sábado, 31 de dezembro de 2016

Uma temporada, dois times...

Na semana 5 fomos surrados pelos Titans, ficando 1-4...
e devolver o placar em cima dos Steelers na partida seguinte e arrancar para 9 vitórias em 10 partidas
Normalmente quando um time fica com 3 derrotas a mais do que vitórias antes do meio da temporada, o ano já foi para o saco. O Miami fez isso com apenas 5 partidas, quando fomos amassados pelos Titans dentro do Hard Rock Stadium 30x17. Nada funcionava: jogo aéreo, terrestre, defesa, special teams ( Terrence Fede fez a falta mais idiota que eu já vi contra os Bengals ). Chamadas péssimas, alinhamentos desastrosos nos dois lados do campo, faltas e mais faltas tolas... enfim, parecia que lutaríamos com os Browns para ver que seria o pior time da temporada. Curiosamente a única vitória até ali era justamente contra os Browns, com direito ao Kicker rival ter errado absurdos 3 Field Goals!!! Nada apontar para uma recuperação...

Mas foi justamente o que aconteceu na semana seguinte, quando tudo deu certo contra os Steelers, batido por 30x15. Nesta partida Jay Ajayi correu para mais de 200 jardas ( feito que repetiria duas vezes contra os Bills, uma delas na semana seguinte ), a defesa massacrou Big Ben e vencemos uma partida que, naquele momento achávamos - acertadamente - que não serviria para nada. Mas eis que vencemos os Bills, os Jets, os Chargers... e emplacamos seis vitórias seguidas ao derrubar o Niners - na bacias das almas. Neste momento a post-season era uma realidade mais do que possível.

Um choque de realidade diante dos Ravens, mas depois voltamos às vitórias. A atual sequência está em três ( Cardinals, Jets e Bills ). Amanhã é dia de receber os Pats, com eles buscando a vantagem nos playoffs e nós em busca de sermos o Seed 5. Para isso precisamos vencer o rival e contar com uma derrota dos Chiefs. Porque isso é importante? Porque sendo 6, iremos viajar para encarar os Steelers ( já definido como Seed 3 ) e depois teríamos que ir a Foxborough jogar contra os Pats. Sendo o número 5 da AFC, o caminho nos leva para Houston, time com vários desfalques e sem QB confiável. E na sequência uma visita a Oakland pegar os Raiders sem Derek Carr. Parece-me mais fácil ( ou menos difícil ) o caminho.

Ai o amigo pode perguntar: sonhando com AFC Championship Flávio? Ora, porque não. Quem não pode sonhar é os Jets, os Bills e cia... nós podemos. E quem tem coragem de duvidar deste time depois de tudo o que foi feito até aqui? De termos vencido partidas que sempre perdíamos em anos recentes?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Como é bom estar classificado antes da Semana 17

E a multidão vai a loucura...
Se me contassem um ano atrás, que neste dia 30 de Dezembro eu estaria escrevendo às vésperas da Semana 17 com o time já classificado para a post-season, com certeza eu chamaria a pessoa de louca. Ninguém previu isso. Me desculpem, mas quem disser que acreditava piamente neste enredo um ano atrás está mentindo. 

A equipe do 6-10 ( pior campanha desde o 1-15 de 2007, empatada com a de 2011 ) era um amontoado de jogadores, que venceram partidas que nem precisávamos mais e nos deixariam subir no Draft. Faltava de quase tudo, mas basicamente as estrelas deste ano já estavam no time um ano atrás. O que não tinha naquele time era - além de comando - química. Porque como explicar o ano de um Tony Lippett? Ou o de Jay Ajayi, que praticamente nem jogou ano passado? E o que dizer do ressurgimento de Dion Sims? Alguém ai acredita que Matt Moore lançasse 4 TDs se Joe Philbin fosse o Técnico? Não, ele não conseguiria jamais fazer isso...

Agora vemos muitos times buscando treinadores e pensando no draft e nós olhando para o post-season. Pode ser que paremos nos Steelers ( existe uma chance de uma ida ao Texans caso o Chiefs percam e nós vençamos os Pats ) e que se passarmos paremos no nosso rival New England. Mas quem, em sã consciência, é louco de reclamar se só jogarmos uma única partida na post-season depois de 8 anos?

E 2016 até agora tem mostrado, bem verdade que só depois da Semana 6, que não é bom apostar contra os Dolphins. E isso, amigos, não tem preço.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Estamos nos Playoffs!!!

Estamos na post-season e agora é permitido sonhar...
Agora é oficial: estamos de volta a post-season. Depois de anos de frustração e escolhas tenebrosas ( dentro e fora de campo ) vivemos dias de felicidade, com um time jogando com fogo nos olhos, brigando por cada bola e dando 110% em campo. Agora começaremos a nos perguntar onde este time chegará na post-season, mas eu nem ligo. Acredito que o importante é voltar a jogar as partidas que importam e criando casca, experiência. 

Pouquíssimos atletas do elenco tem essa experiência de jogar partidas em Janeiro, porque estas partidas são diferentes das outras, é claro. Por isso, mesmo que venhamos a perder no Wild Card, será uma experiência salutar e temos como voltar ano que vem. Quem sabe até mesmo desafiando os Patriots. Sonho? Vai dizer isso para quem conseguiu 10 vitórias quando vencer metade disso era sequer cogitado pelos especialistas. 

domingo, 25 de dezembro de 2016

Melhores momentos da vitória de ontem


Estamos agora com 10-5 e com uma derrota dos Broncos hoje contra os Chiefs conseguiremos a antes improvável vaga na post-season. É de tudo do que precisamos para voltarmos ao hall dos grandes times. Por isso deixo aqui em cima os melhores momentos da partida de ontem. Onde vivenciamos de tudo:  alegria, sofrimento, desespero, angústia e êxtase. 

Destaque para a Linha Ofensiva que não permitiu sacks em Moore ( e encarando uma ótima DL ) e abriu buracos imensos para as corridas de Jay Ajayi ( outra partida para mais de 200 jardas ), para Andrew Franks, que mesmo errando um FG curto acertou um de 55 jardas e ainda matou o jogo na hora certa. De quebra destaque para a defesa que, na hora de decidir apareceu e impediu a derrota, dando chance para o ataque vencer.

Alegrem-se, pois a post-season é logo ali. E pode virar realidade na madrugada de hoje para amanhã. E isso será incrível, como foi a partida de ontem. Jogando bem ou não estamos vencendo. 

sábado, 24 de dezembro de 2016

Week 16: Dolphins 34x31 Bills - Ah, eu tô maluco!!! ah, eu tô maluco!!!

Jay Ajayi foi o cara na partida, correndo mais uma vez para mais de 200 jardas...
E no final, com um FG no Overtime, vencemos...
Amigos, eu estou vivo. Não sei como, mas estou. Por conta do Natal não postarei muita coisa, mas esse jogo foi tenso. Sobreviver com um Field Goal de 55 jardas foi espetacular e vencer com um FG curtinho nem se fala. Eliminamos os Bills e seguimos vivos na temporada, ao conseguir a 9ª em 10 partidas, algo surreal. E isso com o QB reserva, com uma secundária remendada e que não segura ninguém, mas seguimos vencendo.

