sábado, 13 de janeiro de 2018

Muitas dúvidas e praticamente nenhuma certeza em Miami...





Tenho lido o que posso sobre o que os Dolphins pretendem fazer antes, durante e depois da Free Agency e no antes, durante e depois do Draft. E os sinais não tem sido nada animadores, se querem saber. Primeiro não avançaram em nada as negociações por Jarvis Landry. Segundo que as informações dão conta de que o plano é contar com Tannehill 100% saudável e só. Nada de plano alternativo, o que é um erro sem medida.

Adam Gase, não escondo de ninguém, deveria ter sido demitido. Bobagem de gente idiota que só a continuidade de um trabalho trará resultados. Dá-se continuidade ao que é bom, ao que dá certo. Mantivemos Tony Sparano e Joe Philbin além do necessário baseado nesta máxima e o resultado foram - somados - 4 anos perdidos ( 2 de cada um ). Manter Adam Gase depois de NADA dar certo em 2017 é um erro padrão Dolphins de qualidade. Ele trouxe um QB aposentado para o time, doou o melhor jogador de ataque para os Eagles, Draftou péssimos jogadores e o ataque, onde ele seria o "pica das galáxias" é um dos 5 piores da Liga.

Não obstante tudo isso, ano passado ele promoveu o Coach de LBs - seguramente o pior setor do elenco - para Coordenador Defensivo. E mesmo com a defesa de queijo suíço que temos, ele vai seguir no cargo. E para piorar, trouxemos 2 Coachs do ataque dos Bears foram contratados. Ou seja, perspectivas de melhoras inexistem. Não enquanto ele for o Head Coach.

Cada vez mais fica claro que ele foi contratado não para melhorar o time, mas sim um jogador. E temo muito pela Free Agency e pelo Draft, pois é bem provável que mais uma vez não façamos o melhor para o time e sim o que melhor seja para um QB meia-boca que está voltando de uma seríssima contusão e que jamais atuou em alto nível na NFL.

Por isso as fotos, que quase todas viraram memes... porque certeza, só temos uma: iremos passar vergonha em 2018.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Qual o plano ideal caso Tannehill não volte bem aos gramados em 2018?

Gase garante o posto de intocável de Ryan Tannehill...
Ryan Tannehill. Este é o terceiro melhor QB da História do Miami Dolphins. Antes que alguém ache que eu estou ficando maluco, é apenas um fato que não tem qualquer importância. De 1966 até 1999 o Miami teve 4 QBs Starters, sendo que 2 deles estão no Hall da Fama: Bob Griese e um tal de Dan Marino. Depois de 1999, nenhum QB jogou mais do que 3 temporadas seguidas ( Jay Fiedler foi o único a jogar 3 temporadas ). Assim sendo, ao jogar 5 temporadas quase completas como Starter em todas elas, numa franquia com esta lista de QBs ser o terceiro melhor não é nada demais. Adiante...

Ele tem mais partidas como Starter, mais TDs e até mesmo mais vitórias do que os outros QBs do time, fora Griese e Marino. Mas isso não o coloca como intocável para os fãs. A cada dia que passa mais e mais torcedores entendem que ele não é a resposta para a posição. Existem, é claro, os que ainda acreditam no contrário, mas alguns talvez o façam apenas para não darem o braço à torcer.

Mas este post não é para criticar ele. Este post é para buscar indícios se Adam Gase e cia aprenderam com o erro de 2017, quando montaram um plano B. Era um risco grande que Tannehill voltasse a campo em ritmo pior do que o que apresentará na carreira e como ele não era nenhum grande All-Star... isso sem falar que ele poderia se machucar de novo ( como aconteceu ) e o time claramente não tinha se preparado para isso. Entendam: era algo que tinha que ter sido feito. É diferente dos Packers, que com um All-Star colocaram um Zé Goiaba qualquer para ser reserva, pois Rodgers não vinha de contusão. Nada de QB no Draft... mas também, Gase queimara picks desnecessariamente em 2016...

