domingo, 29 de julho de 2018

Resumo de 4 dias de Training Camps

Mike Gesicki foi bem hoje...
Com 4 dias decorridos de treinos, temos já algumas situações bem claras, para o bem quanto para o mal. Alguns jogadores seguem sendo destaque, como tem sido até agora na carreira, e outros seguem devendo, igualmente como ao longo de suas carreiras. Vamos ao que já pode-se falar sobre estes 4 dias:

  • Ryan Tannehill parece recuperado da contusão. A tornozeleira que ele está usando é mais para cuidados extras, pois ele tem feito ações naturais de um QB;
  • Danny Amendonla parece que será o alvo com melhor química com Tannehill. Eles tem conseguido boas conexões. É cedo para oba-oba, mas pode determinar um padrão, com Amendola ocupando mesmo o espaço que era de Landry. Em termos táticos, porque de qualidade/rendimento acho complicado;
  • Reshad Jones segue sendo o cara. Fez interceptação e teria conseguido sacks se fossem permitidos ( nos primeiros treinos nada de contato em excesso ). 
  • Minkah Fitzpatrick é outro que tem correspondido nos treinos.
  • Os MLB será mesmo Raekwon McMillan, que tem demonstrado muita maturidade e liderança, mesmo sem nunca ter alinhado em uma partida na NFL. Personalidade;
  • Entre os CBs Xavien Howard segue como CB#1, mas a outra vaga... bom esta, segue em aberto, ao menos por enquanto. Cordrea Tankersly é o favorito, mas Tonny Lippett e o surpreendente Torry McTyer tem se revesado com ele;
  • Mike Gesicki deixou uma má impressão, é fato, mas foi bem hoje. Os playbook da NFL são bem mais complexos e isso sempre complica mais os TEs e os WRs. Ele parece ser bom e pode já ter deixado para trás os medos de ser um Michael Egnew 2.0;
  • Kalen Ballage tem tido altos e baixos, mas parece que irá render bem.
Outras atualizações, durante a semana. Lembrando que no sábado teremos o treino de scrimmage no Hard Rock Stadium, que costuma ser um bom termômetro da temporada.


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Bem vinda de volta NFL, sua linda!!!

Estamos de volta!!!
A Training Camp 2018 está aberta. Hoje todos se apresentaram, fizeram exames e alguns testes. Todos os novatos estão com seus contratos assinados, conseguimos alguns bons valores na Free Agency, mas isso não resolve claro todos os problemas do elenco. Mas isso ficará em segundo plano até, ao menos, a temporada começar de fato. 

Estas duas semanas apenas de treinos devem ser vistas com cuidados e eventuais "grandes" atuações relativizadas, porque aconteceram em outros anos. Foquemos em ver se existe naturalidade nas ações e observemos o treino de scrimmage no Hard Rock Stadium. Outro ponto para ver como sucesso a TC é que ninguém se machuque nela. Ao fim da Training Camp teremos uma ideia de que time aparecerá em campo. Embora, eu já saiba disso agora.

Então, bem vinda de volta NFL, sua linda!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Agora vai?

Esta cena está caminhando para 20 anos...
30 de Dezembro de 2000. Esta é a data da foto acima, nossa última vitória em post-season. Depois deste dia, perdemos todas: para o Raiders por 27x0, para os Ravens duas vezes ( uma em 2001 e outra em 2008 ) e para os Steelers em 2016. Nada de vitórias e apenas uma conquista de divisão, 10 anos atrás.

Se existisse rebaixamento na NFL e este fosse por média, já estaríamos na 3ª divisão. Como não tem, vivemos via de regra na margem entre os 10 piores times da Liga. Tivemos até o risco de terminar uma temporada no zero, em 2007 quando um Field Goal errado de 28 jardas - sim, tão perto assim - nos livrou do fracasso total. Ai vem a pergunta: este ano sai está tão complicada vitória na post-season? E a resposta, infelizmente, é não. Podemos até conseguir, mas eu não aposto nada nisso. E o amigo leitor?

Amanhã começa a training camp e tudo recomeçará: sofrência semana após semana interrompidas apenas por eventuais vitórias, que findam por se provarem inúteis. Porque nem mesmo nos colocamos no Top 3 do Draft, o que nos permitiria reforçar melhor o time. 

terça-feira, 24 de julho de 2018

Nosso Ataque sairá do Top Ten péssimo esta temporada?

