domingo, 27 de maio de 2012

Joe Philbin: uma nova atmosfera no Dolphins

Joe Philbin antendendo a imprensa. Todos os veículos que cobrem o Dolphins falam por uma boca só: ele é extremanente atencioso com todos os repórteres e alegre nas suas entrevistas. Nada do estilo mais, digamos assim, introspectivo da Era Sparano.
Joe Philbin em campo: perfeccionismo é a sua marca. Ele verifica tudo, analisa e confere. Todos os que permaneceram em Miami, falam de um clima diferente, melhor, mais agradável e leve. Este é Joe Philbin.

Miami Dolphins e Joe Philbin são como duas metades que se completam, pois ambos precisavam de um novo começo. Nós porque estamos a quase uma década sendo a piada da NFL ( até 2003 o time era considerado Contender ao Super Bowl ). Já Philbin por causa de uma tragédia familiar ( para quem não sabe, ele perdeu um filho que morreu afogado e que era usuário de drogas ). Agora essas metades estão unidas. Philbin tem uma carreira longa, quase que incompatível com os seus 50 anos, foi de quase tudo em termos de ataque pelos times por onde passou. No Packers começou como treinador de OL, depois passou a OC, mas em um ataque onde o HC é quem chamava as jogadas. 

Agora ele é o nosso Head Coach, e é um homem experiente. Não custa lembrar que Tony Sparano era apenas treinador de OL no Cowboys e que sua carreira não contabilizava grandes trabalhos quando virou nosso Técnico. Já Philbin é o homem por trás do ataque do Packers campeão do Super Bowl e que fez de A-Rod MVP em 2011. Um time que não tem uma super estrela nem como RB e nem como WR mas teve um dos melhores ataques na temporada passada.

Mudar de ares ajuda a esquecer traumas, e os Philbin tem um pesado para esquecer. Mas ele trata do assunto com naturalidade até espantosa, não foge dele e diz que às vezes é mais fácil lutar com isso estando distante de Green Bay, onde ficou por 8 anos. Claro que o clima quente da Flórida deve ajudar e muito, mas ele deixa claro que o trauma está "sendo superado". Joe falou também que tinha sido assistente por mais de 10061 dias e que era hora de virar Head Coach, por isso ele aceitou vir treinar o Miami Dolphins.

Mas o que de fato significa treinar o Dolphins? É um time que está a 11 sem vencer uma partida de post-season ( Colts em 2002 - Temporada 2011 foi a última ), que teve 16 ( isso mesmo, 16!!! ) Quarterbacks starters desde que Dan Marino parou de jogar ao fim da temporada 1999, que tem até agora vendidos apenas 30000 ingressos para a temporada, o que significa uma queda de 50% com relação a uma década atrás e por uma franquia que nas últimas 5 temporada venceu apenas 32 partidas em 80. Essa é a equipe que Philbin vai assumir. E que terá, espero, o 17° QB em 13 temporadas. Uma franquia que foi rejeitada por Coachs de NCAA ( Harbaugh ), da NFL ( Fisher ) e por jogadores de porte na Liga ( Manning ). Uma equipe que tem um Dono que fala mais do que faz, um General Manager odiado pela torcida e que tem pouquíssimo respeito dos jogadores.

Para tudo isso, Philbin tem uma resposta: trabalho e mais trabalho. Ele se orgulha de sua capacidade de desenvolver jogadores e como os envolver no jogo. Ele tem outro trunfo com relação ao seu antecessor: montou sua equipe de treinadores com amigos de longa data ( Sherman-OC, Coyle-DC e O'Keefe-WR ), enquanto que Sparano ficou com os que Big Tuna indicara. Aliás o próprio Sparano fora indicação de Big Tuna. Philbin é uma escolha de Stephen Ross. Ou seria melhor dizer que Philbin foi quem aceitou trabalhar para Ross? O que sei é que ele tem ao seu lado pessoas de sua confiança e que sabem bem como ele trabalha.

O estilo Philbin de trabalhar foi, em parte, desvendado na quarta-feira quando ele passou parte do dia em reunião com o rookie Ryan Tannehill. Mas dessa reunião fizeram parte Mike Sherman ( OC ) e Zac Taylor ( assistente de QBs ), onde Philbin deixou claro que será um supervisor do desenvolvimento do QB, mas não o mentor. Esse papel, ele fez questão de ressaltar isso após a reunião, caberá ao treinador do setor, no caso Sherman, enquanto que Philbin se aterá ao que mais gosta de fazer: armar a OL, mas sem passar por cima do treinador do setor.

