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Darren Rizzi na briga para ser nosso Head Coach

Rizzi tem condições de comandar uma reconstrução? Uma notícia saiu na segunda, mas só se tornou oficial ontem: Darren Rizzi está na lista dos que podem ser o nosso Head Coach em 2019. Ele está no time faz tempo, da época do Philbin e temos poucas coisas para reclamar do seu trabalho, que recentemente é Coach dos Special Teams e Treinador Assistente.  Promover alguém de dento da organização pode ser uma boa, de fato. Eu não me arrisco a dizer é ser ele tem capacidades para comandar a reconstrução pensada por Stephen Ross. Até porque diante das dificuldades que se avizinham, ele teria o tamanho certo para o papel? E se não tiver, como reagiria Ross e cia?  É uma coisa a se observar com muito carinho e cuidado. Ele é um ótimo Coach de ST e nada impede que o seja também como Head Coach. Mas e se vierem Coordenadores com mais, digamos assim, fama que ele? Será que não ficaria algo estranho? Como seria a ordem de comando, seria plenamente respeitada? Além disso, é preci...

Temos um Novo ( nem tanto ) General Manager, mas o que esperar dele?

Será se agora vai? Serei mais franco com todos vocês: eu não estou animado com esta nova reconstrução. Todas as outras deram errado, então porque esta em especial dará certo? Não consigo apostar minhas fichas nesta reconstrução em especial. Por mais que Chris Grier virando o manda-chuva faça sentido, são as ações a partir de agora é que complica. E elas passam muito além de contratar um bom Coach e ter bons Coordenadores. Envolve outras nuanças além de escolher bem no draft ou não realizar "deslizes" na Free Agency. Criar uma mentalidade vencedora numa franquia acostumada a fazer 8-8 em quase todos os anos desde 1994 ( a franquia está 199-201 desde então ) é muito mais complicado do que num time que vivia dias de glórias em 2012 e passou 5 anos patinando. Estamos a mais de duas décadas perdidos no tempo. Sem ir sequer a uma final de AFC. Neste tempos os Jaguars, sim o Jacksonville, foi a duas. Os Raiders jogaram Super Bowl. Ou se preferir, os Cardinals quase venceram...

Chris Grier agora é o Manda Chuva e já temos 3 candidatos a Head Coach

Grier agora é quem manda e desmanda no Miami... e já pediu autorização para entrevistar o DC dos Patriots... o DC dos Bears, meu preferido, e... além do OC dos Chiefs Além da demissão de Adam Gase, rolou outra grande mudança: Mike Tannenbaum não terá mais qualquer função ligada ao Futebol. Não queria que ele ficasse, mas talvez ele tenha desempenhado algum papel importante internamente ou apenas Ross que não o quis demitir. Com a saída de suas funções, quem assume o papel de manda chuva é Chris Grier. Ele agora mandar prender e soltar. É lago que faz sentido, porque existia uma falta de comando clara em Miami. Ao menos isso agora está resolvido. Grier tem feitos bons drafts, embora a escolha de Charles Harris pese contra, poucas vezes em nossa história tivemos um índice de acerto como este recente. Segundo analista estas escolhas foram feitas sob o comando de Grier. Sendo assim, talvez tenhamos como esperar coisas boas. Que assim seja. Outros encaminhamentos fo...

Adam Gase é demitido.

A era Agam Gase já era... E para felicidade geral da nação Phinática, o Miami Dolphins demitiu Adam Gase na black monday. Não tinha espaço para manutenção dele comandando o time para 2019. A partida de ontem foi bisonha, não parecia de um grupo que lutasse pela permanência de seu Coach. E de fato, a melhor decisão foi tomada. Gase deixa o comando após 3 anos depois de chegar como o "Mago dos Ataques", mas a unidade jamais esteve entre as melhores. Será para sempre lembrado como alguém que decidiu  retirar da aposentadoria Jay Cutler e este ano contratar Brock Osweiller. Adicionalmente fez outras escolhas bem contestáveis, como a de queimar 3 escolhas para selecionar um WR ( Leonte Carroo ), num elenco que não tinha problemas no setor, o time tinha Parker, Stills e Landry.  Além disso desde o começo ficou claro que seu principal papel era fazer Ryan Tannehill render em alto nível. O que, todos sabemos, jamais aconteceu. Enfim, agora é passado. Ele que siga sua vid...

Pílulas do dia seguinte: O que fica de bom de 2018?

Mais uma temporada repleta de decepções Tem coisa mais dolorosa do que abrir uma temporada 3-0 e ainda assim ficar fora dos Playoffs pela nona vez em 10 anos? Ver o time conseguir a proeza de vencer apenas 4 jogos em 13 é lamentável, é de deixar todos com raiva. Mas ontem, no Sunday Night vimos algo pior: os Colts se classificarem após abrirem a temporada com 1-5, bater os Titans ( na verdade massacrar ) e chegar à 10 vitórias. Sim, o time de Indianapolis conseguiu vencer 9 partidas seguidas. Pois é... Na partida de ontem, espero, tenhamos visto a última partida de Ryan Tannehill. Que em 11 partidas em 2018 não chegou nem às 2 mil jardas, ficou com 17 TDs e 9 Int. Mas o Rating foi alto, acima dos 90 pontos. Mas quem o quer em 2019? Acho que ninguém ou quase nenhum torcedor. Corre no Twitter neste momento que Adam Gase foi demitido. O que é o correto... mas os rumores do substituto, são de tremer de medo a espinha: Rex Ryan. Sobre a troca de Head Coach e seus Coordenadores, fal...