Paker e Stills terão várias cenas assim em 2018?
E chegamos ao ataque. O tão contestado ataque. O ataque que a tempos não é destaque positivamente. O ataque que não tem perspectivas de melhorar. Pelo menos não o quanto desejamos. Antes de prosseguir, um fato: este não é um post contra Ryan Tannehill. Ele apenas é parte do ataque, só isso. Ao menos neste texto.

Ryan Tannehill under center;
Ja'Wuan James, John Sitton, Daniel Kilgore, Jesse Davies e Laremy Tunsil na Linha Ofensiva;
Kenyan Drake, Frank Gores e Kalen Ballage no backfield;
Mike Gesicki e Durham Smythe nas extremidades da OL;
DeVante Parker, Kenny Stills, Danny Amendola, Albert Wilson, Jakeem Grant e Leonte Carroo recebendo passes
Adam Gase no comando de tudo.

Parece bom, não é mesmo? Aqui temos juventude com experiência em alguns jogadores, mas quantos destes jogadores ai em cima são All-Stars? Quantos deles acumulam idas ao Pro-Bowl e/ou menções ao menos no segundo time da NFL?A resposta é dura: praticamente ninguém fora Sitton e Amendola que tem Super Bowl no currículo. Existem alguns jogadores com potencial, mas talento puro, daqueles que você enxerga aos montes em times vencedores, não tem. 

Um QB altamente contestável, que não consegue nem aparecer na lista das 10 voltas mais esperadas para a temporada, dentre aqueles que tiveram contusões sérias. Um RB que nunca chegará aos pés do seu antecessor. Um monte de WR comuns que jamais renderão como o all-star que o setor tinha antes. Uma Linha ofensiva sem sal que perdeu um All-Star e não está sequer no mesmo patamar do ano passado. 

Olhando friamente pra o mesmo momento do ano passado ( não pode-se comparar com o final da temporada ), a única coisa que está melhor no setor são os 2 TEs, que são rookies e isso tem seus problemas, claro. No mais, ou estamos na mesma ou até mesmo pior ( com as saídas de Jay Ajayi e Jarvis Landry ). Como, numa situação assim esperar que o setor vire Top Ten?

É insano, mas pode acontecer. Tudo depende de melhorias no sistema e usar o que se adeque às limitações - evidentes - de muitos dos jogadores. Depende também de aproveitar o potencial do setor defensivo e capitalizar boas posições em campo com Touchdowns. Se, ao contrário, proliferarem os 3 and Out, ai pode esquecer. Adam Gase também precisa se provar como grande "arquiteto" de ataques. E ele estará bem ameaçado em seu cargo, após as patéticas doações feitas.

Por fim, temos como Tannehill voltará. E reitero o dito no sábado: ele não tem muito o que fazer diferente do que já fez, mas existe a chance dele voltar jogando pior do que em 2016. E, assim como ano passado, não fizemos um seguro para uma temporada ruim ou uma outra contusão. O plano segue sendo ele e apenas ele. Nada de um QB no Draft, nada de um Free Agent com qualidade para brigar pelo posto de Starter. Ah, trouxeram Brock Osweiller... pois é, isso diz muito sobre porque eu não espero que vençamos mais do que 6 partidas.

A resposta, se é que o amigo ainda não entendeu, é não. Este ataque não ficará entre os 10 melhores da temporada. Mas pode ser um sucesso mesmo assim, se ficar entre os 15 por exemplo. Mas o mais provável é ficar, mais uma vez, entre os 10 piores. Infelizmente.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Nossa Defesa pode ser Top Ten na temporada?

Temos bons nomes. mas isso forma uma grande unidade??
Rober Quinn, Jordan Phillips, Akeem Spence e Cameron Wake na Linha Defensiva.
Jerome Baker, Kiko Alonso e Raekwon Mcmillan de Linebackers.
Xavien Howard, Cordrea Tankersly, Reshad Jones e Minkah FitzPatrick na secundária.

Olhando assim, tirante um outro nome, parece um setor capaz de torna-se temido na NFL. Este grupo consegue unir explosão, experiência e qualidade em boas doses. São bons jogadores, com alguns bons jogadores reservas, mesmo que apenas na DL. Mas existem problemas: eu mesmo não confio do Coordenador Defensivo, Matt Burke. Outro ponto é quanto aos CBs, mesmo que a entrada de Fitzpatrick tenha tudo para melhorá-lo. Mas no fim, o maior problema nem está no setor.

