sábado, 2 de março de 2013

Prazo final para usar a Franchise Tag é na segunda...

Randy Starks um dos melhores jogadores de 2012, será se ele vai ser Tagado? Segunda saberemos...

Nesta segunda-feira expira o prazo para que os times coloquem a Franchise Tag em seu melhor jogador e assim o mantenham por mais uma temporada.
No nosso time existem 3 jogadores que merecem/poderiam receber a Franchise Tag. Vamos a eles e porque ( ou não ) assinar a Tag com eles:
  • Randy Starks, Defensive Tackle. A DL do Dolphins é o setor que funciona, isso ninguém duvida. Atuando agora no 4-3 o quarteto titular ( Wake, Soliai, Starks e Odrick ) sabe o que faz e realiza o trabalho bem feito. Tivesse melhor ajuda do ataque, talvez eles tivessem nos levado a post-season. Bom, mas tem um Starter que é Free-Agent e Pro-Bowler ainda por cima: Randy Starks. Eu o tagaria porque não sairia tão caro assim ( 8,9mi ) e porque ele fez em campo por merecer ganhar mais. Contudo o time pode usar esse valor pra reforçar o ataque e deixar Starks sair. Nesse caso o time deslocaria Odrick por meio da DL ( jogara como DT em Penn State ) e efetivaria Olivier Vernon como DE no oposto a Wake;
  • Sean Smith, Cornerback. Hummm... problemático, com certeza. Ele é o nosso melhor CB e isso já diz muito sobre a qualidade do setor. Smith tem mãos ruins e deixa escapar interceptações fáceis. Além disso perdeu-se em coberturas/marcações aparentemente fáceis, mas em outras partidas esteve bem. Mas valeria a pena tagá-lo? Sim e não. Sim porque ele é Starter e não pode-se virar time Contender perdendo 3 ou 4 Starters todo ano. Não porque é possível repô-lo via Draft, mas é que nem sempre os que são escolhidos rendem melhor que os que saíram. O custo da Tag é o mesmo de Starks, mas pra mim faz menos sentido tagar o CB;
  • Jake Long, Ofensive Tackle. Outro belo problema, não é? Pois bem, primeiro o valor: a regra da Tag diz que o valor é a média dos maiores salários ou 20% a mais do que o último salário, sempre o que for maior. E no caso de Long, esse valor vai ser o segundo, o que vai dar impressionantes 15,5mi, ou mais de 10% do Cap. Absurdo, né? Mas valeria a pena? Primeiro é que Long está saindo de uma segunda cirurgia ( e bem complicada ) no joelho e pode nunca mais render como um dia jogou. Claro e evidente que isso é um risco, mas e se ele sair e voltar a ser o mesmo em outro time? Já pensaram nisso? Eu não sou favorável a Tag, mas entenderia perfeitamente se o time assim o fizer. 

Darrelle Revis em Miami: Loucura ou uma real possibilidade?

De longe um dos 3 melhores Cornerbacks da NFL. Será que ele aceitaria trocar NY pela quenta Miami?
 
Antes de mais nada um aviso: Trocas só podem ser acertadas quando da abertura da Free Agency e conversas para acertá-las também. Só que isso, muitas vezes, fica na teoria porque nas primeiras horas são assinados contratos longos e cheios de termos que não dariam para terem sido acertados. A regra é assim: o Agente recebe ligação de alguém ( nunca do GM de uma franquia ) e demonstra interesse e o acerto é aprontado. Assim se alguém descobrir nem o atleta e nem a equipe podem ser resposabilizados. Adiante...
 
O nosso mais odiado rival está com, sérios, problemas no Cap e já cortou jogadores na semana. Acontece que mesmo assim o time ainda está com a corda no pescoço e um dos maiores salários do time, e da Liga também, é o do Cornerback Darrelle Revis, o que auto se intitula o único morador de uma ilha que leva seu nome, ou seja, do lado dele poucos QBs tem coragem de lançar uma bola.
 
