sábado, 16 de março de 2019

Fim de uma era: Ryan Tannehill é trocado para os Titans

Ele se foi... e em mim não restará nenhuma saudade...
Quem acompanha o Blog de perto sabe bem que eu jamais teria draftado Ryan Tannehill. Além disso, eu jamais teria dado a ele o contrato de 100mi - que ele nunca deu um único sinal de merecer - que o Front Office lhe deu em 2005. Mas, após sete pífios anos, ele agora se foi. Foram anos de muito mais atuações patéticas e reações como a foto que ilustra este post. Agora que os torcedores do Titans sofram com a sua ruindade.

O negócio foi bom em todos os aspectos. Primeiro não temos mais Tannehill. Segundo que não tem Dead Money para o ano que vem. Terceiro que tem uma valiosa pick de quarto round em 2020, embora neste ano tenhamos mandado a nossa de sexto e recebido a de sétimo dos Titans. E por fim, nunca mais teremos este cara instável e sem qualidade lançando passes. Adicionalmente, conseguimos algo por um jogador que seria cortado.

Agora que ele se foi, uma outra pergunta fica: iremos draftar QB este ano? Eu só concordo se for no meio do draft. Não faz sentido algum queimar a primeira pick em um QB. Basta lembrar do erro cometido no QB trocado esta semana para não cair nesta armadilha.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Miami contrata ex-General Manager dos Raiders Reggie Mckenzie

Mckenzie é uma boa adição. Se tiver liberdade, é claro...
Miami segue fazendo mudanças. Estamos em mudança. todos sabem. Ainda não tive tempo para um texto daqueles longo, pontuados, incisivos dos quais tanto gosto de fazer e, mais ainda, vocês de ler. Mas não tem como negar que estão buscando acertar. Se no final dará certo ou não, é preciso esperar. Mas os nomes, em alguns setores, animam.

Agora um nome que vem com bons resultados: Reggie Mackenzie. Não sabe quem é? Ele é o ex-manda chuva nos Raiders antes da chegada de Jon Gruden, que agora manda em tudo. Ele assumiu as funções de Mike Tannenbaum nos Raiders em 2012. Aquela época o time da Oakland era uma piada. Ele, aos poucos, foi reconstruindo o time. E tirou a franquia do posto de pior da liga. Até fez post-season com campanha 12-4.

Ele foi demitido ao fim de 2018 e agora une-se ao Miami. Em 2016 ele ganhou o prêmio de Executivo do Ano, mas ainda não está claro o que ele fará. Mas com certeza pode ajudar Chris Grier na reconstrução do time.

Anteriormente o time contrata o ex-Bills Marvin Allen, chefe dos Olheiros de Draft do rival. São adições que apontam num bom sentido. Falta dar química.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Comissão Técnica definida

Ross, Flores e Grier. Será se agora vai?
Como dito no texto anterior, temos agora o 13º Coach de sua história: Brian Flores ex-Patriots. Alguns dados vão aparecendo, mas o meu tempo é escasso e só agora pude escrever. O principal ponto divulgado é que o Contrato de Flores é de 5 anos e ele é 100% garantido. Isso traz uma sinalização de que, realmente, teremos mais paciência nesta reconstrução. Isso é importante porque os contratos anteriormente eram de 4 anos, sem garantia total. Um avanço...

Acontece que Ross pode demitir Flores antes dos 5 anos, porque grana não é problema para ele e isso não conta no Cap, então não é certeza de que Flores fique até 2023. Pode ser que fique até lá. Mas não terá uma espada no pescoço para vencer na base do all-in. Um problema com os Coachs anteriores da gestão de Ross. Então, já é um avanço. Flores na sua apresentação falou o básico e disse que um plano já está traçado. Obviamente ele não disse qual é. Mas é claro que teremos mudanças consideráveis. Se elas serão boas ou não, ai eu não tenho como prever.

