem. Aquele é o Tannehill que vemos 6 ou 7 vezes por ano, não o das 3 primeiras partidas, errando pouco e ainda acertando muitos passes - mesmo que curtos demais. Mas até isso tem um lado bom: ele costuma jogar bem na partida seguinte. Bem para os seus parâmetros, é bom dizer. Então, salvo algo anormal, ele terá uma atuação aceitável contra os Bengals.

E ai, gostaram deste pílulas "alternativo"???