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Perfil do Escolhido: R1 Pick 12 - Kadyn Proctor - OT, Alabama

Nome: Kadyn Proctor - Idade: 21 anos
Altura: 2,01m - Peso: 163 kg
Universidade: Alabama Crimson Tide - Classe: Junior
Pontos Positivos

  • Físico Monstruoso: Possui o tamanho ideal e "pronto" para a NFL, com braços longos que dificultam a vida dos edge rushers.
  • Força de Ancoragem: Extremamente difícil de ser movido em situações de bull rush devido à sua base pesada e forte.
  • Experiência Precoce: Foi titular na SEC (conferência mais difícil do college) desde seu primeiro ano, enfrentando a elite defensiva.
  • Eficácia no Jogo Terrestre: Excelente em abrir buracos para running backs, utilizando sua massa para "selar" as laterais.
  • Mãos Pesadas: Assim que consegue estabelecer o contato inicial, neutraliza o defensor com facilidade.
  • Mentalidade Dominante: Joga com agressividade até o apito final, buscando finalizar os bloqueios no chão.
Pontos Negativos
  • Velocidade de Pés: Pode ter dificuldades contra defensores extremamente velozes que fazem o contorno externo (speed rush).
  • Controle de Peso: Durante sua carreira no college, teve oscilações de peso que afetaram sua agilidade lateral.
  • Mudança de Direção: Devido ao seu tamanho imenso, não é o jogador mais fluido para se recuperar caso perca o primeiro passo.
  • Técnica de Mãos: Às vezes depende muito da força bruta e negligencia o posicionamento técnico das mãos, resultando em faltas de holding.
Avaliação: Proctor é o protótipo do "Left Tackle" do futuro. Ele chega para proteger o lado cego do QB dos Dolphins e transformar o jogo corrido de Miami em algo muito mais físico e imponente. Mas inicialmente, será possivelmente um RG ( ou LG ). A ideia, digamos assim, é ele se desenvolver e ano que vem mandarmos Austin Jackson embora ele assumir a posição de RT. Acontece que não seleciona-se um RT no primeiro round. E é aqui que residem os problemas.

Nota: O jogador não é ruim, mas sejamos justos passar Rueben Bain e Caleb Downs pode custar muito caro, mas muito caro. Além disso, a ética de trabalho de Proctor é muito contestada ( o que raramente melhora quando vira-se profissional ) e seu problema com o peso é algo bem sério. É um all-in: ou dá muito certo ou muito errado. E isso em Miami raramente termina bem. Para finalizar, ainda temos que ele nem era o melhor OL disponível. A Nota é B, devido ao talento natural que ele tem, mas não pela escolha em si.

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