quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Jarvis "the juice" Landry em momento extrarrestre








 Podem criticar o quanto quiserem mas Jarvis é o melhor jogador escolhido em Draft por este time desde a época de Zach Thomas, Jason Taylor, Sean Maddison e Patrick Surtain. Nada de Chris Chambers, Ronnie Brown, Jake Long ou qualquer outro grande ( e raro ) acerto de draft que o Miami tenha conseguido desde eles, Landry é - por muito - melhor do que qualquer outro. Ele simplesmente transcende os limites da lógica. Nada para ele parece impossível e ele vai lá e consegue mais, sempre mais. Pouco importa se é uma andorinha sozinha ou se o Quarterback está mais para um ameba do que para um jogador decente: ele vai e consegue fazer as jogadas.

As imagens acima mostram a monstruosa recepção que ele conseguiu domingo. O passe, para variar, foi péssimo. Se tivesse sido ótimo esta acrobacia não seria necessária, não é mesmo? Mas ele foi no último andar, com o corpo esticado e - sabe-se lá como - foi buscar a bola, com apenas uma das mãos. Isso já seria espetacular, mas ele foi além: conseguiu evitar que a bola tocasse no chão, sofrendo a pancada do marcado ( que fez o que pode ). Na último foto ( não consegui achar outras após essa ) parece impossível que ele vá conseguir completar a recepção, mas... estamos falando de um fora-de-série.

Landry conseguira superar a marca de OJ McDuffie de 90 recepções. Pois bem, ele agora superou a marca das 100 recepções, entrando num seleto grupo de jogadores que conseguiram isso em uma temporada. Mas tem mais: ele agora é o recordista da NFL em todos os tempos para recepções nos dois primeiros anos com 188. Sabem quem é o segundo? Um tal de Odell Beckham Jr. Eu não sei o que comem os Receivers de LSU, mas é bom ficarmos de olhos nos próximos...

Para completar ele rompeu a barreira das 1000 jardas e igualou a marca de Mark Clayton, como jogador segundo anista a chegar em tal marca. E a temporada ainda não acabou. O que será que ele tem reservado para domingo, diante dos Pats? Em tempo: Ryan Tannehill talvez nem jogue. E isso pode ser uma ótima notícia... 

Aqui o vídeo, em inglês, da recepção de outro planeta de "The Juice":


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Week 16: Colts 18x12 Dolphins - Quem liga pro jogo, eu quero é o Top 3 do Draft

Esse cara ( e o OBJ ) são mesmo deste planeta?
Antes de qualquer coisa, quero me desculpar com todos vocês por não ter desejado um feliz natal. Meu notebook travou e tive que mandar ele pro conserto e o aplicativo do Blogger para Smartphones é uma ... bom, todos entenderam certo? Ok, espero que todos tenham tido um ótimo natal e que o espírito do menino Jesus tenha invadido a sua alma. Adiante...

Segundo que... bom, manter um blog é coisa séria. E de minha parte é, por isso este espaço está no ar desde 2007, apenas a pior temporada da história da franquia. Se eu pensei eu fechar ele ao fim ( ou logo no começo ) daquela temporada? Claro que sim, mas eu o mantive atualizado ( em algumas épocas mais do que em outras ), mas como eu costumo dizer eu nem sei mais quem depende de quem para viver... digo isso porque a "concorrência" parou no post anterior a partida contra o Chargers. Manter Blog é coisa séria pessoal... não pode parar porque o queridinho da turma confirmou-se ( para eles, é claro ) no fiasco que eu previra e já sabia que ele tinha se tornado. Avante, é preciso manter o ritmo, sobretudo nos piores momentos. Aliás, dizem que torcedor de verdade é aquele que aparece na DERROTA... porque comemorar Vitória é fácil demais... Fica a dica.

Sobre a partida de ontem... bom, o post do intervalo já dizia tudo e talvez eu nem precisasse postar um da partida inteira. Mas é aquela coisa, Blog é coisa séria... bom, no segundo tempo o Miami ameaçou - sim, ameaçou - uma reação. E, graças ao fato de TODOS os QBs do Colts terem se machucado, o time chegou a última posse com chances de vencer a partida. E... bom, é o Miami Dolphins gente e o QB é Ryan Tannehill... tudo bem que, num FG que o time teve que chutar antes, ele acertou o passe para DeVante Parker, mas... Jarvis Landry fez um bloqueio ilegal e foi marcada interferência no passe. Mas olhando para essa imagem, eu achei melhor que não tenha saído o TD:


O Miami está, atualmente, na sexta posição do Draft a qual manterá caso perca contra o Pats. Isso na pior da hipóteses, é claro, porque vitórias de Niners, Chargers e Cowboys podem nos colocar no Top 3. E pensar que uma inútil vitória contra o Titans nos impede neste momento de termos a First Overall Pick. Como vencemos o time de Nashville, estamos com 5-10 e os Titans, assim como o Browns, com 3-12. Nesta situação, uma derrota para o Titans nos deixaria com 4-11 e eles também, mas eles uma posiçao acima. Com uma vitória do Browns e uma derrota nossa... bom, deixa para lá, vencemos aquele partida inútil e estamos onde estamos. Agora é perder e torcer para alguém atrás de nós vença. E isso já nos deixará em quinto. É pouco, é pobre, é pensamento derrotista, mas é o que sobrou...

Ah, sim... tem outra coisa muito legal. Na verdade duas coisas, uma boa e uma péssima. A péssima é que com o Safety sofrido ontem nos tornamos no recordista isolado neste quesito em uma única temporada. É um feito e tanto, pois até para ser ruim é preciso ter qualidade, se é que vão entender a ironia. A boa é que Jarvis Landry é um All-Star nato. O cara é fera, joga demais e ontem entrou no seleto clube dos jogadores com 100 ( ou mais ) recepções em uma temporada. Um feito notável. E ele, para celebrar, fez a recepção da foto. Sinistra, espetacular, monstruosa, sensacional... qualquer adjetivo, creio eu, é insuficiente para descrever o que ele fez. Assim como ele fizera ano passado, o amigo de LSU Odell Beckham Jr o parabenizou pelo feito. 

Landry é a prova de que ATÉ o Miami Dolphins pode acertar no Draft. E é do que precisamos para 2016, 2017, 2018...

domingo, 27 de dezembro de 2015

Week 16: Colts 16x06 Dolphins - A lei do ex ataca novamente em Miami...

Vontae Davis castiga o time que o doou... 
Existe uma máxima na qual é que o ex-jogador vai lhe castigar quando jogar contra você. Essa é a primeira vez de Vontae Davis em Miami. E o que ele fez? Conseguiu a interceptação da foto acima. Eu sempre gostei dele e via que o mesmo era mal aproveitado em Miami. Em Indianópolis virou um Corner seguro e eficiente, como estava fadado a ser quando o draftamos em 2009. Ele não foi o primeiro e nem será o último talento a ser desperdiçado por nós.

No mais o time sofreu mais um Safety, tornando-se assim o recordista neste quesito numa temporada. E fora isso perdemos o primeiro tempo. Em suma tudo dentro da normalidade em Miami...

Week 16: Colts at Dolphins - E esse temporada que não acaba...

Complicado seguir acreditando neste time...
Neste Domingo o Miami recebe o Colts, que agora precisam desesperadamente vencer para manter as chances - pequenas - de classificação para a Post-Season. Acho que nem preciso mais falar que para nós perder é o mais indicado pensando em Draft. Perdendo as duas partidas restantes temos uma chance, real, de ficar no Top Five do próximo recrutamento.

O Colts, contudo, vem com problemas e está sem Andre Luck e o desespero do time poderia ser uma vantagem mas... só se o nosso time estivesse brigando por uma vaga na Post-Season. Como não estamos, para mim tanto faz. 