Durante a semana foram confirmados os outros membros da Comissão, que são:

Ataque
  • Jim Cadwell, Treinador Assistente. Ex-Head Coach dos Lions tem larga experiência na NFL e é considerado uma mente ofensiva;
  • Chad O'Shea, Coordenador Ofensivo. Era o treinador de Receivers dos Patriots;
  • Karl Dorrell, Treinador de Recebedores;
  • Pat Flaherty, Treinador de Linha Ofensiva;
  • George Godsey, Treinador de Tight Ends;
  • Jerry Schuplinky, Treinador de Quarterbacks;
  • Eric Studesville, Treinador de Runningbacks.
Defesa
  • Patrick Graham, Coodenador Defensivo. Ex-Patriots ( 2009/2015 ) onde foi assistente de Cornebacks, depois assistente de LBs e Treinador de LBs e da DL. Passou como treinador de LBs nos Giants ( 2016/2017 ) e nos Packers;
  • Josh Boyer, Treinador de Conerbacks;
  • Marion Hobby, Treinador da Linha Defensiva;
  • Rob Leonard, Treinador de Linebackers;
  • Tony Oden, Treinador de Safeties.
Especialistas e Controle de Qualidade
  • Danny Crossman, Treinador do Special Team;
  • Josh Grizzard, Matt Lombardi e Tiquan Underwood serão os responsáveis pelo controle de qualidade.
Este é o grupo. Agora é esperar para ver o que conseguirão fazer. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Habemus Head Coach: Brian Flores já está em Miami

