sábado, 28 de abril de 2012

Draft 2012 - Undrafted Free Agents

Como é comum em todo Draft, diversos jogadores acabam não sendo draftados e viram - automaticamente - Free Agents e podem assinar com qualquer equipe. Mas existe uma regra: cada equipe só pode contar com 10 UDFA. Até o momento esta é a lista do Dolphins:
    • Terence Brown, OL, BYU
    • Albert Evans, S, Purdue
    • Jeff Fuller, WR, Texas A&M
    • Jonas Gray, RB, Notre Dame
    • Shelly Lyons, LB, Arizona State
    • Kelcie McCray, DB, Arkansas State
    • Derek Moye, WR, Penn State
    • Josh Samuda, G, Massachusetts
    • Jacquies Smith, DE, Missouri

      Draft 2012 - 7° Round B - Rishard Matthews - WR - Nevada

      Na segunda pick do 7° Round, o Miami Dolphins drafta outro WR, Rishard Matthews de Nevada. Não é uma Brastemp, mas tem seus pontos fortes. 

      • Ficha: Rishard Matthews - 12/10/1989 - Altura: 1,83m - Peso: 98Kg - Universidade: Nevada - Classe: Sênior.
      • Pontos Positivos: Mâos confiáveis, é capaz de realizar as catches distantes do seu corpo, usando bem o corpo para proteger a bola. Boa visão de jogo, alterna bem diversas velocidades. Foi extremamente produtivo em 2011 ( 1364 jds em 91 passes com 8 Tds ). Versátil, talvez a sua melhor qualidade. É um bom Retornador, com capacidade para crescer nisso também.
      • Pontos Negativos: Não é um bom corredor de rotas e, apesar de ser Sênior, precisa de desenvolvimento adequado para virar um WR decente na NFL. Perdeu o Bowl do Hawaii por uma contusão no ombro e ficou de fora do Sênior Bowl pelo mesmo motivo. Não tem a "segunda marcha", tem explosão razoável mas falta-´lhe velocidade final. Não consegue separar-se dos DBs. Além disso por atuar em uma divisão mais fraca, não encarou a elite do DBs da NCAA.
      • Nota: Em fim de Draft raramente consegue-se algo além de jogadores promissores em partes do jogos e questionáveis na maioria. Mas até que Matthews não tem tanto defeitos assim e umas qualidades interessantes. Se sobreviver ao corte dos 53 man roster, já terá valido a pena. Sua nota é um C+. Pela versatilidade e por poder virar nosso Retornador.

      Draft 2012 - 7° Round A: Kheeston Randall - DT - Texas

      Na primeira pick do sétimo round, o Miami Dolphins escolheu um DT oriundo da Universidade do Texas. É um jogador com talento a ser desenvolvido, mas que poderá contribuir na rotação da DL. 

      • Ficha: Kheeston Randall - 07/05/1989 - Altura: 1,93m - Peso: 133Kg - Universidade: Texas Longhorn - Classe: Sênior
      • Pontos Positivos: Mãos fortes, consegue manter os bloqueadores longe de si. Durabilidade não é um problema, pois nunca perdeu uma partida na carreira. Atleta versátil pode ser DT em 4-3 ou DE em 3-4. Tem um conjunto intrigante de habilidades e tem bom espaço para crescimento dentro da NFL.
      • Pontos Negativos: Não muda de direção com a facilidade que o jogo profissional exige. Não é um rusher de qualidade, não tem explosão e seus números não são nada animadores. Não tem resistência boa, cansa-se com o passar do jogo.
      • Nota: Um DT em sétimo round. Onde foi que eu já ouvi essa história? Paul Soliai em 2007. Pois é, às vezes acontece. Será que agora também? Não sei, mas sei que ele é melhor prum sistema 3-4 do que para 4-3. E iremos usar, em tese, o segundo. Mesmo assim uma escolha interessante, dado o round. Sua nota é um C.

      Draft 2012 - 6° Round: B. J. Cunningham - WR - Michigan State

      Finalmente um WR. Não era o que eu queria ( Streeter ou McNutt ), mas é um WR alto e que poderá se tornar no alvo que queremos na End Zone. Não se esqueçam: eu disse "poderá".