Desejo a todos um feliz natal. E amanhã, talvez, eu faço um post relatando a insanidade que foi a partida. E, claro: ah, eu tô maluco!!! ah, eu tô maluco!!!

Week 16: Dolphins x Bills - Vencer será duro,mas a recompensa pode ser gratificante

Run Ajayi, Run!!!
A primeira partida sem Ryan Tannehill nós vencemos. Mas foi contra um bando desorganizado, sem comando, sem vontade alguma na temporada. Agora iremos encarar um time que ainda almeja algo, mesmo que as chances de Bills sejam muito reduzidas. Mas é uma equipe equilibrada com defesa forte e bom jogo corrido e um QB que é muito melhor do que todos os que estão em NY. 

Nossa defesa contra as corridas é um problema nesta partida. Temos cedido muitas jardas corridas e isso poderá ser um problema no clima de Buffalo: chuva e frio é a previsão do tempo. Claro que o nosso próprio jogo corrido é uma arma e está na hora de Jay Ajayi voltar a correr 100 jardas. Seriam muito bem vindas, com certeza.  

Não podemos, e nem devemos, esperar que Matt Moore repita a ótima atuação que teve contra os Jets, mas é claro que se ele puder jogar bem facilitará demais a nossa vida. Que a defesa consiga pressionar o Tyrod Taylor vai atenuar muito o trabalho do ataque.

Vamos torcer e aguardar. Como disse, vencendo teremos como nos classificar amanhã com uma derrota dos Broncos. Mas vamos pensar primeiro nos Bills...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Cameron Wake e Ndamukong Suh serão os nossos jogadores no Pro-Bowl

Eles são o terror dos QBs...
A NFL divulgou os nomes para o Pro Bowl esta semana e o Miami teve dois atletas selecionados: o DE Cameron Wake e o DT Ndamukong Suh. Ambos estão tendo uma temporada acima das expectativas e tocando o terror nos QBs adversários. Juntos eles tem 15,5 sacks e 87 tackles. Além de diversas pressões nos QBs, que precisam soltar a bola mais rápido, facilitando a vida da secundária e dos LBs.

Achei que Jarvis Landry merecia a indicação, mas a concorrência é desleal na AFC com Anthonio Brown, Amari Cooper e cia... mas ele tem feito sua parte. Na OL eu acho que talvez Laremy Tunsil pudesse ter sido lembrado, mas admito que seria forçar a barra.

No mais, nenhuma grande injustiça. Talvez se tivesse jogado em alto nível por mais rodadas Jay Ajayi estivesse na lista... mas tendo atuado em altíssimo nível apenas em 3 partidas na temporada não é merecedor de Pro-Bowl.

Update: Victor Bastos lembrou que Kiko Alonso merecia pro-bowl. Ok, merecia mesmo. mas pesa nestas horas  as contusões que o perseguiram em algumas partidas. Mas concordo com você Victor.

Playoffs nesta rodada é mais próximo do que parecia...

Parece que iremos atualizar essa imagem...
Postei anteriormente o que era necessário para conseguirmos a vaga na Post-Season nesta rodada. Coloquei a partida entre Ravens x Steelers e até mesmo os confrontos de Titans ( que visita os Jaguars ) e o Texans ( que recebe os Bengals ). Mas na verdade é bem mais fácil do que isso: basta vencer os Bills e os Broncos perderem. 

Sim, isso mesmo que você leu: basta que vençamos os Bills ( algo acessível, mas que será uma dureza ) e os Broncos serem derrotados pelos Chiefs no Arrowhead Stadium. Mas e Ravens x Steelers, onde os dois podem chegar também aos 10-6, pior campanha que ficaríamos vencendo os Bills? Sim, os dois poderiam ficar com 10-6, mas neste caso os Corvos venceriam a divisão e os Steelers ficariam para o Wild Card e... sim, nós os vencemos e por isso a vaga seria nossa. A mesma coisa se aplica para Titans e Texans, com um detalhe: apenas um deles poderá chegar a 10-6 e o outro no máximo a 9-7.

Portanto, vençamos primeiro os Bills. Conseguindo isso, aguardemos o domingo e a partida de Broncos x Chiefs. E ai, quem sabem, comemorar uma vaga que parecia impossível na semana 5. E agora - 9 partidas e 8 vitórias depois, está bem próxima. 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Sites dos EUA divergem demais quanto a posição do Miami neste momento da temporada

Subindo... mas quanto mesmo?
Já disse aqui mais de uma vez admirar que se proponha a montar Power Rankings. E também já disse - também mais de uma vez - que eles não são apenas as equipes com melhor campanha na frente das que tenham pior, fosse assim era só pegar a Classificação do Site da Liga e fazer os comentários. Existem particularidade a serem observadas que a fria campanha não mostram. Um exemplo claro: quem é entre Vikings e Bills neste momento? Ambos tem 7-7, mas o nosso rival de domingo ainda respira por aparelhos, mas tem 3-2 nas últimas 5 partidas, enquanto que o time NFC Norte tem 2-3. Em qualquer PR decente - e honesto - o time de Buffalo vai aparecer na frente. Mas e se compararmos os Lions (9-5) e os Packers (8-6), quem estaria na frente? Nitidamente quem está pegando fogo é time de Green Bay, não o de Detroit.

Por isso tudo é que, numa primeira olhada, uma posição alta pode enganar. O inverso também é verdadeiro. Quando nós ficamos com 1-4 nas cinco primeiras semanas, teve analista que colocou o Miami com a 31ª franquia entre 32, só a frente dos Browns. E mesmo assim citando que quase perdíamos aquela partida ( e, de fato, é verdade ). Depois muitos analistas demoraram demais para acreditar na recuperação do time. E quem pode criticá-los se ainda custamos acreditar no que aconteceu? Poucos analistas, contudo, chegaram a colocar o time entre os 10 melhores. A maioria situou-nos entre a 11ª a a 16ª, a depender da Semana. Mas agora, com 9-7 não seria a hora de figurarmos no Top Ten? Ainda mais depois da sólida atuação diante dos Jatos?

O PR que mais tenho acompanhado é o do Site da NFL. Nele, neste momento, somos a 14ª melhor equipe. Atrás, portanto, de nada menos do que 4 equipes que nem estão em zona de classificação ( duas deles nem estarão lá com certeza ). Mas é aquela coisa, para o analista Titans, Packers, Lions e Ravens vivem momento melhor que nós. Eu discordo de ficarmos atrás de todos eles, mas é aceitável pensar assim, até por dois deles lideram suas divisões e os outros dois dependem apenas de seus próprios esforços para conseguirem isso. O The Phinsider faz semanalmente uma compilação dos principais PR lá nos EUA. Vale a pena conferir...