Brian Flores é o nosso Head Coach
Enquanto escrevo, Brian Flores já concede entrevista como novo Head Coach dos Dolphins, o décimo desde 2004 e o 13º em nossa História. Será o primeiro com ascendência latina ( o que surpreende demais ) e o primeiro negro que será Head Coach ( Pat Bowles foi interino e por isso não o conto como Head Coach. Antes de prosseguir, os nomes, temporadas e recorde de todos os antecessores em ordem cronológica;
  • George Wilson ( 66-69 ) teve como recorde 15-39-2. Jamais esteve na post-season, mas sob seu comando, vários dos jogadores que chocariam a NFL em 1972 foram draftados ou adquiridos;
  • Don Shula ( 70/94 ) o melhor de todos os Head Coachs da História já era um dos melhores quando foi contratado por Joe Robbie em 1970, num assédio que a Liga puniu com a perde de uma escolha de draft e que, desde então, norteia as conversas para contratação. Vencer 2 Super Bowls, perdeu outros 3. É até hoje o recordista de vitórias. Ao todo conseguiu 274 conosco, perdendo 147 e empatando 2. Desde que ele parou ( ou foi parado ) em 1994, o time venceu - atenção - a divisão apenas 3 vezes, venceu 4 partidas de post-season e não tem recorde desde a sua saída até os dias atuais. Na era dele, apenas 2 vezes - sim 2 míseras vezes - tivemos mais derrotas do que vitórias e em nenhuma delas vencemos menos de 5 partidas;
  • Jimmy Johnson ( 96/99 ) foi contratado tentando seguir o que dera certo com Shula, uma que Jimmy comandara os Cowboys na conquista de 3 Super Bowls. Pois é, sem Aykman ( embora tivesse Marino ), Smith e Irving tudo deu errado e ele terminou sua conturbada passagem com saldo de 38/31. Ficou marcado pelo desastre em Jacksonville na despedida de Marino: 62x7;
  • Dave Wannstetd ( 2000-2004 ) foi o último Coach com saldo positivo a frente do Miami Dolphins. Pegou o time no pós-Marino e se querem saber, foi bem. Com ele o time venceu a divisão 2 vezes, foi a post-season 2 vezes e embora tenha tomado porrada na post-season, não fosse a falta de paciência da Diretoria, talvez tivesse dado certo. Em quase 4 temporadas venceu 43 partidas e perdeu 33. Também ficou conhecido por perder um Monday Night contra os Jets de forma extremamente humilhante, em 2001;
  • Jim Bates ( 2004 ) o primeiro interino da história de Miami. Assumiu o time que estava 1-8 e fez 3-4. Foi muito bem, se querem saber;
  • Nick Saban ( 2005/2006 ) tinha tudo para dar certo. Uma lenda ( já naquela época ) em Luisiania State University ( ou apenas LSU ), ele veio para ser o novo Don Shula. O problema é que só existiu e só existirá um Don Shula. E Saban, a despeito do sucesso atual em Alabama, foi péssimo em Miami. Separou os vestiário do ataque e defesa, fez diversos ( acredite, alguns parecem coisa de imbecil mesmo ) negócios horrorosos e não fez nada de bom. Pediu o boné em 2006 e foi embora pra Alabama. O resto é história. Ah, ele passou A-Rod e escolheu Daunte Culpeppe ao invés de Drew Brees. Venceu 15 partidas e perdeu 17;
  • Cam Cameron ( 2007 ). O que dizer deste cara? Recorram ao histórico do Blog e vocês verão. Não sugiro fazer isso. É o Coach da pior temporada do Miami Dolphins. E draftou Ted Ginn. Precisa de mais? Doou um tal de Wes Welker para os Pats. Se não souberem em 2007 fizemos 1-15;
  • Tony Sparano ( 2008/2011 ) último Coach a vencer a Divisão. Foi sem Tom Brady, é fato, mas venceu quebrando a sequência dos Pats na post-season. Já é muito, certo? Não exatamente. Depois de 2008 tudo deu errado, vieram Pat White (  quem lembra dele? ), Jared Odrick e cia. Foi humilhado ao ficar como Head Coach depois de Stephen Ross se reunir com Jim Harbaugh e não o contratar, e nem dispensar Sparano. conseguiu 29-32 como recorde. Ele morreu de infarto no ano passado;
  • Todd Bowles ( 2011 ) é o segundo interino do Miami e tem mais vitórias que derrotas ( 2-1 ), mas quem liga para isso mesmo? Com elas ficamos em oitavo no Draft e com a escolha draftamos um QB pra lá de meia-boca;
  • Joe Philbin ( 2012/2015 ) parecia uma boa. Fez 7-9 em sua primeira temporada, dando alguns sinais de que poderia melhorar o time nos anos seguintes. Mas não foi o que aconteceu. Também, com Tannehill de QB não tinha como ser vencedor mesmo e ele tentou mudar os rumos tentando draftar Derek Carr ( hoje nos Raiders ), mas não deixaram. Foi demitido durante a temporada de 2015, após o time ficar 1-3 e no geral com 24-28;
  • Dan Campbell ( 2015 ) terceiro interino dos Dolphins. Fez até que bonito, ao conseguir 5-7, mas não conseguiu o cargo de Head Coach para 2016. Uma pena;
  • Adam Gase ( 2016/2018 ) primeiro Coach a nos recolocar na post-season desde 2008, mas... depois tudo deu errado. Não fez seguro ( draftar um QB ) para a contusão de Tannehill e ai começou a trazer QBs seus para Miami: primeiro o aposentado Jay Cutler depois o grande Brock Osweiller. Desandou tudo e ainda fez doações de duas estrelas ( Jay Ajayi e Jarvis Landry ) porque eles não cabiam no seu esquema. Não vai deixar qualquer saudade. No geral ficou com 23-25, mas que é bem pior do que parece, dadas as traumáticas derrotas por falta de treino. Isso mesmo, falta de treino!!!!
Flores chega para se juntar a esta turma ai. Tomara que com ele, tenhamos uma Florida bem mais florida. É, eu sei, um trocadilho ruim... mas ele ao menos mostrou muita coisa ontem - infelizmente, é claro - para nos animar. E sem - digamos assim - grandes "estrelas" da NFL para isso. Que repita isso em Miami.