O jogo desta Semana 16 só serve para prolongar nosso sofrimento, nesta temporada que já temos certeza que será a pior desde 2011. E ao contrário de alguns times que voltam a temporada sofríveis após alguns anos, nós nem fomos a post-season. Nem tivemos o gostinho de vencer a divisão uma vez neste período.

Assim sendo a melhor coisa que nos pode acontecer neste domingo é perder a partida. E assim ficarmos melhor posicionados no Draft. Se bem que escolher errado é a máxima do nosso time, mas sempre fica uma esperança de que algo mude, de que um all-star apareça, um Marino, um Griese, um Taylor, um Thomas... 

Estranho, mas é o que restou. Fazer 5-11 e pensar em 2016... como fizemos em 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014...

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Week 15: Dolphins 14 x 30 Chargers - Um jogo ruim do Miami. Portanto nada de novo

O cabeça de madeira fez 4 TDs. E isso resume a temporada do Miami Dolphins...
Perdemos. E mesmo sendo o que, no fim, todos gostaríamos nem por isso deixou de ser dolorida. Ver o time ficar no zero na primeira etapa doeu muito. É aquela coisa: eu não consigo ver um jogo e não querer que o time vença. Até o pessoal do outro blog ( e até lá parecem ter perdido a paciência com Tannehill ) passou a querer derrota, mas quando começou a partida, eu quis vencer. Só que... não dá né? Com um time inoperante no ataque e com uma defesa cheia de buracos e sem LBs não tem como... 

Reshad Jones, o MVP da temporada ao lado de Jarvis Landry, conseguiu uma linda interceptação e na vontade de marcar o TD ( talvez sabendo que o ataque teria sérias dificuldades de fazer isso ) tentou retornar e acabou sofrendo o fumble que foi recuperado por... Philip Rivers. Patético e decepcionante. Contudo, ele tem altos créditos na conta. Mas que foi um vacilo épico, isso foi.

Alguns tolos otimistas dirao que o segundo tempo foi 14x7 e que Tannehill foi bem no segundo tempo. Bem até a segunda página é claro e eu insisto: ele tem excelente números, talvez seja até o melhor QB da NFL nisso, no Garbage Time, em suma quando a partida está decidida e o adversário passar a jogar com menos intensidade. Pegue a atuação dele ( e de vários jogadores ) no primeiro tempo - quando o jogo valia alguma coisa - e compare com a do segundo tempo. Agora faça o mesmo com o time dos Chargers, só que ao inverso. E no fim, na NFL, perder o primeiro tempo por 23 e ganhar o segundo por 7 não lhe dá qualquer tipo de bonificação, como no Vólei onde perder por 3x2 é quase um vitória se comparado com o 3x0.

Perdemos. E agora é perder as próximas duas partidas contra Colts e Pats e terminar com 5-10 ( e a pior campanha desde 2007 ). Mas isso, quem sabe, pode trazer frutos futuros. Se bem que é bem capaz do time vencer Colts ( sem QBs e com uma defesa tao ruim quanto a nossa ) e o Pats ( em fim de feira de mais uma super temporada ) só para contrariar e ficar acima da 10 posição no Draft... 

Afinal, como todos sabemos, aqui em Miami Dolphins, e cometer mega erros ( o termo na verdade é outro ) nunca é demais. Só aguardando para ver qual será o da vez. 

domingo, 20 de dezembro de 2015

Week 15: Dolphins 00 x 23 Chargers - No intervalo um prelúdio da temporada...

Nosso Quarterback(??) coitado, nem consegue fazer nada...
Eu sei que perder é o melhor para o time, mas eu ODEIO perder. Acontece que alguns jogadores no atual momento nem conseguem disfarçar e uma apatia atroz toma conta do time. Perder um tempo por ZERO sempre é vergonhoso mas nem o ataque e nem a defesa conseguiram atuar, ao menos, de forma decente. Reshad Jones, o melhor da defesa, fez uma linda interceptação linda e tentou retornar para TD mas... sofreu o fumble que foi recuperado por Phillip Rivers. 

Jarvis Landry, o melhor do ataque, praticamente nao apareceu mas mesmo assim conseguir quebrar o recorde de OJ McDuffie ao alcançar 91 recepçoes. E ainda faltam 2 partidas e meia. No mais, nada digno de nota. Assim como na temporada inteira...

Week 15: Dolphins at Chargers - Tomara que o time nao invente de vencer...

Duelo de camisas 17? Que nada, o Bolt é muito melhor do que o "rival"...
O Miami Dolphins, matematicamente, está fora da post-season desde segunda. Apenas nos números porque jamais teve uma chance sequer, com esta porcaria que chamamos de time. Hoje vamos a costa oeste encarar o San Diego Chargers que cumpre temporada horrorosa.

Com a derrota na segunda voltamos para o Top Ten ( mais precisamente a oitava pick ) e outra hoje pode nos deixar até no Top 5, o que seria de grande valia. Sendo assim, pela primeira vez aqui neste blog: perde Dolphins, perde... 

Hoje é dia de você Tannehill ser o que você é de verdade: horrível. Lance 3 interceptações e erre mais de 50% dos passes. Nada de ser aquele cara que 2 ou 3 vezes por ano consegue atuar em alto nível só para enganar os bestas...

Perder hoje, perder semana que vem e perder na rodada final. É tudo o que eu quero. E tenho dito.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Analisando o elenco: Recebedores

Landry já é uma estrela de primeira grandeza....
enquanto que Parker poderá ser um em breve
Miami nunca foi, digamos assim, terra de grandes Wide Receivers. Dupla de grande nível, talvez, só os Marks ( Duper e Clayton ), a dupla dos primeiros anos de Dan Marino em Miami. Tivemos alguns bons recebedores, mas por pouco tempo ou perdidos por falta de Quarterbacks. Dentre estes estao OJ McDuffie e Chris Chambers. Também sempre buscamos os nossos no draft, nunca na Free Agency. 

A primeira grande troca veio em 2010 quando adquirimos Brandon Marshall junto ao Denver Broncos. Eram tempos de Chad Henne e Matt Moore e mesmo assim ele superou a marca das 1000 jardas, porque muitas vezes era jogar a bola para cima e ele conseguir agarrá-la. Depois, em 2012, o doamos para o Chicago Bears por duas escolhas de terceiro round, pelas quais conseguimos Dallas Thomas ( ainda no elenco ) e um tal de Michael Egnew ( fora da NFL desde 2014 ). Grande troca né? Ai em 2013 trouxemos via Free Agency, a peso de ouro, Brandon Gibson e Mile Wallace, porque Tannehill só se tornaria um QB de alto nível com grandes recebedores... pois é, os dois foram cortados/trocados após dois anos e ficamos com Cap Hit monstruoso. Mas 2014 trouxe também uma boa surpresa: um acerto em draft.

Jarvis Landry é o que podemos considerar jogador espetacular que o Miami faz questão de ignorar no draft. Mas sabe-se lá porque o draftamos. E até agora ele tem surpreendido a todos com uma evolução incrível e está atuando em altíssimo nível, apesar do QB ser uma porcaria. Ele tem mitado nos retornos, nas corridas e tem feito recepções monstruosas. Até mesmo interceptação certa ele já conseguiu salvar. Tem feito um excelente papel e mostra-se capaz de comandar o ataque quando tivermos um Quarterback. 