Está no ataque. Na NFL atual os grandes ataques ( e iremos enfrentar alguns este ano ) marcam com regularidade acima dos 20 pontos. Algo que o nosso - falarei dele amanhã - passa longe de ser capaz de marcar. Então quando entrarmos numa batalha defensiva, nosso ataque fará ou não toda a diferença. Ficar descansando fora de campo é a melhor forma de uma Defesa ser Top. Se ela fica em campo muito tempo, o desempenho decairá e até mesmo um ataque mediano será capaz aproveitar o cansaço do setor.

Sobre as peças, eu lamento que não tenhamos melhores LBs. Passados tantos anos o setor segue sendo nem frágil, para ser polido. Dependemos de um LB esforçado ( Alonso ), e - na prática - 2 rookies ( McMillan e Baker ), Se os titulares não são uma brastemp, imaginem os reservas. O setor carece de mais peças e infelizmente não as teremos mais este ano. É, seguramente, o calo do setor.

O ponto forte é a DL, que já era assim nos últimos anos. Cameron Wake segue superando a barreira do tempo e tem tudo para fazer outra grande temporada. Do lado oposto temos o grande reforço do FA na defesa: Robert Quinn adquirido numa trade com o LA Rams. É ótimo, forte e vai firme no QB adversário. No banco temos o contestado Andrew Branch e o rookie que praticamente nada fez ano passado, Charles Harris.  Pelo meio temos o maior desfalque: Nadmukong Suh, cortado. Para o seu lugar veio Akeem Spence adquirido junto aos Lions por uma escolha de sétima rodada. Além dele temos Jordan Phillips que cresceu ano passado e pode seguir progredindo agora em 2018. Ainda contamos com boa reposição em Davon Goudchaux e Vicent Taylor, escolhidos no draft do ano passado. 

Entre os membros da secundária, temos  tudo para ter um grande salto de qualidade. O time já contava com um All-Star em Reshad Jones e agora conseguiu outro grande jogador em Minkah Fitzpatrick. Uma rara combinação de força, talento, experiência e juventude se encontra nesta dupla. TJ Mcdonald é um bom reserva. Os CBs titulares não são do meu total agrado, mas evoluíram bem atuando juntos ano passado. Xavien Howard ainda comete faltas demais e arrisca demais, cometendo erros grosseiros até, mas deve amadurecer agora. Ao seu lado temos Cordrea Tankerly que era rookie e cometeu erros naturais de rookie e dele se espera mais nesta temporada. Temos Cornell Asmonstrog é aposta vinda deste draft e Walt Ainkens e Tonny Lippett cumprem bem o papel de reservas com boa qualidade.

Se o ataque ajudar, este setor tem como virar Top Ten, respondendo a pergunta do tópico. Mas este se não é que atrapalha...

domingo, 22 de julho de 2018

DeVante Parker: Bust ou um Jogador subutilizado?

Um dos momentos em que ele parece um all-star...
Neste terceiro texto da "retomada" do Blog, venho tocar um jogador que anda devendo com nossa camisa e não é QB: DeVante Parker. O WR de Louisville entra na sua quarta temporada e até aqui... ou era ofuscado pelo colega Jarvis Landry ou não aparece bem por falta de QB.

Até aqui não tem uma carreira digna do que poderia-se esperar dele, escolhido na primeira metade do Draft de em 2015 esperando que ele pudesse ser um digno WR#1, o que até agora ele passou longe de ser. Mas a pergunta do post é realmente pertinente: ele é um Bust ou apenas é muito mal aproveitado. Escolhido nos últimos atos de Joe Philbin em Miami, ele viveu 2 anos da gestão de Adam Gase sem ser tão bom quanto se espera. Problema de esquema? Talvez, mas receber passes de Tannehill e Cutler não ajudam WR como ele, que precisam do passe no momento certo, sendo preciso ao extremo.

Eu arrisco que ele esteja no meio do caminho entre as duas opções. Nem é Bust - tem rendimento acima de um jogador que seja considerado um - mas também não é um jogador mal utilizado. Claro que um QB melhor ajudaria e muito seu jogo, mas ele já deu claros sinais de que não será All-Star. Recebeu este ano a certeza de um quinto ano em Miami e não terá mais a "sombra" do Landry, que foi doado para os Browns por duas mariolas e um pão dormido.

