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Quem são, hoje, os mais cotados para ser o nosso primeiro escolhido?

O draft é no final do mês e entra ano e sai ano vivemos uma expectativa que normalmente não se confirma: a chegada de jogadores que mudarão o patamar da franquia. Este ano não será diferente, ao menos na expectativa. Torcer que um dia as coisas mudem é o que nos mantém torcendo pelo time. Este draft chega com uma novidade: o time está realmente interessado em um QB e de uma maneira que nem com Ryan Tannehill aconteceu. O nome da vez é o de Baker Mayfield, de Oklahoma. O time jantou com ele, esteve de olho no Combine e foi ao seu Pro Day ( treino na Universidade, aberto para todos ). Com Tannehill nada disso foi feito, porque o time já entrou na off-season certo de draftá-lo, tanto que possivelmente até a contratação de seu ex-Coach em Texas A&M foi feita devido a isso.  Outras apostas mais seguras neste momento são os LBs Roquan Smith ( Georgia ) e Tremaine Edmunds ( Virgina Tech ). Um é mais pass-rush nato ( Smith ) e outro tem mais qualidades, mas sem ser excelente e...

Estamos em Abril, mês do Draft...

Ele sempre chega... normalmente para nosso desgosto Invariavelmente ele chega. Ano após ano ficamos ansiosos pelo Draft e invariavelmente saímos insatisfeitos, decepcionados. Tudo porque nossa péssima capacidade escolher jogadores no Draft é proporcional á capacidade de perder partidas durante a temporada. Uma coisa, aliás, está ligada a outra, infelizmente. Neste ano, mais uma vez, devido a inúteis vitórias contra Falcons, Chargers e - sobretudo - Patriots, ficamos fora do Top Ten. E nessa condição, ficamos mais longe de obter um talento que possa mudar o nível desta franquia, um JJ Watt por exemplo. Assim sendo, temos que tecer cenários complicados, porque a cada pick que se distancia do Top Five, mais complexo é antecipar o que posso acontecer. E nunca é demais lembrar, que estamos falando dos Dolphins, onde errar é uma arte. Sinistra, mas ainda assim uma arte. Desde que o ano começou nosso time perdeu 3 dos raríssimos All-Stars que tinha: Jarvis Landry ( doado para os ...

Quando o time pensa uma coisa e faz outra completamente diferente

Assim ficamos todos quando ele foi anunciado... O Miami Dolphins é um especialista em cometer erros. Nesta off-season cometemos tantos que é até complicado resumir todos num único post, mas os mais destacados envolvem a saída de Jarvis Landry e a sua ( não ) reposição, passando pelos cortes de Ndamukong Suh e de Mike Pouncey e terminando com a contratação de Brock Osweiler. Sim, não faz qualquer sentido contratar um QB pior ( e forçando bem a barra ) ou parecido com nosso Starter, que já não é lá essas coisas. Fosse só pela assinatura em si, já seria bem complicado encontrar uma justificativa para esta contratação. Mas, tem mais: o time tem demonstrado interesse incomum em Baker Mayfield, QB de Oklahoma. Acompanharam de perto ele no Combine, foram no Pro-Day de Oklahoma e jantaram com ele semana passada. Se existe tantos contatos, deve-se entender que pretendem escolhê-lo, certo?? Imaginemos que, o time escolha Baker Mayfield, QB de Oklahoma. O time teria para a posição de ...

Miami Dolphins re-estrutura contratos de Reshad Jones e Ryan Tannehill

Em busca de maior espaço no Cap, os Dolphins re-estruturaram 2 contratos hoje: com o Ryn Tannehill e Reshad Jones. No primeiro caso perda de recursos mas uma boa com o segundo jogador.   O Miami não precisava re-estruturar contrato algum, uma vez que com os cortes de Suh, Thomas e Timmons tinha obtido quase 30 milhões e ao não assinar com Landry, outros 16 milhões. Somados isso dá 45 milhões e o time já estava 8 milhões acima. Digo isso porque só usamos 14 milhões até agora e não me parece que iremos assinar com nenhum grande atleta, que precisa de grandes espaços no Cap.  Re-estruturação de Contratos é como enxugar gelo: resolve na hora, mas depois a água volta a escorrer.  No caso de Jones faz sentido empurrar o peso do Cap para 2019 e 2020 porque é o líder da secundária e aos 30 anos está atuando em alto nível. Um decréscimo pode acontecer, é verdade, mas ele é dedicado e tem se mantido longe das lesões. Foi ao Pro-Bowl e manteve seu Status de All-Star...

Talvez a cena clássica de Moneyball explique porque assinamos com 2 WRs que fazem a mesma função de Jarvis Landry

Tem sido, até certo ponto, interessante acompanhar esta Free Agency dos Dolphins. Porque já estamos na merda mesmo e pior do que já está, não deve ficar. Até gostaria que ficasse e o time fizesse uma campanha 2-14 e tivesse a Firsr Overall Pick ano que vem. Mas não temos capacidade nem para isso, infelizmente e eu aposto em outro 6-10, com chances de ser um inútil ( em todos os sentidos ) 8-8. Mas o post hoje é mais leve do que isso... Em conversas, algumas bem ácidas, com outros fãs de FA no WhatsZap, veio uma teoria: alguém em Miami é fá de Moneyball - o filme, não a teoria - e em especial da cena mais icônica do filme estrelado por um espetacular Brad Pitty. A cena em questão é quando ele apresente Peter Branch, o novo guru de Billy Beane ( ele um Bust nato da história do Baseball e General Manager do Oakland A's ) ao grupo de olheiros do time, que estão buscando jogadores para substituírem a Jason Giamby, que acabara de assinar com o NY Yankes.  Eis a cena, em ingl...