E, mais incrível ainda, este ano fomos atrás de outro WR no draft: DeVante Parker. Ele, ao lado de Landry, tem condições de formar uma grande dupla. Parker está passando pelas dificuldades naturais da temporada de novato e ainda teve uma cirurgia para complicar, mas ele já deu alguns sinais - sobretudo nas partidas mais recentes - e ele já parece mais aclimatado com a NFL. Ele e Landry podem ser o esteio pelas próximas 3 temporadas... até que Landry vire Free Agent e talvez saia... ou não. Mas se ficar vai custar caro, bem caro.

O setor, a meu ver, não necessita de reforços para 2016. Temos o velocista ( Kenny Stills ) e um bom reserva ( Rishard Matthews - que é Free Agent ). Temos outras peças no elenco, mas nenhum até agora reluziu... o problema está entre os Tight Ends: Jordan Cameron não se mostrou tao forte como se esperava e Dion Sims... bom, Sims é uma decepção. Precisamos de um TE para ser o Gronkwoski. Gastar pick com um jogador para tentar resolver este problema é vital, mas qual round é o certo? Bom, se tiver um BPA fora-de-série nao podemos deixá-lo passar. Mas isso só a partir do segundo round, no primeiro precisamos de outras posições.

Se tem um setor sem grandes buracos são os nossos WRs, o que já é meio caminha andado para um ataque forte. Acho que não preciso dizer quem é responsável pela outra metade, não é mesmo?

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Week 14: Giants 31x24 Dolphins - Uma derrota decente, mas nem por isso animadora...

Os dois destaques da partida, com certeza...
Antes de mais nada: oficialmente a temporada acabou. Claro que para os realistas ( confundidos com pessimistas ) ela jamais sequer chegou perto de ter alguma chance de ser vencedora. Mas agora já podemos oficialmente pensar em 2016. Pela primeira em nossa história conseguimos a proeza de fizer 7 Temporadas seguidas sem ir para a post-season. Isso porque alguns - ainda - acreditavam que com Tannehill o time estaria agora brigando para ir ao Super Bowl... imagina se fossemos estar passando vergonha. Sete temporadas e nas últimas 14 só fomos a post-season em 2008 e mesmo assim porque Tom Brady se machucou, caso contrário... pois é, poderia ser bem pior. Adiante...

O Miami atual é uma equipe tão fora da realidade da NFL que fez com que Eli Menning parecesse um All-Star QB, pois ele teve o mesmo número de passes incompletos com o que terminaram em TD: quatro. Claro que isso é culpa da secundária e ontem Brent Grimes ( um dos 50 melhores jogadores de nossa história reverenciados ontem no intervalo ) teve uma atuação sofrível, mais uma aliás. A culpa seria só dele? Talvez sim, talvez não. Mas o fato é que nossa secundária precisa de um All-Star. Teremos o draft para isso, mas... é duro acreditar que o time passe, do nada, a acertar a mão em drafts. Basta ver a imensa quantidade de escolhas toscas... bom, todos sabem disso, não é novidade.

Existe um defeito neste time, que não é de hoje ( e muito menos da Era Tannehill ): esta equipe não consegue matar as partidas. Com 14x10 no placar no fim da primeira etapa, Reshad Jones ( o MVP do time ao lado de Landry ) recupera um fumble e na marra consegue um First Down adicional, deixando - assim - mais fácil ainda o trabalho do ataque em conseguir um TD e ir para o intervalo com folga. Bom, seria né... mas o time é o Miami... e o máximo que o time consegue é um FG e nem tira tempo do placar. Resultado? Uma falta tola de Olivier Vernon e um queimada seca em Grimes e o Giants chega na Red Zone. Ai o que acontece? A secundária, claro, deixa um TE livre na End Zone e o que era para ter sido 21x10 transformou-se em um 17x17. E isso após Lamar Miller ter conseguido dois lindíssimos TDs, o segundo cortando e humilhando toda a - ótima - defesa do NY. Esforço inútil...

Tenho que ser justo e dizer que Ryan Tannehill conseguiu uma big play ( nao sei quantas eles errou antes de acerta essa, mas foi lindo o passe ) para Kenny Stils. Só que na sequencia nosso time tratou de permitir 2 Tds de Odell Beckham Jr: um onde ele monstruoso ao conseguir - sabe-se lá Deus como - os pés no campo e o segundo... bom, o segundo até eu faria. Tá, eu não faria, mas um WR profissional faria da maneira escandalosamente  livre que ele estava. Antes disso a equipe teve duas boas chances de passar a frente no placar, mas sabemos que esta não é uma franquia vencedora. Nem vou mais criticar Tannehill por isso. ele não tem culpa nenhuma de ser o QB comum que ele é. A culpa é de quem o draftou e ainda por cima tomou as decisões absurdas que foram tomadas para "proteger e melhorar" ele. Deu no que não deu...

Por isso a derrota de ontem é decente - não fomos massacrados como diante do Jets por exemplo - e tivemos chances de vencer a partida. Mas ela não é animadora porque os erros de mais de um década permanecem presentes. O time precisa - ficou claro ontem - de muita coisa para poder tornar-se um time capaz de vencer partidas complicadas que é o que fazem os times... vencedores. Eles arrumam uma maneira de vencer... nós de perder. E olhem que o Giants agora é um time 6-7, não um time 12-1. Está mais para o nosso nível do que para os dos vencedores.

Jarvis Landry e Odell Beckham Jr. Eles foram as estrelas. OBJ mitou porque tem um QB muito melhor, mas Landry vai passar - fácil - das 1000 jardas e precisa apenas mais 2 recepções para superar o recorde de OJ McDuffie e tornar-se o homem com mais recepções em uma temporada. O que não é pouco se considerarmos quem lança a bola. Ele tem futuro e eu insisto: ele é do mesmo naipe do amigo OBJ.

Week 13: Giants 17x17 Dolphins - Um primeiro tempo com toda a qualidade, para o bem ou mal, do Miami Dolphins

Bem que o camisa 13 - não o boneco claro, poderia ter 23 anos...
Sabe daquelas partidas típicas nossas: com bons momentos tanto no ataque quanto na defesa mas... o placar fica ruim ou empatado. Pois assim foi o primeiro tempo. A defesa forçou boas posiçoes e Lamar Miller correu bem, com Tannehill sendo o que todos sabemos que ele é... Mas no final do primeiro tempo cedemos um Touchdown para o empate.

Cobrar um time coeso é demais de Miami. E todos nós sabemos disso...

domingo, 13 de dezembro de 2015

Analisando o elenco: Runningbacks

Agilidade e inteligencia em doses certas? É o que parece...
40 anos atrás a Liga era focada no jogo corrido e nós tínhamos um elenco fortíssimo de corredores: Mercury Morris, Larry Csonka e Jim Kiick. Hoje além de um Quarterback de alto nível é preciso ter recebedores com qualidades específicas e um TE a lá Rob Gronkwoski. Mas nem por isso os RBs saíram do foco, apenas não saem mais nas primeiras escolhas do Draft. Ter uma dupla eficiente pode ser a chave para ser vitorioso na NFL.

Nossos dois mais expressivos - e esta análise olha não só para 2016 - e promissores jogadores no elenco são Lamar Miller ( 4º Round de 2012 ) e Jay Ajayi ( 5º round desse ano ). Antes de prosseguir, os números dos dois:




Ok, os números não são nada animadores, mas... lembrem que Corredores - mais do que Quarterbacks - dependem demais uma OL produtiva, o que claramente não temos. Miller correu para 2 jardas contra o Jets e a culpa não foi só dele, é claro. Mas, ao contrário de Tannehill, nunca esperamos que ele pudesse ser um All-Star certo? Ele veio num quarto round para ser mais um num setor que, na época, tinha Reggie Bush como estrela. Ele comporia uma unidade, ao contrário do QB que viria para ser o redentor da franquia. Por isso um foi escolhido ( erradamente ) no primeiro round e o segundo no quarto round, aproveitando uma oportunidade. Miller até aqui corresponde com o que pode-se esperar de jogadores do quarto round. Teve seus momentos muito bons e outros lamentáveis, mas é isso que ele é: um jogador regular, que em alguns dias vai conseguir mais de 100 jardas e em outros... com uma OL melhor e com ajuda do jogo do passe, ele sempre será uma boa arma. Sendo o carregador do ataque, jamais será soluça-o. Jamais...