      • Ficha: BJ Cunningham - 29/05/1989 - Altura: 1,85m - Peso: 96Kg - Universidade: Michigan State - Classe: Sênior.
      • Pontos Positivos: Jogador físico, letal após a recepção só sendo parado na base da força. Tem tudo para ser um bom Slot Receiver na NFL. Não foge do contato e é capaz de sacrificar-se para conseguir uma catche importante. Bom corredor de rotas, teve uma temporada como Sênior acima da média ( 1.306 jardas em 79 passes e 12 Tds ).
      • Pontos Negativos: Falta-lhe velocidade inicial e não consegue separar-se dos marcadores. Não é uma ameaça no campo aberto. Não tem um bom uso das mãos - que são pequenas - e dropa alguns passes "fáceis".  Não fez grandes partidas quando enfrentou a elite dos DBs da NCAA ( sem passe contra Alfonso Denard ).
      • Nota: Um Wide Receiver, finalmente. Pois é, ele é bom, tem qualidades boas mas tem umas deficiências grandes também. E existiam outros WR disponíveis mais cotados. Mas isso não o torna uma escolha ruim. A nota dele é C.

      Draft 2012 - 5° Round: Josh Kaddu - OLB - Oregon

      Quem vai jogar de WR neste time Joe Philbin? No quinto round, com diversos WR ainda disponíveis ( Criner entre os melhores ) o Miami foi atrás de um OLB que tem muito upside, mas zero de instintos. Deve acabar virando um back-up - talvez de qualidade - o que pelo round em que foi escolhido, tá valendo.

      • Ficha: Josh Kaddu - Altura: 1,91m - Peso: 108Kg - Universidade: Oregon - Classe: Sênior.
      • Pontos Positivos: Atlético e rápido. Consistente na cobertura contra o passe. Versátil pode alinhar na DL, parando o jogo corrido ou TEs. Consegue dominar os tackles e tem capacidade para contornar a OL. Dois anos como titular absoluto dos Ducks.
      • Pontos Negativos: Mesmo sendo um Sênior, ele ainda é meio cru pra NFL e sua transição carece de certos cuidados. Precisa melhorar sua técnica e não tem bons instintos, ou seja, vai na força e pronto. Precisa melhorar também o uso das mãos, algo bem deficiente. Fit bom para o 4-3, o sistema que iremos usar.
      • Nota: Uma escolha boa, embora - claro - eu preferisse os WRs que ainda estavam disponíveis. Ele tem muito upside ( capacidade de crescimento ), mas seus instintos são próximos do zero. Uma escolha boa para Depth, que é o que passa-se a procurar deste round em diante. Grade da escolha? B-.

      Draft 2012 - 4° Round: Lamar Miller - RB - Miami Hurricanes

      Miami surpreende no começo do terceiro dia e faz uma trade up para adquirir outro membro da "The U", desta vez o RB Lamar Miller. Excelente pick, ele é um RB versátil e ágil. Não é um exímio quebrador de tackles, mas consegue seus estragos. Nosso backfield fica muito mais forte agora, com a sua escolha. É outra escolha de ataque pensando em Tannehill. E acertada, com certeza. Esta vale um A-

      • Ficha: Lamar Miller - 25/04/1991 - Altura: 1,80m - Peso: 96Kg - Universidade: Miami Hurricanes - Classe: Júnior.
      • Pontos Fortes: Possui grande aceleração, atingindo uma grande velocidade muito rapidamente, praticamente imparável em pequenas corridas, tendo sido o RB mais rápido de sua classe. Tamanho ideal e massa muscular adequada para a posição. Tem bom jogo de pernas e consegue mudar de direção sem grande dificuldade. Boa visão, consegue antever buracos que praticamente inexistem. É um recebedor razoável e pode contribuir bem como retornador.
      • Pontos Fracos: Não é um quebrador de tackles, ou se preferirem, não é um power back, consegue suas jardas na base dos cortes e da busca pelos esáços, não conseguido empurrar os LBs para conseguir jardas extras. Quando recebe passes, seus ganhos dependem de espaço a frente. Não é um bom bloqueador e sua durabilidade é algo questionável, terá inclusive que fazer um cirurgia no ombro antes de começar a treinar conosco.
      • Draft: Uma boa escolha dada o round em que saiu. Jogador que chega e irá produzir bem, sendo uma opção para poupar Reggie Bush, cokm quem se parece muito em alguns sentidos. Como disse quando fiz o post após a escolha, pra mim é um A-. Ou seja, excelente escolha do Dolphins.

      sexta-feira, 27 de abril de 2012

      Draft 2012 - 3° Round - Michael Egnew - TE - Missouri

      Após dar um reach monstruoso na pick anterior, o Miami fez Trade Down com o Chargers, e draftou o TE de Missouri Michael Egnew, que para muitos era o terceiro TE da turma. Escolha segura e ele pode ser o alvo pros passes curtos ( e de segurança ) para Tannehill. Gostei da pick, mesmo que preferisse um WR, a escolha é boa.

