sábado, 8 de junho de 2013

Ideias malucas...

Jefferson, Roosvelt, Lincoln e Washington. O que será que eles fazem neste post?
O Phinsider, blog onde eu sempre vou atrás de informações, lançou uma ideia maluca toda vida: se o Dolphins fosse fazer uma versão do famoso Monte Rushmore, quais seriam o quatro rostos escolhidos?

Inicialmente, temos nomes dos mais diversos que poderiam fazer parte, pois tem uma história rica o suficiente para isso. Mas dois nomes me parecem óbvios e devem aparecer em todas as listas. Quem seriam? Se alguém perguntar é porque certamente não é torcedor do Dolphins...

Com Dan Marino e Don Shula sendo imbatíveis, quem seria os outros dois? Hummm... complicado. E é essa a ideia, tentar descobrir quais seriam os dois outros rostos que fariam parte do Monte Phinsmore. Portanto vamos a mais uma brincadeira. 

Meus votos? Zach Thomas e Jason Taylor. E com muita dor no coração deixando de fora outros 3 monstros: o WR Paul Warfield, o FB Larry Csonka e o fundador Joe Robbie. E os seus? Pesquisem e votem.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Será este o ano de Jared Odrick?

Uma pick perdida ou uma luva neste novo esquema?
Muitos, assim como eu, ficaram meio perplexos com a escolha de Jared Odrick em 2010. Dada a sua produção em campo desde então, podemos dizer que ele ainda não fez valer a pick nele investidas. Mas ai cabe uma pergunta: ele tem sido usado da melhor maneira? Será que a sua versatilidade não seria capaz de torná-lo alguém fundamental em nosso esquema?

Pois bem as respostas são ao mesmo tempo, acreditem, sim e não. Tudo acontece porque Odrick era um DT em Penn State ( sim, a mesma do escândalo envolvendo um treinador e jogadores ). E era um Defensive Tackle dos bons. Mas quando ele foi escolhido a equipe de Tony Sparano usava o sistema 3-4, e com certeza Odrick não tinha perfil de Nosa Tackle, tendo sido - naturalmente - descolado por Mike Nolan ( a época nosso DC ) para a posição de DE, no oposto a Randy Starks. Acontece que não deu certo, era uma mudança muito radical, mesmo ele tendo tido bons momentos nem de longe parecia um first round em campo. 2011 seguiu na mesmo tocada, mas ele mostrou - ao menos - evolução. Mas ainda assim, nada de render como um jogador escolhido no primeiro round.

Chega 2012 e uma nova filosofia com Joe Philbin e seu Coordenador de Defesa, Kevin Coyle. E outra mudança esquema, dessa vez para o 4-3. Acontece que Odrick permaneceu como DE, mesmo que as funções entre um esquema e outro sejam muitas. Mas se ele era DT em Penn State, porque não o deslocaram para o meio da DL? Simples: o time tinha dois jogadores melhores para isso em Paul Soliai e Randy Starks. E ele ficou como DE, no oposto a Cameron Wake, dividindo o tempo com o rookie Olivier Vernon.

Agora para 2013 trouxemos Dion Jordan e ao que tudo indica Coyle quer usá-lo como DE. Isso, por óbvio, implica que Odrick - e também Vernon - irão perder tempo em campo. Como resolver isso? Fácil, diria eu. Deixa-se Vernon como backup de Jordan e coloca-se Odrick na dele, no meio da DL como backup da dupla de Starters. Ai alguém pode perguntar: seria outra mudança. Sim, seria. Mas também seria uma volta às origens. Sem falar que em 2014 os dois Starters serão Free Agents e será de grande valia ter alguém sob contrato para contar.

Se vão fazer isso ou se ele irá render mais em 2013, é uma coisa que só saberemos daqui a 90 dias, quando começar a temporada.

Veio 2012

Dallas Thomas treinou pela primeira vez

Poderia ele ser o nosso LT ou LG Starter em 2013?