Respondendo a pergunta lá de cima:

  • Estamos jogando com nosso Quarterback reserva. E mesmo que ele tenha tido sua melhor atuação da carreira, ele ainda é o reserva;
  • Encaramos um time sem qualquer pretensão e que é, sem zueira, uma baderna;
  • Temos problemas para conter o jogo corrido, ponto forte do próximo rival, os Bills;
  • Temos um histórico de auto-destruição. Quem não lembrar de 2013 ou 2014?
Por isso é que por mais que tenhamos jogado muito bem contra os Jets, é natural existir uma certa desconfiança. Cabe ao time desfazê-la no sábado. E basta vencer e o Broncos perder para que, enfim, voltemos a post-season.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Cenários para conseguirmos a vaga na Post-Season vencendo os Bills

Cenário de momento da corrida aos playoffs
"Vencer é bom, mas vencer os Jets é bom demais". Bom dia para quem viveu para chegarmos ao dia que podemos dizer que varremos os Jets e demos-lhes uma sova na casa deles. Essa vitória trouxe bem mais do que satisfação: trouxe esperança de voltarmos a post-season. A sólida atuação de Matt Moore - irei falar mais sobre ela - tirou das costas de todos nós um peso e tanto: o ataque não é super dependente de Tannehill como pensávamos. E eu digo mais: ver aquele logo logo ali em sexto não tem preço.

Mas pode ficar melhor, já neste domingo. Tudo passa por vencer os Bills fora de casa no sábado, na gélida Buffalo e chegar ao 10-5. Se isso acontecer, só ai poderemos olhar para outros resultados, muitos dos quais terão acontecido no sábado. Vamos ao que olhar e para quem torcer:
  • Broncos x Chiefs, domingo - A partida pode decidir muita coisa para nós. Em tese, alguns podem querer que os Broncos vençam, mas aqui é para torcer para o Kansas City, pois assim Denver ficaria com 8-7 e sairia da briga. Simples assim;
  • Ravens x Steelers, domingo - Outra partida crucial, onde temos que torcer para o mandante, pelo mesmo motivo citado acima: Ravens sairia da briga;
  • Bengals x Texans e Titans x Jaguars, sábado - Nem precisamos tanto assim torcer contra, mas derrotas de ambos anteciparia a classificação. Isso porque Texans e Titans se enfrentam na última rodada e - ao menos - um dele só vai chegar aos 9-7.
Claro que tudo isso só se aplica caso vençamos os Bills. E isso não será nada fácil, é bom deixar claro. Mas batendo os Bills podemos até voltar ao paraíso neste domingo. Não é fácil, mas poderemos chegar lá. É possível e só isso poder acontecer já vale a temporada...

domingo, 18 de dezembro de 2016

Com derrota dos Broncos, voltamos a Zona de classificação à post-season

Post-Season sua linda, olha nós aqui outra vez...
Não é bem o que gostamos de ver acontecendo, mas com a derrota dos Broncos para os Patriots voltamos a ocupar o Seed 6 da AFC. A rodada poderia ter sido bem melhor, pois várias equipes que concorrem conosco acabaram vencendo suas partidas ( Steelers, Ravens, Texans e Titans ), mas agora comandamos nosso próprio destino. Vencer os Bills pode ser o suficiente para conquistarmos a vaga, mas é pouco provável. 

O lado bom é que a post-season está mais perto do que nunca. E só isso, já valeu a temporada. 

Week 15: Dolphins 34x13 Jets - Moore time!!!

Resumo da partida: massacre.
Independentemente do que acontecer nas duas próximas partidas ( Bills fora e Pats em casa ) essa já é uma temporada para se comemorar: o time terminará com mais vitórias do que derrotas pela primeira vez desde 2008. E se vencer os dois últimos compromissos não apenas repetirá a campanha da mesma temporada, como também irá a post-season. Assim como em 2008.

Matt Moore fez a melhor partida da sua vida ( 12/18, 236 jardas, 4 TDs e 1 Int ) e possivelmente garantiu um bom contrato ano que vem na Free Agency. Jay Ajay chegou as 1000 jardas terrestres na marra e Jarvis Landry também. Dion Sims recebeu para 2 Tds e Kenny Stills também recebeu o dele.

Pela defesa destaque para a dupla que esmagou Bryce Petty: Cameron Wake ( 1 sack, 1 fumble forçado e 1 interceptação ) e Ndamukong Suh ( uma atuação monstruosa ). Além deles, destaque para as duas interceptações de Tony Lippett e uma surpreendente boa atuação de Xavien Howard, após contusão de Byron Maxwell.

Agora com 9-5 o time vai encarar os Bills no gelo de Buffalo. Se vencer, continuaremos a controlar nosso destino, pois os Broncos estão com um calendário bem pesado e os Steelers tem um confronto pesado contra o Ravens, onde um dos perderá. As chances de post-season são reais, ainda mais com a atuação dominante de hoje. Com direito a Touchdown do time de especialistas, com Walt Aikens, bloqueando punt e ele mesmo correndo até a end zone.

Vai dar? Não sei, mas um dos objetivos da temporada foi alcançado: voltar a ter mais vitórias. Agora vamos em busca do segundo. Pelo o que jogamos hoje, temos como acreditar...

sábado, 17 de dezembro de 2016

É vencer os Jets ou esquecer Post-Season

Uma das batalhas que pode decidir a partida...
Jets x Dolphins é tipo um FlaxFlu: tudo muda porque é um clássico maior do que a divisão. Sim, o maior clássico da AFC Leste é Miami x NY, tenham certeza disso. E quando eles se encaram, pouco importam as classificações dos times, eles jogam 110% para vencer o adversário. E é o caso nesta noite...

Os Jets não tem mais nada para fazer na temporada além, é claro, atrapalhar a nossa vida. Estamos com 8-5 e com mais 3 vitórias temos certa a vaga na post-season. Mas para vencer 3 temos que vencer a primeira, certo? E somos melhores do que o rival, mas lembrem-se que é clássico. Do lado do mandante, eles tem BM19 e um jogo corrido decente, além de uma defesa que mesmo não vivendo seus melhores momentos merece respeito. A OL deles não está em alta, mas não é uma porcaria com certeza. Merecem respeito e teremos que jogar bem para vencê-los.

Do nosso lado o time pode contar com quase todos seus jogadores chave, menos Tannehill e Pouncey. Que devem perder mesmo resto da temporada. No mais Parker, Albert, Tunsil... Jay Ajayi precisará ter uma boa atuação, assim como o trio Landry/Parker/Stills. Do lado defensivo Cameron Wake e cia precisarão conter o jogo corrido e torcemos que Byron Maxwell não ser fritado por Brandon Marshall. 

Vencendo teremos chances mais palpáveis para irmos a post-season. Perdendo, as chances praticamente desaparecem de jogarmos em Janeiro. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A contusão de Tanhehill não é tão grave... e isso pode dirimir uma dúvida.

Cena triste demais essa no domingo...
Ryan Tannehill é, provavelmente, o mais contestado Quarterback titular de uma franquia da NFL. Vá lá que Jay Cutler também o seja, mas o Bears não o draftou e sim o adquiriu via trade. Dos QBs da classe de 2012, tirando RGIII que se quebrou, ele é menos vencedor com certeza, nunca foi a post-season. Desconsidero nesta análise Brock Osweiler, que fez uma temporada enganosa com os Broncos e agora sofre com os Texans ( ou o time sofre com ele ) e Brandon Weeden, selecionado pelo Browns e que está - curiosamente - nos Texans. Todos os outros ( Russell Wilson, Andrew Luck, Nick Foles e Kirk Cousins ) tem mais sucesso do que Tannehill. Isso se Osweiler não conseguir levar os Texans aos playoffs e deixar ele para o sexto posto.