Ainda sobre Miller tenho que ele não vai chegar na marca do ano passado. Faltam 4 jogos e pouco mais de 400 jardas e ele na o consegue isso nem a pau. Mas tem um dado interessante: ele está com número melhores agora do que ano passado em jardas recebidas e tem cuidado melhor da bola. São dois pontos interessantes para ele. Sem falar que ele precisa de apenas 3 TDs para igualar a temporada passada. Contudo, ele terá um ano pior. E vai ter que começar tudo de novo no ano que vem, pois teremos outro OC e, por tabela, outra mentalidade no ataque. E detalhe: ele é Free Agent.

Jay Ajayi jogou poucos snaps até aqui que parece insano colocar nele uma pecha de promissor. Pode parecer, mas eu acho que ele mostrou que pode ser útil, muito útil. Ele é rookie e quando usado foi bem. Melhor treinado e num esquema melhor ( sem falar com uma OL melhor ) tem tudo para ser um ótimo complemento a Lamar Miller. Contudo, se Miller sair ele NÃO PODE SER O STARTER, pois tem um histórico de contusões em sua carreira em Boise State  e começou esta temporada na geladeira. 

Olhando para o Draft, eu usaria uma escolha de middle rounds em um RB mesmo que Miller fique, pois é preciso ter um SETOR forte. E escolheria um RB para correr no meio da DL, daqueles capazes de conseguir aquelas 2 ou 3 jardas na marra. Se Miller sair, ai eu acho que teremos que usar uma pick de segundo ou terceiro round em um corredor. Tudo depende do que faremos com Miller. Eu o manteria, desde que ele nao quisesse um caminhao de dólares...

Analisando o elenco: Quarterbacks

Dois Quarterbacks e nenhuma qualidade excepcional...
Toda grande equipe começa... bom, no futebol aqui nosso seria o Goleiro, mas no dos EUA é o Quarterback. Até porque são pouquíssimos times que venceram um Super Bowl com QBs medianos, como é o nosso caso atual. Acho que até o mais empedernido defensor de Ryan Tannehill acredite que ele um dia vá ser mais do que é agora: um QB comum, incapaz de conseguir vencer partidas sem possuir uma OL espetacular, um jogo corrido estupendo, receivers capazes de corrigirem passes desastrosos e uma defesa que seja apenas a melhor da História. Assim, com tudo isso, até mesmo  eu poderia vencer um SB. Exagero é claro, mas foi assim que um Trent Dilfer conseguiu ter um anel de campeão com o Ravens em 2001, só para citar um exemplo real.

O Miami teve estabilidade na posição entre 1968 e 1999 ( 32 temporadas ) com duas lendas do esportes ( ambos Hall of Fame em suas primeiras temporadas de elegibilidade ): Bob Griese e Dan Marino. Depois disso, só tivemos decepções. Algumas maiores, outras piores. Mas neste mesmo período, fora os dois citados, só um Quarterback foi escolhido no primeiro round. Sim, foi ele mesmo. Tivemos vários escolhidos no segundo round ( John Beck, Chad Henne, Pat White ) e outros vieram via Free Agency e até com trades. Nenhum, fora Tannehill, sobreviveu como Starter por mais do que 3 anos, a maioria nem mesmo permaneceu uma inteira. Somente Browns e Raiders tiveram mais Quarterbacks Starters desde 2000 do que o Miami. E, se querem saber, ainda não temos.

Nesta off-season o Miami Dolphins resolveu - sabe-se lá porque - estender o contrato de Ryan Tannehill até 2020 ( e isso depois de ter exercido a opção da quinta temporada prevista no contrato de rookie ) num contrato de 96 milhões de dólares, com assombrosos 41 milhões garantidos. Insanidade total e que nos impede de cortá-lo ou trocá-lo. Em tempo, um resumo da carreira de Tannehill, em números:



Faltam 4 partidas para o fim da temporada: o Monday Night na segunda contra o Giants, uma viagem à costa lesta para encarar o Charges e depois duas partidas no Sun Life contra Colts e Patriots. Os números dele falam por si: a temporada é um fiasco. Alguns podem apontar que ele tem tudo para terminar o ano melhor do que em 2014 ( 27/12 e mais de 4 mil jardas ). 900 jardas em quatro partidas ( mesmo sendo contra time mais fortes ) não é um absurdo e lançar 7 Tds em 4 partidas é algo que ele pode bem conseguir, mas... isso realmente seria jogar melhor do que em 2014? Ele tem, até agora, 10 TDs em Garbage Time, quando a partida está perdida e o adversário resolve tirar o pé, 3 deles só contra o Jets. E se ele tem chances reais de superar sua marca em TDs é preciso salientar que também o deverá fazer nas interceptações, pois tem 11 e o recorde dele são 17. Portanto... e tudo isso após receber o mega contrato pelo qual jamais fez por merecer...

Já Matt Moore é o cara que tem o melhor emprego possível para um Quarterback não Starter: sabe que JAMAIS vai entrar em campo ( exceto se Tannehill se machucar ) e ainda tem um belíssimo contrato ( 5,5 milhões ). Eu nem sei porque o Miami o mantém e não um novato que pudesse ser desenvolvido. Ou melhor, eu sei... fazem isso para que se corra nenhum risco de que Tannehill vá para o banco. Lamentável essa postura, mas é a realidade. Que esperamos que mude...

Teremos um novo Coach ( e obviamente um novo Coordenador Ofensivo ) o ano que vem e estes costumam querer seus próprios QBs. Infelizmente o que vier a assinar com o Miami terá que manter Tannehill no elenco, porque simplesmente é impossível cortá-lo ou trocá-lo antes da Free Agency de 2018 ( talvez nem lá seja possível trocar, apenas cortar ). Sendo assim eu espero que o time drafte um QB ano que vem. E não, eu não espero que façam isso nas primeiras rodadas e sim nos rounds finais. Alguém que possa fazer sombra a Tannehill, que tenha ambição e aspirações. Se não barrar Tannehill, ainda assim será mais útil ( e barato ) do que manter Matt Moore como backup. Caso mostre-se parecido com Ryan Tannehill poderá nos render picks de drafts em trade. E se for melhor... bom, ai seria só alegria.

Em todo caso uma coisa é certa: Tannehill será o Starter em 2016. E isso já é uma péssima notícia para quem esperar por dias melhores. Que custam a chegar em Miami...

sábado, 12 de dezembro de 2015

Um olhar sobre o elenco, por setores, e a necessidade de reforço via Draft/Free Agency

Temos muito o que melhorar, mas saber onde e como é o fundamental...
Times, em todos os esportes, nunca estão 100% prontos. Sempre falta alguma coisa. Ok, o Dream Team de 1992 não tinha buracos, mas é a exceção que confirma a regra. Nos esportes dos EUA, com Draft e limites salariais, os GMs sempre terão que fazer escolhas complexas: manter aquela estrela ou voltar-se para o draft? Manter um time coeso ou ter 3 ou 4 super salários? Existem exemplos aos montes e o meu Lakers parece ser um caso a ser estudado ( e sobretudo não ser seguido ) pelas outras franquias.