Até aqui, os sinais são de que não aprenderam. Gase falou que o plano é melhorar o time com novos Coachs ( até aqui, só ex-Bears apareceram ) e só ai definir a estratégia. Ou seja, ele não sabe o que vai fazer, apenas que Tannehill é o Starter e que ele está ótimo. O que eu faria, perguntam vocês? Bom, Fales precisa ser testado e seria o meu reserva. Mas eu traria outro QB no Draft, nem que seja uma random no fim do Draft. Assim existira uma espécie de seguro contra um nova contusão de Tannehill ou - algo provável - ele volte mal aos gramados.

Lembrando que pouquíssimos são os QBs que voltaram jogando igual ao que eram vindo de cirurgias semelhantes às que Tannehill - finalmente - fez. E menos ainda voltaram melhor ( Tom Brady é um exemplo ). Assim sendo, eu acho que todos deveriam ficar bem preocupados com a inexistência aparente de um plano. Vimos em 2017 no que deu apostar tudo em Tannehill. Espero não termos que desaposentar outro QB nunca mais enquanto eu vivo for, porque não sei se eu sobreviveria a isso...

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Roteiro para ( tentar ) entender o que pode rolar no Draft

Foto do último atleta All-Star que draftamos... isso foi em 2011!!!
Esqueça o que quer pro time. Esqueça que você odeie determinado atleta e adoraria ter um novo jogador vindo via Draft. Vou colocar em linhas gerais o que devemos analisar antes buscar por um JJ Watt, um Darrele Revis ou um Dan Marino no Draft deste ano. Vamos lá:
  • A organização Dolphins acredita em Ryan Tannehil - Goste-se dele ou não, essa é uma coisa que ainda não mudou, se é que vá mudar tão cedo. Sendo assim, mesmo que pairem dúvidas quanto a capacidade dele pós-cirurgia ( no que todos concordam ), a Franquia garante a ele o posto de QB Starter. Sendo assim, reitero ( gostando ou não ), o time não vai escolher um QB no primeiro round. Esqueçam isso;
  • Kenyan Drake é o cara de Adam Gase - Não foi por outro motivo que Adam Gase doou Jay Ajayi: Drake é o RB no entorno do qual Gase deseja montar o ataque. Sendo assim, esqueçam também que não iremos escolher um RB no primeiro round. Nem que seja o novo Emmit Smith ou Rick Williams somados. Nem que seja o melhor RB recebendo passes da história. 
  • Com Xavien Horward e Cordrea Tankersly o time acredita ter uma boa secundária - Aqui eu posso até concordar. Sim, Howard fez boas partidas - embora não me encha os olhos - e Tankersley mostrou potencial. As chances de pintar um CB no Draft são pequenas por causa disso, mas pode aparecer.
  • A situação de Jarvis Landry pode levar o time a Draftar um WR? - Sim, pode. Primeiro porque parece claro a todos que ele só ficará se o time aplicar a TAG. E isso traz 2 problemas: em 2019 ele só ficaria com um grande contrato ( porque não poderemos usar TAG outra vez nele ) e DeVante Parker também fica sem contrato. Por isso não descarto o time trocando Parker na off-season e draftando um WR para o seu lugar. Fiquem de olho nisso...
  • Seria um LB a maior carência do time? - Sim, é. Um LB All-Star pode elevar o patamar de um time mas um OL não. Mike Pouncey foi por 6 temporadas um All-Star nato e o time venceu alguma coisa?? Não, é claro. Por isso eu identifico um LB como necessidade maior do que um OL. Até mesmo por isso, por ser óbvio demais, é que eu não recomendo a ninguém cravar isso em Mocks Drafts. Miami NUNCA faz o óbvio... a não ser de modo invertido, é claro. Lembrando que em 2017 já era uma carência urgente do time e foram de DE.
  • Mas não draftar um OL não manteria o discurso sobre a qualidade de Ryan Tannehill? Sim e não. Sim para os que gostam dele, que sempre apontam outros como os culpados. Mas quando eu vejo o que fez um tal de Russell Wilson este ano, que praticamente sozinho carregou um decadente Seattle Seahawks, esse discurso perde totalmente o sentido. E não, porque na Off-season é possível preencher os espaços da OL e usar os atletas atuais. Me parece mais problema de Coaching do que de material humano. Ademais, existe um outro problema: apenas um atleta tem cara de All-Star entre os mais cotados ( OG Qnenton Nelson - Notre Dame ) e ai amigos eu me lembro do reach insano que foi Ja'Wuan James em 2014. E já que falei nele, ele vai ser cortado...
  • Pode pintar um Safety? - Deveria, mas... a Classe não é das melhores. E ai pode pintar outro reach ( quando pega-se um atleta muito antes do que ele realmente deveria ser escolhido ). Jones e McDonald são veteranos e ter revezamento serve também para alongar ao máximo a qualidade deles. 
  • E a DL, precisa de reforços? - Em tese, não. Com Suh negociando uma alteração no contrato para liberação de espaço no CAP, com Wake mostrando que tem valor e com Harris dando a entender que pode virar algo na NFL, não vejo porque o time gastaria uma pick no setor. Os outros atletas até que foram, sobretudo os DTs novatos. Mas é Miami e neste ano já não era esperado um jogador de DL no Draft...
O Draft acontece entre 26 e 28 de Abril e antes temos a Free Agency, onde contrataremos jogadores e perderemos outros. Tudo isso tem impacto no que o time vai fazer no recrutamento. Mas por hora, é isso...