Uptade: ele já foi apresentado e uma das suas frase foi "Ser um treinador nesta liga é um sonho tornado realidade, ser treinador principal do Miami Dolphins é um sonho tornado realidade. Esta é uma grande organização com uma grande história, com uma grande base de fãs e estou animado para estar aqui. "

domingo, 20 de janeiro de 2019

Com mais uma reconstrução, o que fazer?

E o que fazer na Free Agency e no Draft?
Miami está em reconstrução. O Head Coach será anunciado amanhã, Brian Flores. Como não sabemos nada do que ele pensa e nem Chris Grier deu indícios, resta-me especular. Tudo pode acontecer, é fato, mas também nada. Ao menos, de bom. Existem algumas certezas e é sobre elas que eu irei pincelar neste domingo de finais de conferência, mais uma vez sem Miami:


  • Tannehill precisa sair. Não importa quem seja o HC ou o OC, mas Ryan Tannehill não pode permanecer em Miami. Em sete anos ( considerada a conta do mentiroso ) nada de bom foi demonstrado por ele. Absolutamente nada. E não seria agora que ele iria mostrar. Prefiro um rookie 10x pior do que ele a ter mais um snap que seja comandando por Tannehill. Assim sendo, trocar ou cortar é obrigação. Não existe futuro com ele em Miami;
  • Reforçar a DL. Nossa Linha Defensiva precisa de adições. Podem ser rookies ou jogadores experientes, mas a única certeza é que com o que temos não iremos longe. Por isso fala-se em trazer, ao menos, um DE e um DT. A safra do draft é excelente nas posições e por isso temos que reforçar bem o setor. O que não pode ser feito é torrar grana como fizemos em Suh ou dar grana para um banana, como fizemos com Andrew Branch;
  • Reforçar a OL. Da mesma maneira que a DL precisa, a OL necessita de reforços. Sim, no plural. Porque Ja'Wuan James é Free Agent, não temos Guards confiável e nem Center.  Assim sendo, será necessário draftar ao menos 1 reforço pra posição e trazer 2 na Free Agency;
  • Conseguir um CB#2. Xavien Howard se provou, fato. E detalhe: paguem logo ele ou teremos outra novela no ano que vem. O agente é o mesmo, só para lembrar. Então conseguir um jogador para atuar no oposto é essencial. 
  • Melhorar o Backfield. Tudo bem que com um novo OC e com uma OL melhor, o jogo corrido já tende a melhorar bastante. Mas é preciso mais, Não basta apenas ter um jogo terrestre mais ou menos: ou ele é ótimo ou nada. Ainda mais quando o jogo de passe não tem um All-Star lançando.
  • Obter um QB? Pelo draft só se for no terceiro dia. Pela Free Agency só se for um QB de transição. Tem-se falado em Nick Foles, e eu não gosto muito. Sairia caro e não é o jogador que nos levará longe. Mas gosto do pensamento. Poderia dar certo? Talvez, mas é arriscado. Eu iria com o que temos ( Falk e Fales ) e traria mais um no draft. Ou o QB de transição citado.
Por enquanto é isso. No mais, aguardar o que nosso futuro Head Coach pensa. Amanhã, saberemos disso. Ou não. 


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Com 7 anos de atraso Miami tenta consertar um erro colossal

O camisa 16 todos conhecem, mas e o Head Coach ao lado dele?
Eu trouxe tempos atrás uma história que sinceramente só poderia acontecer em Miami: a de que Russell foi indicado 2 vezes ao nosso Front Office. Isso mesmo, duas vezes. A segunda vez foi o HOF QB Bob Griese, que disse que Wilson seria o ideal para o Miami Dolphins. A primeira vez foi quando entrevistamos seu Head Coach em Wisconsin Bret Belieman.

Não sabe quem ele é? Ele quase foi nosso Head Coach em 2012. Sim, em 2012. Sabem porque ele não ficou com o cargo? Porque queria draftar seu QB em Wisconsin. E recebeu como resposta de Jeff Ireland a seguinte: "NFL não é assim, aqui é diferente". Eu contei tudo isso num post de quase 4 anos atrás. Releia, se tiver coragem de sofrer muito.