Na NFL, dada a magnitude dos elencos, sempre saem e entram jogadores. Em franquias vencedoras porque falta Cap e em times perdedores porque falta projeção para carreira dos atletas draftados. Algumas, por ficarem no meio do caminho e nao conseguirem vencer, sempre dao contratos insanos a Free Agents que saíram para encherem o bolso de grana ( alguém ai pensou em Mike Wallace e Ndamukong Suh? ). Enfim, sempre vai ter um Miami achando que vai tornar-se vencedor pela Free Agency. Para cada equipe que venceu usando a Free Agency tem 10 que venceram via draft. Essa é a realidade.

Quem é o All-Star desta equipe que veio pelo Draft? Nosso Center Mike Pouncey? O irregular Reshad Jones? Jarvis Landry já merece essa pecha? Talvez mereça, talvez seja forçar a barra. Pode ser que DeVante Parker vire... pode ser. Alguém mais? Olivier Vernon não é, com certeza. Nem Lamar Miller. Enfim, eu poderia ficar aqui citando todos os Starters que vieram do Draft e talvez só achemos 2 que podem ser considerados - forçando a barra para isso - All-Star. O Bills tem 2, o Jets tem ao menos 4. o Browns tem 2 ( e eles sao ruins pacas )...

Por isso irei olhar setor por setor numa análise crítica e densa, olhando quem está hoje, as perspectivas de evolução dos atuais jogadores do setor, a necessidade de reforço e se o faria no Draft. Acho que no ano que vem deveremos esquecer a Free Agency por um motivo bem claro: os contratos de Branden Albert, Ryan Tannehill e Ndamukong Suh - somados - vão ocupar 50 milhões no Cap, um terço do total que teremos para gastar. E isso tendo que assinar com vários jogadores Starters, tais como Lamar Miller, Olivier Vernon, Cameron Wake e cia...

Um setor por dia. Começando neste sábado com os... Quarterbacks, é claro. Poderia ser outro o setor? Acho que não...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Draft 2016: Miami saiu do Top Ten após a, inútil, vitória contra o Ravens

Quem será que iremos escolher para Goodell chamar em 2016?
O Miami entrou na semana 13 ocupando a posição de número 7 do próximo draft. Saiu dela ocupando a posição de número 11, ficando assim fora do Top Ten. Tivesse perdido e o time teria a pick 4. Por isso eu lamento a vitória - desnecessária - de domingo diante do Ravens. Mas só para contrariar mais um pouco o time vai vencer mais 2 jogos até o fim da temporada para ficar com 7-9 e escolher ali pelo meio do draft.

Até porque aqui, como sabemos, é Miami. E isso representa ser incompetente ao extremo. Abaixo como está a ordem atualmente:


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Segunda é dia do re-encontro entre dois grandes amigos

Odell Beckham Jr e Jarvis Landry: uma espetacular dupla saída de LSU
E o Miami jogará no próximo Monday Night, diante do New York Giants. Um jogo que para eles é de vida ou morte. Já para nós... é apenas mais um jogo de uma temporada tenebrosa. Mas para dois jogadores é hora de - pela primeira - se verem em lados opostos. Jarvis Landry e Odell Beckham Jr viveram dias memoráveis em LSU. O camisa 3 saiu no primeiro round e o camisa 80 no segundo. Segundo alguns analistas os dois eram do mesmo naipe, mas números melhores deram mais hype para Beckham, que tem chocado a todos na NFL. Landry, que de tao bom jogador eu custo acreditar que foi o Miami a draftá-lo - caiu um pouco por questões físicas e foi escolhido no segundo round. 

Ambos tem mostrado na Liga tudo o que faziam em LSU e tem carreiras promissoras. Beckham até aqui leva vantagem na NFL, mas Landry tem cavado seu espaço, apesar de ter um QB muito pior e uma franquia altamente competente... em ser desorganizada. 

Segunda é dia de ver os dois em ação. E em horário nobre. Os amigos com certeza serão o foco das atenções.



terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Tá achando ruim mais uma temporada sofrível? Bom, ela pode ficar pior, bem pior...

Jets estaria no Wild Card e o Bills tem boas chances...
A temporada, mais uma entre inúmeras, é um fiasco. Eu cantei a bola aqui bem cedo. Aliás em meus sonhos pós-Draft 2012 é que esta teria sido uma temporada de reconstrução, no pós-Tannehill. Como todos sabem, ao invés de largar o péssimo Quarterback o Miami fez justamente o contrário e ele agora tem contrato até 2020, recebendo 41 milhões de dólares garantidos num total de 96 milhões. Nós tornamos rico um QB comum e ferramos - ao menos - mais 2 temporadas depois dessa. Coisas que só Miami consegue fazer. Adiante.

Ficar de fora até que é algo corriqueiro. O que não é normal é correr o risco de ser a única equipe da divisão a ficar de fora da post-season. Sim isso é possível. Olhe bem a imagem acima e perceba que o Jets estaria classificado hoje. E que os Bills são o segundo time fora da briga. Esqueça e ignore que o Miami Dolphins é o quinto fora: nossas chances de post-season são NULAS. No desempate perdemos para todos os times a frente ( exceto o Texans ) e esta equipe "comandada" por Ryan Tannehill jamais vencerá as 4 partidas restantes. É simplesmente impossível... Só para lembrar: o Bills é a equipe da NFL a mais tempo fora dos Playoffs. Se eles forem, claro que ficaremos como o time da AFC Leste a mais tempo, mas não viramos o time da NFL a mais tempo, mas ficaremos perto disso, a frente de potencias como Raiders, Jaguars, Browns...

Isso nos permite olhar por outro espectro a temporada: com um QB melhor e uns LBs o time poderia estar, facilmente, com um 8-4, folgado na briga pelo Wild Card e ainda com chances - pequenas - de post-season. Parece impossível? Então pensem comigo: o time perdeu para Jaguars, para o Cowboys, 2 vezes pra Jets e Bills. Se tivesse trocado derrotas com rivais de divisão e derrotado o Jaguars o time já estaria com 8-4. Um QB melhor do que Tannehill já seria o suficiente para vencer 2 partidas a mais do que temos. Com 1 LB Top e uma OL pouca coisa melhor... pois é, mas o que temos é isso em campo e um 5-7.

Junte-se a isso o risco do Pats vencerem o Super Bowl pela quinta vez e temos que o que está ruim pode ficar pior... e em se tratando do Miami...


domingo, 6 de dezembro de 2015

Week 13: Ravens 13 x Dolphins 15 - Vencer é bom mas tem hora ela é inútil...

Landry foi discreto. algo raro na temporada...
Antes de falar da partida uma explicação: eu QUERO um time vencedor, nem que para isso el precise TANKAR agora de olho no draft do ano seguinte. Tivéssemos feito isso em 2011 Andrew Luck seria nosso Quarterback. Acho que só isso mostra como para ser VENCEDOR às vezes é necessário passar alguma vergonha. O problema é passar vergonha todo ano e nunca sair da porcaria que este time é há quase duas décadas. Sendo assim, a vitória é comemorável mas inútil. Aliás é mais o que o Miami Dolphins fez estes anos foi vencer quando perder era melhor. É apenas mais uma. Infelizmente...

Sobre a partida, a defesa ganhou o jogo. Durante vários anos atuando como QB Starter do Texans Matt Schaub castigou demais o Miami, três vezes com viradas nos instantes finais, com requinte de crueldade. Hoje foi, digamos assim, o dia da forra: uma pick six e uma interceptação, de Reshad Jones que 100% de certeza vai para o seu segundo Pro Bowl ( ele conseguiu sua 4 interceptação ).