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Ano Novo com velhas ( e péssimas ) notícias...

Um resumo da temporada no rosto da Cheerleader no canto direito...
Alguns torcedores dos Dolphins, não sabe-se o porque, esperavam muito da temporada 2017. Eu, mesmo com Tannehill de QB, não tinha grandes esperanças após a Free Agency e, sobretudo, o Draft. O time negligenciara os dois setores mais problemáticos do elenco, OL e LBs, durante a off-season. Nada de bons reforços, mas teve de tudo em outras posições: volta de TE veterano ( Fasano ), troca por outro TE veterano ( Thomas ), um DE cru no primeiro round, mais um CB alto e que não marca bem ( Tankersley ) e por ai vai...

Ryan Tannehill optou por não fazer a cirurgia, que era o recomendado no seu caso, e nos deixou sem QB. O que faz Adam Gase? Contrata o aposentado Jay Cutler!!! E quando o ataque não funciona, ele doa Jay Ajayi aos Eagles. Isso sem falar num LB que ninguém conhece e que nem jogou adquirido junto aos Saints por uma escolha de quinto round. Some-se a isso que os rookies não produziram muita coisa ( só Tankerley e Godchaux ) e temos e quadro bem ruim. Como disse na legenda da foto, olhe atentamente para a alegria da loira... contagiante, não?? E claro, tem a frustração do melhor jogador do elenco atual: Reshad Jones. Você entenderá porque um certo WR não foi citado como melhor jogador do elenco mais abaixo...

Chegamos então a uma, triste, constatação: o que existe de diferente neste começo de 2018 do que passamos em 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015? Nada, é claro. Estamos na mesma situação. Talvez até mesmo pior: temos um CAP curto e time FRACO. Não a toa as notícias - nada animadoras - apontam para cortes e re-estruturação de contratos, a saber:
  • Transformar o saldo remanescente do contrato de Ndamukong Suh em bônus de assinatura, liberando assim até 12 milhões no CAP. Arriscado, porque vira dinheiro garantido e um futuro corte/trade pesaria ainda mais no Salary Cap, mas por outro lado representaria um bom alívio para contratar/renovar com outros atletas;
  • Cortar Juluis Thomas ( TE ) e Lawrence Timmons ( LB ). Não acho uma boa porque Timmons não jogou mal e um TE veterano de qualidade é sempre bom ter, mas meu medo é: vão repor com quem? E o histórico não é nada bom neste sentido...
  • Re-estruturar o contrato de Mike Pouncey. Vale a pena? Saudável ele é Top Five, mas quando foi que ele ficou saudável pela última vez? Em tese, vale o mesmo que eu postei para o caso de Suh.
  • Re-estruturar o contrato de Ryan Tannehill. Bom, vão mexer no que nasceu muito mal feito ( e refiro-me apenas ao contrato erroneamente feito em 2015 ) e pretendem piorá-lo. Tannehill já ganha como Top Ten sem jamais ter feito algo para merecer isso. Re-estruturar contratos garante alívio momentâneo, mas logo ele volta a estrangular o Cap. Eu nem preciso dizer que prefiro o CORTE, mas isso não vai acontecer. Infelizmente.
Para finalizar este post ( ainda farei um mais abrangente ) trago que o Miami deve adicionar o ex-Coordenador Ofensivo do Chicago Bears!!! Sim, isto mesmo, um membro da recém demitida comissão técnica de Chicago, responsável por um dos piores ataques da NFL, está cotado para vir trabalhar conosco. Sabem quem fez isso no passado? Tony Sparano ( com inúmeros ex-Cowboys ) e Joe Philbin com Mike Sherman. Adam Gase, até nisso, está muito parecido com os outros. Sparano ao menos não doava atletas All-Star para outros times... E antes que termine: ao que tudo indica, Jarvis Landry só fica em Miami via TAG. Pois é, a diferença entre as duas partes é imensa e a última proposta veio do lado do agente do jogador. E como ele terminou sendo o líder em recepções da temporada, a tendência é que ele queira aumentar esta proposta. Lamentável, né?