Acima do Cap e com um jogador caro, o Jets já deu sinais de que poderia trocá-lo, mesmo que fique com dead money ( restante de contrato que teria que pagar ), o time conseguiria liberar grana para assinar com alguns FA do time e com os Rookies. Acontece que somos o maior rival do time de NY e vice-versa. Eles trocariam Revis para nós?
 
Acontece que GMs e Owners pensam, às vezes, diferentes de nós torcedores. Na cabeça deles não faz sentido algum recusar uma oferta melhor apenas porque quem oferece é um rival. Entre escolher uma pick de segundo round ( e não estou dizendo que ele sairia por isso ) no começo do round ou uma no final, o time vai querer a pick melhor posicionada.
 
A vinda de Revis resolveria dois problemas: deixariamos um lado do campo protegido e facilitaria a vida de um rookie do outro lado, pois este pegaria o WR2 do outro time. Mas e o custo? Bom, se Revis jogar o que sabe, valeria a pena e ele ainda poderia servir de inspiração pros mais jovens, mesmo que ele não queira ensinar nada (  e nem parece ser este tipo de jogador ).
 
Cabe saber se Ireland terá capacidades para topar um negócio desses. O histórico conta contra ele, não é mesmo? 

sexta-feira, 1 de março de 2013

NFL flexibiliza Teto Salarial

Será que ele tomaria a mesma decisão caso os times com a corda no pescoço fossem Jaguars e Panthers?

Aos mais jovens uma informação: o Salary Cap ( ou Teto Salarial ) foi criado no inicio dos anos 90 para tentar igualar o jogo, pois as equipes da NFC ( bem mais tradicionais e localizadas em grandes centros ) estavam detonando as da AFC. Foram quase 20 Super Bowls seguidos que times da AFC perderam ( entre 81 e 97 ), pois simplesmente não tinham como competir financeiramente. Sendo assim, o Cap é essencial. E não é toa que donos de certos times sempre queiram acabar com ele. Alguém arrisca quem seriam estes Owners? Se não, ao fim deste post você vai saber...

Ontem a Liga anunciou oficialmente qual será o Cap pra 2013: US$ 123 milhões, com uma tolerância adicional de 900mil. Na prática o Cap passa dos 120,6 para 123,9. Mas o que isso tem demais? Algumas coisas podem e devem ser analisadas:
  • 2010 era o último ano do CBA ( Contrato Trabalhista firmado entre a NFL, Owners e a NFLPA - Associação dos Jogadores ) e pela regra foi um ano sem Salary Cap. Neste ano dois times que viviam gastando os rojões nos anos 80 abriram os bolsos e contrataram e/ou deram generosos contratos para atletas. Outros, mais comedidos, fizeram estragos menores;
  • 2011 foi o ano do Lock-Out, ou greve em português e a NFL esteve perto de nem ter temporada. Diversas discussões depois, um novo CBA foi acertado, mas...
  • Lembram-se das equipes que abriram a carteira em 2010? Pelo novo CBA estas equipes tiveram problemas, pois com a volta de um CAP ( e os owners destas duas equipes foram praticamente os únicos a defenderam a abolição de um ) eles estavam acima e por isso foram, justamente, punidos ficando menos CAP que as outras equipes.
Voltemos a atualidade: nada impede a Liga de fazer o que fez. Está dentro das prerrogativas de Roger Goodell. O problema é que eu levantei no começo: se as franquias com a corda no pescoço fossem Jaguars e Panthers ( e não Cowboys e Redskins ) a decisão seria a mesma? Claro que mudança não favorece só as duas citadas, sobra mais grana pra todos, mas não posso deixar de frisar que as outras já tinham espaço no Cap e sem a mudança Cowboys e Redskins teriam que cortar jogadores e/ou re-estruturar contratos ( e isso envolve muita boa vontade dos jogadores, o que nem sempre acontece ). Não é, claro, que esses 2,9 milhões adicionais resolvam o problemas, mas fica mais fácil. 

Ah se fossem Jaguars e Panthers...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Draft Prospects: Tight Ends

Soa estranho dizer que o jogador com mais Touchdowns em Miami desde 2007 seja um Tight End? Pois é, Anthony Fasano é o jogador que mais conseguiu chegar na End Zone. Mas Fasano está ficando velho e não arrumamos outro jogador. Ano passado draftamos Michael Egnew, de Missouri, e o mesmo praticamente nem entrou em campo.