Porque os Dolphins cortaram Ndamukong Suh??

Um bom movimento na hora errada... Lembram que eu falei em diversos textos sobre a mediocridade da Gestão dos Dolphins? Falei 2 vezes ( aqui e aqui ) que seria proibido ter talento em Miami, de que o Front Office tem por objetivo nos fazer sofrer ( aqui ) e que no final não temos plano algum para re-erguer a franquia ( aqui ). Palavras não são capazes de retratar a raiva que eu tenho sentido. Sim, raiva. E isso, claro, não é nada bom. Estou puto com o que tem sido feito de ruim. Cada coisa absurda que parece ser impossível ser piorada e na ação seguinte eles se superam... O corte de Ndamukong Suh era uma ação plenamente aceitável. Sim, aceitável e você entendera meu ponto: nenhum atleta, salvo QBs capazes de conseguir 50Tds e 5000jds merecem ganhar quase 30 milhões, como Suh iria ganhar este ano. Nenhum defensor, por melhor que seja, vai ter o mesmo impacto que um QB como o citado. E Suh não merece 27,9 milhões como iria receber este ano. Não mesmo. Mas até um corte perfei...

A troca de Jarvis Landry desnuda de vez a Zona que é o Miami Dolphins

Outra cena que será muito vista no Hard Rock Stadium esta temporada... Se tem uma coisa que o Miami Dolphins é o melhor da NFL é em como envergonhar seu torcedores. E neste fim de semana em especial, ficou bem claro o tamanho da incapacidade de gerência que está Franquia vive: a troca de Jarvis Landry por uma reles escolha de quarto round é de lascar. Ah, dirão alguns que tem uma de sétimo do ano que vem... pois é, tem. Quando ainda tentava digerir a idiotice que foi mais esta doação, eis que os Bills conseguem uma escolha de TERCEIRO round do mesmo Cleveland Browns por Tyrod Taylor!!! Tipo assim: os Dolphins doaram seu melhor jogador ( em qualquer lado do campo ), um All-Star nato por uma escolha de quarto round, mas os Bills trocaram um QB pra lá de meia-boca por uma escolha um round anterior. Se isso não é a prova cabal de suprema incompetência que reina em Miami, eu não sei mais o que precisa acontecer para provar isso. A franquia adquiriu um DE - que não precisamos - ...

O Plano do Dolphins é não ter plano algum...

Veremos esta cena diversas vezes este ano... Existem pessoas que acreditam, ainda, que os Dolphins tenham planejamento. Balela, tem 30 anos - ao menos - que isso não existe no time. É tudo na base da próxima temporada, na base do esperar que tudo dê certo. As escolhas quando são feitas não seguem uma estratégia maior, tipo escolher um QB num ano e no ano seguinte um WR e no terceiro um RB. Ou focar na defesa num ano e no outro pensar no ataque. Talvez por isso nem defesa e nem ataque prestem... Quando veio a Free Agency de 2017 o time tinha um claro e real problema: 1 WR do elenco sem contrato ( Stills ), um com apenas aquela temporada com contrato ( Landry ) e o outro com 2 anos restantes ( Parker ). Se existisse um plano, tendo em vista produção e qualidade dos jogadores, o contrato a ser renovado/estendido seria o de Landry e na off-season seguinte, o de Parker. Jogadores como Kenny Stills não descartáveis, porque só tem uma finalidade em campo: a bola longa. Nada mais. E d...

Um olhar sobre o Salary Cap...

Estes dois juntos tem direito a receber quase 50 milhões... Com dito em um post anterior , estamos numa situação terrível, a pior de todas: não termos um time bom/excelente e não termos espaço no Cap para renovar nossas parcas estrelas e obter reforços. Com o Cap negativo de hoje ( -8,2 milhões ), não podemos nem assinar com rookies para se ter uma ideia. Iremos, provavelmente, cortar figuras como Ja'wuan James ( primeira escolha de 2014 que nunca jogou em alto nível ), Lawrence Timmons e Julius Thomas para obter espaço no Cap. Além é claro de fazer a merda de trocar Jarvis Landry. Antes de falar dos altíssimos Salários, a dupla da foto é a que mais ganha em Miami: Suh ( 26,1 ) e Tannehill ( 19,8 ), somam 45,9 milhões. É assustador que quase 25% do Cap fique em apenas 2 jogadores, sendo que um dele não faz nada demais na Liga e o segundo não merece ser o defensor mais bem pago da NFL, o primeiro não QB. Vamos olhar a lista dos 12 maiores contratos do time ( contando a Ta...

Front Office deve achar o que nosso time é muito forte para fazer o que tem feito recentemente

Entra ano e sai ano e tudo segue na mesma em Miami: nada de bom acontece. Até mesmo nas  - raríssimas - temporadas em que conseguimos quebrar a barreira da mediocridade e chegar na post-season, nada de bom se sustenta. Em 2008 era um jogo corrido eficiente, que desapareceu nas temporadas seguintes e em 2016 a figura de Jay Ajayi, doado aos Eagles em um dos piores negócios recentes da NFL. Escolhas de Drafts assustadoramente ruins, muitas da quais nem sequer viram titulares ou quando viram é por falta de alguém melhor no lugar, somam-se a negócios desastrosos na Free Agency. Acrescente a isso conceder contratos insanos a jogadores medianos como Andrew Branch, Kenny Stills e Ryan Tannehill... e por fim o não reconhecimento a talentos de verdade que deixam o time de graça ( Olivier Vernon, Lamar Miller e agora Jarvis Landry ).  A mediocridade é assustadora em Miami e, infelizmente, parece desconhecer quaisquer limites. Nada e nem ninguém impede que os erros s...