E finalmente o rookie Dallas Thomas, Tackle/Guard, foi autorizado a participar de treinamentos pela primeira vez nesta offseason, na última segunda-feira. Thomas foi selecionado na terceira rodada, tinha ficado de fora de todas as atividades anteriormente realizadas por causa de uma cirurgia no ombro.

Durante a sessão de segunda-feira, finalmente ele pode ser um Dolphins. E ele não escondeu sua satisfação: "Eu estou muito feliz. Liguei para minha mãe e contei-lhe a novidade", disse Thomas quando ele recebeu a informação dos treinadores. Contudo, seu primeiro trabalho deu-se, com era de se esperar, em situação específicas, sem forçar tanto – de inicio – seu ombro cirurgiado.

"Foi ótimo poder participar, os dias eram um tédio fazendo apenas reabilitação", disse Thomas. E o treino serviu para outra coisa: ele treinou como Left Tackle e Left Guard, ou seja, vai atuar na faixa esquerda do campo. Thomas notou que o treino contra jogadores da NFL "é mais rápido". Com a revelação de que lado o time pretende usar Thomas, começam – claro – as especulações: ficaria ele apenas como backup de Jonathan Martin ( LT ) e de Richie Incognito ( LG ) ou poderia conseguir ser Starter?

Por enquanto Thomas diz: "Eu só quero jogar bola". E nem poderia ser diferente, primeiro por ser um rookie, segundo que não chegou credenciado para ser starter em seu primeiro ano e terceiro porque além de tudo isso vindo de uma operação. Em todo caso só o fato dele ter treinado como Starter em alguns momentos do treino e de ter ido bem, é um alento e tanto. Além do fato de ter saído da reabilitação.

Convém citar que Thomas rookies que o time ainda não assinou, ao lado de Dion Jordan e Will Davis ( este também uma pick terceira rodada )

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Michael Egnew mostrando avanços

Será que ele irá brilhar em 2013?


A temporada de 2012 foi um ano muito bom para os primeiros escolhidos no Draft. Ryan Tannehill, Jonathan Martin, Olivier Vernon e Lamar Miller foram destaques, com os dois primeiros sendo Starters nas 16 partidas da temporada e os outros dois contribuindo menos, sobretudo o último. A única exceção foi Michael Egnew, escolhido no terceiro round. Suas credenciais eram boas, onde foi um destaque da Universidade de Missouri. Egnew também tem uma boa altura ( 1,96 ) e fez 4,62s nas 40jds no combine. Havia motivos para sua escolha.

No entanto, Egnew não correspondeu a esses predicados dentro de campo e não mostrou muita coisa no ano passado na Trainnig Camp ou durante a temporada para ganhar tempo de jogo. Ele tomou parte de apenas dois jogos, quando Charles Clay esteve machucado. Em todas as outras 14 partidas ele ficou de fora da lista dos 45 jogadores disponíveis para o jogo. Um feito negativo com certeza. Um grande feito negativo para ser justo.

E agora chegamos a 2013. E ele chegará na sua TC pressionado pelo Draft de outro TE, Dion Sims. Mesmo que outro rival não tivesse chegado, ele já entraria sob pressão enorme, com mais um a disputar o lugar então. Aliás, a escolha de Sims é um reflexo da inoperância de Egnew. E ele sabe disso e sabe que sua carreira está em risco. Ele sabem bem disso.

Até agora nas OTAs, contudo, Egnew parece um jogador melhor agora que é um sophomore. Parece até estar em melhor forma, correndo mais, recebendo melhor, sendo mais ativo em campo. Egnew teve talvez sua melhor prática de sempre na última segunda-feira, pegando três touchdowns em situações de 7 x 7 e e 11 x 11 drills ( situações de jogo, normalmente na end zone, com tempo limitado, imitando o final das partidas ).