Precisará render este ano. Depois de Ryan Tannehill, ele é o jogador mais pressionado neste elenco. Talvez só um jogador possa estar mais pressionado: Kenyan Drake. Mas isso fica para outro texto...

Morre Tony Sparano, o último Coach a vencer a AFC Leste

Sempre será lembrado pela ótima temporada de 2008
Anthony Joseph Sparano III, ou simplesmente Tony Sparano, faleceu hoje pela manhã de causas ainda não informadas. Ele tinha 56 anos e foi Head Coach dos Dolphins entre 2008 e 2011, quando foi demitido durante a temporada. 

Sob seu comando o time venceu a Divisão em 2008, nossa última conquista. O time venceu 11 partidas, sendo até hoje o único a sair de 1-15 para 11-5. Depois ele e o Front Office perderam a mão no comando e formação do time, mas a temporada de 2008 jamais será esquecida. Ele atualmente estava nos Vikings, onde o Treinador da OL, com bom destaque após uma ida a NFCCG.

Tony deixa esposa, Jeanette, e três filhos ( Tony IV, Andrew e Ryan Leigh ). Além de 4 netos.

sábado, 21 de julho de 2018

A diferença entre análise e torcida é bem clara sobre o que esperar do Miami 2018

O Hard Rock terá jogo na post-season?
Eu não escondo que estou pouco animado com a temporada. Acontece que tem vários torcedores do Miami Dolphins que estão confiantes até em vencer a Divisão. E qual é a diferença entre um ponto de vista e outro? São dois pontos de vista conflitantes, mas qual é o correta? 

- Os otimistas consideram que tivemos uma boa chegada de bons jogadores, que cobrimos os buracos do elenco e os que ainda existem não tendem a comprometer. Claro que estes esquecem dos outros rivais, mas baseiam-se na volta de Tannehill e que dele seja capaz de conseguir o grande salto na carreira ( tratado neste texto aqui ).

- Os realistas, eu incluso, levam em conta diversos fatores bem conhecidos ( Tannehill não é Qb de elite, a OL não melhorou como deveria, perdemos a estrela no corpo de recebedores, os LBs são frágeis, etc ... ) e porque se melhoramos - e eu não nego isso - os outros também o fizeram, O Bills tem um QB melhor do que no passado e o time foi a post-season. E os Jets tem um QB que eu considero com potencial para um impacto imediato no time de NY. Se eu estiver certo...

Para ir a post-season, como pensam os otimistas, o time precisará vencer ao menos 10 partidas. Se Bills e Jets conseguirem evoluções ( algo bem provável ) a disputa pelo segundo lugar da Divisão pode ficar bem complicada. Para chegar nas 10 vitórias, um passo determinante é ter vantagem dentro da divisão, talvez ficando num 4-2. Mas conseguir isso será mais complexo se os rivais melhorarem mais do que nós, o que é plausível. Desta maneira bater Bill e Jets será crucial. Teremos condição de fazer isso? Complexo responder, mas é por aqui que passam nossas chances de post-season.

Acho pouco crível que o Miami Dolphins vá a post-season. Um pensamento realista é uma temporada na casa de 9-7. Acima disso, é torcida. Eu sou torcedor, claro, mas estou na posição de analista e preciso ser realista. Assim sendo, prevejo algo entre 5 e 9 vitórias, mas não confio em post-season. Posso estar errado? Sim, claro. E adoraria que esteja no fim da temporada.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

O que Tannehill pode fazer além do que já fez até agora e vindo de contusão seríssima?

É realmente justo esperar um salto de qualidade dele nesta temporada?
Eu começo este texto reafirmando tudo o que penso sobre Ryan Tannehill: ele é um QB medíocre ( e lembrem-se: isso quer dizer que ele nem é péssimo, mas passa longe de ser ótimo ). Até agora em 5 temporadas completas ( 2012 até 2015 ) e na parte da temporada de 2016 em que atuou, ele NUNCA esteve entre os 10 melhores QBs da Liga. Nem nunca teve uma temporada digna de um Franchise QB. E nem mesmo aparece na lista dos que podem surpreender nesta temporada... enfim, é preciso buscar bem específicos, para que ele seja destaque. E eu não vejo QBs assim vencendo Super Bowls. 