Agora ele é Assistente de Bill Belichick e deve ser anunciado como Coordenador Defensivo assim que Brian Flores for confirmado como Head Coach. Claro que eu acho isso uma tentativa de consertar o erro cometido 7 anos atrás, quando ficamos com um QB medíocre enquanto o Seattle Seahawks ficou com Russell Wilson.

Problema é que agora ele não tem um HOF QB para trazer junto. Mas, quem sabe, ajude-nos a voltar para a disputa de um Lombardi. Aliás, eu estou ruim de previsão né? Tem duas feitas no texto de 2015 que eu acertei em cheio.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Segundo inúmeras fontes Brian Flores é o nosso novo Head Coach

Poucos Coordenadores dos Pats deram certo na NFL...
Nem deu muito tempo para postagens aqui em 2019, mas a primeira será sobre a contratação de nosso novo Head Coach.  Segundo os mais famosos insiders da NFL o escolhido será Brian Flores, atual Coach de LBs do New England Patriots.

Como sabem eu não sou de fugir da raia, eu vou ser bem seco: eu não gosto da escolha. Com um grande Coordenador como Vic Fangio no mercado, o time vai terminar com um "cara da árvore do Bill Belichick". Até hoje, nenhum membro que tenha trabalhado com o Dick Vigarista deu certo na NFL. Alguns conseguiram algum destaque momentâneo, mas nada que mude o preço do dólar. Pode dar certo? Até pode, mas as chances são bem pequenas.

Adicionalmente, vejam este Twitter de Anthony Curti:

Agora é torcer que tudo mude, mesmo tendo toda a cara que não. Sinceramente, não existia como começar o ano pior. E isso num ano em que esperávamos parar de sofrer. Ledo engano...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Darren Rizzi na briga para ser nosso Head Coach

Rizzi tem condições de comandar uma reconstrução?
Uma notícia saiu na segunda, mas só se tornou oficial ontem: Darren Rizzi está na lista dos que podem ser o nosso Head Coach em 2019. Ele está no time faz tempo, da época do Philbin e temos poucas coisas para reclamar do seu trabalho, que recentemente é Coach dos Special Teams e Treinador Assistente. 

Promover alguém de dento da organização pode ser uma boa, de fato. Eu não me arrisco a dizer é ser ele tem capacidades para comandar a reconstrução pensada por Stephen Ross. Até porque diante das dificuldades que se avizinham, ele teria o tamanho certo para o papel? E se não tiver, como reagiria Ross e cia? 

É uma coisa a se observar com muito carinho e cuidado. Ele é um ótimo Coach de ST e nada impede que o seja também como Head Coach. Mas e se vierem Coordenadores com mais, digamos assim, fama que ele? Será que não ficaria algo estranho? Como seria a ordem de comando, seria plenamente respeitada? Além disso, é preciso investir em grandes Coordenadores, pessoas que possam fazer o diferente no ataque e na defesa. 

Não critico e nem aplaudo a decisão. Existem pontos positivos e negativos bem fortes a serem observados. Mas que ele tem fibra, disso não podemos reclamar. Aguardemos e se for ele mesmo, tenhamos a certeza de que serão tempos mais difíceis do que os recentes. Mas que visarão dar-nos - enfim - dias de glórias.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Temos um Novo ( nem tanto ) General Manager, mas o que esperar dele?

Será se agora vai?
Serei mais franco com todos vocês: eu não estou animado com esta nova reconstrução. Todas as outras deram errado, então porque esta em especial dará certo? Não consigo apostar minhas fichas nesta reconstrução em especial. Por mais que Chris Grier virando o manda-chuva faça sentido, são as ações a partir de agora é que complica. E elas passam muito além de contratar um bom Coach e ter bons Coordenadores. Envolve outras nuanças além de escolher bem no draft ou não realizar "deslizes" na Free Agency.