É claro que Egnew ainda tem um longo caminho a percorrer. Mas se ele continuar seu desenvolvimento, ele poderia, eventualmente, tornar-se uma arma a amis e um grande alvo na reserva de Dustin Keller. E eke tem plena consciência disso: "Eu apenas fui melhorando a cada prática", disse ele na segunda-feira. "Eu gosto do nosso grupo, e todos nós estamos ficando cada vez melhor. Eu só fiz fundamentos [na offseason] como todos os outros. Eu queria ter certeza de que ficaria mais forte, mais rápido e mais rápido."

Egnew credita que parte de sua melhoria deve-se ao treinamento em MMA nesta offseason. Agora, Egnew está trabalhando para ganhar a confiança da comissão técnica do Miami após ser um redshirt na temporada 2012. Treinador Joe Philbin falou sobre o desenvolvimento de Egnew: "Eu o vejo fazer melhor as mesmas coisas que você fez antes, e isso faz-me sentir mais confiante em sua capacidade". "Ele está começando a entender melhor o seu papel no ataque, e talvez a gente conhecer um pouco mais sobre ele, também, para que possamos colocá-lo em posição de fazer esse tipo de jogos. Tem sido encorajador."

A NFL é uma Liga muito difícil, e às vezes leva uns dois ou três anos para que a luz se acenda. Talvez as coisas acabem por se revelar para Egnew neste segundo ano de sua carreira. Certamente estamos a ver alguns sinais precoces nestas OTAs. E para finalizar, que tal isso: "Você meio tem que aprender como funciona a NFL". "Você aprende a velocidade do jogo. Você tem que se acostumar com isso e tem que fazer isso muito rápido, ou perde o lugar na equipe".

Avaliação dos Rookies - Parte I

Cena rara: povão gostou do Draft do Miami!!!

O tempo passou e eu simplesmente esqueci de postar o resultado das enquetes sobre Dion Jordan e Jamar Taylor e principalmente fazer a dos demais rookies. Sendo assim, agora irei postar o resultado das duas primeiras enquetes e lançar as outras. Vamos ao que o povão achou de Jordan e Taylor, começando pelo DE/OLB:

Nota
Votos
% do total
A
9
43
A+
6
29
B+
3
15
A-
2
9
C+ ou pior
1
4
 
Fica que a pick foi aprovada, por mais que em um primeiro momento, tenha causado choque. Eu mesmo critiquei a mesma no calor do Draft, mas hoje vejo que existe um plano por trás dela, que se der certo... Em tempo as opções B e B- não foram votadas e as 3 opções de A ( aliás, eu vi que não existe A+ nas análises dos EUA!!! ) somam 81%. Jordan caiu nas graças dos leitores do Blog, com certeza.
 
Nota
Votos
% do total
A
12
58
A+
3
14
B+
4
19
A-
2
9

Se o povão gostou de uma escolha inicialmente meio sem sentido, o que poderiam dizer de uma simplesmente cirúrgica? Pois é, nada menos que 81% também foram de A, mas Taylor não teve nota abaixo de B+, ao contrário de Jordan. Escolha muito bem avaliada e nem poderia ser de outra maneira.

No ar as enquetes para avaliação de Dallas Thomas ( T/G ) de Tennessee Tech e Will Davis ( CB ) de Utah State. Votem a vontade...

Imagem do dia: Dion Jordan com o novo uniforme


Em um evento no Rose Bowl ( Califórnia ) para rookies organizado pela NFLPA ( Associação dos Jogadores Profissionais ), Dion Jordan tirou a foto acima. Eu gostei, e você? Responda na caixinha de comentários...
 
Para quem quiser ver o álbum completo, com fotos de Mike Gillislee, clique aqui.

Dará certo colocarmos nossa esperanças em dois sophomores?

Dupla jovem e promissora, disso ninguém dúvida. A questão é: será vencedora?
Dei uma rápida busca pelos prováveis starters para QB e RB das outras 31 franquias e só achei uma que tenha jogadores sophomores ( segundo anistas ) igual a nós: o Washington Redskins de Robert Griffin III e Alfred Morris.