 Ele, ao contrário do que parece, tem muita experiência e aprendeu bastante com a saída de Brett Favre do Packers em 2008. A postura do treinador Mike McCarthy no episódio foi um aprendizado e tanto para Joe. Ele disse durante essa semana ao comentar o caso: "faça o que você acredita e esqueça-se de toda a pressão externa. Se você der ouvidos a isso, não conseguirá fazer o seu melhor. Não me esqueço do quão ruins foram aqueles dias, da pressão nas ruas, as pessoas nos criticando e querendo Favre. McCarthy manteve-se firme e diante da "revolta" popular vencemos um SB e o time do Packers agora tem um QB pros próximos 10 anos".

Este é Joe Philbin. Um homem que trabalha duro, firme e com retidão. É um homem de família e de fé. Alias ele e sua família estão frenquentando uma igreja em Miami. E já estão "aclimatados". E Philbin disse que se emocionou ao ouvir de uma senhora de 70 anos na saída de um culto: "estive rezando por você a sua família".

É Philbin, bem vindo ao Dolphins. Bem vindo a Miami. E que essa nova atmosfera resulte em um time vencedor. Trabalho e fé não irão faltar.

Reshad Jones diz estar pronto para substituir Yeremiah Bell

Reshad Jones, que foi escolhido no quinto round do Draft de 2010, disse estar pronto para o desafio de substituir um mito: Yeremiah Bell. Que assim seja...

Em 2012 teremos uma temporada estranha, ao menos na defesa, já que não teremos por lá dois mitos do setor nos últimos: Jason Taylor ( futuro HOF que se aposentou ) e Yeremiah Bell líder em tackles da franquia em todos os tempos, que foi cortado por causa do salário. Para repor Taylor eu não arrisco um nome certo ( deve ficar entre Vernon e Odrick a meu ver ), mas para o segundo o nome é certo: Reshad Jones. 

Jones era cotado para ser escolhido no 3° round ( alguns mock o apontavam até com fit pra segundo ), mas caiu demais devido a uma contusão na off-season. Foi escolhido por nós no quinto round e a época eu disse o seguinte sobre sua escolha: "Steal sem dúvida... é um talento nato e que eu não sei porque sobrou até o quinto round. Sorte nossa, pois segundo o DraftCountdown, ele deveria ser até mesmo 2º rounder. Chega para brigar, desde o primeiro dia, com Chris Clemons pela posição de Starter como FS. Para quem poderia ter que dar um caminhão de dinheiro para Earl Thomas, chega a ser hilário termos conseguido um valor "similar" no fim de feira."

Eu erro pouco sobre uma primeira impressão sobre um dratado. Até aqui, dos Drafts cobertos pelo Blog, não me ocorre nenhum atleta com o qual eu não tenha simpatizado que tenha vingado no elenco. Errei quanto a Merling, mas ali foi um erro coletivo. Mas detestei escolhas de gente como Beck, TGJ, Parmelle... Enfim, eu fui com a cara de Jones desde o primeiro dia. E agora ele será o Starter da posição de Strong Safety, que por anos a fio foi de Bell. E isso é excelente porque ele vem evoluindo de forma consistente e irá para sua 3ª temporada, com um Coordenador Defensivo ( Kevin Coyle ) que treinou uma das 5 melhores secundárias dos últimos tempos da NFL, a do Bengals ( no somatório das 10 últimas temporadas, foi a 5ª melhor ), o que só tende a melhorara sua evolução.

O fato é que o Dolphins terá, agora, a mais jovem secundária de toda a NFL com Vontae Davis, Sean Smith, Chris Clemons e Reshad Jones, todos menos de 26 anos. Bem desenvolvida poderá tornar-se na melhor da NFL em uns 2 ou 3 anos. Davis já é um jogador consolidado, que começa a ser temido pelos QBs adversários. Os outros 3, Jones incluso, caminham na direção certa.

Jones terá sua primeira temporada na posição na qual rende melhor e será Starter. Só depende dele para que não tenhamos saudades de Bell. E nisso eu acredito. E você?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Qual Reggie Bush estará em campo em 2012?

Reggie Bush em sua primeira partida de temporada regular com o Dolphins. O começo parecia no mesmo ritmo de todas as sua temporadas anteriores, mas o final seria totalmente diferente. E isso foi bom para todos...

Reggie Bush foi adquirido na abertura da Free Agency de 2011 sob o olhar da desconfiança. Acho que nenhum torcedor do Miami poderá afirmar: eu tinha confinça de que ele teria uma temporada excelente. Talvez nem o próprio Bush tivesse tal pensamento. O começo foi tenebroso, com poucas jardas e nada de TD. E o playbook também não ajudava em nada, pois queriam usar ele como power back, correndo pelo meio da linha. E detalhe: a OL começou a temporada bem ruizinha, com uma ameba na posição de RT ( Mark Colombo, ex-Texans ).