A temporada será longa. Muito longa. E não me parece que vá ser diferente das anteriores, excetuando a de 2008 e a de 2016. Que se formos olhar bem direitinho, foram iguais as outras em muitos aspectos, apenas os astros nos deram um refresco no sofrimento. Que voltou pesadamente nos anos seguintes...

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Week 16: Dolphins 13 x 29 Chiefs - Como esperado, fomos presas fácil no Arrowhead Stadium

Errando de todas as formas...

E perdendo Tackles de todas as formas possíveis...
O Miami Dolphins estava, quatro partidas atrás, com 4-7 e numa posição de conseguir um ótimo jogador para 2018. Ok, sabemos que escolher jogadores de qualidade é quase uma raridade no Miami a uns 30 anos, mas não podemos desistir. Vitórias contra a fortíssima defesa dos Broncos, com direito a marcamos mais de 30 pontos, e uma atuação excelente contra os Patriots deram uma ideia falsa de melhora. Ai vieram as partidas contra os Bills e a de domingo contra os Chiefs.

Resultado? Estamos fora da Post-Season - como praticamente estávamos pós semana 12 - mas com as inúteis 2 vitórias, temos pouquíssimas chances de ficar no Top Ten do Draft ( hoje temos a 11ª, mas desvantagem no desempate com 2 das 3 equipes mais próximas ), onde é mais fácil ( ou menos complicado ) de encontrar-se qualidade nos jogadores. As duas vitórias deram a falsa impressão de que somente com um QB all-star e um LB igualmente All-Star este time poderia ser competitivo. As duas partidas seguintes mostraram claramente, que não...

Estou sem paciência alguma para falar da partida, mas é assustador como este time oscila demais. Olhando para trás, vejo que este time não tem como ter conseguido as 6 vitórias que tem, tendo vencido Chargers, Falcons e Patriots!!! Aliás, estas 3 vitórias são totalmente inúteis, é claro. Olhando mais friamente, era pra ter perdido tudo e vencido apenas Jets e Bills, com duas varridas. Seria muito melhor...

No domingo só estivemos na partida no segundo quarto graças a um vacilo imenso da defesa dos Chiefs, que deu uma de Dolphins, e errou todos os tackles possíveis e Jakeem Grant marcou o TD que deixou a partida em 13x10. Daí para frente, só deu tudo errado. Uma derrota prevista no começo do ano, mas que dói diante das oscilação do rival e nossa também.

Agora é pensar se vale a pena subir 2 posições no Draft vencendo os Bills... acho que nem preciso dizer o que penso, não é mesmo??

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Week 15: Dolphins 16 x Bills 24 - Voltamos a realidade...

Aquele time coeso não existiu em campo ontem...

Jarvis Landry segue sendo uma mago...

Resumo 1 da partida...

Resumo 2 da Partida...

ah se esse senhor de preto pudesse jogar...
Eu já havia alertado contra os Broncos e reforçado no post sobre a mítica vitória sobre os Patriots: nada mais com a cara de Miami do que vencer uma ou duas partidas e dar uma ( falsa ) impressão de que vá engrenar e na sequência... bom, eu estava certo. Porque eu sabia disso? Porque é exatamente o que aconteceu em diversos anos recentes.