Compará-los aos nossos beira a crueldade. A dupla simplesmente correu quase 90% das jardas que o Redskins conseguiu em 2012. RGIII pode ser para a maioria o responsável direto pela ressurreição dos peles vermelha da capital do EUA ( mesmo que atuem em Maryland ), mas Morris foi o seu fiel escudeiro e conseguiu impressionantes 1613 jardas ( para se ter uma ideia do que isso representa, apenas Ricky Williams correu mais que isso com nossa camisa ). Portanto é uma dupla na qual os Redskins podem, com certeza, confiar. E nós, podemos?

Não escondo de ninguém ( não apenas por teimosia como alguns citam ) que tenho expectativas mínimas para Ryan Tannehill. É um QB que nem fez uma carreira espetacular na NCAA, longe disso, tendo sido WR em dois de seus anos em Texas A&M. Além disso teve um ano como rookie longe, mas bem longe, de bom. No máximo, e com muita boa vontade, regular. Leituras ruins de defesas e em alguns momentos até falta de liderança, sem contar que quando comete o primeiro erro... enfim, problemas sérios e que não devem ser esquecidos. Mas existe um lado bom: vai que tudo isso foi apenas o problema do primeiro ano? Vai que ele melhora exponencialmente agora em 2013, mesmo que isso raramente aconteça, ainda mais com QBs? Não custa nada torcer por isso. 

Sobre Lamar Miller, por mais incrível que parecer possa, eu tenho esperanças maiores. Primeiro porque ele não era um carregador de piano na Universidade de Miami, os Hurricanes. Embora tenha sido o primeiro a superar a marcas 1000jds desde Willis McGahee ( 2002 ), ele não levou tantas pancadas assim durante sua carreira pelos Canes. Isso é importante pois a carreira de um RB está diretamente relacionada com isso, ou seja, quanto mais pancadas levar na NCAA menos irá produzir na NFL.

Mas porque eu acredito mais em Miller do que em Tannehill? Acontece que Miller enfrentava em sua divisão, Universidades da elite da NCAA, algo que não era o caso da Texas A&M. Basta dizer que o time da A&M mudou de divisão justamente para buscar adversários melhores ( e claro, mais grana pro seu programa de football ). Por tabela, posso afirmar que Tannehill não enfrentou grandes defesas, daí a sua leitura de defesas da NFL ter sido um calo em seu ano de rookie. Miller, ao contrário, tem a experiência em enfrentar defesas mais fortes e principalmente como superá-las. Isso, por si só, quer dizer que Miller será melhor na NFL do que Tannehill? Não, claro que não. Apenas que o parâmetro de comparação é diferente. Claro que o fato de um ter sido escolhido no Top 8 do Draft e o outro no quarto round só aumenta essa situação.

Mas não é nem sobre as questões individuais o maior problema, mas sim o conjunto. E ai precisamos citar novamente a dupla RGIII/Morris: QB e RB precisam formar uma dupla de verdade. Precisam complementar-se e ajudar-se durante as partidas. Precisam superar em conjunto as dificuldades e sobretudo precisam vencer partidas juntos. RGIII e Morris conseguiram combinados 2500 jardas, uma das maiores marcas da história para uma dupla, onde o QB corra ao menos 500 jds.

Não quero com isso dizer que eles tem que fazer o mesmo que RGIII e Morris. Seria insano de minha parte querer isso, embora acredite que Miller possa até ser melhor do que Morris ( pouco provável, mas não impossível ), mas tenho certeza de que Tannehill não tenha como ser melhor do que RGIII. Por isso a nossa dupla parte em desvantagem. Mas isso não equivale dizer que eles não possam vir a ser melhores, enquanto dupla. 

Chegando ao fim, volto ao começo: Dará certo depositar em dois sophomores as nossas esperanças em uma ataque vencedor? A resposta, por enquanto, é cheia de dúvidas. Que só serão elucidadas ( ou não ) durante a temporada. Tudo o que sei é que não é - nem de longe - o cenário ideal. Mas é o que temos. Tomara que dê certo. porque se não der... bom, será o caso de pensar quem seriam os melhores RB/QB do Draft de 2014...