Com o decorrer da temporada tanto ele quanto a OL subiram de produção. Ao fim da temporada de estreia pelo Dolphins Reggie Bush tinha rompido, pela primeira vez na carreira, a marca das 1.000 jardas. Só em uma coisa a temporada de 2011 foi igual as outras: ele teve problemas com contusão e acabou perdendo a partida final, diante dos Jatos. O que, em termos do desempenho dele, não fez tanta falta. Claro que poder ter jogado as 16 partidas seria um feito e tanto.

Mas e agora em 2012? Antes de tudo, o sucesso de RBs dependem da qualidade da Linha Ofensiva. Sem ter quem lhe abra preciosos buracos, nenhum corredor consegue ter destaque na carreira. Nesse interante temos um alento: Jonathan Martin. Ele será o Starter de RT e deverá dar qualidade suficiente para que os buracos possam aparecer pros corredores, não apenas para Bush. Além disso temos o Center Mike Pouncey que vai disputar sua segunda temporada e a tendência é que ele melhore de forma substancialmente. E com isso, os espaços fiquem "maiores". Por fim deveremos ter uma temporada 100% de Jake Long, um dos 3 melhores LT da NFL. Em 2011 ele atuou no sacrifício e ficou partidas de fora. Com Long em campo, não apenas Bush sai ganhando, mas o QB que for Starter e por consequência, nós também.

Mas é claro que a atuação da OL não explica tudo, pois se fosse assim qualquer RB que tivesse uma OL ótima conseguiria 1000 jardas e não é o que acontece na Liga. Ai entra o segundo ponto: o Plano de Jogo, ou em inglês Playbook. Temos 2 novos QBs ( um deles rookie ) e se dependesse de mim Moore seria o 3°, por ser tudo menos um QB. Sendo assim,  o sucesso de Bush depende do sucesso de Tannehill ou de Garrard. Se o QB Starter ( e o plano ) conseguirem fazer o time ganhar jardas de forma consistente via passe, o serviço dos RBs fica facilitado ( o contrário também é verdadeiro ). Se o Playbook privilegiar o que os jogadores tem de melhor é próximo da perfeição. E Bush é bom correndo contornando os Tackles, não batendo no muro. Esse papel deve ficar para a dupla Miller/Thomas.

E por fim, temos a questão de saúde. Se Bush conseguir ficar saudável ( e novamente o trio OL/QB/Playbook tem papel decisivo ) terá tudo para voltar a ter uma temporada na casa das 1000 jardas ou mais. Eu até acho que ele possa explodir de vez e alcançar a marca das 1.300 ou até mais. Mas para isso será necessário que as situações acima terão que acontecer, ao mesmo.

Um olhar sobre a Classe de Rookies de 2011

 Mike Pouncey, Center, 1° Round.
 Daniel Thomas, Running Back, 2° Round.
 Edmond "Clyde" Gates, Wide Receiver, 4° Round.

Em praticamente todas as posições do football a transição da NCCA para a NFL é complexa e não raramente atletas promissores levam até 4 anos para começar a mostrar o seu potencial, isso sem falar naqueles que nunca sequer farão falta em seus times. Os nosso olhos, por motivos óbvios, estão focados na turma deste ano, mas e como estão os "melhores" das turmas de temporada anteriores? Vamos ao membros da turma de 2011, a mais recente.
  • Mike Pouncey: Este é disparado o que melhor se saiu em sua temporada de rookie. Starter desde o primeiro dia de treino está, digamos assim, consolidado, correto? Nem tanto. Ele foi Starter apenas e tão somente porque não tinha alguém melhor do que ele. Teve uma temporada fraca no início, mas é verdade foi melhorando. Eu não diria que ele já seja uma "brastemp", mas tem tudo para melhorar. O que esperar dele em 2012? Nada além de ser um Starter, mas dessa vez por suas qualidades. Que ele, de fato, as possui;
  • Daniel Thomas: Veio para substituir as saídas de Ronnie Brown e Ricky Williams e ser um sombra para Reggie Bush. Nem fez uma coisa e nem a outra. Teve que conviver com contusões e ficou bem abaixo do esperado, e não se esqueçam que os RBs tem a melhor transição para a NFL de todas as posições. Em 2012 ele terá que se virar para não ser mais um "bust" de segundo round nosso ( Beck, Satele, Merling, Henne, White... ), pois tem agora a concorrência de Lamar Miller, que tem muito mais potencial de crescimento do que ele. Ou seja, ou vai ou racha. E eu acho que vai rachar...
  • Edmond "Clyde" Gates: Veio para ser o melhor do que TGJ. Tarefa que parecia fácil, não? Pois bem, não foi. Ele foi, em uma palavra: péssimo. Claro e evidente que vir de uma pra lá de obscura Universidade ( ACU - Albilene Christian University ) deve ter dificultado sua vida e o fato de ter uma ameba como QB Starter muto menos, mas ele simplesmente não conseguiu nem contribuir minimamente nem nos retornos. Coisa terrível e ele terá sérias dificuldades de conseguir uma vaga para a temporada. Se conseguir, o que acho complicado, conseguirá ter operado um milagre.