A contusão dele no domingo parecia mais grave, mas mesmo assim ele talvez não volte mais neste ano. Ao invés de rompimento dos tendões ele teve uma grave torção e não terá que passar por cirurgia que normalmente interfere na mobilidade do jogador. Alguns analistas falam que ele pode voltar na post-season, mas isso ainda é mais uma possibilidade distante. E não só porque teremos dificuldades de conseguir a vaga, é claro. Mas sua contusão pode resolver de vez uma dúvida: o time joga o máximo possível com ele ou poderia ir mais longe com outro QB?

E como essa resposta poderia ser respondida com Matt Moore de Starter? Simples: se o rendimento for o mesmo, ou ligeiramente abaixo, teremos que tanto faz ele ou Tannehill no time. Se o rendimento for ligeiramente superior ficaremos na dúvida, afinal poderia entrar o fato emoção na equação. Mas Moore for muito abaixo ou acima ai sabemos realmente qual o papel de Tannehill neste time. E ficaremos sem Moore para 2017 com certeza, tenha ele um desempenho para cima ou para baixo. Afinal, como manter alguém brilhe e seja FA? Ou porque manter um backup caro e ele não responder quando o time mais precisar? Em todo caso, eu usaria uma pick de draft para trazer alguém para - de fato - competir com ele ano que vem... mas ai me lembro que temos apenas 5 picks. 

Essa dúvidas serão dirimidas a partir deste sábado, às 23:15 com transmissão da ESPN. Seja qual for a resposta que tenhamos, Ryan Tannehill será o Starter em 2017. Mas o que iremos esperar dele poderá - ou não - ter mudado.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Por dentro dos números...

Pelo desempenho dos 3 passam nossas chances de post-season...
Vencemos e perdemos ao mesmo tempo ontem. As primeiras informações davam conta de que Ryan Tannehil teria sofrido rompimento dos ligamentos do joelho esquerdo, mas hoje isso foi descartado, mas ele teve uma torsão grave e, ao menos, está fora da partida contra os Bills. Pode, de fato, ficar de fora da temporada, mas não precisará de cirurgia o que já é muito animador.

Temos 3 jogadores com grandes números na temporada, 2 no ataque e um na defesa. São eles os motores do time em várias partidas nesta temporada e por eles passarão nossas chances de post-season:
  • Faltam 44 jardas para que Jay Ajayi possa alcançar uma marca e tanto: mil jardas. Isso para alguém que nem era Starter no começo da temporada e só participou de 12 das 14 partidas ( apenas 9 como titular ) é um feito e tanto. Vá lá que ele conseguiu mais de 400 dessas jardas em apenas duas partidas, mas ele tem feito um trabalho digno de nota com o que tem a sua frente ( e em apenas 4 partidas ele teve um Center a sua frente ). Além disso ele tem 7 TDs e uma impressionante média de 5 jardas por tentativa;
  • Jarvis Landry precisa de 77 jardas para superar as mil na temporada. Considerando que passou a ser melhor marcado, além da ascensão de Parker, o número será muito bom. Sem falar que Tannehill nem tem 3 mil na temporada, isso coloca que mais 1 em cada 3 foram dele. A parte ruim é que ele só tem 2 TDs até agora e isso precisa melhorar para irmos a post-season;
  • Uma falta boba impediu que Cameron Wake chegasse mais uma vez a marca dos 10 sacks em uma temporada. Seria ( e ele vai conseguir ) a quarta temporada da carreira acima da dezena de sacks e na carreira são 79,5, com a temporada de 2012 como a melhor delas ( 15 sacks ). Wake precisará destruir QBs para que possamos vencer 3 partidas e nos classificar para a post-season.
E ai, acha que outro jogador pode ser a chave para a post-season? Diga ai nos comentários...

Week 14: Dolphins 26x23 Cardinals - Se formos a post-season será sem Tannehill

o épico chute para vitória...
finalizando a excelente recepção de Kenny Stills
Wake e Branch fizeram das suas na partida...
E o lance que ninguém gostaria que tivesse acontecido...
A partida de ontem teve de tudo: emoção, cheiro de massacre, cheiro de derrota, extase espetacular no final, muito drama e chuva também. Mas teve um resultado que não será esquecido tão cedo: uma vitória da superação de um time ferido, com a saída de seu Quarterback. Pode-se gostar ou não dele ( eu mesmo não gosto ) mas Ryan Tanhnehill vinha atuando melhor nas últimas semanas, mesmo que tenha dado um passe tenebroso ontem e lançado uma interceptação ao seu melhor estilo, mas conseguira passar para 3 TDs. E como demonstrado na foto logo acima, foi vítima de um tackle maldoso e ilegal. Quarterbacks não podem ser acertados dessa maneira, porque quase sempre se machucam.

Ryan Tannehill está fora da temporada graças a essa ação, reforço, maldosa e agora teremos que chegar na post-season sem ele. Pelo o que mostrou ontem, Matt Moore parece capaz de conseguir isso, ao aproveitar-se de um excelente retorno de Jarvis Landry, para conseguir acertar dois passes e deixar o time em condições de vencer a partida. Tudo o mais que aconteceu na partida fica em segundo plano, até mesmo a vitória diante do drama vivido por todos nós. Não foi nada fácil ver Tannehill chorando na sideline, quando voltou do vestiário. Ele voltou para dar forças aos companheiros, mas o baque foi grande para todos. E o Cardinals quase se aproveitava do momento para vencer. 

Mas a raça deste time provou-se maior do que isso. Venceram por Tannehill e pelos torcedores. E que agora precisamos de todos para que possamos vencer Bills e Jets fora de casa e assim chegarmos - ao menos - até a última semana comandando nosso próprio destino. Bater os Pats sempre é algo mais no sentido do sonho do que da realidade, mas a vontade demonstrada ontem pode resultar em vitórias. 

Por fim, deixo a imagem que eu - admito - jamais irei esquecer quando pensar no dia 11 de Dezembro e que demonstra o quanto este time é unido:

Moore dava entrevista e recebe um abraço mais do que fraternal de Tannehill...

domingo, 11 de dezembro de 2016

Week 14: Dolphins 14x09 Cardinals - Show de horrores no Sul da Flórida

chuva torrencial no Hard Rock Stadium...
upa, lelê!!!
Um primeiro tempo onde aconteceu de tudo: cinco turnovers ( 3 interceptações e 2 fumbles ), chuva torrencial, passes bonitos e um passe candidato a ser o mais feio de toda a temporada. Podemos dizer que conseguimos conviver melhor com e sem a chuva e fizemos dois TDs ( Stills e Sims ), mas um Ajayi pouco efetivo em campo.

Do lado dos Cardinals, podemos dizer que eles não tem do que reclamar do placar, porque se o Miami fosse um time melhor poderíamos ter feito ao menos 28 pontos. Com isso o time de Arizona está na partida e pode sonhar com a virada no segundo tempo.

Em tempo, uma pergunta para o amigo leitor: de quem foi o candidato a pior passe da NFL? Será que você consegue adivinhar?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Week 13: Dolphins 06 x 38 Ravens - Uma tarde para se esquecer...