Tannehill? Bom, ele lançou um Touchdown lindo de se ver para DeVante Parker ( a quem eu cornetara ), mas fora isso, quase nada. Acertou 9 de 19 passes para 86 jardas. Contudo, é verdade, quebrou uma de suas sequencias de partidas com interceptações. Lamar Miller correu muito mas... ficou sem Touchdown e ainda cometeu um fumble tosco que quase nos levava a derrota.

A defesa foi melhor no primeiro tempo do que no segundo mas deu-nos mais uma vitória este ano. Aliás das 5 que temos só duas ficam na conta do ataque. O time agora está 5-7 e ficamos mais distantes do Top Five ( onde eu adoraria que o time escolhesse ). Talvez ainda consigamos vencer mais 2 partidas, sempre sem necessidade. Fica aqui a torcida que algo de espetacular aconteça no Draft do ano que vem. Tipo o que ocorreu em 1983... é do que precisamos.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Week 13: Ravens at Dolphins - Ainda bem que não estamos em 2007...

Eu não sei como o amigo leitor fica quando lembra dos Ravens, mas eu tenho mais más lembranças do que boas, mas a boa é sensacional. Corria o ano de nossa pior campanha na NFL ( aliada à melhor da história do Pats ). Corremos seriamente o risco de fazermos 0-16 no mesmo em que o Pats fizeram 16-0 ( para nossa sorte, eles perderam o Super Bowl para o Giants de Ely Manning, Plaxico Burress e cia ). Até que na semana 14 o Miami recebeu o Baltimore Ravens - também já fora da post-season. Encurtando a história Cleo Lemon conectou um improvável passe para Greg Camarillo marcar um TD de 63 jardas ( simplesmente a jogada mais longa do ataque naquele ano ) na prorrogação, após o Kicker do Ravens ter errado um FG fácil para a vitória no estouro do cronometro. Abaixo o vídeo:


Ai é que vem o título deste post: ainda bem que não estamos em 2007. Naquela temporada qualquer partida era uma tormenta e o medo do 0-16 ficava real a cada partida. Por isso é bom que a situação agora seja diferente da de 8 temporadas atrás porque não precisamos vencer o Ravens. Sim, não precisamos. Vencer, agora, serve de alguma coisa? Sim, serve: tirar-nos de uma ótima posição no Draft. Fora isso, tem valor ZERO vencer amanha ou nas outras partidas até o fim da temporada.

Para a partida de amanha ( a primeira sem Bill Lazor de Coordenador Ofensivo ) teremos desfalques importantes: Rishard Matthews, Ja'Wuan James e Earl Mitchell estão fora. Todos fariam falta caso eu me importasse em vencer amanha, mas não é o caso. Mike Pouncey, Kenny Stills ( que é o cara deep ball que... não recebe passes na deep ball!!! ) e Branden Albert são listados como Questionáveis e tem, portanto, 75% de chances de jogar. Eu não os forçaria agora, mas não é assim que pensam as franquias. DeVante Parker - que decepção até agora essa escolha - também é questionável mas deve seguir com participação limitada nas partidas.

Assim sendo eu espero, ao menos, uma derrota honrosa. Tipo 20x14. Fora isso - ainda mais se vencermos - eu não terei muitos motivos para ficar alegre. Mas, enfim, vencendo eu não ficarei triste, pois para a ruindade atroz do Miami Dolphins pouco importa a posição no draft, a escolha quase sempre será errada.  Por falar nisso, eu irei fazer um apanhado - mais um infelizmente - sobre o que fizemos de errado nas temporadas nos últimos 10 anos. Resumo, porque se fosse colocar tudo ficaria terrível...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

4 anos depois o Miami está na mesma situaçao ou até pior...

Em 2011 o pensamento era arrumar um QB para lançar para Marshall... 
Invariavelmente começo de Dezembro estamos pensando no ano que vem, mesmo quando estamos ainda brigando sempre sabemos que não vai dar e que este time vai nos decepcionar. Em 2011 o time perdeu as 7 primeiras partidas da temporada, 3 delas com o nada lembrável Chad Henne de QB, as outras com o reserva ( e na foto acima ) Matt Moore. O time parecia fadado a conseguir pela segunda vez em 5 anos ter a First Overall Pick. O que até era uma boa pois existiam dois grandes prospects de Quarterbacks: Andrew Luck ( criaram até a hashtag #suckforluck ) e Robert Griffen III. Ficar em primeiro ou em segundo no Draft seria a certeza que poderíamos ter uma nova esperança.

Mas, de forma inútil, o time venceu 6 das últimas 9 partidas e saiu até mesmo do Top Five do Draft de 2012 e todos sabem muito bem o que aconteceu. Naquele ano o pensamento era: com um QB minimamente confiável o time vai decolar em 2012. A defesa era boa, a linha ofensiva ainda era ótima, tínhamos um dos 5 melhores WRs da Liga ( Brandon Marshall ) e com contratações pontuais o time poderia conseguir uma temporada com mais vitórias do que derrotas, coisa que não conseguia desde 2008. Claro que um Coach com experiencia no ataque e que pudesse comandar bem o elenco também era parte do pacote.

Olhando para aqueles dias podemos ver que, TUDO, o que poderia dar errado deu errado. Primeiro escolhemos um QB que não consegue ser sequer bom, doamos Marshall para o Bears, contratamos Joe Philbin que mostrou-se uma escolha desastrosa, vivemos o Bullying Gate, torramos dinheiro para montar duas vezes um grupo de recebedores para "melhorar" Tannehill, trouxemos Phillip Wheeler a peso de ouro e... bom, tantas sao as coisas que mereciam menção que se eu for listar todas eu passaria o dia inteiro falando... teve ainda, não pode deixar passar, a trade para catar Dion Jordan que agora está suspenso!!! E como não lembrar que nas picks obtidas na Trade com o Bears por Marshall obtivemos Michael Egnew ( fora da NFL desde que o cortamos ) e Dallas Thomas?

Em 4 anos de Draft o time só pode ser orgulhar das escolhas de Jarvis Landry ( 2014 ), Olivier Vernon ( 2012 ) e Jelani Jenkins ( 2013 ). As demais escolhas ( inclusa ai a deste ano em DeVante Parker ). O grande destaque na defesa vindo do Draft já estava no elenco em 2011 ( Jones ) e NENHUM jogador do ataque daquela temporada está no time agora. Aliás, poucos são os jogadores daquele ano que ainda estão em Miami.

Passados 4 anos o time segue na mesma. Aliás eu arrisco dizer que é pior do que em 2011, porque agora temos um QB meia-boca com contrato até 2020 e com um salário de 100 milhões de dólares. Só no ano que vem os contratos de Ndamukong Suh e Ryan Tannehill vai custar a singela bagatela de 40 milhões de dólares, de um Cap de 150 milhões. Para os outros 52 jogadores do elenco restam 110 milhões. É mole ou querem mais? Em 4 anos, até agora, o recorde do time é 27-32. Neste momento temos a Pick 6 do próximo Draft, mas espero que time caia ainda mais e fique, de preferencia, com a escolha 3, porque a primeira e a segunda é quase impossível ( ainda mais o que fez o Lions ontem ).

E sabem o que é pior do que perceber que eu estava certo quando cravei que a escolha de Tannehill faria-nos perder 3 anos? É saber que muito provavelmente iremos errar do mesmo jeito e em 2019 eu farei texto parecido com este. Tomara que, ao menos, Tanneshit nao esteja mais em Miami... já seria, ao menos, um alento.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Week 12: Dolphins 20x38 Dolphins - Nenhuma surpresa em NY...