 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um outro olhar sobre o Draft...

Sempre é bom termos um olhar de fora, mais isento para observamos...

O Site The Concussion fez uma análise geral e individualizada do Draft de todas as equipes da Liga. Claro e evidente fizeram também do nosso Miami. Quer saber como eles graduaram nossas escolhas? E como elas podem se encaixar no esquema de Philbin e cia? Clique aqui e veja uma visão de fora do Blog e em português, o que é melhor de tudo.

Rapidinhas

Melhor notícia do dia: hoje é 02 de junho. Não sacou? Leia o texto e você vai entender tudo...

Todos sabem que o Miami logo no primeiro dia da Free Agency cortou os LBs Karlos Dansby e Kevin Burnett. Acontece que com o novo CBA prevê a possibilidade de que os times cortem até dois jogadores e coloquem que este seja considerado contra o CAP até o dia 02/06, hoje. Em outras, ontem o Cap do Dolphins era de pouco mais de US$ 7 milhões. E hoje é de mais de US$ 17 milhões. Tudo isso é possível porque o peso morto do contrato dos dois, é dividido em duas temporadas, e não mais em uma só como antes. Dessa maneira, em um dia, ganhamos quase US$ 10 milhões no Cap.

Outra coisa boa é que ficamos com mais jogadores ( sete no total ) citados entre as 100 melhores adições na Free Agency do site Pro Football Talk. A lista completa é essa ( em parêntese a posição do jogador no ranking ) : Mike Wallace ( 1 ), Brian Hartline ( 20 ), Brent Grimes ( 31 ), Dustin Keller ( 36 ), Dannel Ellerbe ( 39 ), Matt Moore ( 49 ) e Chris Clemons ( 85 ). Notem a ausência de Phillip Wheeller, Brandon Gibson e de Tyson Clabon. O primeiro realmente não era um FA de peso. O segundo realmente não sei porque não figurou entre os 100, mas sua ausência pode bater com o que sempre disse: o setor de WR melhorou apenas e tão somente por causa de Wallace, ficando Gibson como mais do mesmo. E o terceiro... bom, realmente um RT - talvez a posição menos valiosa de uma OL - de 32 e que vem de uma temporada ruim não deveria ser um dos 100 mesmo... Em tempo, ficaram em segundo lugar ficou o Broncos com 6 e em terceiro empatados com 5 jogadores ficaram Arizona Cardinals, Atlanta Falcons e Detroit Lions.

Para finalizar esta seção de rapidinhas, a nossa OL foi mudada de C- ( nota auferida ao fim da temporada 2012 ) para B- na avaliação da CBS Sports. Pode parecer pouco ( e na verdade o é ), mas em uma liga tão equilibrada qualquer avanço é um alento, ainda mais quando o sucesso do ataque estará, basicamente, nas costas de dois sophomores ( Tannehill e Miller ). Além de conferir uma nota geral, a CBS Sports também avaliou os jogadores. As notas foram: Jonathan Martin (C-), Ritchie Incognito (B-), Mike Pouncey (A-), John Jerry (C+) e Tyson Clabo (A-). Uma rápida olhada dá pra perceber que os analistas não gostam de Martin como LT. E eu tenho que concordar com eles. Eu fico apreensivo de que não tenhamos draftado Lane Johnson. Mas isso é passado e agora é Martin e pronto. Tomara que isso não se demonstre um erro do qual iremos nos lembrar ano após ano. No mais, surpreende-me que Clabo seja um A-. Ruim ele não é com certeza. Mas quase uma "estrela", eu acho demais. Pouncey é de longe o melhor jogador desta linha, fato. Os Guards é que decepcionam. Mas temos dois reforços ( Louis e Thomas ) para tentar reverter isso. Em todo caso, a OL melhorou de 2012 para 2013. Do fim de 2012, que fique claro...