Nada deu certo, como vemos neste lance...
Nada deu certo. Mas nada mesmo. Parecia aquela equipe da Week 5, que foi surrada pelo Titans. Aliás, de certo fomos ainda piores. A defesa aquela peneira bisonha, o ataque ineficaz e o Special Team errando tudo o que tentou. Enfim, uma atuação deplorável. E o time nem parecia uma equipe confiante vindo de 6 vitórias, pois foi dominada em todos os sentidos pelos Ravens. A tal ponto de que Joe Flacco fez sua melhor partida em anos, conseguindo apenas a quarta vez passar para 4 TDs. Ele tinha 11 TDs em 11 partidas, para exemplificar melhor.

Ryan Tannehill voltou a ser aquele QB que todos sabemos que ele é: displicente nos passes e fazendo escolhas horríveis. E olha que com Branden Albert e Laremy Tunsil ele tinha quase que a sua OL Starter na sua frente. E nem assim ele rendeu, lançando 3 interceptações. Jay Ajayi conseguiu uma ótima média ( 5,1 jds por tentativa ), mas foi pouco usado e não fez estragos na defesa adversária.

A defesa não colocou as mãos em Flacco e a secundária foi esmagada por Dennis Pita. Além disso nosso LBs erraram demais na partida e a saída de Kiko Alonso é claro que não ajudou. Sofremos o massacre e agora é lutar para repetir o que fez o Seattle: tomou uma traulitada do Buccs e na semana seguinte atropelou o Panthers. Que consigamos nos reinventar e vencer o Cardinals, porque isso é crucial para uma ida a post-season agora que o time está com 7-5.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Week 13: Dolphins 0 x 24 Ravens - Alguém anotou a placa?

Resumo do primeiro tempo...
Um primeiro tempo para se esquecer, com certeza. 24x0 é um placar definitivo a meu ver, sendo necessário um grande milagre - daqueles que raramente acontecem conosco - para que possamos sonhar ao menos diminuir a surra. Salvo uma grande mudança, iremos terminar a partida com derrota. Esperada, mas não como aconteceu até aqui. Que o time possa ao menos salvar sua honra no segundo tempo...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Chegar é uma coisa, ficar é outra...

E enfim chegamos... e se a luta foi árdua para chegar, mais ela será para permanecermos. Abaixo as tradicionais imagens tiradas do Site da NFL:


Como é bom, finalmente. ver nosso logo ali entre os que jogariam o Wild Card. Mesmo que como Seed 6 é uma alegria imensa vê-la naquele lugar. Mas, é claro, manter-se na zona de classificação será duas vezes mais complicado do que foi até agora. E tudo passa por nossa ida Baltimore no domingo, às 16:00h ( horário de Brasília ). 

Vencer é o suficiente para ficarmos no posto, mas até perdendo será possível permanecer como Seed 6, desde que o Broncos não vença sua partida. O problema é que eles encaram o saco de pancadas dos Jaguars. Mas é fora de casa e eles não terão o QB titular, Trevor Siemian. Vai que Jacksonville consegue vencer uma, não é mesmo?

Outro ponto é que o Pats segue 2 partidas na frente, mas eles recebem os Rams e devem surrá-los sem grandes dificuldades. Eles, contudo, perderam o seu jogador mais impactante, até mais do que Tom Brady: Rob Gronkowski. Sem ele em campo o time não é tão dominante no ataque, uma vez que a defesa não é de altíssimo nível. Vai que ele perdem uma partida a mais do que nós até a semana 17? Sonho por enquanto, mas vai que rola...

Agora é pensar em vencer o Ravens, porque na semana seguinte teremos o Cardinals que poderá ou não ter mais chances de post-season. Passando essas duas partidas, já teremos conseguido um feito e tanto: ficar com mais vitórias do que derrotas pela primeira vez desde 2009. Mas é claro, queremos mais. 

Em tempo, Branden Albert e Laremy Tunsil talvez joguem no domingo, mas Pouncey está fora da partida. Quem também é dúvida é DeVante Parker, mas Adam Gase disse que o WR evoluiu muito nas últimas horas. Com os 3 crescem bem as chances de vencermos em Baltimore. E isso agora é essencial para voltarmos a Post-Season...

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Power Ranking do site da NFL tira Dolphins do Top Ten. Estaria certa essa movimentação?

Está equipe é, de fato, uma Top Ten? Boa pergunta...
Power Rankings são complicados para se fazer, porque é muito mais do que enumerar os times pela campanha ( fosse assim ninguém faria ), é preciso analisar quem está em alta e que mesmo com uma campanha negativa esteja melhor que outra com mais vitórias, mas vencendo na base do sabe-se lá como. E é aqui que entra o nosso Miami Dolphins...

Peguemos o caso do adversário da semana passada: o Rams. Quase não vencíamos uma equipe claramente mais fraca, com um QB rookie e que vem penando na temporada para conseguir marcar TDs. Esta semana perderam pros Saints por 49x21. E olhemos para nós mesmos: quase perdemos para o Niners, com 1-9 e um histórico na temporada de perder por mais de duas posses e que, por um tackle, quase levava a partida para o Overtime. Os mais otimistas - com razão - colocariam o time entre os 10 porque venceu 6 partidas seguidas, está entre os 6 classificados da AFC para os Playoffs e que de um jeito ou outro tem vencido. Aqui é a questão: isso é suficiente para o Top Ten?

Lembremos que se colocarmos apenas os times com vaga na post-season, sobrariam 2 times ( são seis por conferência ), mas como eu disse PR não é apenas elencar os primeiros da tabela. Sendo assim - e por sermos o sexto e recém entrado na fase de classificação - não vejo qualquer problema de que o site da NFL tenha nos tirado do Top Ten ( clique no link e analise ). Olhando para as atuações em si e de como quase perdemos as duas partidas é algo natural. Existem times que venceram adversários mais duros e com mais facilidade. O importante aqui é ficar perto e no fim, se classificar.

E claro que se batermos os Ravens fora de casa, todos os analistas entenderão - mesmo que vençamos de força suada - que este time é de verdade. Depende apenas de nós termos uma vaga na post-season. E contrariar os analistas. Algo que fizemos em 2008, só para lembrar...

domingo, 27 de novembro de 2016

Week 12: Dolphins 31 x 24 Niners - Haja coração, amigo...

Resumo da partida: no limite... mas vencemos
Parafraseando Dadá Marvilha, "não existe vitória feia. Feio é não vencer" ( a frase original é "não existe gol feio, feio é não fazer gol" ). E a vitória de hoje pode não ter sido exatamente feia, mas esteve longe de ser bonita e grandiosa. Quer dizer, até esteve perto mas os apagões tanto na defesa quanto no ataque, insistem em acontecer e depois de fazer 31x14 vivemos o maior deles. Antes de falar do final da partida, quero dizer uma coisa: como é bom vencer 6 partidas seguidas. É bom demais, é maravilhoso... 

Quem, como eu, não pegou o começo da partida ficou com medo de um tropeço em casa quando viu o 7x0 no placar. O ataque não se mexeu no primeiro quarto e a defesa parecia com uma letargia de outros tempos. Sorte que o Niners não entrou na partida com 1-9 a toa. Quando veio o segundo quarto, ai o Dolphins das últimas 5 semanas disse presente: negando tudo para o ataque dos Niners e conseguindo tudo no ataque. Viramos com facilidade para 14x07 e tudo parecia caminhar para uma tarde gloriosa no quente sul da Flórida. Parecia...