Josh Kaddu assina contrato. Faltam 4.

O Linebacker de Oregon draftado no 5º Round, Josh Kaddu, tornou-se o quinto rookie a assinar contrato. Agora faltam 4 a fazê-lo: Ryan Tannehill, Michael Egnew, Lamar Miller e Olivier Vernon.

QB Starter será anunciado na 3ª Semana da Pré-Temporada


Questionado, pelo segundo dia seguido, sobre quem será o Starter na temporada 2012, Joe Philbin mandou um aviso: o QB titular do Miami será anunciado na semana 3 da pré-temporada e ele também disse que a briga está aberta entre todos os jogadores do elenco ( claro que ele não se referiu a Pat Devlin ). Instigado a comentar a fala de Stephen Ross ( que dissera que Tannehill não deveria o Starter ) ele respondeu, com bom humor: essa decisão não é dele.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Começaram as OTA'S: Treinos Organizados pelos Times

Ryan Tannehill e David Garrard correm, pela primeira vez, juntos em um treino. Cena que será vista muito, já que os dois foram melhores que Matt Moore.

Hoje tiveram ínicio as OTA's, primeiro contato de todo o elenco com os novos treinadores e dos recém contratados/draftados com os rookies. Serão dias de trabalhos leves onde os jogadores não usam o equipamento completo ( acho que dá pra perceber na foto de Tannehill e Garrard acima ) e nem pode haver contato. É mais para terem contato com playbooks ( ataque e defesa ) e começar a azeitar a máquina. Em todo caso, para os que dizem que pego no pé do nosso QB rookie, ele foi bem hoje. E é natural que um veterano como Garrard tenha sido melhor. Cabe a Tannehill superá-lo no longo prazo.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Rishard Matthews e Jonathan Martin assinam


O Wide Receiver escolhido no sétimo round, Rishard Matthews, assinou contrato de 3 anos pelos valores mínimos.
Enquanto que o Tackle Jonathan Martin assinou por 4 anos, com opção de um quinto ano. Os valores não foram divulgados, mas deve algo bem próximo dos valores mínimos.

Com a assinatura dos dois, agora temos 4 Rookies sob contrato: além dos dois acima já firmaram contrato o WR BJ Cunningham e o DT Kheeston Randall. Só para lembrar faltam outros 4: Ryan Tannehill, Olivier Vernon, Lamar Miller e Michael Egnew. Mais uma lembrança: com o novo CBA e o limite de salários pros rookies, deixou de ser um "parto" assinar com os escolhidos no Draft. Em anos anteriores o fato de Tannehill ainda não ter assinado contrato seria motivo de extrema preocupação. Agora, não é.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Kheeston Randall é o 2° Rookie a assinar

O provisioriamente camisa 97 acima, é o segundo rookie a assinar contrato conosco. Valores e duração do contrato não foram informados, mas em picks de sétimo round o normal é ser apenas o mínimo possível pra grana e no máximo 3 temporadas no tempo. Ao que parece ele conseguiu sair-se bem na Rookie Camp e suas chances de ficar entre os 53 aumentos bastante. Aguardar para ver...

domingo, 20 de maio de 2012

Yeremiah Bell agora é um Jest Player

Na sequência desse imagem rolou um sack do nosso, agora, ex-Safety Yeremiah Bell. Agora ele irá usar o verde e branco dos Jest...

Quem lê este espaço com frequência sabe que eu entendi plenamente os motivos do corte de Yeremiah Bell. Ele não é mais nenhuma criança ( fará 34 durante a temporada ) e seria o 5° maior salário do elenco, tendo ao seu lado jogadores promissores ( Clemon e Jones ) que podem fazer o mesmo trabalho, vá lá que talvez sem a mesma qualidade. Mas se você é um GM tem que tomar atitudes duras, e após o corte que o Colts fez este ano, acho que o papo de lealdade perdeu totalmente o sentido, não?

A realidade é que ele agora é um jogador do rival de NY. Irei torcer contra ele? Jamais, não o fiz com Taylor e nem o farei com Bell. Porque Bell sempre deu 110% em campo, mesmo com o placar elástico ele estava lá dando o sangue. Porque era capitão da equipe. Porque é um líder nato. Porque, ora porra ( me desculpem o termo ) ele foi escolhido em um sétimo round de 2003!!! Quanto atletas de segundo round viraram busts neste tempo? Quantos atletas que foram selecionados nos 3 primeiros rounds sequer ainda estão na liga? Por isso Bell merece nosso respeito, mesmo que agora atuando por nosso maior rival. Devemos isso a ele. Ao menos eu, o farei.