Mas em que round o Miami draftaria outro TE e por quê? Primeiro o round: provavelmente no quarto e depois porque precisamos melhorar na posição. Existe muita especulação sobre os WRs, mas um TE pode ser o melhor amigo de um QB, vide os dois de NE com Brady. Lá os WRs são ruins, mas ninguém reclama. Porque será? Portanto nesta lista teremos os TEs que podem estar disponíveis a partir do terceiro round, ficando de fora os melhores ( Tyler Eifert, Notre Dame e Zach Ertz, Stanford ), ficam de foram, certo?

 
1. Gavin Escobar, San Diego State
Escobar é quase indiscutivelmente a perspectiva mais completa na classe deste ano, como ele traz excelente tamanho e a velocidade adequada, com mãos fantásticas para a posição. Sua capacidade de encaixar a bola  e receber passes saltando reforça seu potencial como ameaça na Red Zone, mas o que em última análise coloca Escobar nesta lista é a sua tenacidade e reputação implacável, tecnicamente bom bloqueador. Ele também consegue atuar dentro ou fora da linha.
 

2 Jordan Reed, Florida
Reed teve uma temporada decepcionante, muito por causa de seu peso, baixo pra posição. Ainda assim, o conjunto de habilidades dinâmico ( boa velocidade, alcance de captura, notável capacidade como um corredor de rotas ), e que pode torná-lo um pesadelo potencial na Red Zone. Curiosamente, sua altura oficial vai chamar muita comparações com outro TE que saiu dos Gators: Aaron Hernandez. E como Hernandez, Reed é um rápido prospect que faz seu melhor trabalho após a captura. Vejo algo de Dustin Keller em seu jogo, também.
 

3. Vance McDonald, Rice
McDonald esteve em uma ascensão constante, desde o show ele fez no Sênior Bowl, e seus 31 supinos na manhã de ontem em Indianápolis só veio confirmar que o TE é um negócio real como ameaça multi-dimensional na posição. Ele é grande e forte o suficiente para se qualificar como um prospect ideal, mas atlético o suficiente para segurar a bola e ganhar as jardas após a captura. O único fator segurando McDonald como um TE de elite é a falta de qualidade dos adversários com os quais se confrontou, já que Rice é da, digamos assim, segundo divisão da NCAA.


4. Joseph Fauria, UCLA
Um prospect excelente na posição, Fauria carece de atletismo ideal e força, mas ainda se qualifica como um cara capaz de fazer coisas que aparemente estariam fora do seu alcance, mãos enormes e habilidades ótimas com a bola . Agora, ele tem a velocidade para fazer as coisas acontecerem após a captura. Não tem a força ideal paraa realizar como um OL, e que vai prejudicar a sua avaliação global. Ainda assim, ele é sem dúvida a maior ameaça à Red Zone na classe deste ano.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Miles Austin pode ser cortado. E o que isso tem a ver com o Dolphins?

Miles Austin é um WR e tanto. E em Miami iria receber passes do Romo 2.0...
 
Diversos times tem problemas com o Cap e o Cowboys é um deles. Miles Austin é o segundo WR por lá ( atrás de um tal de Dez Bryant ) e tem a receber 18 milhões em 3 anos do seu atual contrato e se o Dallas o cortar conseguem economizar 3,6mi para esta temporada.
 
Mas o que isso tem a ver com o Miami? Simples: Jeff Ireland e Brian Gaine foram os responsáveis pelo atual contrato dele. Austin foi um UDFA vinda da obscura Universidade Monmouth ( de onde trouxemos em 2008 um tal de John Nalbonne, TE. Não sabe quem é? Não se preocupe com isso... ). Austin deve sais mais barato do que as estrelas que estão brigando pra ver quem fica com o maior salário. Algo na casa dos 5 ou 6 mi devem resolver.
 
Por enquanto é mero boato, mas não podemos mais nos dizer surpresos caso ele apareça na Flórida...