Na volta do segundo tempo, interceptação em Colin Kaepernick e bola perto da Red Zone. Poderia ser o ponto de exclamação, mas... é o Dolphins, não podemos esquecer disso. E após algumas escolhas questionáveis, veio o Fiedl Goal e 17x07. Só que ai o ataque do Niners deu sinais de vida e fez um Touchdown, encurtando o placar, para 17x14. Só que Kenyan Drake fez um retorno lindo para 78 jardas e deixou o time perto de, outra vez, matar a partida. Mas o velho ( ou o verdadeiro, vai saber ) Tannehill apareceu e com um sack onde prendeu demais a bola, o time saiu da FG range. 

O ataque do Niners saiu após um 3 and out e ai um pouco de magia apareceu. Com corridas e passes certos, Tannehill foi movendo o ataque até dar um passe preciso para DeVante Parker, que estava excelente na partida. Por falta de sorte ele caiu com a mão fora do campo após segurar o passe marcado por 2. No lance seguinte, após desafio vencido por Chip Kelly, Tannerhill deu outro passe no mesmo local, Kenny Stills segurou a bola, fintou o Safety Anthony Bethea e correu para end zone. fazendo 24x17. A defesa segurou outra vez o ataque de San Francisco e...

Tannehill comandou mais um drive para Touchdown ( o terceiro dele na partida ) e deu um passe sem grandes pretensões para Leonte Carroo e o novato fez o TD, com uma grande ajuda do marcador, é claro. Neste momento o placar mostrava 31x14 e parecia definitivo. Mas Kaepernick comandou um drive com jogadas malucas e acertou um passe de 1 jardas para Torey Smith levar o Niners para 21 pontos. Quando o nosso ataque não andou em campo, Kaep quase conseguia outro TD, mas ficou apenas no FG e placar em 24x31.

E o nosso ataque? Simplesmente parou. Muito porque DeVante Parker saiu machucado. Mas o time parou a uma jarda de matar a partida. Bola com o Niners e lá vem sofrimento. Primeiro porque, no meio do campo, eles converteram uma 4ª para 15. Depois, outra conversão de 4ª descida e uma catche quase impossível na Sideline, faltando 5 segundos. Byron Maxwell evitou o TD no lance seguinte ao aparecer do nada para fazer uma defesa a lá Neuer. E uma partida que parecia ganha foi para o último Snap podendo ter prorrogação. Com todos os alvos marcados, Kaepernick foi correr e tomou um fatality de Ndamukong Suh. Sensacional e a sexta vitória.

Não é hora de reclamar, e sim de celebrarmos o feito de que após ficar com 1-4 o time tenha chegado a inacreditáveis 7-4. De ver que o time pode atuar em alto nível, mesmo que seja em apenas partes do jogos. Que tem conseguido superar desfalques. Que silenciosamente jogadores do Draft vão dando as caras ( hoje Carroo e Drake ), que Alonso está jogando o fino, que Wake melhora a cada dia, que temos um Parker tornando-se monstruoso e de que Tannehill tem ficado longe do turnovers... enfim, que vamos vencendo. E te cuida, Ravens pois você pode ser o próximo. Eu não duvido de mais nada vindo deste time. E você?

Week 12: Dolphins 14 x 07 Niners ( intervalo ) - Começo ruim, mas o time acordou...

Parker definitivamente está na NFL...
O primeiro quarto foi uma decepção, grande com o Niners vencendo por 7x0 e dando perigosos sinais de que poderia dominar a partida. Sem 3 Starters na OL ( Pouncey, Tunsil e Albert ), Ajayi não conseguia achar os espaços e Tannehill parecia muito mais ansioso do que deveria.

Contudo, no segundo quarto após correções tudo começou a fluir. Dois TDs sem resposta do Niners deram a liderança para o Miami. O primeiro uma corrida contornando a DL de Ajayi e o segundo uma inesperada recepção de Dion Sims ( sim, ele mesmo ). O estrago foi contornado e agora, na segunda etapa cabe a defesa conter as poucas ameaças do ataque.

Se nada de anormal não acontecer, acho que iremos vencer a 6ª partida. 

sábado, 26 de novembro de 2016

Bora fazer a Sena, Dolphins?

A vibe é boa, vamos mantê-la?
Não dá mais para não se animar com a perspectiva de uma ida a post-season. O time tem vencido partidas que costumava perder, alguns jogadores estão jogando demais e até mesmo uns perebas tem aparecido para decidir partidas. Amanhã o adversário é um dos piores da temporada e está doido que o mundo se acabe em barranco, para ficar encostado no fim. Em outras palavras: tudo conspira. Ou quase tudo...

A OL que mudou completamente de patamar depois da partida contra o Steelers, vai jogar sem 2 Starters: Mike Pouncey ( Center ) e Branden Albert ( Left Tackle ). E pode até mesmo não contar com Laremy Tunsil. Problemas em excesso, mas que de uma forma ou de outra foram superados contra o Rams. E o Niners não é tão melhor assim do que o Rams para que não possamos vencê-los.

Vencer seis partidas seria especial, ainda mais quando na semana seguinte teremos os Ravens, que brigam para vencer a AFC Norte, cabeça com cabeça contra os Steelers. Para vencer neste domingo a receita é focar no que tem dado certo: correr com a bola, evitar turnovers e - se der - forçar erros do rival. Se conseguir, a vitória ficará perto.

Com um 7-4 o time entrará pela primeira na zona de classificação. E ainda teremos outros jogos acessíveis. Mas para pensar nisso, tem que vencer um rival por vez. E de agora tem seus perigos, mesmo que a campanha seja fraca. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Post-Season, sua linda, qualquer dia estamos ai...

Já dá para ver a post-season?
Não me perguntem como, mas sabe-se lá de que maneira, o Miami tem 5 vitórias seguidas e com a derrota dos Chiefs estamos uma vitória atrás deles, bem como dos Broncos. Uma vitória de estarmos no paraíso, o que parecia simplesmente surreal de ser dito apenas um mês atrás. No fim de Outubro ventilar que o time venceria 5 partidas era coisa de lunático, não de Phinático. Agora quem é que vai duvidar do Miami na Post-Season? Eu é que não... não cravo que iremos, mas nenhum analista da NFL está mais duvidando. Ganhamos - na marra - o direito de sermos levado a sério. E isso meus amigos já vale a temporada. Mas ainda faltam seis partidas e...

Bom, antes de prosseguir, vamos ao que precisa ser observado com muito carinho sobre a partida de domingo. Aliás, existem dois modos de vê-la: analisando que quase perdemos ou analisando que conseguimos evitar a derrota. No primeiro caso temos que ver que pressionamos pouco um QB rookie, que cedemos muitas jardas terrestres no primeiro tempo e de que nosso ataque foi ineficaz em quase toda a partida. Já no segundo caso... bom, todos sabem. 