      • Ficha: Michael Egnew - Altura: 1,96m - Peso: 114Kg - Universidade: Missouri - Classe: Sênior
      • Pontos Positivos: Tight End alto e que sabe usar muito bem a sua estatura para pegar as bolas, tendo também ótimo uso das mãos, mas nem por isso é ruim nas bolas que chegam-lhe mais baixas. Grande ameaça vertical, tem ótimo posicionamento e protege muito bem a bola, dificilmente dropa passes ou comete fumbles. Cresce na Red Zone e é mortal na End Zone. Por seu porte físico é um bloqueador consistente, mesmo que não tenha feito muito isso na Universidade.Teve uma excelente temporada como Sênior com 782 jardas em 90 recepções, com 5 Tds.
      • Pontos Negativos: Não é um excelente corredor de rotas, nas mais curtas e que exigam complexidade maior poderá ser movido pelos fortes LBs da NFL. Tem rapidez para receber o passe, mas a partir dai não é uma ameaça real, pois falta-lhe acelaração, portanto não deverá ter muitas yac ( jardas pós-recepção ) na Liga. Não é um jogador polido e terá que melhorar seu jogo ( sobretudo repertório de jogadas ) durante seu primeiro ano. Atuava no sistema de spread ofense ( onde os times usam 5 e até 6 recebores por jogada ), sendo portanto meio que um produto de sistema, precisará aprender atuar sendo um dos 3 alvos em campo. Em 2009 fez uma cirurgia no tornozelo, mas foi durante a off-season e não perdeu nenhuma partida da temporada.
      • Notas: Gostei da Pick. Para alguns ele é o 3° melhor TE do Draft, para outros um dos 5 melhores. Em todo caso draftamos um jogador de qualidade, que demanda desenvolvimento para correr rotas e aprender o sistema para atuar em campo aberto, mas que é mortal na End Zone. Alto e forte deverá ser o alvo preferido de Tannehill. A nota da escolha é B-.

      Draft 2012 - 3° Round: Olivier Vernon - DE - Miami (FL).

      Não dá pra dizer que ele é um jogador ruim, pelo contrário até, o que não dá pra acreditar é que ele era um jogador de fim de quarto round, começo do quinto. Assim é o Miami em Draft.
      • Ficha: Olivier Vernon - Altura: 1,88m - Peso: 114Kg - Universidade: Miami Hurricaines - Classe: Júnior
      • Pontos Fortes: Realiza jogadas de grande impacto como se estivesse na NFL. Altamente explosivo com o que compensa sua baixa estatura para a posição. Forte, dificilmente os tackles conseguem batê-lo, além de fazer ótimo uso de seu longo braço e suas mãos. Tem um boa técnica e é um batalhador nato, não se entregando nunca. Consegue manter o nível de sua atuação durante a partida inteira.
      • Pontos Fracos: É melhor contra o passe do que contra as corridas, justamente por não ter velocidade suficiente para acompanhar os RBs. Seus instintos não são os melhores. Considerado imaturo, envolveu-se em um escândalo na Universidade por ter aceito benéficios proibidos e foi suspenso nas 6 primeiras partidas da temporada, nas outras 6 não teve um bom desempenho. Teria conseguido grandes benefícios para o seu jogo se tivesse ficado para a temporada de sênior, mas terá que aprender isso já entre os grandes, o que - claro - não conta nada a seu favor.
      • Notas: Não tem grandes estatísticas, mas sua importância vai além dos números. Batalhador incansável, obriga que a OL se preocupe em excesso consigo, permitindo que os outros possam pressionar o QB adversário. Primeiro jogador dos Hurricaines que escolhemos desde Vernon ( que curiosidade, não?? ) Carey.
      • Draft: A primeira impressão é que foi uma pick boa, mas com reach grande. Uma coisa não invalida a outra e esta é uma questão que irá persergui-lo ( e ao front office ) caso ele não renda dentro do esperado. Por hora a nota da pick é um C+

      Draft 2012 - 2° Round: Jonathan Martin OT Stanford

      Pick coerente: temos um QB pra proteger e portanto um OT para jogar de Right Tackle é acertado. Ótima escolha na minha opinião.