As vitórias além de inúteis nos tiram de uma ótima posição no Draft. Se bem que com a nossa falta de capacidade em escolher os melhores é outra coisa que só engana. Ano que vem iremos ter outro Draft para esperar pelo redentor... mas eu imagino que mesmo que um outro Dan Marino ( ou Jim Kelly ) sobrasse pra nós, duvido que ele seria escolhido. Cataríamos um OT ou um DE qualquer no lugar. Duvida? Russell Wilson em 2012 nos foi avisado 2 vezes e o passamos 3 vezes no Draft para escolher... bom, escolher ninguém.

Sobre a partida de ontem resta a pergunta: onde foi parar aquela vontade das partidas recentes? Onde foi parar aquele ataque envolvente, inteligente e que se movia? Nem vou perguntar onde foi parar Cutler porque todos sabemos o tipo de jogador que ele não é. Mas enfim, tackles errados, falhas assustadoras na marcação, drops e bloqueios mal feitos é o que se viu em campo. Tentamos uma recuperação, mas era tarde. E o rival tem qualidades, que se frise.

Perdemos e agora estamos oficialmente fora. E eu vou torcer por outras duas derrotas agora, porque mesmo que seja para errar eu quero uma boa posição de Draft. Serve para manter o discurso na off-season. Sonhar com uma estrela. E para isso, é claro, se a campanha fosse 4-10 seria bem melhor... mas até para ser ruim nós somos péssimos...

Agora é oficialmente pensar em 2018, sem Jay Cutler com certeza, talvez com Ryan Tannehill ( eu odeio dizer isso, mas ele vai seguir QB do time ), ir atrás de LBs, OLs e etc... e sonhar mais uma vez com uma post-season. De antemão digo: as chances são pequenas, porque é preciso mudar a mentalidade. E para isso, seria necessário a chegada de jogadores vencedores. O que nem passa perto de nossa situação atual...

domingo, 17 de dezembro de 2017

Encarar o frio de Buffalo será o maior desafio dos Dolphins hoje...

Existem vários problemas hoje e o clima pode ser o maior deles...
O Miami Dolphins pode ir para a post-season vencendo as 3 partidas que faltam, mas não podemos fazer contas se não vencermos hoje. O adversário é o que está na última vaga de classificação e por isso uma vitória é mais do que importante é fundamental. Vencendo hoje na gélida Buffalo iremos para uma campanha de 7-7 e na briga direta por uma vaga no Wild Card. Não será fácil, com certeza, mas eu me preocupa mais é com o clima do que com o time rival...

Estamos em um momento estranho da temporada: esperávamos por mais neste momento antes da temporada começar, e a vitória contra os Chargers, sofrida, foi a senha de que não seria uma temporada comum. Fomos surrados em horário nobre, derrubamos os Falcons e conseguimos a proeza de perder para os Buccs e Jets. Mas diante de tudo o que aconteceu, temos que reconhecer que ainda ter chance de conseguir vaga para os Playoffs é um feito e tanto. Claro que o histórico recente de fracassos deixa-nos com um pés atrás ( eu estou com os 2 ), mas não deixa de ser surpreendente ainda termos chances. E que não são assim tão remotas.

Para vencer hoje, além de superar o tempo, o time terá que manter o ritmo de atuação apresentados na segunda, que foram apresentados contra os Broncos. Jogar com vontade e determinação são as chaves. Cometer poucos erros e forçar que os rivais o façam. Se conseguirmos isso, acredito que teremos uma chance boa de vitória. 

Escrevo para o site Esporte Mais e esta semana recebi convite, e aceitei, escrever para outro. Fiz um texto sobre a partida aqui. Tão logo poste no outro site, eu divulgo ele aqui. 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Week 14: Dolphins 27 x 20 Patriots - Ah se jogassem assim sempre...

Pressão em Brady surtiu efeito...

Cutler fez uma partida segura...

E Landry perto de renovar seu contrato esvaziando bola.
Peço, inicialmente, desculpas pela demora deste texto. O trampo tem sugado muito meu tempo e aqui em Salgueiro o calor tá fora do normal e isso impede o rendimento no fim do dia. E, como não sabem e gostam, eu não sou de fazer textos apenas por fazer. Adiante...