Com relação aos playoffs temos que analisar os rivais. Estamos com 6-4 e na mesma situação da rodada passada: somos o primeiro time fora dos playoffs. Acontece que agora, com apenas uma partida atrás, não mais duas. Abaixo a situação da NFL ( trago também como está na NFC ):



Na briga pela divisão, ainda um sonho distante, tudo igual: Pats passou o carro no Niners ( nosso próximo rival ). Como disse antes, nossa posição segue inalterada pela vaga no Wild Card, mas agora estamos mais próximos, uma vez que Broncos e Chiefs ( ambos da AFC Oeste ) estão com a mesma campanha de 7-3 e nós com 6-4. E sabem o que é melhor de tudo? É que ele se enfrentam no domingo e se derrotarmos os Niners tomaremos o lugar de um deles. Convém, também, pensar na viagem a Baltimore na semana seguinte, porque vencer seria importante por dois motivos: além da obviedade de manter a sequência de vitórias ( caso derrotemos o Niners ), deixaria-nos em vantagem também contra os corvos.

Bater 4 dos próximos 6 rivais deve ser o suficiente, pois com 10 vitórias potencialmente conseguiríamos a vaga, mas o mais certo seriam mais 5 vitórias. Contudo, é preciso pontuar que poucos times venceram 10 partidas em sequência numa temporada, considerado que perdêssemos pros Pats. Estaria este time preparado para fazer isso? Convém não duvidar...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A recepção que valeu a vitória. E não foi a do Touchdown

Quatro momentos da complicada e fundamental recepção de Parker
O jogo de ontem vai demorar para sair da memória. Não só pela dramaticidade, pela vitória em condições adversas ( placar zerado depois da metade do quarto final, chuva, péssima atuação do ataque ) e por termos entrado de vez na briga por uma vaga na post-season. Qualquer um desses motivos é justo de serem o mais lembrado, mas eu irei guardar a partida de ontem como o dia em que, finalmente, DeVante Parker apareceu para decidir uma partida.

A partida foi tão difícil que dividiu opiniões quanto a quem foi melhor ou como chamam nos EUA o dono da "game ball". Alguns escolheram - com fundamento - Ryan Tannehill, outros - como eu - ficaram com Parker. E eles foram decisivos, não tem como negar e escolher um ou outro não é gostar mais deste do que do outro. A foto que ilustra este post mostra o quão complicada foi a recepção, num passe baixo. Que nem foi baixo por ser tão ruim - um pouco - mas porque assim dificulta-se a interceptação. Parker salvou o passe e ainda saiu de campo, parando o relógio evitando, assim, que o time tivesse que gastar o último tempo. 

O melhor de tudo isso é que estamos tendo vários heróis ao longo destas cinco vitórias em sequência: Ajayi em duas, a defesa em outras duas com destaque diante do Chargers e agora foi Parker. Landry, machucado, atuou no sacrifício e ainda fez, na marra o TD que abriu o caminho para a improvável vitória. Com heróis variados fica mais complicado para os adversários centrarem força em um único jogador.  E isso é excelente. Como disse em posts anteriores pela primeira vez em anos, vejo um time que precisará ser melhorado no ano que seguinte e não reformulado. Precisamos de ajustes - mais LBs, um outro CB e até mesmo um QB a depender de quem analise. Mas não é mais um amontoado de jogadores, como éramos. 

Deixo por fim, todas as recepções de Parker no quarto período, com direito a sensacional mostrada nas imagens acima. A que, para mim, decidiu a partida:

domingo, 20 de novembro de 2016

Week 11: Dolphins 14x10 Rams - Em partida ruim com final emocionante, fizemos a quina

Parker foi clutch demais e comandou a virada
Parecia que íamos perder para um time inferior ( na tabela ), com chuva, com dois desfalques importantes na OL ( Albert e Pouncey ), sem ter efetividade no ataque ( 10 falhas em converter terceiras descidas ), debaixo de chuva, fora de casa... tudo conspirava contra. E faltando pouco mais de 4 minutos para o fim o placar mostrava 10x0 para o Rams. Mas esta temporada não está tendo nada de normal...

Disse que partidas como as diante dos Chargers nós sempre perdíamos e domingo passado não perdemos. Hoje o time estava numa situação onde na qual, em toda a história, nunca tínhamos vencido uma partida sequer: entrar nos 5 minutos finais com ZERO pontos, com 31 derrotas!!! E achamos um meio de vencer. Como? Eu ainda não sei explicar...

Ryan Tannehill - assim como quase todo o time - estavam em uma jornada para se esquecer. Jay Ajayi ia se virando, mas quando conseguia 10 jardas pra frente logo perdia 2 ou 3 na outra jogada. Tanto é que nosso Kicker Andrew Franks não de um único chute, porque não conseguimos posicionar a bola para isso. Matt Darr no entanto, estava sendo o melhor jogador de ataque. Como tantas vezes nosso Punter fora antes. Quem não lembra de Brandon Fields?

Ai num drive que teve uma falta da defesa do Rams, o time foi avançando e avançando até que, na Red Zone, Tannehill deu um passe na linha de 5 jardas - mais um aparente inútil passe curto - mas Landry ficou em pé depois de quase cair e ai todo o time do Miami o empurrou para End Zone. Touchdown e uma chance de vencer a partida. A defesa forçou o 3 and out e, com 2:11 pro fim e um Time-out Ryan Tannehill teria que tirar um coelho da cartola. 

O mais óbvio era forçar passes longos para Kenny Stills e buscar Jarvis Landry na sideline. Mas esta não é uma temporada comum, lembram? Tannehill buscou DeVante Parker, não apenas uma, mas duas vezes. E na segunda delas ele fez um quase milagre, buscando uma bola praticamente no chão e transformá-la em recepção. Como bônus ainda saiu de campo, parando o relógio. Faltando 40s para o fim da partida, dentro da Red Zone veio o botleg, a corrida de Tannehill para a direita e...


Parker fez, seguramente, uma das mais belas recepções do ano. Ao menos do Miami é, com certeza. Tannehill tem seus méritos, é claro. Ele foi péssimo durante 80% da partida, mas sabe-se lá como, ele e o ataque entraram em alfa e passaram a acertar quase tudo. E conseguimos vencer num território onde andávamos perdendo desde muito tempo. E isso, acreditem, essa é a primeira coisa que times vencedores fazem: vencer as partidas em que parece óbvio que vão perder e, quase que por milagre, arrumam um meio de vencer.

Não estou cravando que agora estamos no patamar dos times vitoriosos, mas que deixar de entregar partidas ou deixar de perder partidas como a de hoje é o primeiro passo para que os tempos de glória voltem. Eles estão voltando, Flávio? Ainda não, mas eu não via o Miami vencer partidas como a de hoje desde... bom, no século passado, com certeza. E está cada vez mais difícil não ficar animado. 

Semana que vem é encarar o Niners no Hard Rock Stadium e... bom, vencer, né?

Week 11: Dolphins at Rams - Ao infinito e além... será?

Teremos mais uma tarde de festa?
O Coliseu de Los Angeles foi o palco de duas Olimpíadas ( 32 e 84 ), mas para nós torcedores do Miami Dolphins ele foi o palco que consagrou o time de 72, ao bater por 14x7 o Redskins e tornar-se o único time a ser campeão sem derrotas. Voltaremos a este templo hoje em busca não de uma glória como aquela - que creio jamais será repetida - mas por uma redenção. Vencer o Rams - que estreiam o QB Jared Goff - será mais uma etapa superada no caminho de voltar a post-season, depois de 8 anos. Dolorosos oito anos. 