Outra semana em que ele - e apenas ele, fez algo decente no ataque...
Eu não vi a partida ontem. Ainda bem, era capaz de ter infartado de tanta raiva que eu teria tido. Hoje, quase 24 hora após mais um fiasco contumaz do nosso time, eu ainda estou escrevendo fulo da vida, imagina se tivesse visto aquilo que aconteceu em campo ontem. Antes de prosseguir uma notícia da hora: Bill Lazor foi demitido. Motivo: o ataque pífio. Ai eu te pergunto: a culpa é realmente dele ou de quem colocou Ryan Tannehill para ser dono de um contrato de 100 milhões sem JAMAIS ter feito algo que sequer justificasse isso? É culpa de Lazor de ter que montar um ataque com uma AMEBA no lugar de QB? Acho que não... talvez só na Tannehillandia achem isso. Talvez nem lá mais achem isso...

O que dizer de um time que tomar 21-0? O que dizer de um QB que erra um passe fácil e perde uma posse na Red Zone? O que dizer de uma defesa que não tem um Cornerback alto de qualidade para marcar Brandon Marshall? O que dizer de uma franquia que mandou este mesmo Marshall embora a troca de nada ( e nada conseguiu com as picks obtidas na troca ) porque ele não servia para jogar ao lado de Tannehill? Acho que pouca coisa pode ser dita... ou muita. Mas esta franquia simplesmente não merece.

De um modo geral o Miami segue nos fazendo passar vergonha semana após semana. De ontem poucas pessoas podem ser salvas da mediocridade e eu vou citar algumas:
  • Jarvis Landry. Este cara, ouso dizer, é do mesmo nível de OBJ - colega seu em LSU. Mas como OBJ tem um QB lançando para ele... Landry com um Brady ou um Rodgers seria o melhor WR da Liga facilmente. Basta o que ele conseguiu com uma ameba no lugar do QB. Nunca vou me cansar de dizer que ele é tao bom que nem parece ter sido escolhido por nós;
  • Reshad Jones. Dá gosto de ver ele jogar ( e eu nem vi o jogo, mas já li 4 textos e TODOS eles destacaram  sua atuação ontem ). Vai ser pule de 10 para o Pro Bowl . Talvez o único jogador do elenco e ir para a festa da NFL;
  • Ndamunkong Suh. Nem tanto pelo o que vem jogando - bem menos do que o esperado é claro - mas por ter uma atitude vencedora, de não se acomodar com a ruindade que o cerca. Fontes informam que ele teria chutado o balde após a derrota e cobrado os companheiros ao afirmar "que ele estará aqui pelos próximos 5 anos e os outros talvez não". Só por isso já merece a menção;
  • Jay Ajayi. Alguns podem dizer que ele quase nada fez ontem ( e é verdade ), mas demonstra qualidades interessantes e poderá ser muito útil pelas próximas temporadas.
Enfim, como dito antes, essa é uma temporada perdida. A quarta em quatro anos da Era Ryan Tannehill. Culpa apenas dele? Talvez não, mas quando 2 Coordenadores Ofensivos não conseguem montar um ataque eficiente, creio que é preciso ver que a culpa possa estar no seu QB. E, sem motivos, estendemos o  contrato dele até 2020 por 100 milhões!!! Nem sei existe o premio de pior General Manager da NFL, mas se existir Dennis Hickey o merece com folgas.

E antes que você venha falar que a OL é o problema eu só deixo um dado: o Quarterback mais sackado da NFL até agora é um tal de Russell Wilson... que o time está 6-5 e ele vem jogando o fino da bola recentemente. Mesmo levando porrada... E quando eu lembro que passamos Wilson 3 vezes para ficar com Ryan Tannehill eu tenho vontade de... deixa para lá, melhor não estragar, ainda mais, o post.

domingo, 29 de novembro de 2015

Week 12: Dolphins vs Jets - Seremos varridos dentro da divisão?

Mais uma atuação patética de Tannehill?
Eu nem iria postar nada antes da partida, esperando o resultado para fazer isso. Mas sabem como é, o Miami é o meu time e sigo gostando dele apesar de todos os erros absurdos e insanos que são cometidos todos os anos.

Sobre a partida o que dizer? O adversário é de divisão ( Jets ) mas nas últimas 3 visitas a NY nós é quem saímos vitoriosos. Vai acontecer hoje? Acho bem complicado... mas ser varrido dentro da divisão é algo que não está nos planos de ninguém.  Se vencermos será porque a defesa conseguiu ganhar o jogo porque o ataque... bom o ataque jamais será sequer aceitável com um "mito" da qualidade de Ryan Tannehill no comando ( mesmo assim existe quem o defenda após 4 temporadas ). 

Placar? Eu acho que só venceremos se os Jets ficarem limitados a menos de 14 pontos, porque eu duvido que consigamos fazer mais de 17. Portanto...

domingo, 22 de novembro de 2015

Week 11: Cowboys 24x14 Dolphins - Dolphins sendo Dolphins em todos os sentidos...

Quando meio Romo é o bastante para vencer em Miami...
Por algum motivo desconhecido existem pessoas que ainda conseguem acreditar que o Miami vá para a post-season. Depois da atuação de hoje acho que praticamente ninguém mais irá pensar assim. Com a derrota por 24x14 nos deixou de com a campanha de 4-6 e, para sonhar com post-season - precisaremos vencer 6 partidas ( isso para ter ótimas chances, porque com 9-7 dá para sonhar ). Mas quem é que realmente acredita nisso?

Quanto a partida em si, Branden Albert atuou como Left Tackle e deu mais proteção a Ryan Tannehill do que nas partidas anteriores mas do outro lado da linha estava um tal de Jason Fox... e todos sabem o que isso significa, mesmo que Tannehill só tenha sido sackado 3 vezes. Mas essa proteção até que boa para os padrões do Miami não resultou em uma atuação decente de nosso QB. Os números podem dar a impressão de que ele foi bem mas a realidade é bem diferente. Passes ruins, escolhas terríveis... enfim tudo aquilo com o que estamos bem familiarizados desde 2012. É aquele QB que uma ou duas vezes por ano parece ser um All-Star mas nas outras partidas é apenas comum, nada demais. Foi o que se viu hoje. A interceptação dele mesmo foi decisiva para a derrota: o drive tivesse virado um FG e a partida teria ficado empatado. Sem falar que o passe foi totalmente fora do prumo...

Para não falar que ele apenas errou ele teve alguns poucos segundos de jogador all-star: o fim do segundo quarto, quando comandou um drive com altos e baixos e achou Jordan Cameron na End Zone para diminuir o placar e no terceiro quarto quando empatou a partida em um passe preciso ( sim, ele consegue isso às vezes ) para Kenny Stills. Parecia a grande atuação para marcar um ponto de virada na carreira de Tannehill. Uma virada assim, em casa, contra o Cowboys seria épica. Seria... mas estamos falando de Ryan Tannehill, não se esqueçam...

Claro que teve mais culpados e eu destaco um, em especial: Jamar Taylor. Poucas vezes eu vi um Cornerback atuar tao mal quanto ele. No drive do 14x0 ele errou 3 marcações que acho que até eu acertaria. O TD não foi em cima dele, mas o pior acontecera no começo do drive, quando ele fez um Holding idiota, mas tao idiota que ele jamais deveria voltar a ser Starter na vida. O Holding anulou um sack lindíssimo de Olivier Vernon - um dos melhores em campo hoje - que iria obrigar Romo a tentar uma terceira para mais de 20 jardas. No fim, o que era para ser um Punt ( ou uma interceptação ) virou um TD. Some isso ao Pick Six de Tannehill e...

E claro tivemos diversas coisas que vemos em todas as partidas: LBs seguem sem conseguir marcar ninguém; Snap errado ( por sorte, quase no meio do campo ); o adversário convertendo uma segunda para 27 e marcando o TD; o inexplicável abandono do jogo corrido quando ele parece estar pegando fogo e chamadas idiotas de jogadas ofensivas.

