segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Pilulas do dia seguinte

Com 2 interceptações, Reshad Jones foi o jogador da partida...
Linha ofensiva não foi tão mal, mas esteve longe de ser excelente. E Tannehill foi apenas mais ou menos...
2 TDs, um deles para 75 jardas. Uma atuação bem acima da média de Kenny Stills
Mike Gesicki quase não apareceu em campo. Aqui no lance da 1ª interceptação de Tannehill
Miami venceu. Isso normalmente basta. Mas vocês leem o Blog porque sabem que eu busco encontrar algo escondido nas vitórias e projetar isso para as próximas partidas. Aliás, antes de prosseguir, um dado: no momento em que eu escrevo os Jets massacraram os Lions por 48x17. É prudente ter cuidado com o que pensarem sobre o que será nossa segunda partida.

Falar do que deu errado é apontar para o óbvio: Ryan Tannehill e o ataque. Existia uma expectativa, sem base alguma, de que nosso setor ofensivo iria deslanchar. Não foi o que se viu. Além de Tannehill sem comandar o setor com desenvoltura, os problemas foram além dele. A OL cometeu faltas toscas, não abriu grandes espaços para o jogo corrido e os TEs, tão decantados, praticamente não foram usados. De bom mesmo, só o desempenho de Kenny Stills que fez os 2 TDs do ataque, um deles conseguindo dobrar a esquina e se jogando para marcar. Ponto para ele. Além de ter recebido um dos TDs mais longos dos últimos anos em Miami. E o jogo corrido? Discreto. Somados, Gore e Drake mal passaram as 100 jardas, sem TDs. Muito pouco para quem é considerado, pelos mais apaixonados, um dos melhores backfields da NFL.

Outro ponto positivo é o setor de especialistas, com o TD de Jakeem Grant sendo o mais longo da história dos Dolphins como mandante. Aliás, por falar em recorde não custa lembrar que ontem foi o jogo com maior duração na NFL, com 07 horas e 10 minutos. O mais longo, só para constar, também teve os Dolphins envolvido: em 1971 no Divisional Playoffs contra os Chiefs, que teve 3 prorrogações. Foram duas interrupções por conta do clima, por causa de uma tempestade na área de Miami. Coisas que só acontece com os Dolphins...

A defesa foi o ponto alto. Se não teve sack, sobraram tackles para perda, pressões nos QBs dos Titans e, sobretudo, interceptações. Foram 3, duas delas de Reshad Jones, que realmente está mais solto o que é uma péssima notícia para os outros QBs. Com a chegada de Minkah Fitzpatrick era óbvio que ele ganharia liberdade para caçar as bolas e os QBs adversários, uma vez que ele quase conseguia um sack ontem. É nítida a diferença que o rookie Fitzpatrick fez em campo, conseguindo negar uma quarta descida, em conjunto com Jones. Mas nem tudo são flores e a ausência de LBs foi sentida. Não adianta: o grupo é fraco. E não suportará grandes QBs, porque Mariota e Gabbert acharam os buracos. Linebacker ou é muito bom ou não serve. E não temos estas peças em Miami.

De resto, lamentar que nossos jogadores ( e os dos Titans também ) ficaram ocupados em um período superior a 2 partidas, o que pode ter certo reflexo na preparação para a próxima partida. Estamos 1-0 e para pensar em post-season é preciso derrotar os Jets no domingo. É possível? Claro que é... mas precisaremos jogar mais, sobretudo o ataque.

Um comentário:

Thiago Vieira Da Silva disse...

É meu amigo é énsar nos Jets agora... Com sorte chegaremos na pos temporada