O time adversário tem uma defesa forte, mas Jets e Steelers também tinham. O ataque é fraco, mas nem por isso deve ser desrespeitado. Jogar na intensidade das partidas anteriores, com o mínimo possível de erros e capitalizando os dos rivais. Parece fácil, mas não é. Vencer nos deixará com 6-4 pela primeira em uma temporada a essa altura desde 2014 e antes disso em 2003. O que gera outro fato a ser quebrado, porque nas duas temporadas o time ficou de fora da post-season. Mas mesmo que isso se repita, como disse antes, o sentimento agora será outro do dessas duas temporadas citadas. Em 2003 ficamos empatados com Jets e Pats e o corte de uma vaga no Wild Card naquele ano nos vitimou. E em 2014... bom, todos lembram-se ainda da implosão daquela equipe quando faltando seis partidas venceram apenas 2 para ficar com um insosso 8-8.

O time precisa usar da confiança alta das 4 vitórias seguidas para seguir rumo a uma - improvável - post-season. Se vamos conseguir ou não - e venho insistido neste ponto - é outro papo, mas que uma vitória hoje deixará tudo mais próximo, não temos como negar. E o adversário é acessível, mas precisamos jogar perto do máximo. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Que tal falarmos de post-season?

Será que este ano vai?
Está cada vez mais difícil não olhar para Janeiro e não nos ver jogando lá. Ainda temos seis partidas, podemos até mesmo ficar ainda com saldo negativo, mas dessa vez parece que algo de fato está acontecendo. Mesmo que não seja neste ano, em 2017 com as adições corretas ( LB e um QB ) este time pode dar - enfim - o grande salto. Mas ainda temos este ano e temos que pensar no que precisamos fazer para chegarmos onde tem 7 temporadas que pisamos. Antes, a divisão que, acreditem ou não, está ao alcance:


Com a derrota do Patriots no Sunday Night, temos agora uma divisão ao alcance. Não estou cantando que iremos vencer o Pats na última partida da temporada e ficar com o título, mas sim que temos direito de pensar nisso. O detalhe importante é que o ranking dentro da divisão é o mesmo ( 2-1 ) e se derrotarmos os Pats zeramos o confronto. Neste caso, se terminarmos empatados e iríamos para o desempate. Em todo caso, se ficarmos com a mesma campanha do Pats e não ganhemos a divisão, estaremos com 11-5 ou 10-6, o que já será espetacular. Agora olhemos as vagas do Wild Card:


Hoje o Miami é o primeiro fora. Pode parecer frustante, mas eu acho isso ótimo. Porque quem em sã consciência acharia que o time teria saldo positivo agora, tendo passado o carro em Steelers e Bills? Tendo vencido - de forma dura - Jets e Chargers? Acho que ninguém. Dito isso, temos que lamentar que Chiefs e Broncos tenham virado suas partidas contra Panthers e Saints, respectivamente, porque ainda estamos 2 jogos atrás de ambos ( bem como do Raiders ). Só que o Broncos ainda não cumpriu sua bye week e por isso, na prática, estamos apenas uma vitória atrás. E com Trevor Siemian oscilando como tem feito, nada é impossível.

Claro que tudo depende de conseguirmos - ao menos - mais 5 vitórias, porque com 4 o time ficaria com 9-7. Com 10 vitórias as chances de post-season ficam bem próximas e mesmo que sejamos punidos por derrotas como as que tivermos para o Titans, quem vai reclamar de uma temporada com 10 vitórias? Eu mesmo não irei... Sete partidas. Sete é a chamada conta do mentiroso. Sete partidas precisando vencer, pelo menos cinco. Será que dá? Lembrando mais uma vez contra quem, onde e quando serão estas partidas:


Já disse antes e vou repetir: a chance é vencer os mais "fáceis" ( Rams, Niners, Jets e Bills ) e ver o que consegue contra os mais "fortes" ( Ravens, Cardinals e Patriots ). Contra o Pats, a mais distante das 7 partidas, pouco pode ser dito, porque podemos tanto termos chances de vencer a divisão como ter mais derrotas do que vitórias. Mas de uma coisa eu sei: se o time de Bill "larápio" Belichik estiver tranquilo quanto ao Seed 1 ou já campeão da divisão e não tiver mais nada para brigar, ele poderá poupar jogadores como ano passado. Mas se o jogo valer algo para eles, BB colocará força máxima, tenha, certeza disso. 

Bills e Jets encaramos fora, e o segundo já está fora com 3-7 e o primeiro quase com seu 4-5. Chances reais de estarem nem ai para a temporada quando os encararmos, a não ser nos ferrar é claro. Cardinals não tem atuado bem, mas é perigoso. O Ravens tem oscilado muito, mas lidera a sua divisão no momento e isso tem que ser levado em conta, assim como nosso desempenho fora de casa contra eles. Niners é aquele adversário para o qual adoramos nos complicar nessas situações ( lembro do ano que vencemos o Packers e perdemos pra Browns, Lions e Bills ). Espero que dessa vez superemos uma equipe como os Niners.

E deixei por último o próximo rival, o Rams que vence mais partidas quando não marca TD ( 2-1 ) do que quando marca ( 2-4 ). Time oscilante a tal ponto de que finalmente colocará o QB rookie Jared Goff para jogar e... bom, isso pode ser um problema porque não teremos parâmetro para ele, a não ser as partidas na NCAA. Vai que ele arrebenta em seu debut na NFL e logo contra nós? Coisa típica, não é mesmo? Tomara que, assim como diante de Bills e Jets, essa seja a nossa temporada de vencer partidas esquisitas. 

Temos uma chance real de post-season. Depende do time consegui-la. Se iremos ou não, é outra conversa. Mas não podemos negligenciar que, jogando como estamos, falar em post-season não é mais devaneio. Pode, ainda, não ser uma realidade forte, mas deixou de ser loucura. E isso já está valendo a temporada, mesmo que - mais uma vez - o time fique de fora ao final. Porque temos algo para melhorar ano que vem e não apenar consertar. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Cameron Wake está pegando fogo...

Wakezilla está de volta, te cuidem QBs!!!
Eu não escondo de ninguém que meu jogador preferido é Cameron Wake. Pela lealdade ao time - jamais forçou trade e até redução de salário aceitou - ou pela entrega em campo, ele é a cara de franquia no seu período mais cruel da história. Raramente reclama - só quando as coisas realmente extrapolam qualquer limite do aceitável - treina dura, ajuda companheiros e é querido por todos. Jamais se envolveu em qualquer tipo de escândalo e joga demais. Quando se aposentar terá o seu nome no estádio com toda certeza. Não vai pra Canton, Ohio, apenas porque deve ficar sem anel de campeão de Super Bowl.

E ele está detonando em campo. Foram nada menos do que 6 sacks nas últimas 4 partidas, isso para quem tem 34 anos e que vinha de uma séria contusão. E não tem Quarterback que fiquei tranquilo quando o enfrente. Ontem foram 2 sacks e mais 3 pressões em Rivers, que claramente teve que apressar seus passes e com isso... vieram as interceptações. 

Wake mostra o quão ótimo jogador é, para mim - disparado - o melhor do elenco desde muito tempo. E que está com sangue nos olhos, doido para levar este time - nem que seja só uma vez - a post-season. E a chance está batendo na porta e Wakezilla está fazendo a parte dele. Que os outros continuem se inspirando no vovô da defesa e façam, igual a ele, 110% em campo, É o mínimo.