Mas o ponto deste texto, nem é este. O ponto é: é justo com ele, como pessoa, as expectativas que muitos estão colocando em suas costas? A resposta é seca e taxativa: não. Ele jamais deu sequer indícios de que possa ter para o Miami de 2018 o mesmo impacto que se espera de Aaron Rodgers nos Packers. E esta é uma base justa para comparações: que time ganha mais com a volta do seu QB Starter. Basta ver o que se projeta para a volta de Tannehill e compará-la com o que se espera da de Rodgers no Missouri e ver que não tem cabimento.

Rodgers foi MVP e um dos 5 melhores QBs da NFL e estará certamente na discussão de um Top Ten quando parar de jogar, sem falar da óbvia inclusão no HOF quando for elegível. Vejam Green Bay sem e projetem-no com ele. Agora vejam o que certos "torcedores" estão fazendo com a volta de Ryan Tannehill e analisem friamente se é possível imagina um impacto igual? Eu vi torcedores do Miami falando em 11-5, só porque Ryan Tannehill voltará. Como alguém pode projetar isso?? Eu acho que os Packers farão isso ( 11-5) só porque terão o seu QB de volta, mas nem em sonhos coloco nas costa de Tannehill o mesmo peso. Porque ele não tem capacidade para isso. Ele não é um Aaron Rodgers, simples assim.

Isso implica que não chegaremos no 11-5? Não, claro que não. Mas não chegaremos lá porque Tannehill voltou. Vencer 11 partidas vai depender de uma série de fatores ( defesa, OL, jogo corrido, novatos renderem logo de cara, ausência de contusões ), mas não porque nosso signal caller estará em campo. Ele não é este jogador. Ele jamais será o fator determinante de um ataque Top Ten. Porque ele não é CAPAZ disso. E cobrar isso dele, não é justo.

Ele é tipo um cara que estará no papel importante para não estragar tudo. E se ele é isso -  e de ato é o que ele é - não podemos dizer que só por termos ele de volta viramos Contenders. Fica parecendo que a diferença entre Jay Cutler e ele é como a de Rodgers e seu reserva. E não é. Cutler é muito parecido com Tannehill do que muitos projetam. E isso diz muito sobre Tannehill...

Portanto, quem estiver esperando ele no Top Ten vai cair do cavalo ( ou do Golfinho se preferirem ). Mas se a expectativa for de que ele possa fazer sua melhor temporada na carreira, ai talvez a decepção não seja grande, porque é plausível ele conseguir isso. Mas a melhor temporada que ele pode fazer, ainda assim o manterá distante de um Top Ten. E que não se iludam com um 11-5 puxado pela defesa e eventuais ótimas atuação do backfield. Este erro já foi cometido anteriormente. 

Respondendo a pergunta do post, eu acho que nada. Ele é aquilo que já demonstrou até agora na NFL. Inexiste espaço para alterações. E ainda voltando da seríssima contusão, sem ter o talento raro dos grandes QBs... 

A Trainning Camp está chegando e temos que voltar ao debate

Menos de uma semana para os treinos começarem...
Não tem jeito, o fim de Julho sempre chega. Demora pacas, ainda mais quando não vamos ( como tem sido o costume ) a post-season, mas ele sempre chega. Na quinta que vem, dia 26, o Miami Dolphins iniciará mais uma Trainning Camp, que sempre esperamos que seja a redentora. Alguns mais do que outros, é claro. Eu mesmo cada dia que passo viro mais São Tomé, só vendo pra crer.

O Blog completará no próximo dia 30 11 anos. São 11 anos em que venho esperando por um time decente, por um QB decente. por um treinador decente... é muito tempo de Blog. Eu como torcedor tenho uma seca maior, talvez a maior de todos os leitores deste blog. Mas não irei furtar-me jamais a debater e criticar este time, que amo de verdade.

O tempo tem sido curtíssimo para minha pessoa, mas resolvi montar uma estratégia: textos cursos no final do dia, com no máximo 3 parágrafos. Para que possamos manter o elo que tem mantido-nos unidos por mais de uma década. Montei até um cronograma:

  • Sexta: O que Tannehill pode fazer além do que já fez até agora e vindo de contusão seríssima?
  • Sábado: A diferença entre análise e torcida é bem clara sobre o que esperar do Miami 2018.
  • Domingo: DeVante Parker: bust ou um jogado subutilizado?
  • Segunda: Nossa Defesa pode ser Top Ten na temporada?
  • Terça: Nossa Ataque sairá do Top Ten péssimo esta temporada?
  • Quarta: Agora vai?
  • Quinta: Bem vinda de volta NFL, sua linda!!!
Espero que gostem.