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E se tudo fosse diferente?

Semana de folga na para o excelente Miami Dolphins. Alguns até não gostaram, afinal embalado com 7 vitórias seguidas ( após um tropeço acidental em Washington ) o time vai muito bem obrigado. A defesa capitaneada pelos excelentes ( e experientes ) Zach Thomas e Jason Taylor está acabando com os QB´s adversários, que não sabem o que fazer. A defensiva tem as maiores marcas da histórias em Sacks, Tackles, TD´s, safetys e jardas concedidas para meia temporada. É uma barreira, que nem mesmo Tom Brady e seus WR´s ( Moss na frente ) conseguiram furar. O ataque não é uma Brastemp mas está fazendo bonito e ganhando os jogos. Brad Quinn de promessa já é realidade em apenas 5 jogos como titular. Chambers, Brooker, Hagan e Welker estão fazendo a festa, com destaque para o primeiro que tem 9 Tds e para o último que lidera a liga em passes recebidos. Roonie Brown está tendo a sua melhor temporada e carrega ( literalmente ) o time nas costas nos momentos em que Quinn, pela sua inexperiência, erra.
Meia temporada é hora de analisar o que deu de errado e pensar para a frente, já que com 7-1 a post-season é certeza. Mas todo esse sucesso começou muito tempo atrás e é sobre isso que eu irei falar
Quando Cam Cameron chegou falando em montar um time vencedor logo na primeira temporada, teve quem achou que ele estivesse brincando. A resposta está ai, com essa campanha brilhante. Draftou o Franchise Quaterback que precisávamos desde a aposentadoria de Marino, e teve a coragem de colocá-lo em campo depois da terceira partida. Trocou Culpepper, por escolhas com o Raiders, mantendo a tese de reforçar ainda mais essa equipe. Claro que para nós torcedores a saída de Randy Mcmichel foi sentida, mas com a temporada de Welker e Chambers, devo reconhecer que ele nem está fazendo tanta falta. Martin tem se esforçado para ser um bom TE, e para ser franco tem conseguido. A saíuda de Olindo Mare essa sim é sentida. Ele é um kicker de elite, e Jay Feely por mais que se esforce erra chutes, que não fáceis, mas essa é a diferença entre a elite e a normalidade.
No período de Free-agency fomos inteligentes e reforçamos a OL com qualidade e juventude, por isso a boa temporada de estréia de Quinn e as corridas de Brown. Pecamos, um pouco, na DL que tem permitido mais jardas corridas do que deveria, mas com as escolhas vindas da troca com o Raiders ( segundo e quarto rounds ) esse problema poderá ser resolvido.
Teremos mais 8 jogos. Sinceramente, sem menosprezo, iremos bater duas vezes no Bills. Perder para o Pats está na normalidade, só que Quinn estará ainda mais acostumado com a NFL, e não se esqueçam que os vencemos, quando eles eram invictos. Contra Bengals e Eagles deveremos ter vitórias. O Jets é a piada da divisão, conferência e liga, portanto vencer é a única opção, ainda mais sendo em casa, onde estamos invictos. Contra o Steelers o jogo mais perigoso, fora o do Pats. E ainda tem o Ravens, que perder ou ganhar vai depender de qual defesa jogar mais. Pelas minhas contas, um 13-3 ( com derrotas para Pats e Steellers ) será um recomeço fantástico. Já começo até mesmo a ver meu time no Arizona para o SB XLII. Ganhar o terceiro SB? Por enquanto sonho, mas quem sabe. Com esta defesa quase impenetrável pelo ar e com este ataque capitaneado por Quinn ( parecendo um veterano de 10 temporadas ), tudo é possível... Quanto ao futuro, tenho certeza de que se não for agora, ano que vem estaremos no SB. E ai, meus caros amigos, será para ganhar...
ESTE TEXTO É FICÇÃO PURA. NOMES E CITAÇÕES APENAS PODERIAM TER ACONTECIDO SE TIVESSÉMOS DIREGENTES COM UM MÍNIMO DE COMPETÊNCIA...

Comentários

Alex Bastos disse…
nossa! quem dera se fosse a verdade, mas poderia ter sido, talvez não tanto, acho q exagero um pouquinho, mas com certeza n seria 0-8 ¬¬
abraços

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