E para terminar a temporada mais uma surra

O Miami Dolphins aprontou mais uma: tomou uma sova de 42 pontos do honorável Buffalo Bills. Terminando a temporada com um inútil 7-9. A partida de hoje, retrata muito mais uma temporada horrenda dos Dolphins. Aliás, eu diria que poucas vezes uma partida representou tanto um time na temporada como hoje. Miami conseguiu uma proeza este ano: ser ruim tanto no ataque quanto na defesa. Tirante as muitas interceptações e turnovers forçados, nada se salvou na Defesa. E no ataque, quase nada merece destaque. Hoje o time, mais uma vez na temporada, marcou apenas 10 pontos via ataque, pois os outros 7 pontos foram de um pick six de Reshad Jones. E isso empatava a partida no primeiro tempo. Após tomarmos 14-0, com duas interceptações de Tannehill nas duas primeiras posses. Agora termina a temporada e ficamos com a posição 13 no Draft. Pior do que a do ano passado, quando fizemos 6-10. Nada como ser ruim até para ser ruim. E algo terrível pode acontecer amanhã: rumos a...

Pílulas ( do fiasco ) do dia seguinte: Apenas salvem meu Miami, por favor!!!

A cara de Dan Marino diz tudo sobre este Miami Quando Ryan Tannehill lançou um pato morto e este virou um TD de defesa dos Jaguars, a imagem acima foi tirada. O grande Dan Marino, o melhor jogador da outrora grandiosa história da franquia, parece não acreditar no que via. Ele, que segue pra mim, o melhor QB da História da NFL deve ter soltado um "putz". Ele, ninguém duvida, entende do assunto. Os outros na foto são pessoas que tem poder de comando, mas são totalmente incompetentes nisso. Um não sabe nada do esporte e delega a um bando de incapazes as decisões dentro da franquia. Assim, desta maneira, o time não tem uma linha de comando clara. Tratarei disso depois, mas é um dos motivos da mesmice recente em Miami. Mas existem outros. Eu disse neste espaço a algum tempo que quando contrataram Adam Gase não pediram a ele um ataque eficiente, mas sim que consertasse o QB torto que o time escolhera em 2012. Sim, Adam Gase veio para tornar Ryan Tannehil numa estrela. ...

Que Miami é esse, meu irmão(2)??

Ah como eu adoraria que Marino fosse eterno... Serei curto e grosso: Miami não é um time de Futebol Americano. Miami joga em outro esporte, porque tudo que fazem é errado e/ou ao contrário. Times precisam de bons jogadores. Miami quase não os tem. Times precisam ser bem treinados. Miami não o é. Times precisam de um Front Office eficiente. O do Miami é um dos piores. Porque só isso explica o que time fez nas últimas duas partidas: tomar 58 pontos de dois péssimos ataques e marcar apenas 17 pontos. Sim, apenas 17 porque os outros sete foram conseguidos por uma pick six de Minkah Fitzpatrick. Em suma, coisa pra lá de patética. E isso porque uns cegos/doidos falaram que éramos favoritos na partida de hoje. Este Miami não é favorito contra ninguém. Não tem time não merece esta condição. Sobre a partida, o que dizer? Sinceramente, nada. Tomar 17x07 de um time que teve uma quarta para 46!!!! é o fim da picada. Espero, de coração, que tudo se refeito a partir de 2019: corte de Ta...

Que Miami é esse, meu irmão???

O até então apático ataque dos Vikings  deitou e rolou  ... em cima de nossa defesa, abrindo 21x0, nas três primeiras posses Que de bom para nós só teve a 1ª Pick Six da carreira de Fitzpatrick E na volta do 2º tempo, vimos um TD gradioso de Ballage. Mas... a nossa OL e a defesa dos Vikings nos limitaram a apenas 17 pontos O melhor QB em campo venceu, comandado o ataque a marcar 41 pontos O título deste post é uma citação ao grande Durval Lelis, vocalista do Asa de Águia, grupo de Axé Baiano e que usa quase esta frase quando quer levantar a "galera". Uso-a num sentido diferente, de interjeição na forma de pergunta mesmo, numa busca de entender como um time que impõe uma derrota como fizemos nos Patriots pode tomar 41 pontos dos Vikings. E se querem saber, inexiste uma resposta única. Irei, mais tarde ou na terça, aprofundar o que faz com o que o time seja um leão em casa ( 6-1 ) e um gatinho bem manso fora ( 1-6 ). Como pode marcar 34 pontos...

Pílulas ( do quase infarto ) do dia seguinte: #MiamiMiracle

Jamais cansarei-me de ver esta obra prima!!!! O tempo está mais escasso do que nunca, por isso transcreverei aqui texto de minha autoria no Site Sports da Massa , onde edito coluna semanal sobre o nosso querido Dolphins. Espero que gostem e entendam. E tirem onde dos Pats!!!! Emoção não faltou no Hard Rock Stadium Imaginem uma cena perfeita. Pode ser qualquer uma, de uma praia paradisíaca, uma cena nas montanhas ou um vale com um belo rio. Lugares onde você adoraria morar para sempre. A jogada final da partida de domingo no Hard Rock Stadium é como uma cena assim, onde eu quero morar pra sempre. Todos os torcedores do Miami adorariam. Não é complicado entender o porque. Anos e mais anos de fiascos, de decepções, de humilhações ficaram em segundo plano. E como num passe de mágica o velho e famoso Miami Dolphins estava de volta. E a cena acima retrata isso como se fosse uma paisagem inesquecível. A cena está na história como “Miami Miracle”. Nem tudo foram flores na tarde de e...