      O Miami usou a lógica e fez algo sensato: draftou um OT. O Miami escolheu Tannehill e agora coloca alguém para cuidar dele. Jonathan Martin caiu muito no Draft, sobretudo após o Combine onde não impressionou aos olheiros. Mas é um jogador forte e que poderá atuar como RT em substituição ao cone Mark Colombo. E no dia 30 de Janeiro eu já falava dele no Miami. Mas era pra nossa pick de primeiro round. Consegui-lo em uma de segundo parece perfeito. Algo sensacional para mim. Ele pode atuar dos dois lado da Linha e tem condições para ser um Pro-Bowler. Vamos a ficha dele:
      • Ficha: Jonathan Martin - 28/12/1989 - Altura: 1.96m - Peso: 143Kg - Universidade: Stanford - Classe: Junior.
      • Pontos Positivos:  Versátil bloqueador, pode atuar dos dois lado da Linha. Excelente footwork, consegue mudar de direção com rapidez, qualidade excelente nos tackles atuais. Tem braços longos e sabe usá-los. Excelente bloqueador de corridas.
      • Pontos Negativos: Fica disperso às vezes, perdendo bloqueios importantes.  Não consegue empurrar os defensores o quanto deveria e por vezes confia demais em seus braços e não direciona bem os movimentos.
      • Nota: A.

      Ryan Tannehill é um Dolphins Player

      Uma coisa eu tenho que admitir: ele tem um excelente gosto...

      Este post não irá criticar a escolha de Ryan Tannehill, nem o front office e tampouco sobre um futuro "negro" com a sua chegada. Devo isso a todos os meus leitores ( phináticos ou não ) e por isso esse um post de, digamos assim, boas vindas pro novo jogador do Miami Dolphins: Ryan Timothy Tannehill.

      Mas quem é Ryan Tannehill?

      Ryan é um legítimo Texano, filho de texanos e que aspirava ir para a Texas Tech, igual a seus pais. Foi destaque no Colegial ( Big Srping High Scholl ), onde atuou em seu segundo ano como DB e nos outros como QB. Na temporada de sênior levou a escola a final estadual, feito inédito na história da Escola. Com seu desempenho ele imaginou que conseguiria realizar o sonho de cursar a mesma faculdade que os pais tinham feito. Mas Texas Tech não o aceitou.

      Recusado pela Universidade de seus sonhos, Tannehill passou a enviar o curriculo escolar para outras Universidades do Texas e recebeu várias propostas ( TCU, Houston Tulsa, UTEP ), mas ele preferiu a Texas A&M. Uma escolha que se mostraria acertada. Em seu ano de redshirt ele era o 3º QB e alinhava - esporádicamente - no time de especialistas e como WR. Parecia que sua vida como jogador universitário seria, digamos assim, comum. Foi que chegou para comandar o time do Aggies um experiente Treinador, que deixará o Green Bay Packers recentemente: Mike Sherman.  

      Na preparação para a temporada de 2008, ele ainda era o terceiro QB do time atrás do sênior Stephen McGee e do Redshirt Sophomore Jerrod Jonhson. Vendo potencial naquele garoto alto, Sherman o desloca para o grupo de recebedores para dessa vez ter um papel no esquema de ataque, que prefere WR altos. O tempo mostrou que Sherman estava correto e ao fim da temporada ele querbrara todos os recordes para um novato na história da Universidade ( 55 passes, 844 jardas, 15,3 jardas por recepção e 5 Tds ).

      Mas em sua cabeça permanecia a vontade de ser QB. Ele se via como um QB. Era o seu desejo, mas que em 2009 não foi realizado, quando ele mais uma vez foi WR. Em apenas duas partidas - e como substituto ele atuou como QB, com desempenho ruim ( eram finais de partidas ). Ao fim do ano seus números como WR decaíram, mas isso se deve ao fato de ter perdido 3 partidas por contusão.

      Em 2010, tudo seguiu na mesma, com Jarred Johnson seguindo como Starter e Tanehill como WR, Ou melhor, na mesma não, pirou pois nas 6 primeiras partidas Ryan tinha apenas 146 jardas. Foi quando Jonhson se machuca e ele herda a posição de QB. E a sorte lhe sorri, com um desempenho ótimo: 152 passes acertados em 234 ( 65% ), 1638 jardas, 13 Tds e 6 interceptações. Nada mal para quem era um WR, certo?