Assim nem dá para pensar em post-season. E por isso eu lamento tanto as 2 vitórias inúteis contra Titans e Eagles. O time deveria estar, agora, 2-8 e com chances de uma escolha no Top Five. Com 4-6 temos chances, mas o time ainda vai vencer pelo menos mais 2 até o fim da temporada.

E o Cowboys venceu depois de diversas rodadas. Mas vencer o Miami - faz tempo - não é parâmetro de nada. Lamentavelmente.

Week 11: Cowboys at Dolphins - Seguir sonhando ou pensando em 2016?

Essa a cena que queremos ver...
4-5. Faltando 7 partidas ( Cowboys, Jets, Ravens, Giants, Charges, Colts e Patriots ) o time tem chances - para mim remotas - de post-season. Dos seis times restantes depois de hoje, só nos vejo vencendo 3 partidas. Escolha quem quiser da lista, mesmo assim não vai importar. Este time simplesmente é incapaz de vencer 5 partidas diante destes 7 times. Se ganhamos hoje, onde temos até boas chances mesmo com a volta de Tony Romo, ficaremos zerados e ai precisaremos de no mínimo mais 4 triunfos em 6 ( isso se 9-7 der Wild Card ). E na boa eu não acredito que este time tenha capacidade para tanto. Tivesse um QB All-Star talvez até fosse possível... mas nós não temos um, não é mesmo?

Sendo assim - e digo isso desde quando o time ficou 1-3 ( não é de hoje ) - a post-season é uma mera possibilidade matemática, descartada de minha parte. Se o amigo leitor conseguem visualizar este time vencer ao menos mais 5 partidas é um direito seu. Assim como é o meu de duvidar disso. Contudo, se isso acontecer, ficaremos felizes se isso ocorrer. Adiante...

Hoje Tony Romo volta ao comando da função de QB no time de Dallas e isso torna o time muito mais forte do que o era antes ( perdeu todas as partidas desde que Romo saiu do time por contusão ). Tem uma linha ofensiva que, certamente, é uma das 3 melhores da NFL, possui bons corredores e tem alvos que podem causar estragos. A defesa tem ficado devendo, mas o front-seven é decente e como temos uma OL porosa e um QB meia-boca ( a quem eu um dia disse que seria no máximo um Tony Romo, do que me arrependo muito, ele jamais será sequer um Tony Romo ) a receita não é das melhores. E por onde poderemos vencer?

Primeiro que Romo estará sem ritmo e os Receivers estavam acostumados com os outros QBs. Segundo que a secundária de Dallas está longe de ser a melhor da Liga. E o time terá que assumir riscos maiores porque só uma vitória poderá manter, alguma, vida do time na temporada. Nós até poderemos seguir sonhando com uma derrota hoje mas o Cowboys não. Portanto o time terá que, vencer de qualquer forma. Neste caso, abrir o placar para nós será vital, pois isso forçará Romo a se expor... e ai temos um tal de Reshad Jones para interceptá-lo.

Vamos vencer? Eu não tenho bola de cristal... mas as chances de vencer o time do Cowboys são grandes. Se iremos ai é outra coisa e depende, dentre outras coisas, de como vai jogar nosso QB, não que eu espero grandes atuações dele mas que ele ao menos não seja desastroso. Já será um começo e tanto... os nosso RBs precisam correr bem com a bola e superarem - somados - às 100 jardas, o que também será um complemento. Se a defesa conseguir marcar os TEs adversário, idem. 

Previsao de placar? Sei lá, mas essa partida me cheira a placar baixo... 17x13 é o que eu aposto.

domingo, 15 de novembro de 2015

Week 10: Dolphins 20 x 19 Eagles - Chances como as de hoje serão raras...

E o MVP atacou de novo.... salvando o time da derrota
Existe dois modos de falar sobre a partida de hoje e eles são bem distintos: a) O Miami não queria vencer e fez uma partida bem abaixo da crítica; b) o Eagles quis menos a vitória após fazer 16x0 no primeiro quarto. Em ambos os casos o Miami nao deverá ter outras chances assim na temporada para vencer, onde o adversário praticamente entregue a vitória para nós.

O Eagles teve a chance da vitória mesmo quando permitiu 17 pontos seguidos do Miami. Estava com a bola para um Field Goal certo quando Mark Shances ( que substituíra o lesionado Sam Bradford ) resolveu forçar um passe na End Zone. O resultado? A imagem que ilustra este post e a interceptação de Reshad Jones, a quem eu elegi como MVP da meia-temporada. Estava 20x19 e o Eagles poderia passar a frente e teríamos que contar com o nosso ataque(??) para vencer a partida.

A jogada que, enfim, deu a liderança ao Miami foi a prova de que o ataque é o problema deste time: em uma primeira para o TD na marca de 4 jardas Tannehill deu um passe horroroso que foi desviado e... Jarvis Landry, o MVP do ataque, conseguiu salvar o que poderia ser uma interceptação e marcou o TD que seria o da vitória.

O time de especialistas protagonizou o lance bizarro da partida: Damien Williams deixou de ajoelhar dentro da End Zone para ser tackleado na linha de 1 jarda!!! No lance seguinte Ryan Tannehill ( sem culpa desta vez ) sofreu o Safety, tornando o Miami na primeira equipe desde 1980(!!) a sofre Safeties em tres partidas seguidas, quando o Seahawks - que na época jogava na AFC Oeste - conseguir a mesma marca.

Vencemos. Agora estamos com 4-5 e o Top Ten do Draft fica mais distante. Sabe-se lá como estamos também perto da zona de classificação do Wild Card. Contudo, e eu sigo dizendo que estamos fora de qualquer chance, o time leva uma séria desvantagem: um dos critérios de desempate é o número de vitórias dentro da Conferencia ( quando a equipe com que estiver empatada não for da mesma divisão ) e de nossas parcas 4 vitórias até aqui, 2 foram contra times da NFC. Além disso, estamos 0-4 dentro da divisao e dois dos rivais na briga pelo Wild Card sao Bills e Jets, que correm sérios riscos de fazerem 3-3.

Em todo caso foi bem vencer, mas que ninguém se iluda: este time segue horroroso. Apenas hoje encarou um adversário que quis mais do que nós perder a partida. E chances assim sao raras.

Week 10: Eagles vs Dolphins - O que esperar de um time sem perspectivas?

Vencer? Para que? 
Eu não escondo de ninguém: a hora de vencer já passou. A partir de agora vitórias são, acreditem, inúteis. Atualmente o time tem a 10ª escolha ( falei disso durante a semana ) e podemos até ficar com a 7ª dependendo dos resultados. Mas, eu sei, times jogam para vencer e claramente os jogadores tentarão de tudo para vencer. Primeiro porque muitos serão Free Agents em 2016, segundo porque números fazem diferença na hora de alguns conseguirem lugar no Hall da Fama.

É possível vencer? Em tese sim, mas o forte dos Eagles é jogo corrido, nosso maior defeito na defesa. Sendo assim é bom colocar as barbas de molho. Restou claro que o "oba-oba" de Dan Campbell funcionou como uma melhora da morte, típica de pacientes terminais que melhoram para logo depois perecerem. Só bobos realmente acreditaram que aquilo poderia dar-nos uma vaga na post-season. E nem preciso dizer quem é o maior entrave para isso, nao é mesmo?

Hoje a partida será transmitida. Tomara que nao seja um massacre como nas últimas vezes em que tivemos partidas com TV. Palpite: 20x10. Pros Eagles, é claro.