Criar uma mentalidade vencedora numa franquia acostumada a fazer 8-8 em quase todos os anos desde 1994 ( a franquia está 199-201 desde então ) é muito mais complicado do que num time que vivia dias de glórias em 2012 e passou 5 anos patinando. Estamos a mais de duas décadas perdidos no tempo. Sem ir sequer a uma final de AFC. Neste tempos os Jaguars, sim o Jacksonville, foi a duas. Os Raiders jogaram Super Bowl. Ou se preferir, os Cardinals quase venceram um. De 2000 para cá vencemos uma partida de post-season e só estivemos lá 4 vezes. E nada, absolutamente nada, aponta que estaremos no Hard Rock Stadium jogando o Super Bowl 54.

Temos talentos no elenco, mas o melhor setor talvez seja a Secundária. E mesmo ele tem buracos, onde falta um CB#2. A DL, que a três anos era motivo de extremo orgulho, hoje é um dos maiores problemas. Uma surpresa é que, passados 7 anos desde 2012, a OL segue sendo um problema. O time precisa de um QB. Falta um LB dominante, um TE também. Como resolver estes problemas em um Draft? Não tem como. Por isso a fala de Ross que o time agora não terá pressa. Resta ver o quanto isso é verdade mesmo ou apenas palavras para cativar bons candidatos para Head Coach e Coordenadores. 

Hoje, primeiro dia de 2019, o pensamento é: o time precisa de defesa. Um DT/DE/OLB é prioridade zero. A classe do ano que vem é ruim de QBs e eu só arriscaria em um no meio do draft. Ah, e Tannehill? Na entrevista de ontem ele foi citado como homem do elenco, não com esteio da reconstrução. O que isso quer dizer? Que não querem avisar que ele será cortado, porque creio que queiram trocá-lo conseguindo assim alguma pick. 

E essa já é uma grande notícia. Porque eu me orgulho demais de NUNCA ter-me enganado com ele. Fui contra antes dele sequer ser draftado. E o tempo deu-me razão. Infelizmente, diga-se de passagem.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Chris Grier agora é o Manda Chuva e já temos 3 candidatos a Head Coach

Grier agora é quem manda e desmanda no Miami...
e já pediu autorização para entrevistar o DC dos Patriots...
o DC dos Bears, meu preferido, e...
além do OC dos Chiefs
Além da demissão de Adam Gase, rolou outra grande mudança: Mike Tannenbaum não terá mais qualquer função ligada ao Futebol. Não queria que ele ficasse, mas talvez ele tenha desempenhado algum papel importante internamente ou apenas Ross que não o quis demitir. Com a saída de suas funções, quem assume o papel de manda chuva é Chris Grier. Ele agora mandar prender e soltar. É lago que faz sentido, porque existia uma falta de comando clara em Miami. Ao menos isso agora está resolvido.

Grier tem feitos bons drafts, embora a escolha de Charles Harris pese contra, poucas vezes em nossa história tivemos um índice de acerto como este recente. Segundo analista estas escolhas foram feitas sob o comando de Grier. Sendo assim, talvez tenhamos como esperar coisas boas. Que assim seja.

Outros encaminhamentos foram feitos hoje. O Front Office pediu autorização ao Chicago Bears, ao New England Patriots e ao Kansa City Chiefs para entrevistar membros das Comissões Técnicas destes times. O alvo dos Bears é o DC Vic Fangio. Nos Pats também conversaremos com um DC, Brian Flores. Jà nos Chiefs o "papo" será com o OC Eric Bieniemy. Dos 3 a minha preferência é Fangio, porque a defesa dos Bears é dominante, ao contrário da dos Patriots. Mas qualquer um dos 3 são melhorias quando à Adan Gase e sobretudo do que contratar Rex Ryan, que agora parece bem mais distante.

Com este post eu me despeço de vocês em 2018. Que 2019 seja mais feliz para o Miami Dolphins, mesmo que com uma eventual campanha pior, mas que tenhamos perspectivas melhores do que agora.