      Com o ótimo desempenho como Júnior ele volta em 2011 como intocável na posição de QB. E o time só teve a ganhar com isso. Atuações fortes, vitórias e a ida a um Bowl como prêmio. Ryan quebrou praticamente todos os recordes da Universidade para a posição e teve a melhor temporada desde sempre. Seus números como Sênior foram: 327 passes completados em 531 ( 61,6% ), 3.744 jardas, 29 Tds e 15 Interceptações. Ele ainda correu 306 jardas ( 5,3jds de média ) e marcou 4 Tds. Números, de fato, reluzentes.

      Antes do início da Free Agency em Março, ele era cotado para sair no segundo round, talvez lá por meio do mesmo. Mas ai veio a saga de QB recusando o Miami Dolphins e todos passaram a vê-lo como o fit perfeito pro time. Semana após semana reportagens eram feitas mostrando os seus pontos fortes e fracos. Logo se criaram duas vertentes: os que o queriam e os que não queriam.

      O tempo passou e no começo de Abril estava mais do que claro que o Dolphins iria selecioná-lo no primeiro round. Especialistas de primeiro time cravavam ele como pick do Miami e mostravam que o seu maior defeito, estar cru demais, seria atenuada pelo fato de Sherman - responsável pelo seu crescimento no Aggies ser agora o Coodenador de Ataque. E não deu outra, ele agora é um QB do Dolphins.

      Vai dar certo? Não existe escolha 100% certa, até mesmo Andrew Luck não é certo, imaginem Tannehill. O que pode ser dito, com certeza, é que as condições em Miami são as mais propícias para que ele possa se sentir em casa. Ele tem um dos itens mais desejados em um QB: os intangíveis, a capacidade de fazer o algo a mais, ir além do normal. Claro que sua precisão e sua afobação contam contra si, mas são defeitos que podem ser minimizados com um playbook eficiente e um jogo bem estabelecido. Além disso o fato de possuir mão pequenas e cometer fumbles, foi parcialmente resolvido com a escolha do OT de Stanford, Jonathan Martin para atuar no oposto a Jake Long. Bem protegido ele levará menos tackles e poderá manter a posse de bola.


      Enfim, é de louvar que o Dolphins tenha tido a coragem de draftar um QB no primeiro round. Em nossos 46 anos de história, ele será apenas o 3° Quarterback escolhido por nós no começo do Draft. E como diz a expressão em latim: Alea Jacta Est ( a sorte está lançada ).









      A primeira foto a gente nunca esquece. Ou será que esquece?

      Ryan Tannehill, a partir de agora a nossa esperança para que tenhamos 12 ou 15 anos de tranquilidade. Que ele consiga ser feliz por aqui, pois a nossa passa a depender dele.

      quinta-feira, 26 de abril de 2012

      E com a 8ª escolha do Draft de 2012 Miami seleciona...

      Ryan Tanehill, Texas A&M.

      Acho que tudo já foi dito sobre ele. Que ele seja o que dele ( alguns ) dizem os analistas: que poderá ser dominante na NFL e virar um FQB. Todos também já sabem o que penso e os pouparei dos meu lamentos. Agora é Ryan Tannehill e mais 10 no ataque.

      First Down - Draft 2012


      Hoje é o dia que vamos saber quem vai ser o primeiro jogador escolhido do Dolphins nesse draft e assim vamos poder debater se gostamos ou não. O nome mais cotado até o momento é do Quarterback da universidade de Texas A&M Ryan Tannehill e do Defensive End Quinton Coples, agora só nos resta esperar pela decisão do nosso front office, lembrando que o Draft começa ás 21:00 hrs horário de Brasília.

      quarta-feira, 25 de abril de 2012

      Estrelas do Draft: Melvin Ingram - DE/OLB - South Carolina

      Um defensor forte e ágil. Seria ele uma forma de ameaçar os QBs adversários?