Vencer, sejamos bem francos, era utopia na segunda. O histórico recente podia até ser bom 3 vitórias nas últimas 4 partidas, com a derrota tendo acontecido justamente no melhor ano nosso na década. Mas, creio eu, que ninguém tenha cravado vitória antes da partidas. Aliás, poucos devem ter feito isso até o TD de Landry que colocou a partida em 27x17. Seja como for, o time venceu por 27x20, negando o TD aos Pats depois dele terem uma primeira para o gol na marca de 0,3 jarda.

A defesa foi ótima, pressionou Brady a partida inteira, tanto que ele não completou sequer uma terceira descida. Foram sacks, pressões, toques, quase fumbles... teve de tudo. Eu questionara quantas interceptações Xavien Howard tinha em QB de alto nível. Agora ele tem duas. E além disso fez ótimas marcações. Se fizer assim o ano que vem... 

O ataque parecia uma unidade alto nível, que não é, mas que jogou como se fosse. Foram várias ótimas jogadas, com profundidade e inteligência. Jay Cutler parecia um QB all-star, seguro e com precisão nos passes. Em apenas 2 jogadas passou perto de turnovers, mas eles não aconteceram. Passou para 3 TDs e poderia ter sido 5 se drops e algumas faltas pontuais não anulassem boas campanhas. Mas é claro que não dá para criticar... 

Jarvis Landry recebeu para 2 TDs, feito raro em sua carreira, e ainda fez a comemoração do ano: esvaziando a bola, em clara menção ao defleatgate. Gênio. Segundo informações ele deve em breve estender seu vínculo conosco. Demorou, mas será mais do que merecido. Kenyan Drake fez outra boa partida, com jogadas dinâmicas. Ainda não é - e duvido que vire - o RB que quero pro time. E eu ainda seguirei reclamando da trade ( doação ) do Ajayi, que considero um RB melhor. Mas não posso reclamar dele nas duas partidas recentes.

Muitos falaram apenas que o Pats não jogaram bem, mas se assim o foi é porque nós não permitimos. E é aqui onde eu quero tocar num ponto crucial: porque não fazer isso mais vezes por ano? Jogando assim a campanha seria de pelo menos 9-4, mas estamos com 6-7. E mesmo assim, dependendo de poucas coisas, com 3 vitórias podemos chegar na post-season.

Porém, sem querer ser chato, nada mais com cara de Miami do que jogar o fino contra os Pats e na semana seguinte tomar uma tunda em Buffalo... tomara que dessa vez seja diferente e o time jogue da mesma maneira que na segunda. Se assim o fizer, deve vencer e zerar a campanha, restando duas partidas: contra os Chiefs e novamente os Bills desta vez em Miami. Dá para se classificar? Primeiro, tem que vencer as 3 partidas. E isso já não é nada fácil...

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Week 13 - Dolphins 35 x 09 Broncos: Não se deixem enganar por esta atuação com cara de excelente...

Quando você consegue 2 Safeties e 3 Interceptações na mesma partida...

É porque algo de incomum aconteceu em campo, complementando a resposta da legenda da foto. Não é normal nem para times de altíssimo nível este tipo de combinação de jogadas de impacto no placar. E é aqui onde é preciso termos cuidado: o que aconteceu ontem não é a realidade deste time e tampouco pode ser espelhada como uma mudança nos rumos do time. Ainda somos uma das piores franquias da Liga, cheia de buracos ( alguns ficaram evidentes ontem ), mas não apenas o placar é enganoso, mas a atuação de alguns jogadores também.

Ok, Cameron Wake, Nadmukong Suh e cia que formam a DL tem feito a parte deles, e o safety da foto mostra eles correndo pra cima do QB dos Broncos, mas o lance foi um snap tenebroso, não uma forçada nossa. As interceptações também vieram mais da falta de qualidade do QB adversário do que um brilho sensacional do péssimo Xavien Howard, que fez 2 interceptações e retornou uma para TD. Duvidam? Me digam então quantas interceptações em QB de qualidade tem este time neste ano? Acho que não encontrarão muitas...

