terça-feira, 8 de novembro de 2011

Coluna - por enquanto - sem nome...

Não, Dan Marino não voltou a ser o nosso QB e nem irá jogar contra o Redskins, mas ele será citado. É que eu irei trocar o nome da coluna. Explico melhor no post abaixo...

Estava - sem qualquer periodicidade - editando a coluna "Dois Toques". Mas eu percebi que a mesma tinha um nome que não fazia relação ao Futebol Americano ( afinal dois toques é nome de coluna de Futebol, o nosso aqui do Brasil ). Sendo assim eu fiquei pensando em mudar o nome da coluna, mas não tive nenhuma grande ideia. Sendo assim recorro a você leitor(a) do Blog: qual nome apropriado para a minha Coluna? Postem ideias na caixa de comentários, que por enquanto irei editar a coluna.
 
O Miami vem de um semana que provocou em quase todos os fãs sentimentos estranhos: a alegria - óbvia - pela vitória ( acachapante ) diante do Chiefs e uma certa frustração por não sermos mais um dos candidatos ( diretos ao menos ) ao First Overall Pick. Realmente o Miami é o time que consegue deixar gente insatisfeita até quando vence!!!

Claro e evidente ( e deixei isso bem claro no post da vitória ) que o objetivo maior de um time é vencer e deixar seus torcedores satisfeitos. Acontece que em se tratando do Dolphins 2011 esses dois sentimentos são como água e óleo, ou seja, não se misturam nem a pau Juvenal. Enfim sou o "owner" do Blog e tenho que posicionar-me sobre o assunto.  Por isso vencer é sempre bom, mesmo que isso venha a custar o sonho de ter Andrew Luck. Mas ai irei contar uma história que muitos devem desconhecer: a da escolha de Dan Marino.

O básico todos sabem: os times foram passando por ele até que caiu no nosso colo. E não custa lembrar: em 1983 o Miami era o vice-campeão do Super Bowl, portanto sua escolha era a penúltima. Mas tem algo que poucos sabem: no fim dos anos 70 o time já não era mais o time temível do começo da década. E os tempos eram de uma entressafra de QBs. Bob Griese jogaria até 81, mas ele era um QB dos tempos "antigos" e a liga estava passando - lentamente - por uma revolução: de corridas para os passes. E foi justamente essa transformação que Don Shula não soube acompanhar, mesmo que até essa temporada fosse o QB com mais vitória ao lado de um QB ( obviamente, Dan Marino ).
Mas e o que isso tem a ver com a escolha de Dan Marino? Em 1982 a temporada da NFL foi curta ( greve ) e teve apenas 9 jogos. Sendo assim times que tinham uma homefield advantage ( e nessa época ninguém nos batia nesse nequisito - bons tempos!! ) levaram uma clara vantagem. Além disso o Dolphins não era um dos melhores Contenders naquele ano, justamente por não tem um QB sólido e a Schudele não ajudava nada nisso. E as atenções estavam focadas para o Draft de 1983 e a chance de ter um tal de "John Elway", que seria - em mais de um sentido - o Andre Luck da época ( ambos são de Stanford, caso não saibam ). Não que o Dolphins tivesse pensado em entregrar partidas como agora, pelo contrário até. Mas é que, e se o time perdesse 3 ou 4 partidas? Valeria a pena "suckar" para tem Elway?

Chegamos ao ponto: o time venceu a primeira - diante de um rival mais cotado - e pegou moral. Alguma semelhança com o fato de termos pego o Pats agora? Depois venceu duas em casa contra times do "frio" que derretiam dentro do Orange Bowl ( feito de metal, que com o calor criavam uma atmosfera totalmente inospita aos rivais ). E pronto: eis que o Dolphins deslanchou e foi ao Super Bowl, quando conseguimos perder prum time que tinha como melhor jogador de ataque um RB Branco!!! John Rings o nome dele.

Mas ai veio o Draft e o time certamente não ficaria com John Elway - que fez charminho para não ir para tal time e etc. Talvez por isso tenha perdido 4 Super Bowls antes de vencer o primeiro. Enfim Elway não foi QB do Dolphins, mas achamos um - que para nós - é melhor do que os outros que sairam naquele draft e nos seguintes. Mas isso é papo para outra coluna.

O que quero dizer basicamente é que podemos pegar outro QB e fazermos uma escolha tão quanto Andrew Luck. A turma de 2012 promete e tem talentos para QB que podem fazer diferença para nós. Se irá ou não é outra coisa...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Week 9: Dolphins 31 x 03 Chiefs

 Fazia tanto tempo, mas tanto tempo, que pra ser sincero eu nem me lembrava mais a última vez em que tínhamos passado o rodo em alguém. Buscando eu me lembrei - como pude me esquecer - tinha sido na semana 3 da temporada 2008, contra o Pats no dia do advento da Wild Cat. 52 semanas depois, eis que passamos a tunda em outro time. Dessa vez a ( raríssima ) vítima foi o Kansas City Chiefs, de quem vencemos 7 das últimas 9, e agora lideramos a série por 13-12. Vamos a algumas fotos dessa - surpreendente - vitória de hoje:

Reggie Bush com 200 jardas em duas partidas e com 2 TDs? Pois é, certas coisas acontecem e hoje ele conseguiu 7,2 jardas por corrida. Algo meio que inimaginável quando o mesmo foi contratado. Que continue assim...
 Sabem contra quem tinha sido que Anthony Fasano tinha feito 2 TDs? Foi contra o Chiefs e na deles em 2008. Pois é, resultado atípico, pede atuação igualmente inesperada...
 Brandon Marshall segue fazendo um TD aqui e outro acolá e pela segunda semana seguida, consegue passar das 100 jardas ( 106 para ser bem preciso ). Jogada bem montada ( coisa raríssima ), com Charles Clay puxando a marcação. Quem dera tivesse sido assim desde o ínicio da temporada...
 Miami pressionando QB adversário? Pois é, teve isso também hoje...

 E por diversas vezes, como na foto acima. Cameron Wake esteve meio que apagado ( só teve 0,5 sack, o da foto ao lado de Kevin Burnett ), mas o time como um todo foi bem na pressão em cima de Matt Cassell, que em termos de jardas, venceu a batalha dos QBs...

Mas Matt Moore teve a sua grande atuação até aqui com a camisa do Dolphins ao conseguir 3 TDs e ficar sem ser Interceptado. É um pouco tarde é claro, mas o objetivo de um time é vencer e não entregar partidas. Mesmo que Andrew Luck fique longe de Miami com este resultado, eu quero é vencer. Sempre.