      O Miami tem problemas no pass-rush. Ai alguém vai perguntar: e Cameron Wake? Gerar pass-rush deve ser algo a ser perseguido por mais de um jogador. Ingram poderia vir a ser esse atleta. Acho uma boa, mas é pouco provável que ele seja draftado, pelo motivo que todos já sabemos.
      • Ficha: Melvin Ingram - 26/04/1989 - Altura: 1,85 - Peso: 120Kg - Universidade: South Carolina - Classe: Sênior.
      • Pontos Fortes: Boa velocidade, agilidade e controle do corpo, além de boa explosão. Ótimos instintos, realiza as grandes jogadas. Produtivo e destacou-se contra os grandes OTs na NCAA. Sua versatilidade ( pode atuar em mais de uma posição ) oferece diversas formas de ser utilizado na NFL Tem um bom repertório de jogadas.
      • Pontos Fracos: Não tem a altura ideal para a NFL, precisa encorpar-se mais. Talvez não consiga ser um defensor de elite. Sua durabilidade é um item a ser observado e falta-lhe experiência.
      • Notas: Em 2008 perdeu a temporada por um pé quebrado e em 2011 sofreu com uma lesão no mesmo pé, em 2010 quebrou a mão, mas atuou assim mesmo.  Só foi Starter um ano em sua carreira, mesmo sendo Sênior, mas foi capitão em 2011 e foi nomeado para a primeira equipe da All SEC.
      • Draft: Em alguns mocks ele tem caído pra pick 15, mas eu vejo nele um jogador que possa vestir, e bem, nossa camisa. Com sua agilidade e versatilidade traria a nossa defesa algo que não temos agora.

      terça-feira, 24 de abril de 2012

      Estrelas do Draft: Riley Reiff - OT - Iowa

      Será que iremos draftar outro OT neste primeiro round? Existe uma chance, mesmo que pequena, disso acontecer...

      O Miami Dolphins escolheu 2 OLs em drafts recentes: Jake Long em 2008 ( que segundo o site da NFL é a 20ª melhor pick de primeiro round desde 2000 ) e Mike Pouncey ano passado. A questão é: valeria a pena draftar um jogador pra RT? Muito dão valor demais ao LT pelo fato dele proteger o lado cego de QBs ( desde que eles sejam destros ), mas os RTs são meio que relegados a uma segundo plano. Mas são eles quem abrem espaços pros corredores e também protegem os QBs. Por isso, faria sentido draftar um OL e este só poderia ser um jogador: Riley Reiff, de Iowa.
      • Ficha: Riley Reiff - 01/12/1988 - Altura: 1,98m - Peso: 142Kg - Universidade: Iowa - Classe: Sênior.
      • Pontos Fortes: Alto e forte, é dominante na sua posição. Tem qualidade excelente tanto na proteção quanto pra abrir corridas, qualidade raríssima em tackles da NFL. Tem ótimos pés, boa velocidade, consegue mover os defensores e não desiste da jogada.
      • Pontos Fracos: Ele não é muito bom em auxiliar Guards, quando isso se faz necessário. Sua agressividade poderá ser usada contra si na NFL pelos defensores experientes. Seus braços são pequenos para a posição. Pode estar no máximo de desenvolvimento.
      • Notas: Foi Starter de Iowa durante três anos. Nomeado para a segunda equipe All-Big Ten em 2010 e para a primeira em 2011. Não tem histórico de lesões, o que conta a seu favor.
      • Draft: Acho que iremos draftar Ryan Tanehill ( estou resignado com isso ), mas se mudarmos de ideia, draftar Reiff não seria nada mal. Ele pode ser o nosso RT por no mínimo 10 anos. A questão contra é: vale a pena investir uma pick Top Ten em um RT? A meu ver, é algo mais sensato do que catar um QB com cara de BUST. 

      Draft na quinta e...

      O Blog está parado. O que aconteceu? O Flávio está doente?

      Não amigos, não estou doente, felizmente. Nem ninguém faleceu, igualmente felizmente. É o trampo que está pegando pra valer, além de problemas sobre os quais não devem ser tratados aqui. Agora o mais importante é: irei fazer um esforço de fazer mais dois perfis, para que possamos ter outros jogadores citados, caso o QB com cara de Bust não seja o escolhido. Com o que eu já estou me conformando que irá, infelizmente, acontecer. Sendo assim irei fazer dois perfis hoje a noite, sendo que um irá automaticamente irá pro ar e outro só amanhã cedo.

      E o segundo round, Flávio? Já falei de WRs. Talvez tente fazer algo sobre OTs e DEs. Não sei se conseguirei, mas irei tentar.