Outro que enganou ontem foi Kenyan Drake e suas 120 jardas e TD marcados ontem. A média altíssima é mais fruto da defesa cansada dos Broncos do que um super  mérito dele ou da OL. Caso fosse, porque ele não correu assim em outras partidas? Detalhe: será que a OL melhorou subitamente ou contamos com um ataque pior que o nosso que não deixou a defesa dos Broncos descansarem? Ademais, não vejo futuro nele. Aliás, quem é mesmo que tem neste time fora os óbvios?

Nem vou falar de Jay Cutler porque ninguém o queria em Miami mesmo, mas que interceptações bisonhas as duas dele ontem... foi de assustar. Ainda bem que temos um QB All-Star se recuperando de uma cirurgia e no ano que vem tudo será diferente... eita, não é o nosso caso, confundi com o Texans, com os Packers... acontece. Mas ao menos não teremos Jay Cutler aqui no ano que vem. Mas isso não resolve tudo, é claro.

Adam Gase disse após a partida que acredita ainda em post-season. Do ponto de vista meramente matemático, sim é possível. Restam 4 jogos, dois deles contra os Bills - em clara decadência, uma contra os Chiefs e domingo que vem contra os Pats ( em horário nobre ). Com 4 vitórias seria sim possível classificar-se, mas convenhamos: quem ai acredita que o time vá - sequer - varrer os Bills?? Sem falar que vencer os Pats está fora de questão. 

Aqui, como todos sabem, não posto para a "galera", posto o que acho correto. Que nem pode ser o correto, é claro. Mas entendo que vitórias como a de ontem são um atraso, porque nos afastam do Top Ten do Draft. Mesmo sabendo que quase sempre ERRAMOS feio, eu sigo com a esperança de que um dia chegue um All-Star para mudar os rumos desta franquia. Por mais que o retrospecto não aponte nesta direção, sonhar com isso é o que tem me mantido torcendo pelos Dolphins. Mesmo que o time não se canse de errar, eu ainda espero por um salvado da pátria. E ficar longe do Top Ten não ajuda. 

domingo, 19 de novembro de 2017

Week 11: Buccs 30 x 20 Dolphins - Show de horrores em Miami

Todos parecem grandes times contra nós...

Não, eu não vi a partida. E não perdi muita coisa, com certeza. No segundo quarto tudo deu errado, o time tomou 17 pontos num apagão pavoroso, segundo relatos. Perdemos e agora o time tem 4-6. Se existiam chances remotas de classificação para a post-season, elas não existem mais. Faltam 6 partidas e duas derrotas são mais do que certas, serão surras, contra os Pats. Portanto, o máximo que será possível fazer é um 8-8. Nem preciso dizer que por mim, seriam só derrotas de agora em diante...

Jay Cutler foi, digamos assim, bem ruim na partida. Saiu, oficialmente, por conta de uma suspeita de concussão, mas... acho que ele sairia de todo jeito. Matt Moore entrou, contou com um esforço da defesa no quarto período e... num fogo na bomba ele conseguiu empatar a partida em 20 pontos. Ai a defesa entregou a rapadura num drive final do Buccs e eles fizeram 23x20. 

Poderia ter acabado ai... mas é o Dolphins, não se esqueçam e na tentativa desesperada de vencer a partida veio um fumble e o Buccs, já com o cronometro parado, marcaram mais  um touchdown para elevar o placar 30x20... Patético é pouco para definir isso... Nada funcionou direito neste time hoje, mas as discussões seguirão acaloradas no futuro do time.

Adam Gase está com seus dias contados em Miami e suas escolhas terríveis, dentre as quais contratar Jay Cutler, trocar Jay Ajayi sem motivos e não ter investido em um QB no draft em suas oportunidades. Resta saber se Stephen Ross vai cometer o mesmo erro que fez mantendo além do necessário Tony Sparano ( 2008-2011 ) e Joe Philbin ( 2012-2015 ). É preciso tomar uma decisão rapidamente e a zorra que está sendo esta temporada não deixa espaço para outra atitude. Mandar ele embora e arrumar um outro QB, porque é claro que Ryan Tannehill não vai dar opção.